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Se muestran los artículos pertenecientes a Enero de 2006.

Os telemóveis não gostam da rádio?

Em aperitivo para um trabalho com algum fôlego que apresentarei dentro de dias neste espaço (comparando mais de 200 modelos de telemóveis...), aqui ficam as conclusões de um estudo da revista Connect, Novembro de 2005, comparando 7 telemóveis com música digital (o título do artigo é "mp3 móvel").

Aqui ficam os resultados relativamente à convergência com a rádio:

Nokia N91: SIM

Samsung I300: NÃO

Sony Ericsson W800i: SIM

Motorola Rokr E1; NÃO

Nokia 6630: NÃO

Sony Ericsson W550i: SIM

Sagem MYX6-2: NÃO

Ou seja, em sete três incorporam rádio (o que me parece pouco, porque estamos a falar de aparelhos virados para um público muito definido, aparelhos cuja maior valia é a audição de música digital).

Resta acrescentar que os sete modelos têm, além de leitor de mp3, software Java , sincronização com Outlook, e câmara de fotografia e vídeo.

01/01/2006 08:27 osegundochoque Enlace permanente. 3.7 Telemóveis No hay comentarios. Comentar.

em sete telemoveis (de musica) apenas três têm rádio

Em aperitivo para um trabalho com algum fôlego que apresentarei dentro de dias neste espaço (comparando mais de 200 modelos de telemóveis...), aqui ficam as conclusões de um estudo da revista Connect, Novembro de 2005, comparando 7 telemóveis com música digital (o título do artigo é "mp3 móvel").

Aqui ficam os resultados relativamente à convergência com a rádio:

Nokia N91: SIM

Samsung I300: NÃO

Sony Ericsson W800i: SIM

Motorola Rokr E1; NÃO

Nokia 6630: NÃO

Sony Ericsson W550i: SIM

Sagem MYX6-2: NÃO

Ou seja, em sete três incorporam rádio (o que me parece pouco, porque estamos a falar de aparelhos virados para um público muito definido, aparelhos cuja maior valia é a audição de música digital).

Resta acrescentar que os sete modelos têm, além de leitor de mp3, software Java , sincronização com Outlook, e câmara de fotografia e vídeo.

Nova actualização do índice

se interessar, está aqui.
01/01/2006 08:36 osegundochoque Enlace permanente. sin tema No hay comentarios. Comentar.

Diminuição dos downloads em 2005?

"Apesar de um bom início de ano, o mercado da música digital apresentou um crescimento menos sustentado a partir de Maio, com uma diminuição da quantidade de downloads de música." (Obercom)

A notícia é esta:

"Digital downloads lost heat as year progressed " (By Antony Bruno Fri Dec 16, 8:16 PM ET)

Digital downloads got off to a strong start in 2005. More than 155 million tracks were downloaded in the first half of the year, quickly surpassing the 141 million tracks downloaded during all of 2004.

According to research firm NPD Group, Apple Computer's iTunes Music Store now sells more music than retailers Tower Records or Borders Books & Music. Digital revenue overall, including ringtones sales and subscription services, now accounts for 5% of label revenue on average, double that of last year.

But as the year wore on, the growth of downloads began to slow. In May, about 6.4 million downloads were selling per week; average weekly downloads for the third quarter were only up to 6.6 million, according to Nielsen SoundScan.

02/01/2006 03:52 osegundochoque Enlace permanente. 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar.

Quanto vale Howard Stern

"A lot of the buzz on Wall Street is due to radio loudmouth Howard Stern taking his act to Sirius, which expects a million people to sign up at .95 a month to hear him talk naughty via outer space. Sirius might be right; it’s a big country and a million people will try anything. Witness the popularity of televised poker." (in Chicago Sun Times, "Satellite radio could be a lot of sound and fury", 18/12/05, by David Roeder)

ACT a 3/1/06: Já há resultados:

"Sirius Crosses 3 Million, Stern Effect Showing

Sirius Satellite Radio has recently reached its 3 millionth subscriber, an increase powered in part by the upcoming arrival of Howard Stern. The accomplishment was announced on December 27th by the company, and satisfies a goal set at the beginning of the fourth quarter. At that point, Sirius had 2.17 million subscribers, less than half of the 5.03 million then carried by rival XM Satellite Radio."

02/01/2006 03:58 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

Perspectivas (fracas) sobre o DAB

"Estima-se que os ouvintes de rádio digital através do sistema DAB totalizem cerca de quatro milhões de indivíduos no final do ano, esperando-se um aumento deste valor para 2006." (via Obercom)

Este artigo chama a atenção para algumas novidades que aí vêm: "And with mobile television and multimedia delivered via DMB (Digital Multimedia Broadcasting) and DAB-IP – both part of the DAB family of standards - launching commercially in 2006, this number is set to escalate rapidly."

Países onde o DAB avança: UK, Norway, Denmark, Germany, Holland, Switzerland, Korea and China

02/01/2006 04:02 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.1 DAB No hay comentarios. Comentar.

Testes em Madrid (2003) com o sistema alternativo à Arbitron (Radiocontrol)...

Promovida y bajo la dirección de AIMC, en el municipio de Madrid, y durante cuatro semanas (con una muestra total de 944 individuos en las cuatro semanas) tuvo lugar en la primavera de 2003 la prueba de la medida de la audiencia de Radio a través de los audímetros reloj de Radiocontrol. Colaboraron en su financiación el Instituto GfK, propietario de los audímetros, las cadenas de radio Europa FM, COPE, Onda Cero y SER, y la Asociación de Agencias de Medios.

Los resultados de la prueba fueron presentados por el Instituto a mediados del mes de junio de 2003 (...). En términos generales, la medición de la escucha de radio a través de los audímetros de Radiocontrol se manifiesta válida y viable. En relación con el sistema actual,hay que decir que el dibujo de la escucha de radio viene a ser el mismo,si bien algunas de las cadenas pequeñas elevan su audiencia. Y se notaron como efectos más importantes: el aumento del reach diario para las cadenas individualmente consideradas; la disminución del consumo medio, y la disminución del tiempo de escucha medio.

Sobre as audiencias em Espanha

Em Espanha existem duas empresas a medir as audiencias de rádio: o Estudio General de Medios, da AIMC, e o novo Estudio General de Audiencias, da Sigma Dos. ESte estudo aparece como resposta a uma série de polémicas que acusavam o EGM de beneficiar a SER ("ante fallos clamorosos de EGM en casos que han llegado a tener menos audiencia de lectores que ejemplares impresos y vendidos, el doble control realizado para verificar ventas reales. En el mundo de la radio todos estos problemas se habían acrecentado últimamente llevando a José Antonio Sentís, director de Radio Nacional de España, a abandonar el EGM por lo que ya era evidentemente un mal trabajo profesional")

Como se pode ver aqui há diferenças entre os resultados (normal quando há dois estudos concorrentes) e nas metodologias. O EGA tem seis vagas por ano (com uma amostra mais reduzida), enquanto o mais consagrado, o EGM, quatro (como o Bareme). 

Uma diferença fundamental face a Portugal: os numeros não são segmentados por faixas etárias ou classes sociais, mas em valores absolutos (devido à dimensão do país e do mercado), por horas e por programas (o que tem a ver com o fenomeno local da rádio "de estrellas"). No entanto, essa falta de informação não deixa de ser uma fraqueza, porque não se conhece quem ouve o quê...

Mais: "dada la discrepancia con los resultados de otro estudio, el llamado Estudio General de Audiencias (EGA), publicado hace sólo unos días, se ha puesto en duda la validez del EGM, que supuestamente, según los críticos, sería favorable a la SER, frente a la COPE, que según el EGA tendría mucha mayor audiencia. (...) El EGA es realizado por una empresa de encuestas, Sigma Dos, sin ninguna verificación ni control de otras empresas. Aunque la página de Sigma Dos no lo cuenta, según RTVE, el EGA parece ser un estudio sólo de la audiencia de radio, con una muestra también muy amplia (12.000 entrevistas), y realizada telefónicamente."

televisão no telemóvel: agora a TMN e a Optimus

Expresso de 23/12/05 (pág. 13, suplemento economia)

A TMN e a Optimus tambem vão oferecer canais de televisão "no primeiro trimestre de 2006". Juntam-se assim à Vodafone, "disponibilizando 24 horas de emissão televisiva em tempo real, através das respectivas redes 3G".

A TMN espera oferecer entre 10 e 15 canais, a Optimus refere os 13 do pacote básico Mobile TV. O Expresso salienta uma diferença significativa face à Vodafone: a introdução de canais de desenhos animados  (Panda) e a ausência de canais pornográficos.

O HD não convence todos

"if a listener wants to listen to one of the new HD channels, he must first tune to a station that he does not want to listen to, before he gets to the station that he does. If that happens, the new formats on new channels of (each main frequency), become permanently associated (in the listeners’ minds) with the format of the main channel. Another negative is that the additional HD channels will seem to not be on the air if a person attempts to tune directly to them, without first going to the analog / digital main frequency. DOES THIS LAYERED SYSTEM MAKE ANY SENSE?"

O que é que isto provocou? "HD radio is at our doorstep and IT IS TEN YEARS LATE. Why? Because our “Leaders” fought needlessly over engineering standards. We COULD have been first to digital radio, but weren’t. The result: A huge opening for satellite radio, based on digital quality and new channels that you’d never hear on terrestrial radio. "

Russ "Oasis Delivers Open Letter to the Industry"
 

03/01/2006 06:14 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.2 HD No hay comentarios. Comentar.

Desregulação na Europa

"(...) desregulación, es decir, un nuevo marco legal de utilización del espectro que supone, entre otras cosas, el fin de los monopolios radiodifusores públicos y la aparición de nuevas radios de diferentes titularidades y con diferentes objetivos: comerciales, asociativos, políticos, etc.

El proceso desregulador se ha hecho según los países a diferente velocidad y con diferente alcance; existen políticas de liberalización absoluta -el paradigma de las cuales sería Italia- y también otras absolutamente restrictivas cuyo máximo y último exponente ha sido hasta hace poco Austria. La desregulación es a estas alturas un proceso aún inconcluso, pero además no presenta visos de configurar una situación homogénea en todo el continente, al menos en el medio plazo."

"Transformaciones radiofónicas a medio plazo. En un entorno cambiante y competitivo"
Josep M. Martí Martí, Revista Telos, nº 42, junio - agosto 1995

(mais) Pormenores sobre o iRadio

"A Motorola deu hoje a conhecer pormenores acerca da estratégia para o seu serviço de música por subscrição iRadio, que surgirá este ano (...).

A fabricante adiantou que o futuro serviço correrá no telemóvel Rokr E2, que, ao contrário do primeiro modelo Rokr, não irá incluir o software iTunes da Apple. Em Outubro, a Motorola tinha dito que o primeiro telemóvel para o iRadio seria capaz de guardar cerca de 70 horas de música. O objectivo é vender o serviço e o telefone através das operadoras móveis.

O iRadio terá um custo mensal definido de 7 dólares, mas o valor poderá variar dependendo das opções subscritas. Através do serviço, os utilizadores poderão fazer o download dos conteúdos dos canais de rádio associados para um computador e transferi-los para o sistema de som de casa ou do carro.

A fabricante norte-americana pretende mostrar o iRadio na CES de Las Vegas (...)"

"Motorola revela pormenores sobre iRadio e apresenta novos produtos para o lar", 2006-01-03 13:37:00, Casa dos Bits

03/01/2006 11:17 osegundochoque Enlace permanente. 3.7.1 iRadio No hay comentarios. Comentar.

"2006, o ano da tv no telemóvel"

Com a devida vénia a FRC:

«01net: "Depuis plusieurs semaines, centaines de Parisiens privilégiés reçoivent les images des grandes chaînes nationales sur l'écran d'un portable prêté par leur opérateur. Après les Finlandais à Helsinki, les Britanniques à Oxford et les Allemands à Berlin, c'est au tour des Français de tester la réception de télévision sur téléphone mobile." Ler ainda: Competition between European and U.S. standards heats up as rival phone makers support both standards. E ainda: Slingbox oferecerá TV doméstica em celulares nos EUA. Mais: Alemanha faz teste com TV digital por celular. »

«Nos estádios de futebol, o telefone celular deve substituir o bom e velho radinho de pilha»

«Num futuro não muito distante, a tecnologia digital vai oferecer uma nova forma de fazer e assistir televisão. Com um simples apertar de botões no controle remoto, o telespectador vai poder acionar uma infinidade de recursos interativos, hoje impensáveis no sistema analógico.

Além de uma melhor qualidade de som e imagem e uma maior variedade de canais, vai poder escolher o melhor ângulo de visão em partidas de futebol, participar de enquetes em programas em tempo real e acessar cenas de capítulos anteriores de novelas.

"A tevê digital vai oferecer ainda a possibilidade de acessar a programação da tevê aberta no carro, no ônibus, no metrô, etc, através de aparelhos portáteis, como o telefone celular", adianta Fernando Bittencourt, diretor da Central Globo de Engenharia e coordenador do grupo técnico de tevê digital da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão, Abert.

Nos estádios de futebol, o telefone celular deve substituir o bom e velho radinho de pilha. Mas quem preferir ficar em casa, refestelado no sofá, vai poder acompanhar também as jogadas do time do coração. Quem garante é Liliana Nakonechnyj, diretora de Telecomunicações da Central Globo de Engenharia.

Excerto da notícia "TV digital vai revolucionar a forma de ver novelas" (Domingo, 1 de janeiro de 2006, 11h07)

TV Press, via IRREALTV

2006, o ano HD (?)

"There are more than 600 AM and FM stations broadcasting digital HD Radio signals today, and we expect that number to double next year," predicted Robert Struble, president and CEO of iBiquity Digital Corporation, which is powering the technology behind the digital radio upgrade. "We look forward to 2006 as the year HD Radio reaches the mainstream consumer, and all of the new products and features to help us achieve this goal will be on display at CES." The move follows the formation of the HD Digital Radio Alliance, which includes some heavy-hitting terrestrial radio broadcasters."

informação retirada desta notícia: "Digital Radio Consortium Prepares Blitz at CES" (Digital Music News, 4/1/06)

04/01/2006 06:06 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.2 HD No hay comentarios. Comentar.

iRadio como alternativa ao satélite

"(...) Motorola announced plans Tuesday to launch iRadio later this year. The service features 435 commercial-free radio channels for about per month, nearly half the monthly .95 fee XM Satellite Radio and Sirius Satellite Radio charge for about 120 channels.

"Motorola iRadio is truly a revolution in digital radio, offering more choice, higher audio quality than satellite radio and features that allow listeners to identify and purchase the music they like," said Mike Gaumond, vp and general manager, Motorola Digital Media Services.

Motorola promises radio channels that "break the mold of competing radio services," including more than 40 styles of Rock, 12 Jazz stations, individual artists channels, genre channels for every decade since the 1900s and specialty-themed channels such as 1 Hit Wonders, Angry Women and Rockin’ Cowboys.

Content providers to Motorola include Clear Channel, the nation’s largest radio group, and legendary music artist Graham Nash. Clear Channel plans to produce content for about 75 channels and contribute some of its syndicated programming from Premiere Radio Networks, such as Bob and Tom and Coast to Coast AM. 
 

excerto da notícia Motorola Rivals Satellite Radio With iRadio, Katy Bachman, JANUARY 03, 2006 (Media Week)

acrescento: "Radio's real target for cell phone radio is Satellite radio. Here's why: They're both available by subscription. Thus they will target the folks who value portability - at a price. Because if they value portability for free they'll use that most archaic of all gadgets, the portable radio."

04/01/2006 10:53 osegundochoque Enlace permanente. 3.7.1 iRadio No hay comentarios. Comentar.

Perspectivas na medição de audiências para 2006

"One certainty is a given in 2006—more fragmentation of an already fragmented medium. But that cries out for improved measurement and better research, issues that broadcasters appear to be sidestepping. Under pressure from broadcasters, Arbitron was forced to delay until summer 2006 reporting satellite radio and Internet radio in its surveys, leaving the advertising industry with a lot of questions about consumers’ shifting listening habits. Arbitron is ready to go with portable people meters, but broadcasters, wary of lower ratings, balk at the cost.

“Measurement is going to be essential,” said Kim Vasey,senior partner and director of radio for Mediaedge:cia. “[Broadcasters] have to be realistic that radio is no longer just the terrestrial dial. You need the portable people meter, especially for the rollout of HD2.”

Excerto do Forecast 2006 da Mediaweek, http://mediaweek.com/mediaweek/images/pdf/Forecast.pdf

Perspectivas para 2006 (a internet)

«RADIO’S BIGGEST CHALLENGE in 2006 could be coping with the expanding definition of radio. As far as media buyers and advertisers are concerned, and for that matter the consumer, radio is no longer just AM and FM. It’s also Internet radio and satellite radio. And while satellite radio’s 9 million subscribers and Internet radio’s 20 million weekly listeners are dwarfed by traditional radio’s 230 million weekly listeners, the impact of these new media on the consumer cannot be ignored. According to a focus group study conducted last fall by Jacobs Media, consumers aged 18-34 consider radio as “anything with a DJ.” Young listeners say they find traditional radio stale. On the flip side, they don’t think they ought to pay for radio.

“Radio isn’t a growth medium. It’s misunderstood right now, even among its owners,” said Maribeth Papuga, senior vp and director of local broadcast for MediaVest, at the recent UBS media conference. In many ways, traditional radio is coping with the fundamental shift in consumer choices by embracing a multiplatform radio model, a trend that is likely to accelerate this year. The nation’s largest radio companies, Clear  Channel and CBS Radio (formerly Infinity Broadcasting), took critical steps in 2005 to leverage their content onto the Internet, whether through streaming or offering content for downloading. The hope is that in 2006, those baby steps will lead to a solid foundation for a new, growing and lucrative business.»

excerto do Forecast 2006, do Mediaweek, http://mediaweek.com/mediaweek/images/pdf/Forecast.pdf

04/01/2006 11:13 osegundochoque Enlace permanente. 3.0 O segundo choque No hay comentarios. Comentar.

Relação entre rádio e telemóveis

Excerto do texto: ""Hey, it's Radio on my Cell Phone" (Radio Marketing Nexus, 3/1/06)

"(...) few observations as radio takes the inevitable (and advisable) plunge into cellmobile phones:

1. Radio's real target for cell phone radio is Satellite radio. Here's why: They're both available by subscription. Thus they will target the folks who value portability - at a price. Because if they value portability for free they'll use that most archaic of all gadgets, the portable radio.

2. Isn't it interesting to note that while mobile music has long been popular, mobile radio (as in, the kind on your hip) has been in the shadow of Walkman cassette players (used primarily for cassettes, not radio), Walkman CD players (used primarily for CD's, not radio), and now iPods. That is, portability and control tend to go hand in hand. Radio is about comparatively passive entertainment, not control. Can radio plant a flag on this barren world?

2. This path will be a very slow-grow one. That's because it will happen one phone manufacturer and/or one Verizon at a time. Each deal will be different. Each deal will be complicated. Each deal will involve sharing revenue with lots of other companies, all of whom have their hands in the consumer's pocket.

3. Radio has no inherent competitive advantage in this area. That's because virtually anybody can string together a series of music channels - assuming these channels are primarily music (which, in the long run, is doubtful). Hence "Music Choice" listed in the same release as Clear Channel.

4. Invariably we will discover that some people value content for a price - just as some cable subscribers buy HBO but more than two-thirds don't. Some poeple will value control for a price - just as some cable subscribers buy TiVo, but (by the end of this decade) more than two-thirds don't. The rest will be left to enjoy that which is advertiser-supported, no matter what gadet that content appears on. Can radio do deals with mobile phones that provide that content gratis with advertiser support?

5. If you're going to charge a premium price then you had better offer premium content if you expect people to buy that content. The very same drive to premium content is what makes major league sports and Howard Stern so valuable on Satellite. Who is striking those deals in the mobile phone space? Radio?

6. "Premium" doesn't just apply to the caliber of the content, but also to its kind. For a ring tone, for example, experiencing that content means sharing it with others. The content itself become the consumer's distinctive calling card. By sharing a tone you are sharing yourself. THAT is a premium feature, and its one that mobile radio will not soon possess. Mobile phones are about connection. Will mobile phone radio be the same?

So marvel as Clear Channel pursues the mobile phone space, and CBS Radio too. Watch as XM and Sirius strike similar deals. These are essential steps in the right direction, but they are the beginning of the story, not its end."

05/01/2006 03:50 osegundochoque Enlace permanente. 3.7 Telemóveis No hay comentarios. Comentar.

Rádio perde portabilidade (18-34)

"Radio faces some real problems with younger listeners, 18-34—and most startling in this is the notion these listeners have that radio is “losing its portability.”

About the only positive feedback for terrestrial radio is that it’s free, but it was also dubbed “uninspiring” in the focus groups. (...)

Cell phones appear to be the real wild card in the next generation of competition for terrestrial radio listenership. In short, Jacobs described the cell phone as “the monster that just keeps getting bigger” and a device that women have no problems incorporating into their own entertainment usage.

Jacobs offered the following anecdote as a warning that radio’s notion of ubiquitousness and complete portability may be seen as a thing of the past.

As Jacobs recounted it: “And then a [focus group member] looks at me and says the iPod is portable and radio is not. So I looked at him and said ‘What are you talking about?’ ”

Jacobs then turned more directly to the Fly-In audience and asked rhetorically, “Well, if you’re 18-34, when’s the last time you used a Walkman? They don’t think about radio as we do.”

He offered the perception that “Radio is tethered to the car,” and that younger listeners believe that “radio is tethered and the iPod is not.”»

Excerto da notícia "Focus Group Feedback: Radio Is Uninspiring", (Billboard Radio Monitor) Dec. 08, 2005, By Tony Sanders
 

05/01/2006 04:03 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.1 "A geração iPod" No hay comentarios. Comentar.

Ponto da situação sobre o DAB

com a devida vénia a Paula Cordeiro, transcrevo este texto:

"Depois de várias experiências, alguns países europeus não encontraram no DAB uma possível solução para o futuro das emissões digitais de rádio. Finlândia e Suécia são casos assumidos, pelo avultado investimento que o Digital Audio Broadcasting requer e pela aparente ausência de reais vantagens do sistema em relação ao FM. Contudo, no mundo, estima-se que um milhão de pessoas tenha disponíveis serviços de rádio digital, a par com o DMB (Digital Multimedia Broadcasting) para a televisão móvel.
Mas se em alguns países do norte da Europa o DAB não é, e à partida, não será uma realidade, no Reino Unido o cenário apresenta-se radicalmente diferente, dado que só aqui, a audiência DAB atinge os três milhões de aparelhos. Em todos os países do Reino Unido registam-se valores de cobertura digital acima dos 50%. No seu total, a audição de rádio via digital, particularmente através do DAB, está em crescimento. As estatísticas indicam que, pela primeira vez, a escuta de rádio via DAB suplantou o total de horas de audição através da televisão digital e Internet. Também as vendas de receptores estão a crescer (especialmente auto-rádios), prevendo-se uma taxa de penetração destes aparelhos nos lares do Reino Unido de cerca de 40% para 2009, sendo que a percentagem total de indivíduos que possuem actualmente um sistema DAB ronda os 10,5%.
Contudo, há também dados estatísticos relativos ao Reino Unido que indicam que o consumo de rádio via Internet tem também crescido ao longo dos últimos três anos, sendo que esse consumo se faz em substituição do aparelho tradicional para escuta de estações de rádio disponíveis em FM, aspecto que relança a discussão em torno da plataforma digital que fará o futuro da rádio.
Em relação ao DAB, na Alemanha o serviço de transmissão digital continua a crescer. Foram lançadas 10 novas estações em 2005, para um total de 90 estações com emissão digital. Para 2006, as previsões indicam um crescimento do número de receptores entre a população. A Alemanha vai também liderar duas experiências DMB em 2006. Um desses projectos, My Friends, irá desenvolver-se ao longo dos próximos dois anos, e recebeu o estatuto de projecto Europeu, com um orçamento de cerca de 18 milhões de euros.
Países como a Bélgica, Espanha e Suíça tinham, em meados de 2004, uma cobertura DAB que atingia mais de metade da população, chegando perto dos 100%, no caso da Bélgica. Espanha espera este ano atingir uma cobertura de 80% e tem 18 serviços digitais (público e privado).
Na Suíça, o DAB tem sido um grande sucesso. Já há receptores DAB disponíveis para comercialização a preços razoáveis, prevendo-se que a cobertura alcance os 73% no início deste ano. Neste país existem 30 estações de DAB (francês e alemão) e a corporação de radiodifusão suíça pretende não aumentar os investimentos na expansão da rede FM, mobilizando os seus esforços para o desenvolvimento da rede DAB. A este aspecto junta-se o interesse dos media suíços na criação de uma estrutura adicional para a rede e de uma comissão para promover os produtos e serviços da rede DAB junto do público suíço.
Na Holanda, a cobertura DAB chega a cerca de 70% da população. O objectivo para 2006 é atingir a meta dos 90%. Serviços inovadores via DAB já estão a ser emitidos e, tal como na Suíça, foi também criada uma comissão para definir a estratégia de marketing deste novo sistema de radiodifusão junto dos consumidores, estando previsto para 2019 o fim das emissões analógicas.
Na Dinamarca, o DAB tem conhecido um crescimento exponencial, com vendas que crescem anualmente (de 40,000 aparelhos em 2004 para 135,000 antes do Natal de 2005). A cobertura ronda igualmente os 70%, há um forte investimento estatal neste sistema e um empenhamento da rádio pública para implantar o DAB, a par com campanhas de promoção desenvolvidas pelo comité de marketing criado para o efeito.
A Noruega prevê alcançar uma cobertura de 80% e a rádio pública prevê terminar as emissões analógicas em 2014.
Na Itália, foram criadas novas regras envolvendo o DAB e as licenças para emissão devem ser entregues durante o ano de 2006.

Em Portugal, o processo remonta a 1998, altura em que foi lançado o concurso público para atribuição de uma licença ai nível nacional para o estabelecimento e fornecimento de uma rede de radiodifusão digital terrestre, ganho pela RDP. O processo de instalação de emissores e alargamento da cobertura tem vindo a desenvolver-se e prevê-se que todo o país e ilhas estejam cobertos em 2007.
A este panorama de desenvolvimento digital europeu, juntam-se iniciativas por todo o mundo. Na Austrália foi criada uma nova legislação para a rádio digital. Singapura tem uma cobertura de 100%, chegando a toda a população, a par com grande interesse governamental e entusiasmo dos operadores. Existem, neste país, sete estações de DAB, das quais seis emitem exclusivamente neste sistema. O governo de Taiwan prevê lançar os serviços DAB em 2006. Na China, as experiências começaram em 1996 e, em 2005 , passaram a ser transmitidos dois serviços de programas em DAB, estando previstos mais seis, para um público de 12 milhões de pessoas. Na Índia, as emissões experimentais remontam a 1997, sendo que em 2003 começaram os serviços regulares de DAB em Nova Deli. Na Coreia foram lançados serviços DMB (Digital Multimedia Broadcasting) que incluem televisão, dados e rádio. As estimativas apontam para a venda de 22 milhões de aparelhos portáteis, dos quais, 2 milhões durante o ano de 2006. Neste país começaram já a ser comercializados telemóveis com recepção DMB e, no futuro, mais de 30 canais de vídeo e rádio oferecerão entretenimento e notícias, mapas e outras informações. Os receptores, fabricados pela Samsung, a LG Electronics e outras empresas coreanas, estão já disponíveis, a par com os serviços de DMB disponibilizados pela maior operadora móvel do país.
Como no mercado asiático, o panorama canadiano apresenta-se como dos mais dinâmicos no que ao DAB diz respeito. Num total de 11 milhões de potenciais ouvintes, em 2004, trinta e cinco por cento da população já podia receber serviços de DAB e existiam 73 licenças para estações DAB.
Na Europa, a transição para o digital está prevista para 2012, apesar de alguns países conseguirem completar o processo em 2008. Em ligação com a Estratégia de Lisboa, a migração procura, ao nível da rádio, melhorar a qualidade e ampliar a escolha disponibilizando novos e mais serviços de programas."

05/01/2006 06:22 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.1 DAB No hay comentarios. Comentar.

Mais sobre a Mobile TV

A partir de dois textos, um na Media XXI (Dezembro 05), "Tv Chega aos telemóveis", e outro da Connect, (Janeiro 06), "Tv no telemóvel", algumas ideias:

- a NOkia lidera o projecto de transmissão de televisão para os telemóveis, a partir da tecnologia standard DVB-H (Digital Video Broadcast - Handheld), uma derivação da DVB-T (digital terrestre) - há outras tecnologias para além da DVB-H, mas esta prevalece na Europa, África e Ásia;

- a Nokia tem um modelo, que deverá ser lançado em meados deste ano, que designa por N92.

- Os testes feitos em diversos países (incluindo Espanha) mostram - de acordo com a Connect - que é baixo o consumo de bateria nos terminais; que a recepção é boa mesmo em locais dificeis; que tem uma largura de banda adequada a conteudos audiovisuais de elevada qualidade;

- estima-se que em 2010 hava 74 milhões de utilizadores do DVB-H (para isso será necessário construir uma rede própria, à semelhança das actuais redes GSM)

- a recepção de televisão nos telemóveis nesta altura é feita em streaming (por oposição ao broadcasting da DVB-H); relativamente ao streaming há já várias empresas fabricantes de terminais a experimentar (na mesma Connect, dá-se conta que "a Ericsson, em colaboração com a TVI, apresentou uma demonstração de TV interactiva no móvel, utilizando conteúdos desta estação de televisão, mais precisamente extractos da série Morangos com Açucar e do talk show «Você na TV». Segundo a empresa é na interactividade que reside a verdadeira inovação deste projecto, uma vez que este permite a possibilidade do utilizador enviar SMS para aparecerem no rodapé de um programa que está a dar (...)" (pág.11).

- "a Mobile TV constituirá um novo e entusiasmante serviço para os consumidores, criando ao mesmo tempo novas oportunidades para a inovação e crescimento nas indústrias ligadas à mobilidade e aos Media!" (Media XXI, pág 48)

Uma previsão arrasadora para a rádio

... feita por John C. Dvorak, epsecialista em Novas Tecnologias, na Exame Informática (Janeiro 2006), no artigo "A Hora do Podcast":

"Quem tem menos de 20 anos é praticamente obrigado a ter um blogue ou fazer parte do blogue de alguém. O fenómeno do podcast tende a ser algo parecido. Nos EUA, a única coisa que vai restar para a rádio tradicional vão ser notícias e informações de trânsito. Suspeito que a mesma coisa acontecerá rapidamente no mundo inteiro".

Cheguei a este texto via podcastpt.

06/01/2006 08:26 osegundochoque Enlace permanente. 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

Partilha (ilegal) de ficheiros menos usada

via Obercom: "Partilha ilegal de Ficheiros cada vez menos praticada".

Neste PR ("Illegal Peer-to-Peer Music File Declines after Supreme Court Grokster Decision") uma "Análise das consequências (para partilha ilegal de ficheiros) da aplicação efectiva das leis anti-pirataria".

Excerto: "According to The NPD Group, from the time of the Supreme Court decision in June through October 2005, the number of U.S. households that downloaded at least one song from an illegal P2P service declined by 11 percent (from 6.4 million households in June to 5.7 million in October). "

09/01/2006 08:38 osegundochoque Enlace permanente. 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar.

Jovens 12-24 anos preferem LAD e internet para ouvir música

Um estudo da Bridge Ratings mostra o que já se suspeitava: de um universo de 2000 inquiridos, entre os 12 e os 24 anos, 85% escolhem o seu leitor de mp3 à rádio tradicional.

"The study interviewed 2000 persons 12-24 years of age and was done on a national platform*. The project was part of a University of Southern California Media Lab analysis entitled "How to Make Music Radio Appealing to the Next Generation." »

outras notas: há diferenças entre os 12-17 e os 18-24;

- para ouvir musica, a internet é preferida do que a rádio tradicional: "When given a choice between listening to music over the Internet or traditional radio stations, 54% prefer the Internet while 30% prefer radio. This preference is more pronounced among 18-24 year olds."

"Some ways make music radio more appealing to this Next Generation?

  • Add variety - more different types of music and different types of programming throughout each day.
  • Reduce repetition
  • Showcase much more New Music.
  • Hire relateable personalities who can expose this age group to new music.
  • Podcast your personalities, create blogs, eliminate the pre-recorded, imported automoton announcers.
  • Completely embrace all of the technology available as extensions of the radio station.
  • Re-think commercial loads, placement and production quality. For example, properly placed hour long sponsorships would enhance client brands and station image.
  • Provide what the MP3 player cannot.

Conclusion

While it appears that the next generation has responded negatively to traditional radio, the reasons are rooted in radio’s abandonment of the 12-24 year old over the last ten years.

This age group appears to want radio to step up, change for the better and challenge them with a new way of presenting radio that is customized for their lifestyles and tastes.

12-24 year olds believe that radio can offer unique programming that will attract them away from their MP3 players and Internet Radio. "

«How to Make Music Radio More Appealing to the Next Generation», Bridge Ratings, Dezembro 2005

[http://www.bridgeratings.com/press_120105-12-24%20Listening.htm]

Um comentário: "While it appears that the next generation has responded negatively to traditional radio, the reasons are rooted in radio’s abandonment of the 12-24 year old over the last 10 years. This age group appears to want radio to step up, change for the better and challenge them with a new way of presenting radio that is customized for their lifestyles and tastes.” And maybe that same age group is just as anxiously awaiting the rebirth of the abacus. The decline in radio listenership among today’s youth is part of a larger trend. It’s no secret, for example, that newspapers are increasingly ignored by this same demographic. And, in the case of newspapers, the same kind of recommendations have been made. “Grab young readers’ attention by creating stories relevant to their interests.”

10/01/2006 06:16 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.2 O consumo passivo No hay comentarios. Comentar.

ACT Finalmente o podcasting na rádio portuguesa

Com algum atraso (em Espanha, a Ser já tem vários programas desde o ano passado, tal como a COPE ou a Onda Cero, mas não RNE...), uma rádio portuguesa passa a oferecer programas em podcasting - no caso, e desde ontem, a TSF, com seis propostas.

A TSF não é a primeira rádio portuguesa a disponibilizar programas em podcast (a RUC já o tinha feito), mas é a primeira a a fazê-lo com caracter regular e institucional (os programas da RUC aparecem em podcasting por iniciativa dos seus autores).

A TSF promete alargar a oferta em função do interesse dos ouvintes - no fundo, a experiência funciona como um teste à receptividade (e posso dizê-lo porque tenho algumas responsabilidades nesta iniciativa)

Não sei quanto tempo a rádio vai demorar a descobrir o podcasting, mas tenho a certeza de que, quando isso acontecer, rádio e podcasting poderão fazer um casamento duradouro: a rádio, até ao aparecimento da internet, era instantânea e irrepetível; com a net alguns programas passaram a estar disponíveis em arquivo. Mas ainda era preciso consultar a página e perceber se o dito programa estava lá; com o podcasting, o programa passa a chegar ao computador pessoal mal é disponibilizado pela rádio (a minha única intervenção é subscrever o código respectivo e incluí-lo num software de agregação que, a partir daí, faz a gestão dos meus programas favoritos).

Não tardará muito e até a RR terá a gravação do Terço em podcasting! 

ACT a 12/1/06: A Comercial também tem programas em podcasting? Acabo de ver esta página, mas não percebi se é uma experiencia ou uma aposta mais a sério

ACT a 20/1/06: "A página [Rádio Presidenciais /COtonete] permite ainda descarregar vários conteúdos e rúbricas para Ipod (Podcast), tendo sido descarregados mais de 2600 ficheiros até ontem. A Media Capital Rádios pretende fazer “uma aposta clara no Podcast”, referiu Carlos Marques, estando previstas novidades já na próxima semana

Mais um nome a fixar: DMB

Pergunta a Radio Monitor da Billboard: "Is DMB Radios’s Next Frontier?" (http://billboardradiomonitor.com/radiomonitor/news/business/digital/article_display.jsp?vnu_content_id=1001772882&imw=Y, Jan. 03, 2006 By Tony Sanders)

Pela leitura do artigo percebe-se que estamos perante uma tecnologia chamada "Digital Multimedia Broadcasting" e que consiste basicamente em "delivering mobile video entertainment to any device that can receive the content". "MediaFLO is a proprietary system that uses UHF TV spectrum in the 700 mHz band for a one-way network to deliver video and audio content to cellphones."

Um dado final: "Korean carriers—SK Telecom and TU Media—are currently utilizing and promoting a platform known as Digital Multimedia Broadcasting (DMB). Some suspect that XM could use DMB technology in the WCS band.”

10/01/2006 07:58 osegundochoque Enlace permanente. 5.1 Digital No hay comentarios. Comentar.

O podcasting é a nova revolução da rádio?

"The New Radio Revolution", MARCH 3, 2005, By Heather Green, Tom Lowry, and Catherine Yang (http://www.businessweek.com/technology/content/mar2005/tc2005033_0336_tc024.htm)

Sobre o podcasting: "With no licenses, no frequencies, and no towers, ordinary people are busy creating audio programming for thousands of others. They’re bypassing an entire industry. The digital revolution took its time getting to radio. Now it’s exploding -- and the big bang goes far beyond podcasting. As radio shows are turned into digital bits, they’re being delivered many different ways, from Web to satellite to cell phones. Listeners no longer have to tune in at a certain time, and within range of a signal, to catch a show or a game. As the business goes digital, the barriers to entry -- including precious airwaves -- count for less and less".

"Whatever the reason, there’s no denying a stark reality: Listeners, increasingly bored by the homogeneous programming and ever-more-intrusive advertising on commercial airwaves, are simply tuning out and finding alternatives. Says Rishad Tobaccowala, chief innovation officer at Publicis Groupe Media: "Radio pissed on their own product and then cluttered it up."




A concorrência contra o iPod (até a Microsoft)

Do Jornal de Notícias de 8/1/06, "Novos reprodutores para combater i Pod"

"Da Sony à Samsung ou a Sandisk, os fabricantes aproveitam-se da ausência da super poderosa Apple, que reserva o anúncio das suas novidades para a sua própria convenção, que se realiza a partir de depois de amanhã, em San Francisco, também nos Estados Unidos.

A Apple detém 75% do mercado, o que significa que ainda restam outros 25% que estas companhias tentam ganhar com aparelhos como o novo reprodutor de MP3 da Samsung, que é vendido com um slogan que faz referência directa, e ainda por cima pouco elogiosa, ao iPod.

Outras empresas, como a Echostar e seu reprodutor PocketDish, que oferece telas maiores para ver programas de televisão, asseguram que os seus produtos são uma alternativa mais barata ao popular e pouco económico iPod.


Sandisk, por sua vez, tem uma nova linha de reprodutores de 2GB, 4GB e 6GB de capacidade, com telas coloridas e compatíveis com os serviços de assinatura de músicas da Microsoft.

"Queremos polarizar o mercado com a Apple, e alcançar 35% ou 40% do mercado", disse o director-geral da SanDisk, Nelson Chan, na Feira Internacional de Electrónica (CES).


Outras companhias que apresentaram seus novos produtos foram a iRiver, com seu novo U10, um aparelho sem botões; Creative Labs, com o Zen Vision, com tela colorida, e a Sony.

A Microsoft, por sua vez, reconheceu que tem muito trabalho pela frente para alcançar os níveis de vendas do produto electrónico mais popular da década.

"Temos muito trabalho pela frente", disse o director-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, em entrevista concedida na passada quinta-feira ao Cnet News.com.

Ballmer disse que o computador pessoal da Microsoft é o "mais popular", mas que no que se refere aos artigos portáteis, a empresa tem que tomar providências.

11/01/2006 08:59 osegundochoque Enlace permanente. 3.1 LAD No hay comentarios. Comentar.

Trânsito no telemovel (mais)

Em relação a este texto, e agradecendo um comentário/informação que lá ficou, fiquei a saber que há uma empresa a oferecer um software, chamado GO2LX, que " fazendo uso da tecnologia GPRS/Internet, possibilita ao utilizador visualizar o estado do trânsito através das várias cameras instaladas na área da grande Lisboa".

Da sua página tirei isto:

Descrição: Após surgir a apresentação e pressionando “Iniciar” surgem as várias opções de entrada em Lisboa com as respectivas cameras instaladas ao longo desses trajectos; Depois de efectuada a escolha  é feito o download da imagem surgindo a mesma ajustada ao tamanho do ecrã do telemóvel

Vantagens: Acesso rápido e intuitivo às várias imagens de trânsito captadas nas diversas cameras, Imagem ajustada ao tamanho do ecrã  possibilitando uma clara visualização do local.

Requisitos: Tecnologia Java MIDP 2.0; Configuração de acesso à Internet via GPRS
Custos: Tarifário GPRS cobrado pelo plano/operadora utilizada

Um exemplo a validade das audiências analógicas

"(...) en la radio española existe un tremendo desfase entre audiencia (18 millones de oyentes) [segunda em audiencias, apenas ultrpassada pela televisão na hora-nobre] e inversión publicitaria (4º puesto de medios), y esto se debe a que el anunciante no confía en los datos de los estudios sobre audiencias. Este problema de inversión se debe solucionar mejorando los análisis y la medición de datos para que el anunciante minimice el riesgo de sus inversiones y mida los costes y resultados de las mismas. Falta investigación cualitativa para analizar el comportamiento de la audiencia respecto al consumo, y sobre todo para analizar el mensaje, su percepción, sus elementos y sus efectos." (in Publicidad radiofónica)

 

Jornais aproveitam podcasts para invadir a rádio...

O podcasting tanto é uma enorme oportunidade para a rádio como pode ser uma grande ameaça - se a rádio não perceber o que se está a passar.

Veja-se o que acontece com vários jornais que oferecem podcasts, "invadindo" assim territórios audio que eram exclusiva competência da rádio: o Guardian tem o mais descarregado dos podcasts britânicos, de Rick Gervais; agora o Sun divulga um alegado podcast com Tony Blair (e digo alegado porque, embora a gravação tenha um feed RSS para haver podcast tem de haver alguma actualização; um programa apenas, sobretudo quando se sabe que não terá continuidade, não dá um podcast), a que cheguei via PontoMedia.

Nos EUA vários jornais oferecem podcasts, mas são sobretudo extensões do seu negócio central (uma síntese noticiosa em audio; uma rubrica que tem algum sucesso, sobretudo da área tecnológica), mas o que estamos a assistir é à preocupação dos jornais em criar conteúdos audio para seduzir novos leitores, chamar gente às suas páginas online e, certamente, ganhar dinheiro com isso. A rádio já percebeu? 

 

Industria da publicidade nos EUA reconhece PPM

Pode ser a consagração definitiva do sistema da Arbitron:

«“It’s time for the radio industry to embrace electronic measurement so that it can be more accountable to advertisers. When Arbitron says they and the industry are ready to go with PPM, we’ll be the first to switch to Portable People Meter audience estimates in order to plan and buy radio.”»

Fonte: "Interpublic Group Commits To PPM System For Future Radio Planning & Buying"(Radio Ink) 

Actualização a 18/1/06:

Agências subscrevem PPM nos Estados Unidos 17 Janeiro 2006
Marktest.com (http://www.marktest.com/wap/a/n/id~9d9.aspx)

As agências de meios da WPP, Interpublic e Carat, nos EUA, fizeram acordo com a Arbitron para subscrever o PPM, o novo sistema de medição de audiências de rádio e televisão já testado em Portugal. (...) Em comunicado, a Arbitron cita Susan Nathan, Universal MacCann (Interpublic), que referiu a propósito: "Chegou a altura da indústria da rádio optar pelo sistema de medição electrónico para poder ser melhor mensurável para os anunciantes. Quando a Arbitrorn disser que eles e a indústria estão prontos para avançar com o PPM, nós seremos os primeiros a mudar para o PPM no planeamento e compra de espaço publicitário na rádio". Também Kathy Crawford, Mindshare (WPP) é citada pela Arbitron: "É vital que a rádio opte pelo sistema de medição electrónico antes que os anunciantes percam toda a confiança no meio. Apoiamos a Arbitron porque eles são a única opção viável de medição electrónica da indústria de rádio". Rob Frydlewicz da Carat Insight também afirmou que "No cada vez mais complexo meio ambiente dos media, o PPM é visto pela Carat como uma vantagem bem vinda na medição da audiência de rádio".

Os acordos cobrem as actividades de planeamento e compra de espaço publicitário baseadas nos Estados Unidos de agências como a Mindshare, Mediaedge:CIA, J. Walter Thompson USA, Wuderman (todas do Grupo WPP), Deutsch, Initiative ou Universal MacCann (Grupo Interpublic) e Carat USA.

A Arbitron está a considerar duas estratégias alternativas para a comercialização do sistema PPM nos Estados Unidos. Se a Nielsen Media Research aceitar a proposta que lhe foi endereçada pela Arbitron, será feita uma joint venture entre as duas empresas para oferecer um sistema de medição de audiências de rádio e de televisão. Se a Nielsen Media Research recusar esta proposta, a Arbitron avança sozinha com o serviço para o meio rádio.

Apesar destes acordos não comprometerem a Arbitron com uma data concreta para o lançamento do PPM, espera-se que a empresa apresente em Abril de 2006 os resultados dos testes que está a realizar em Houston, Texas e em 2007 possa cobrir mais seis novos mercados."

Como funcionam os canais extra no HD

Porque só existe nos EUA, porque é uma realidade completamente nova, porque ler é uma coisa, ouvir, outra, tenho tido muita curiosidade em perceber como funcionam os canais de audio oferecidos pela tecnologia digital (HD).

Na Forbes desta semana um artigo faz vários relatos interessantes. Entre eles, este:

"Local broadcasters can deliver up to three program feeds that, depending on how they divvy up the bandwidth, can sound like decent MP3s or pretty good phone calls. The first channel usually duplicates the conventional analog station. Others, when they exist, differ wildly.

In Seattle, where I test this stuff, public radio station KUOW's second digital channel (also available on the Web) shifts some of its regular programming to different hours and adds extra shows. A third channel delivers the BBC World Service, heavily compressed to conserve bandwidth, but listenable.

On the commercial side of the dial, two Seattle FM stations use secondary HD channels to simulcast sister AM talk stations--with wildly better audio. A third station's main HD channel puts country song titles and artists on the radio's screen and displays weather forecasts during ads; the secondary channel offers commercial-free "classic country." And when I tuned to the secondary channel of an in-your-face rap station during the holidays, I stumbled upon a surprisingly low-key commercial-free mix of hip Christmas music. "

fonte: "Radio Goes HD", Forbes
Stephen Manes, 01.09.06, 12:00 AM ET

12/01/2006 06:02 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.2 HD No hay comentarios. Comentar.

Satélite resolve problema da mobilidade?

Um dos maiores problemas da rádio-satélite nos EUA é a necessidade dos receptores estarem imobilizadospara garantirem uma boa recepção (caso contrário a qualidade do sinal falha: A major concern with current-generation satellite portables is reliable receptivity. A few devices already exist on the market, including the Delphi MyFi, but traditional radio receivers are far more reliable. XM indicated that its new line of receivers will feature stronger connectivity, while Sirius pointed to new releases in June that will also offer improvements). Ou "To get live radio, most portable satellite receivers on the market need to be docked (they can, however, play recorded programs on the go). Some have internal antennas for receiving live broadcasts on the go, but reception tends to be spotty" ("Satellite Radio Leaves the Car to Go Home and on Walks", New York Times, 12/1/06. neste endereço http://www.nytimes.com/2006/01/12/technology/circuits/12basics.html)

)Os novos aparelhos receptores têm, além de  melhores antenas, "Both allow users to grab satellite streams on-the-fly, while also functioning as an MP3 player. While listening to any XM station, users can also bookmark a specific song, and download the track on a PC using the upcoming XM+ Napster service. Less ambitious portables do not allow on-the-go receptivity, though they do allow listeners to record satellite streams while docked."

13/01/2006 06:54 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

A convergência da rádio-satélite como exemplo a seguir

A rádio hertziana devia pôr os olhos neste exemplo:

"When Sirius Satellite Radio and XM Satellite Radio first introduced their subscription audio services, both companies expected success to come primarily from the automobile market. As most radio listening is done in the car, the two companies worked to sew up exclusive licensing deals with major car manufacturers.

But in the four years since satellite radio began, new technologies are making additional demands on listeners' time and dollars.

Today, satellite radio is competing not just with broadcast radio in the car, but also with MP3 players, which can hold thousands of songs and can be hooked up to car stereo systems. And unlike bulky satellite radio receivers, pocket-size MP3 players can be carried everywhere and are useful in the gym.

To compete with portable music devices, both XM and Sirius have had to start offering their programming over a range of devices and services. Both companies charge .95 a month for their programming, and discounted multiyear contracts are available.

In addition to the service in cars, consumers can now hear Sirius channels on the Dish Network [um conglomerado de empresas com a tv por cabo no centro das operações] and on Sprint cellphones. XM can be heard by AOL subscribers, on AirTran and JetBlue flights and on DirecTV [basicamente TV por cabo mas muitos outros serviços] 

"We want to make our service available over as many products as possible," said Robert Law, senior vice president of Sirius's consumer electronics division.

For now, standard radios and MP3 players still have the edge on easy music delivery. Broadcast radios are cheap and are incorporated into virtually every home stereo system, while satellite radio tuners are mostly stand-alone devices. And satellite signals cannot be received without a special antenna. "(in New York Times, 12, Janeiro de 2006, "Satellite Radio Leaves the Car to Go Home and on Walks", By ERIC A. TAUB)

"Encruzilhada tecnológica"

"Muchos son los autores que caracterizan el momento actual de los medios como una encrucijada que pone en conflicto, una vez más, la dimensión técnica con las concepciones y lógicas culturales y sociales. Para Wolton (2001: 207-223) este cambio tecnológico no impone por definición una nueva jerarquía entre los nuevos y los viejos medios. La tecnología digital , y más específicamente la internet, no reduce la la comunicación a la satisfacción de una demanda tecnológica, como no lo hizo antes ni la imprenta ni la aparición de la televisión. Por el contrario, situadas en una perspectiva histórica, las tecnologías de la comunicación digital pueden plantearse la superación de la lógica de la cantidad por la lógica de la calidad, aunque con unas nuevas normas de juego".

María del Pilar Martinéz-Costa in MARTINÉZ-COSTA, María del Pilar e MORENO MORENO, Elsa, Programación Radiofónica, Ariel, Barcelona, 2004 , 322

14/01/2006 04:10 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.2 O consumo passivo No hay comentarios. Comentar.

Convergência é (parte d)o futuro

"Entre las notas dominantes del nuevo paisaje de los medios digitales, Orihuela (2000: 47-S0) señala varias convergencias y transiciones que también pueden aplicarse al caso de la radio. Para el autor, la clave de la comunicación se ha desplazado desde la transmisión de información hacia la producción de contenidos y, en ese desplazamiento, «el público sedentario de los medios tradicionales se ha reconvertido en usuario activo, no se limita al consumo de medios interactivos, sino que también participa en la producción de contenidos». Por otra parte, «la distinción entre medios personales (como el teléfono o el correo) y medios colectivos (como la radio, la televisión o la prensa) se diluye en un entorno de confluencia bautizado por De Kerckhove como conectivo». Internet ha provocado la disolución de las fronteras que separaban a los medios en función de su soporte y de los formatos de la información. De esta manera, las redes de telecomunicaciones se fusionan con la radio y la televisión (broadcasting)"

María del Pilar Martinéz-Costa in MARTINÉZ-COSTA, María del Pilar e MORENO MORENO, Elsa, Programación Radiofónica, Ariel, Barcelona, 2004 , pág. 322 

14/01/2006 04:23 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.2 O consumo passivo No hay comentarios. Comentar.

A primeira rádio na internet

"Desde 1996 -año en que aparece Audionet, la primera emisora de la Red para la Red (...)" de acordo com María del Pilar Martinéz-Costa in MARTINÉZ-COSTA, María del Pilar e MORENO MORENO, Elsa, Programación Radiofónica, Ariel, Barcelona, 2004 , pág 337

"Mark Cuban, now owner of the Dallas Mavericks basketball team, built his fortune by launching Audionet (which later become Broadcast.com) in the mid-nineties. He then sold it to Yahoo! for billions. Still, by the time he sold it, there were already signs that the party was over." "Everything kills the radio star", 14/9/05, PC Mag.com, by Lance Ulanoff

Mas o registo é polémico: "Net.radio is a local operation that claims to be the first Internet-only broadcast venture, as opposed to radio stations that are simply feeding their on-air signals onto the net."

14/01/2006 04:48 osegundochoque Enlace permanente. 3.4 A internet No hay comentarios. Comentar.

Desenvolvimentos sobre a rádio e a internet

Quatro fases, quatro opções: 

"En primer lugar, hay que distinguir a aquellos radiodifusores que entienden la Red como un nuevo soporte de transmisión para redistribuir los contenidos que ya emitían por los soportes inalámbricos tradicionales (...). En segundo lugar, hay emisoras que entienden la Red como una nueva forma de consumir la misma radio, ofreciendo posibilidad de acceder a bancos de datos y archivos de sonido de programas. (...) En tercer lugar, se ha desarrollado una nueva forma de radio: lo que se conoce como radio from the web (radio desde la web, para la web). Una radio diferente que ofrece un producto único, innovador e inusual y que experimenta tanto con formatos musicales especializados como con programas de Talk Shows a la carta. (...) Finalmente, como una evolución más reciente y casi de síntesis, las emisoras de radio a través de la Red han adoptado la modalidad de portales. Siguiendo la tendencia de los restantes medios tradicionales, esta opción responde también al objetivo de fortalecer la marca del grupo de comunicación que habitualmente hay detrás.  (...) la última modalidad es la que se implanta de forma generalizada en la actualidad: presenta en una única ventana en la Red los contenidos over the air; permite acceder a ellos bajo demanda; y también ofrece otros servicios de audio y texto diferenciados y desarrollados exclusivamente para la Red".

Martinéz-Costa in MARTINÉZ-COSTA, María del Pilar e MORENO MORENO, Elsa, Programación Radiofónica, Ariel, Barcelona, 2004 , pág 337/338. E SEGUINTES (até 345 - Importante)

14/01/2006 05:03 osegundochoque Enlace permanente. 3.4 A internet No hay comentarios. Comentar.

"Vestidas de iPod?"

"Três crianças, vestidas de iPod circularam na semana passada na Macworld, o evento anual da Apple em São Francisco, para divulgar o livro 'Cult of iPod' escrito pelo seu pai, o jornalista Leander Kahney, responsável pelo blog do mesmo nome na Wired. As crianças foram fotografadas, entrevistadas e ganharam brindes das empresas participantes. As crianças vestiam trajes feitos de papel. A menina usava roupa preta e peruca a imitar as silhuetas dos anúncios da televisão."

"Crianças vestidas de iPod divulgam livro" Maria João Lima, Meios e Publicidade, 16 de Janeiro de 2006

16/01/2006 03:45 osegundochoque Enlace permanente. 3.1.1 iPod No hay comentarios. Comentar.

Telemóveis e rádio/FM não convergem - resultados de um estudo

(no âmbito do meu trabalho académico sobre o futuro da rádio e o chamado segundo choque - de que este blogue é o rosto e arquivo - propus-me apurar o grau de convergência entre telemóveis e recepção FM; os telemóveis são - sobretudo para as gerações mais novas - um instrumento decisivo; se a rádio não convergir como extra nesses receptores corre sérios riscos de se tornar obsoleta; daí a preocupação em realizar este trabalho, que, pelo menos, será repetido em Outubro deste ano, com o objectivo de perceber a tendência)

Analisados 248 modelos GSM das 11 principais marcas de telemóveis (não há, que eu conheça, um ranking oficial, mas as onze marcas são as mais expressivas): além da existência de recepção FM, foi analisada a presença de outros extras como o "Audio player" (em qualquer formato de leitura); o "mp3"; "video player" (excepto MPEG 4), "MPEG 4" e "slots" (cartões exteriores de memória).

Resultados globais: só 14% dos modelos analisados convergem com a rádio (a rádio é, dos cinco extras analisados, o menos convergente), sendo que uma parte significativa é da Nokia (46% dos seus modelos têm rádio!). Outras marcas de telemóveis que incorporam FM: Sony Ericsson (29%), Siemens-Benq (3%; um modelo apenas),
Marcas sem terminais com recepção FM: Motorola, Samsung, LG, Alcatel, Philips, Sharp, Panasonic, Sagem (8 em 11!)  

Os resultados em detalhe, a metodologia, os propósitos e as conclusões aqui.

HD aposta nos canais secundários (HD2)

"The HD2 rollouts will cover the top 28 markets in the United States, which include mega-cities New York, Los Angeles, Chicago, and San Francisco, as well as smaller markets like Albuquerque, Dayton, Tulsa, and Wichita. The rollouts will include 250 new channels, many of which will begin airing “within a few days”. The rollout will bring the total number of HD2 stations to 264. "Listeners will now have even more local choices of new and diverse programming," said Peter Ferrara, president and CEO of the HD Digital Radio Alliance. "I think a lot of people are going to want an HD Radio for their car, home and office."

High-definition (HD) radio, often simply referred to as "digital radio," offers a higher-fidelity, digital upgrade over analog transmissions. Part of that upgrade includes the ability to multicast different programs over a single channel. One station, for example, could offer a flagship "HD1" channel, and a more specialized "HD2" station that delivers more niche content"

Fonte: "Terrestrial Conglomerates Push HD2 Digital Radio Rollouts" Digital Music News

ACT a 20/1:"The Wall Street Journal reports that America's biggest radio companies have started multicasting two or three stations onto FM frequencies that previously just carried one. For listeners, it means dozens of new channels are coming onto the air.

Clear Channel, CBS Radio and other broadcasters are starting to spell out what formats they will use for the new stations that will be created to take advantage of the emerging digital technology. Clear Channel has begun multicasting 10 new stations in New York and San Francisco, with more debuting in the next few days and an even bigger push to follow. CBS Radio is in the process of unveiling new multicast stations in several cities. In all, more than 250 multicast digital stations will soon be available in 28 large markets, including New York, Los Angeles, and Chicago.

The radio companies hope the extra programming, which will largely be commercial-free, will lure back consumers who were considering subscribing to satellite radio.

A spokesman for XM Satellite Radio was dismissive of the new approach, saying, "While satellite radio continues its record growth as the radio service of the future, we just see more circling wagons from a traditional radio industry that has clearly lost touch with its audience."

The take at Sirius, meanwhile, is: "We wish them luck. We have more than 125 channels of great programming, and we think that what is good for radio will be very good for us."

fonte: "Terrestrial Radio Gets "Serious" About HD"

Nesta notícia da Radio Ink "Twenty-five Clear Channel Radio stations in five markets are now in the process of turning on their HD2 multicast digital radio channels. Within two weeks, another 82 stations in 20 more markets will begin HD2 multicasts" está uma lista de canais suplementares. Mas todos os principais grupos fizeram o mesmo, além da Clear Channel

19/01/2006 04:43 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.2 HD No hay comentarios. Comentar.

O Google e a rádio

A Google continua a posicionar-se para liderar a nova sociedade de informação, atacando em todas as áreas. Um exemplo disto mesmo é o facto de ter comprado uma empresa norte-americana especializada em colocar anúncios em rádios (tenham ou não emissão on line), uma empresa que "developed methods for automatically placing targeted ads into radio station broadcasts", a dMarc. "The dMarc platform will be integrated into the existing AdWords service, part of a larger plan by Google to broaden contextual advertising into various forms of media beyond the internet."

De acordo com a mesma fonte: "The magic of AdWords is that it creates revenue opportunities for smaller websites, and smaller stations will also characterize the radio push. Similar deals involving television, magazines, and newspapers could be on the way, though radio will offer the first important test case outside of the internet. Digital (HD) radio formats will also be part of the picture over the long-term, offering an even greater level of targeting to participating stations. Currently, dMarc has a network of over 4,500 member stations." Citações retiradas de "Google Acquires Contextual Radio Advertising Technology"

De acordo com a Real ink, "dMarc connects advertisers directly to radio stations through its automated advertising platform. The platform simplifies the sales process, scheduling, delivery and reporting of radio advertising, enabling advertisers to more efficiently purchase and track their campaigns. For broadcasters, dMarc’s technology automatically schedules and places advertising, helping to increase revenue and decrease the costs associated with processing advertisements."

"Essa aquisição irá trazer muitos dólares de publicidade e aumentará a rentabilidade do rádio, combinando a crescente rede de anunciantes do Google com a inovadora tecnologia de publicidade em rádio da dMarc", disse Tim Armstrong, vice-presidente de venda de publicidade do Google."

19/01/2006 05:01 osegundochoque Enlace permanente. 6.4 A publicidade No hay comentarios. Comentar.

Arrancou o Mobile TV em Portugal

"A Vodafone lançou ontem o serviço Mobile TV que vai permitir o acesso durante 24 horas por dia a 14 canais de televisão a partir de telemóveis de terceira geração (3G).
O primeiro canal generalista nacional disponível é a RTP1, com emissão simultânea entre as 7h00 e as 21h00 de segunda-feira a sexta-feira. O horário das 21h00 às 7h00 será preenchido com a transmissão contínua e diferida do Telejornal. (...) A par da transmissão simultânea dos noticiários da SIC e TVI e da emissão em directo da estação de informação Euronews, já anteriormente disponíveis, a Vodafone vai também emitir os canais MTV Tracks, MTV Snacks, Eurosport, Chili TV, Fashion TV, 24 (Fox), Discovery Mobile, UEFA Champions League, Playboy TV (Premium) e Blue (Premium).
A operadora tem duas modalidades de subscrição do serviço Mobile TV: uma mensal, no valor de 7,5 euros, e outra de 24 horas, no valor de 1,5 euros. Os canais Premium, Playboy TV e Blue são cobrados separadamente. Até ao próximo dia 28 de Fevereiro a subscrição mensal dos canais genéricos é gratuita. A Vodafone, tal como as outras operadores móveis, oferecia já alguns serviços televisivos: o canal Euronews 24 horas por dia, a RTP em directo 11 horas por dia e noticiários dos três principais canais que emitem em sinal aberto - RTP1, SIC e TVI.
A TMN, que já oferece alguns serviços televisivos aos clientes que possuem telemóveis 3G
, está também a preparar uma oferta que deve incluir dez a 15 canais, nacionais e internacionais, e pode ser lançada ainda durante o primeiro trimestre, adiantou ao PÚBLICO Eduardo Cláudio, director do negócio de dados e conteúdos do operador móvel da Portugal Telecom.
Actualmente, a TMN tem disponíveis a SIC Notícias 24 horas por dia e os principais noticiários da RTP1, SIC e TVI, que podem ser seguidos em directo. Os clientes dispõem ainda da possibilidade de pedir o visionamento de notícias específicas. A empresa tem igualmente disponíveis programas avulso, caso do Contra-Informação, da RTP1, e da meteorologia, da TVI.
A Optimus também tem serviço de televisão em directo e vídeo e vai igualmente "alargar a oferta", privilegiando os canais em língua portuguesa, informou Joana Ribeiro da Silva, directora do serviço de dados para mercado residencial. Este operador móvel disponibiliza já nos telemóveis de terceira geração a RTP1, SIC e Euronews e aposta na "produção própria dos seus conteúdos".
O número de clientes não é ainda, no caso de qualquer dos operadores, expressivo, apesar de nenhum adiantar dados. Com o serviço ontem lançado, a Vodafone espera chegar a dez por cento dos seus clientes - cerca de quatro milhões - no prazo de três anos, "o que se deverá traduzir numa facturação anual de 40 milhões a 50 milhões de euros".

(J.M.R. e Lusa, Público, "Vodafone alarga serviço televisivo nos telemóveis de terceira geração", 19/1/06)

 

A televisão portátil na GB

Duas notas de resumo deste texto sobre a experiência da televisão nos telemóveis na GB:

- já há dois formatos/sistemas de transmissão, o conhecido DVB-H e um DAB-IP, que usa a rede DAB da rádio

- os investimentos nas redes estão muito longe de estarem rentabilizados

"Mobile television in Britain is available from Orange, Vodafone and 3, which all charge about £10 a month. All three use the firms' 3G networks, which cost billions to build but have so far given little return on investment. Streaming TV content over a mobile phone signal may be a quick way to make a return but it risks clogging up the network.

 

In contrast, BT's Movio's service uses a broadcast signal rather than a mobile phone network. It even works in areas without mobile phone coverage. It uses internet technology and part of the digital radio spectrum owned by Digital One, the national digital radio broadcaster controlled by GCap, to simulcast live TV channels to mobile phones fitted with a receiver.

 

The technology, called DAB-IP, works like a traditional TV and the first commercially available handset, made by Taiwan's HTC, is already rolling off the production line. As well as TV, the handsets can receive digital radio.

 

Virgin Mobile is angling for a period of exclusivity for the technology in Britain and will offer several channels in the summer. While mobile TV over 3G is available in several countries, Virgin Mobile looks set to be the first to offer real broadcast TV over DAB-IP.

 

Next week, O2 will announce results of a trial of another rival technology it has been testing in Oxford. Its service, which uses a Nokia-backed standard called DVB-H, relies on radio spectrum that will not be available in Britain until the analogue television signal is switched off in 2012"

Fonte: Guardian, "Mobile TV is not a turn-on, BT trial finds", Richard Wray, Friday January 13, 2006

Rádio digital preferida a televisão nos telemóveis

"Os ingleses estão mais interessados em ouvir rádio digital do que assistir televisão nos telemóveis. É o que diz uma pesquisa da British Telecommunications e da Virgin Mobile publicada no Media Guardian. Os utilizadores assistem em média a 66 minutos por semana de televisão nos telemóveis. O tempo dedicado a ouvir rádio é maior - 95 minutos semanais" (via Meios e Publicidade).

Comentário: Não me admira: a questão da visualização das imagens nos pequenos ecrãs dos telemóveis é um problema; o outro é que se a rádio perde o exclusivo da portabilidade não perde o da acumulação: são muitas as situações em que não é possível ver televisão, por estar a - por exemplo, conduzir.

Excertos do texto do Guardian ("Mobile TV is not a turn-on, BT trial finds") de 13/1/06: "Mobile phone users are more interested in listening to digital radio through their handsets than watching mobile television services, according to research unveiled yesterday, and are only willing to pay about £5 a month for the privilege of catching up with their favourite shows on a phone’s small screen.

The first major British trial of real broadcast mobile television was carried out by BT and Virgin Mobile among 1,000 users within London’s M25 motorway. The results showed that while 59% rated mobile television as appealing or very appealing by the end of a six-month test, 65% said the same about digital radio. In terms of actual viewing and listening time, users watched an average of 66 minutes of television a week on their phone but listened to 95 minutes of radio. (...)

The first major British trial of real broadcast mobile television was carried out by BT and Virgin Mobile among 1,000 users within London’s M25 motorway. . (...)

While companies such as Vodafone and 3 are already offering mobile television, it uses up space on their expensive 3G networks and if 3G became very popular it could quickly clog up the airwaves, potentially leaving callers without a signal. The service that BT has developed, and which it hopes to sell to mobile phone companies across the world, uses a portion of the digital radio spectrum. So as well as live television stations revamped for mobile TV, handsets with the right receiver can also get digital radio stations.

As a result, the service may provide a new lease of life to radio companies as broadcasts over mobile phones also introduces the potential for interaction. Listeners would be able to press the equivalent of their TV’s red button on their phone to get involved in radio quizzes and polls or to download music tracks.

This Christmas, for instance, digital radios were again one of the top sellers among electrical goods. Part of the attraction of radio over mobile TV is also, she admitted, that "there are a lot of times in your daily life when it is not practical to look at a TV screen".»

Erosão nas audiências da rádio (EUA) invertida?

Um estudo acabado de divulgar diz que a erosão das sondagens de rádio norte-americana (convencional) detectada no ano passado estará a ser invertida:

"The Center for Media Research reports that according to initial results from a continuing Audience Attrition project by Bridge Ratings & Research, audience erosion from terrestrial radio – due to less time spent with AM/FM radio and more time spent with a variety of digital media, including MP3 players, iPods, Internet radio, and satellite radio – has returned somewhat in the 4th quarter of 2005.

The report finds that AM/FM radio listening is returning to former high-water marks as a result of both the medium’s lower commercial load policies and a growing segment of MP3 users who after some time immersed in the new technology, become fatigued and return to terrestrial radio among other sources of audio entertainment.

Other updated findings include:

-- Terrestrial audience erosion to alternative audio entertainment continues to occur in young demographics though at a slower rate than seen previously in 2005

-- Erosion rate halted for the time being among the 25+ age group.

-- MP3 device usage can consume as much as 80% of a radio user’s audio entertainment during initial ownership weeks and months. This number tends to be generally lower among 30+ women and 35+ men

-- Time spent with MP3 players has increased among 12-24 year old males faster than with females as 2005 progresses as time spent with Internet radio has slowed

-- Where a 15% decrease in terrestrial radio use by 12-24 year olds was reported for Q3 2005 Vs Q3 2004, by Q4 2005 use had increased by two quarter hours per week per person resulting in only a 4% increase when compared with Q4 2004

-- Listening to traditional radio by Adults 25-49 has risen from 65 quarter hours a week (Q4 2004) to 67 "

fonte: "Turnaround Seen In Terrestrial Radio"

19/01/2006 10:15 osegundochoque Enlace permanente. 3.0 O segundo choque No hay comentarios. Comentar.

Jovens ouvem cada vez menos rádio

A partir deste texto da Radio Ink "Turnaround seen in terresterial radio" podem observar-se as seguintes conclusões relativamente aos hábitos dos jovens face à rádio e à sua competição digital (mp3...):

"Terrestrial audience erosion to alternative audio entertainment continues to occur in young demographics though at a slower rate than seen previously in 2005

-- Erosion rate halted for the time being among the 25+ age group.

-- MP3 device usage can consume as much as 80% of a radio user's audio entertainment during initial ownership weeks and months. This number tends to be generally lower among 30+ women and 35+ men

-- Time spent with MP3 players has increased among 12-24 year old males faster than with females as 2005 progresses as time spent with Internet radio has slowed

-- Where a 15% decrease in terrestrial radio use by 12-24 year olds was reported for Q3 2005 Vs Q3 2004, by Q4 2005 use had increased by two quarter hours per week per person resulting in only a 4% increase when compared with Q4 2004
".

19/01/2006 10:19 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.1 "A geração iPod" No hay comentarios. Comentar.

120 mil visitantes na "Rádio Presidenciais"

(desenvolvimento deste texto

A “Rádio Presidenciais”, projecto  do portal de Internet Cotonete lançado no início de Dezembro, teve, até ontem, cerca de 120 mil visitantes à página, e mais de 65 mil ouvintes. A rádio foi ainda sempre uma das mais ouvidas dos vários temas disponíveis no Cotonete, garantindo ainda sinergias com ‘sites’ estrangeiros.
Além da rádio principal, cada um dos seis candidatos a Belém teve disponível uma página própria. Cavaco Silva foi, de longe, o que garantiu mais ouvintes, segundo Carlos Marques, director-geral de Multimédia da Media Capital Rádios. No entanto, a página oficial do candidato apoiado pelo PSD contém um ‘link’ para a Rádio Presidências, o que pode explicar a afluência de apoiantes seus ao portal.
Francisco Louçã foi o segundo em termos de ouvintes, o que pode ser explicado pelo ‘target’ das rádios digitais, mais jovem, e até pelo dos seus apoiantes. As páginas de Mário Soares, Jerónimo de Sousa, Manuel Alegre e Garcia Pereira foram os seguintes em termos de ouvintes.
A iniciativa garantiu ainda sinergias com ‘sites’ de televisões dos Estados Unidos que emitem para comunidades portuguesas. Na prática, estes ‘sites’ incluíram um ‘link’ para a Rádio Presidenciais, ‘link’ esse que se vai manter para o portal Cotonete após terminar a eleição."

"Rádio Presidenciais abre sinergias nos EUA", Emanuel Costa, Diário Económico, 20/1/06

Telemóveis e rádio paga (uma relação de futuro?)

"A new study from Bridge Ratings says that the pervasiveness of cell phones would be a significant contributor to the success of cell phone radio.

According to the study of six U.S. cities and Toronto, Canada, which was conducted between Dec. 15 and Jan. 16, 66% of the U.S. population owns a cell phone. That number represents 197 million people. Meanwhile, the percentage of teens that own cell phones is 73%.

In fact, today cell phone technology is the only audio-capable technology that could approach traditional radio's market penetration (currently at 93% or 276 million Americans who listen to terrestrial radio at least once a week), according to the study.

Overall, 33% of those surveyed said that it was “very likely” that they would pay a “reasonable fee of .95 per month” to listen to AM/FM radio on their cell phones. 20% said it was “somewhat likely.”

Traditional radio fared best among 18-34 year olds and 25-54 year olds, where 24% and 28% respectively said that they were “very likely" to pay for access on their cell phones.

Meanwhile, only 9% said that they would be “very likely” to subscribe to satellite radio on their cell phone. Interestingly, 35% said that they would pay for Internet radio service on their phone.

Not surprisingly, Internet radio interest is highest among 12-17 year olds and in the 18-34 demo.

The study was commissioned by an unnamed wireless company in December 2005 to analyze the degree of interest by consumers in the availability of radio station audio on cell phones. It measured interest in broadcast, Internet radio, satellite radio and podcast radio. Markets in the study included Los Angeles, San Francisco, Dallas, Burlington (VT), Toronto, Philadelphia and St. Louis. "

Fonte: "Bridge Study Finds Significant Interest In Terrestrial Radio Delivered On Cell Phones", 
Billboard Radio Monitor, Jan. 18, 2006, By Ken Tucker

20/01/2006 08:30 osegundochoque Enlace permanente. 3.7 Telemóveis No hay comentarios. Comentar.

A favor da total desregulação na rádio hertziana

A propósito deste relatório ""The Future of Radio Regulation: The Need for a Level Playing Field," is authored by Adam Thierer, formerly director of telecommunications studies at the Cato Institute", pede-se a total desregulação do FM:

"He presents the case that radio seemed impervious to competition for so long, having spent its early years without any significant competition, and then surviving onslaughts from records, television, the Walkman and CDs. Yet today, he counters, radio is becoming outflanked by both the sheer number of emerging media alternatives, and the more specifically direct nature of their competitive services.

He cites Internet radio, music downloading and satellite radio as examples. Satellite radio presents the greatest threat, in Thierer's view, particularly given its foray into provision of local content with traffic and weather offerings. He also makes a convincing argument that although satellite radio only reaches a fraction of free, over-the-air (OTA) terrestrial radio's audience today, all indicators point toward continued strong growth in satellite radio's subscriptions, and he presents a plausible future in which satellite radio overtakes OTA radio just as cable and satellite TV have done to OTA television broadcasting."

Formulações para o segundo choque

"I greatly enjoy Ken Dardis’s Audio Graphics web site and frequently link to it here.  His site is approaching its tenth anniversary, and Ken is not too optimistic about the current state of terrestrial radio.

Terrestrial broadcasting is at a crossroads, and I’m not sure  people in the broadcasting business understand they have a problem or its causes (see some of the recent comments here; one person insists radio’s problems are the audience’s fault!).  But it’s possible for troubled companies and industries to reinvent themselves. Look at Apple and its turnaround since the return of Steve Jobs; it has gradually morphed from a struggling PC company (Apple only accounted for only 5% of all new PC sales in 2005) into a music/entertainment media company with terrific growth prospects. 

But will terrestrial broadcasting be able to adapt-----such as by offering their programming via mobile phones, the internet, wireless broadband, and/or (gawdforbid!!) satellite radio------or will it be like the U.S. auto industry and stubbornly pursue the same business practices that haven’t worked for years and which, in fact, have brought them to the edge of a financial apocalypse?

As they used to say on Top 40 radio in 1966: "Don’t touch that dial!!"

fonte: "Is It The End Of the Road For Radio?"

20/01/2006 08:48 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.2 O consumo passivo No hay comentarios. Comentar.

A origem do HD

O sistema de emissão dupla, sem ser em simulcasting, com programações distintas, que o HD está a explorar, teve neste relato de 1995 de Ricardo Haye, o seu antecedente (aqui através de uma onda subportadora, no HD numa emissão digital):

"Esta alternativa [doble emisión a travésde un mismo canal] la vimos aplicada con gran utilidad en una pequena emisora integrante del sistema público estadounidense en la ciudad de Phoenix, Arizona. La señal principal está íntegramente dedicada a la difusión de noticias y música de jazz. Una subportadora fue cedida a una institución de ciegos que la utiliza para brindar servicios al público no vidente. Son audiciones de lectura de diarios, libros, comentarios, entrevistas, dirigidas a un público específico. La institución posee sus propios estudios y emplea invidentes para muchas tareas, entre ellas las de operador de control. Complementariarnente, entrega en forma gratuita a quienes lo soliciten un receptor de sintonía fija, única forma de acceder a esta propuesta".

Haye, Ricardo, Hacia una nueva radio, Paidós, Buenos Aires, 1995, pág. 46 

21/01/2006 09:20 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.2 HD No hay comentarios. Comentar.

Os concorrentes da Arbitron na medição de audiências nos EUA

Num país com a dinâmica comercial dos EUA e uma indústria radiofónica poderosa, não poderia haver apenas uma empresa a fazer estudos de mercado em rádio. Seguem-se os dois principais competidores.  Mas o poderio nacional da Arbitron, que de alguma forma comenda a própria indústria a nível nacional, só tem uma explicação: o mercado, sobretudo o publicitário, não gosta do desconforto de ter dois números (ou mais...) que podem não coincidir (e se coincidirem, para que servem?):

- A NCW Research (antiga Willhight Research de Seattle), responsável por um Radio Audience Survey (Query- The question asks what stations has the respondent listened to in the past seven days. We probe for listenership at work and in respondents car. We probe for call letters, frequency (dial position), Band (AM or FM), Format, and Slogans/ Special Programs and Air Talent).

- A AccuRatings, de Chicago (tambem baseada em pesquisas telefónicas) "Esta empresa utiliza una controvertida técnica de entrevistas telefónicas que incluye preguntas sobre preferencias en lugar de preguntas sobre conductas" (Norberg, 1998: 133). "After the demise of the Birch ratings, Strategic Radio Research launched a service designed to fill the void called "AccuRatings".  Like Birch, AccuRatings utilized phone interview methodology, and also provided more detailed demographic information than Arbitron.  Unlike Birch, which queried people's listening habits over the previous day, AccuRatings asked people to name the station they thought of as their "most listened to".  Also unique to AccuRatings was the fact that no trending data was listed in their reports.  Instead, respondents were asked what station they most listened to six months in the past, the resulting figure was listed as the "Recalled Former Share" or RFS.  This gave an idea of a station's rise or decline based upon listener's perceptions rather than simple comparisons to past raw data."
 

E já que se fala na Birch Ratings, a principal competidora da Arbitron durante a década de 80 e inícios de 90: "While Arbitron relies on people to recall what they have listened over a seven-day period in a written diary, Birch utilized phone interviews to gather its data.  Respondents were asked to recall their radio listening over the prior twenty-four hours.  Because the phone methodology often yielded higher listening estimates for stations that targeted younger listeners, Birch became the favored ratings service in the eyes of top 40 and rock stations.  Birch also utilized its phone interviews to gather detailed qualitative information through a service it called Scarborough.  This allowed stations to obtain a clearer picture of the audience that was listening.  After Birch's demise, the Scarborough division was purchased by Arbitron, which still produces annual qualitative reports under that name".

Existem muitas outras empresas a fazer pesquisa de audiências, mas sem apresentarem um produto estruturado e regular (apenas o fazem a pedido de qualquer cliente), como a Mark Kassof & Co ou a Edison Media Research.

ACT: Ponto da situação sobre o podcasting em Portugal

"EXcertos do artigo "«Podcasts» afirmam-se nas rádios nacionais" de Paulo Miguel Madeira - "Público" 22 Jan 06 

"A incursão das rádios da Media Capital neste domínio foi pioneira em Portugal. Desde Maio do ano passado, a empresa do grupo para este meio, a Media Capital Rádio (MCR), lançou uma área de podcast, primeiro no seu site de rádio on-line, o Cotonete, e depois na Rádio Comercial e no RCP.
Entretanto, a empresa prepara-se para dar um novo passo neste domínio. Além das rubricas que já tem disponíveis, a MCR vai lançar em podcast os programas da manhã da Comercial, do RCP (Rádio Clube Português), da Cidade FM e da Best Rock. "Arrancamos na próxima semana. Os podcasts ficam disponíveis uma hora depois do fim dos programas, que acabam às 10h00", disse ao PÚBLICO o director-geral de Multimédia da MCR, Carlos Marques. Para a versão podcast, é retirada a publicidade e as músicas ficam reduzidas a 30 segundos, "porque legalmente não se pode ultrapassar esse tempo em programas disponibilizados on-line sem pagar direitos", explicou ainda.
"Na Europa, só a rádio Virgin, de Londres, é que já faz isto, pois o que há disponível são rubricas." E adiantou que também vão começar a produzir conteúdos para distribuição exclusiva por podcasting. Carlos Marques descreve como "interessantes" as reacções recebidas, mas explica que não têm maneira de conhecer o número exacto de subscritores das rubricas e de edições descarregadas.
Na TSF, que lançou este serviço há duas semanas, está previsto para breve a introdução de novas rubricas, disse ao PÚBLICO o director José Fragoso. Neste período, já disponibilizaram novos agregadores (os programas que permitem fazer a subscrição RSS) no seu site e têm respondido a e-mails de pessoas curiosas em relação ao fenómeno mas que ainda não usaram as ferramentas. Na sua opinião, o podcasting tem tendência para crescer, porque os iPod e os outros leitores de mp3 "multiplicam-se à escala mundial e em Portugal também".
A Rádio Renascença não tem este sistema, mas planeia disponibilizá-lo a partir de meados do ano. (...) Em Portugal, os jornais ainda não entraram nesta era. Mas as rádios já lá estão a chegar (ver texto ao lado). E existe até um directório (www.lusocast.com) com cerca de cem canais listados, e quase 1300 programas, muitos deles em português do Brasil.
Na quinta-feira, os canais mais recentes, que a página inicial do Lusocast ostentava, eram o Rádio Cowboy Cantor, inaugurado nesse dia, bem como Estranho Zumbido (de dia 12) e Pessoal e Transmissível, Rádio.com, e Fado Maior, todos de dia 12 e reflectindo a recente chegada da TSF a este mundo. Um canal corresponde a um link através do qual se subscreve um programa, que é actualizado regularmente.
A homepage do Lusocast também tem uma lista com as últimas dez actualizações de canais. Na altura da consulta do PÚBLICO tinha quatro programas do dia e quatro da véspera."

ACT a 23/1/06: "Hoje fiquei contente de saber que a Apple Portugal, perante o êxito que o "podcast" do HÁ VIDA EM MARKL, assegurado pelo Leonel Martins, tem tido no iTunes, quer colaborar com a RDP na oficialização do dito "podcast" e também pensar em iniciativas de colaboração entre mim e eles. O esforço diário do Leonel (por vezes tão mal agradecido em alguns e-mails azedos que ele recebe quando, por acaso, falha uma edição) tem admiradores não só entre os fãs da rubrica, mas parece-me que também dentro da Apple Portugal!" (via Zone41)

(act) As rádios piratas ainda existem nos EUA

Com tanta oferta, no éter e na net, é no mínimo curioso como é que ainda existem rádios piratas.

Esta história mostra que sim (as piratas no seu melhor/pior...): "NEW YORK, NY, United States (UPI) -- The new, lewder, pay-to-listen Howard Stern satellite broadcasts are being pirated over terrestrial radio airwaves. Dial surfers in the Newark, N.J./Secaucus, N.Y. area heard language banned from public airwaves as a rogue station replayed Stern`s Thursday morning broadcast that was supposed to be heard only by subscribers to Sirius satellite radio, the New York Daily News reported Friday. A Sirius spokesman had no comments on the Stern broadcasts on 95.1 FM in New York and 101.5 FM in New Jersey, the Daily News said. A Federal Communications Commission spokesman said the group takes pirate broadcasting ’very seriously,’ but said as far as the content goes, it has no power over what Stern says on the satellite service. An expert told the Daily News it`s ’very easy’ to download the satellite signal and send it over the public airwaves. ’You only need about ,500 worth of equipment,’ he said. ’It`s illegal, of course, but it`s attractive to some people because even if you`re caught, FCC enforcement can be a slow process’.»

(fonte: United Press international, "Pirate radio picking up Sirius Stern show", Jan 13, 2006, Copyright 2006 by United Press International, 14:32 GMT via RadioAbout)

ACT a 30/1: "TheStreet.com reports that pirate radio stations with names like hearhoward.org and hearhoward100.com began streaming taped broadcasts of Howard Stern's live show shortly after Stern jumped to pay radio. Sirius and Stern's production company countered by sending out cease-and-desist letters to shut the pirates down.

While pirating Stern is not new, it was one thing when Stern was King of All Free Radio, but now that he’s on Sirius at .95 a month, if the show leaks out for free, fans would have little incentive to keep paying. TheStreet likens it to a scenario where water fountains started spraying free Coca-Cola. In that case, who’d want to part with four quarters for a bottle of Coke?
"

Venda de música pela internet triplicou

A venda de musica pela internet triplicou em relação a 2004, atingindo o valor de 1,1 mil milhões de dolares, o que representa 6% do mercado global de musica! (via http://domelhor.net/story.php?id=231)

 

"The value of digital music downloads rose to .1 billion last year, up from 0 million in 2004, as music fans downloaded 420 million single digital tracks from the Internet, according to the International Federation of the Phonographic Industry (IFPI), in a report this week.

"Music is today making an enormous contribution to the development of the worlda??s digital economy," IFPI Chairman John Kennedy wrote in a letter inside the report."

Mais (via BBC): "Sales of MP3 players in the US rose by 200% last year, according to recent figures, and they are forecast to continue to grow"

Ou: "In 2005 sales of CDs dropped 8.7 percent compared to 2004, according to the report"

Mais ainda:

De acordo com o estudo “Digital Music Report 2006”, publicado pela IFPI, os consumidores de música digital efectuaram cerca de 420 milhões de downloads de diferentes títulos, o que é um resultado vinte vezes superior ao obtido dois anos antes.

De facto, apesar de em 2003 as vendas do sector da música digital não representarem receitas significativas para as empresas discográficas, em 2005 foram responsáveis por cerca de 6% do total das receitas.

 

Indicadores do Mercado de Música Digital – Mundo (Milhões)

 

Ano 2004

Ano 2005

Variação

Ligações de Banda Larga

151

190

26%

Títulos alvo de download

156

419

169%

Serviços de Música Online

230

335

46%

Fonte: IFPI

23/01/2006 06:32 osegundochoque Enlace permanente. 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar.

HD como rádio de alta definição?

O Obercom, edição desta semana, chama "Rádio de Alta Definição" à rádio HD dos EUA. Não seria mais fácil chamar rádio digital?

A grande vantagem da rádio via satélite nos EUA

"Imagine a radio station that can broadcast its signal from more than 22,000 miles (35,000 km) away and then come through on your car radio with complete clarity. You could drive from Tacoma, Washington, to Washington, D.C., without ever having to change the radio station! Not only would you never hear static interfering with your favorite tunes, but the music would be interrupted by few or no commercials"("How Satellite Radio Works", de Kevin Bonsor)

23/01/2006 11:00 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

A tempestade do segundo choque

"participants of last week’s "Reuters Media and Advertising Summit" think radio is at a "perfect storm." On demand audio programs, satellite radio, and overcommercialization of broadcast programming are the three storm cells that are converging. The advertising community views these problems, when conjoined, as devastating to radio as Katrina was to New Orleans.

Como é que rádio tradicional reage? "Why would you pay for something you get for free?"

24/01/2006 05:35 osegundochoque Enlace permanente. 3.0.2 O consumo passivo No hay comentarios. Comentar.

Um canivete suiço com mp3 e rádio FM? Convergência...

Convergência digital, eis uma expressão que pode ser encarada como demasiado "determinista tecnológico", mas que me parece ser decisiva face às actuais tendências do audio.

De outra forma, como se explica que a Victorinox esteja a lançar um dos seus canivetes suiços com leitor de Mp3 e rádio FM? " Victorinox, que já havia lançado um canivete suíço USB, do tipo pen drive , apresenta-nos agora um produto com um leitor de áudio digital integrado... Um regalo para todos os "McGyvers" com veia musical.
Com uma capacidade de 1 GB, o S. Beat lê ficheiros MP3, WAV e WMA, sendo capaz de armazenar cerca de 250 músicas. Possui ainda rádio FM e função de gravação de voz
."

o DAB vai tornar obsoletos 100 milhões

de rádios analógicos na Grã Bretanha!
25/01/2006 03:59 osegundochoque Enlace permanente. 5.1.1 DAB No hay comentarios. Comentar.

Por que é que a internet vai mudar a rádio

A internet permite à rádio:

- resolver o problema da limitação dos emissores (a rádio mais local passa a emitir para todo o mundo);

- resolver o problema da limitação administrativa de frequências (pode haver múltiplos canais com múltiplos serviços);

- resolver o problema da gestão de tempo (a rádio deixa de ter “apenas” 24 horas para gerir todos os conteúdos; os programas deixam de estar associados a uma determinada hora, podendo ser ouvidos quando e onde o ouvinte quiser; deixa de ser necessária a repetição de programas na antena; existem na net);

- resolver o problema da precaridade da mensagem (antes a rádio era instantânea e irrepetível, quem não ouvia na íntegra perdiao essencial, não percebia ou percebia mal; com a net pode ouvir quantas vezes quiser e até gravar e guardar);

Mais uma ideia sobre o segundo choque

«Radio has been declared dead many times, especially with the rise of the internet. When streaming audio became practical in the late 90s it was often declared that every person with a ‘net connection would have her own station. The birth of satellite radio, with hundreds of channels of narrowcasted nationwide channels, brought more exclamations. In the last eighteen months podcasting has been the latest rhetorical nail in radio’s coffin, joining ‘net radio’s promise of “every person a broadcaster” with the multi-channel appeal of satellite radio. But radio isn’t dead. Rather, it’s strangely revitalized. The death of radio is really the death of one dominant mode of radio — commercial music radio

25/01/2006 05:20 osegundochoque Enlace permanente. 3.0 O segundo choque No hay comentarios. Comentar.

Uma aliança para tentar impor o DVB-H

(aparentemente foge ao âmbito deste blogue, mas a possibilidade da televisão se assumir como um conteúdo importante no telemóvel pode ser importante no cenário radiofónico)

""Mobile phone giant Nokia has teamed up with other technology firms to promote the DVB-H technology standard for mobile TV (...). Other firms in the alliance include Intel Corp., Motorola, Texas Instruments and Modeo. The tie-up, called the Mobile DTV Alliance, aims to encourage open standards for TV broadcasts to mobiles, focusing on the North American market. DVB-H (Digital Video Broadcasting - Handheld) technology bypasses mobile networks and broadcasts directly to handsets from TV masts, allowing millions of phone users to access the service at the same time." (via IrrealTV)

Audiências electrónicas mostram mais ouvintes

Eis um estudo que mostra aquilo que já se suspeitava: a mesma rádio, no mesmo período de emissão, terá mais ouvintes, desde que medidos electronicamente (no caso com o PPM):

«According to Harmelin Media, the analysis shows conclusively that the increase in reach for individual radio stations also translates into greater reach for a wide range of commercial schedules. Results were consistent across every demographic and schedule type analyzed, with jumps in reach ranging from 13 percent to 118 percent. “This analysis conclusively demonstrated that the reach of radio far exceeds previous perceptions,” said Bernie Shimkus, director of research for Harmelin Media. “For advertising buyers, this means that radio can be used in more types of advertising campaigns, and purchased using different scheduling approaches. In addition, the findings were consistent with all stations and not just market leaders".»

Metodologia: "A new analysis conducted by Harmelin Media reveals that a change to Arbitron Portable People Meter ratings will result in a dramatic increase in audience reach for commercial schedules typically run on local radio stations. The 2005 study was co-sponsored by WBEB-FM and was made possible by the full participation of all major radio stations in Philadelphia during the Arbitron PPM market trial in 2002 and 2003. The Harmelin analysis used actual client radio schedules run in Philadelphia. Harmelin substituted Arbitron’s PPM radio audience estimates for estimates from the traditional diary-based ratings method." (Harmelin Study Reveals True Reach Of Radio Advertising & Benefits Of PPM, radio Ink, 25/1/06)

«“The Portable People Meter will give radio the visibility it desperately needs among advertisers who are focused on all things electronic and digital,” said Jon Mandel, chairman, MediaCom US and chief global buying officer, MediaCom Worldwide. “Electronic measurement and credibility go hand in hand with the Arbitron Portable People Meter".»

NPR chega a Berlim

Curioso: numa altura em que a internet permite ouvir a rádio em todo o lado, a NPR sai pela primeira vez dos EUA, ganhando uma licença para emitir em Berlim (em inglês, evidentemente).

Será um caso isolado ou o início de uma tendência?

"National Public Radio (NPR) – the domestic American public radio network – was granted an FM license (104.1) to broadcast in English, 24 hours a day, 7 days a week. This is the first radio license granted to NPR in Europe. Indeed, it’s the first radio license held by NPR, a network provider, not station owner, in the US." (Tale of Three Berlin FM Frequencies, Follow the Media, Michael Hedges - December 5, 2005)

26/01/2006 04:58 osegundochoque Enlace permanente. 5.3 Modulação No hay comentarios. Comentar.

A rádio visual

Uma actualização interessante de Paula Cordeiro sobre um tema já tratado pelo menos duas vezes neste espaço, o projecto de dar imagem à rádio ("Visual Radio"):

"A Visual Radio já está disponível na Finlândia, Singapura e Tailândia e tem já estações de rádio interessadas no sistema na Alemanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos, faltando apenas o operador de telecomunicações para disponibilizar o serviço. Na Turquia, está previsto que o serviço comece a funcionar ainda este ano.
Este sistema resulta de uma parceria entre a Hewlet Packard e a Nokia para disponibilizar um serviço complementar às emissões em FM, com conteúdos no telefone, sincronizados com os que estão a ser transmitidos pelas ondas hertzianas, possibilitando consultas várias sobre o artista que se está a ouvir, acesso a notícias, trânsito e estado do tempo, a par com a apresentação de conteúdos promocionais e publicitários, bem como a possibilidade de fazer compras" ("Convergência multimédia: ouvir o jornal e ver na rádio...", NetFM)

29/01/2006 00:49 osegundochoque Enlace permanente. 5.4 Internet No hay comentarios. Comentar.

As programações das rádios não são estimulantes

"La radio se vio forzada a achicar sus estudios, a callal’ sus orquestas, a despedir sus compañías teatrales. Vio apagarse su época de oro; adiós radioteatro, adiós ’mamarrachito mío’, adiós suspenso. Todo quedó reducido a música y noticias. Y un nuevo vestuario: objetividad, seriedad, prisa. Porque dentro del botín resignó su bien más preciado: la imaginación. Olvidando que el hombre tuvo la literatura, y aún antes los juegos y las plantas mágicas, para tener pantallas propias en la cabeza; nadie comenzó a soñar con los rayos catódicos" (Alejandro Luna, "La gran pantalla a punto de enmudecer?", revista Códigos, nº 2, General Roca, 1989, apud Haye, 1995: 23)

 

29/01/2006 04:33 osegundochoque Enlace permanente. 3.0 O segundo choque No hay comentarios. Comentar.

Quando o FM substitui a AM

"(...) hasta en los grandes mercados eran relativamente escasas las emisoras de radio con audiencias importantes, y todas estaban en la frecuencia de AM. (Las emisoras de FM ni siquiera se incluían en la mayoría de las clasificaciones (ratings) hasta mediados de los sesenta; (...) Hacia los ochenta, años en que las emisoras de FM lograban audiencias mayores que las de AM, había tal cantidad de emisoras a elegir que la programación por bloques de interés se convirtió en regla, y la mayoría de las emisoras de AM y FM comenzaron a abastecer a pequeños segmentos de la audiencia disponible" (Norberg, 1998: 7).

29/01/2006 06:20 osegundochoque Enlace permanente. 2.3 Décadas de 60 e 70 No hay comentarios. Comentar.

Porque falham as audiências de rádio

"Desgraciadamente, como las emisoras de radio - y los anunciantes - intentan cada vez más dirigirse a segmentos de población más pequeños, las estadísticas son cada vez más inexactas. Y no es que las empresas de investigación sean peores; es que cada día damos más importancia a las cifras, - y cuanto más estrechamente configuramos cada segmento de las estadísticas menos podemos confiar en las cifras resultantes" (Norberg, 1998: 125/126)

Críticas ao método da Arbitron

(e se a Arbitron, com tudo o que ela significa, tem estas falhas...)

Citações de Eric Norberg, ibidem, pág. 133-136

1) "El principal servicio estadístico es Arbitran, que utiliza cuestionarios distribuídos por correo, auto-administrados, de siete días, para recoger información de escucha radiofónica (...). Arbitron saca una muestra de la guía telef6nica para mandar los cuestionarios. En mi opinión, este proceder compromete aún más los datos";

2) "Como Arbitron comienza por una muestra de teléfonos de la guía se excluyen los no registrados en ella";

3) "(...) es que no pueden garantizar que van a obtener el mismo grado de cooperación de la muestra registada que de la no registrada. En cierto modo, entonces, las dos muestras no son equivalentes, y una puede distorsionar los resultados de la otra";

4) "(...) quienes voluntariamente no figuran en la guía - los que pagan una cantidad adicional para que no se les incluya en la guía telefónica- no suelen colaborar cuando se les pide el nombre y la dirección, ya que el entrevistador obviamente no sabe quiénes son y ha marcado ese número al azar. ¿Darían a cualquiera esa información? Pagan por su intimidad. Si al entrevistador no le dicen su nombre y dirección no pueden recibir el cuestionario y no se les incluirá en el informe";

5) "(...) pienso que el tamaño eficaz de la muestra, en el caso de los estudios de Arbitron, estaría mejor expresado por el número de «domicilios estudiados» y no por el número de cuestionarios del estudio, - lo cual representa un número sustancialmente menor. Creo que, para eliminar este efecto, debería contestar solamente una persona por domicilio".

6) "(...) cuando quienes participan en el estudio saben de antemano que serán estudiados, (como cuando reciben un cuestionario por anticipado) este conocimiento previo puede cambiar su conducta. Como Arbitran es la única empresa de estudios que ha proporcionado hasta ahora este conocimiento previo a la muestra con mucha antelación al esludio, es especialmente vulnerable a este inconveniente";

7)"(...) como Arbitron es la única empresa de estudios que debe saber el nombre y dirección de aquellos a quienes llama (para mandarles los cuestionarios) Arbitron es especialmente vulnerable al tema crítico de la intimidad";

8) "En todos los informes de Arbitron está comprobado que sólo una parte de quienes reciben los cuestionarios los devuelven";

"En resumen, todas las empresas de estudios fracasan en la obtención de una muestra verdaderamente representativa de la población. Sin embargo, la principal, Arbitron, con su sistema de etapas múltiples en la cooperación de los encuestados (contacto telefónico inicial, obtención de colaboración con los envíos postales, posterior necesidad de más colaboración para conseguir la devolución de los cuestionarios) y con las dificultades que significa el uso de encuestados múltiples en el mismo domicilio es, en mi opinión, la menos precisa de todas".     

Transformar os blogues em programas de rádio (e trazer mais gente para a rádio)

"A Rádio Comercial, primeira estação portuguesa a emitir em directo na Internet, é agora a primeira a trazer o fenómeno dos blogs para o éter.
O que lhe propomos é transformar o seu blog numa hora de rádio. Nós pegamos nas suas palavras e juntamos a música, dando uma vida nova ao seu refugio na Internet.
Damos-lhe a gravação, para mais tarde recordar, e uma semana de link directo a partir do nosso site.
E atenção: além de poder ouvir o seu Blog na rádio, você habilita-se ao prémio de Melhor Blog do ano!
O Meu Blog dava um programa de rádio, brevemente, ao fim de semana, na Rádio Comercial
."

da página "O meu blogue dava um programa de rádio" da Rádio Cormercial

Dois milhões de podcasts da BBC em Dezembro

30/01/2006 05:06 osegundochoque Enlace permanente. 3.3 Podcasting No hay comentarios. Comentar.

A Microsoft vai lançar um LAD?

"As the iPod continues to reign supreme over the portable MP3 market, some speculation is bubbling over a possible competitive entry from Microsoft. The software giant currently supports a wide range of portable MP3 players through its PlaysForSure network, which guarantees compatibility with various music stores and mobile phones. The underlying strategy is that consumers will favor a variety of devices, all threaded by a cohesive network of software and hardware compatibility. But that strategy has mostly been unsuccessful, despite the presence of several aggressive iPod competitors. According to a recent BusinessWeek article, Microsoft is now considering its own play, potentially taking Apple head-on" ("Will Microsoft Deliver Its Own Portable MP3 Player?")

30/01/2006 09:02 osegundochoque Enlace permanente. 3.1 LAD No hay comentarios. Comentar.

Os LAD são uma ameaça à portabilidade da rádio

Paul Resnikoff, editor da Digital Music News,  faz neste texto um ponto da situação sobre a resposta da rádio convencional, via HD, àquilo que parece ser o sucesso do satélite (10 milhões de subscritores, nesta altura).  Mas destaco algo que, aqui, é muito relevante: os leitores de audio digital (LAD) são uma ameaça à rádio, tradicional, digital ou via satélite:

"the iPod is also taking its own chunk of the action, especially as more car manufacturers install iPod ports, steering wheel controls and in-dash displays."

 

30/01/2006 09:12 osegundochoque Enlace permanente. 4.1 No carro No hay comentarios. Comentar.

C-o-n-v-e-r-g-ê-n-c-i-a-!

"A Motorola e a Burton Snowboards anunciaram o lançamento de um blusão para a prática de desportos de Inverno equipado com a tecnologia bluetooth. Na manga esquerda do blusão encontra-se um painel de controlo que torna possível efectuar chamadas e aceder a uma selecção de músicas. Os altifalantes e microfone estão localizados no capuz. Este blusão é o primeiro de uma linha de produtos desenvolvidos pela Motorola e pela Burton. Em breve serão lançados um capacete e um gorro"

in Meios e Publicidade, Motorola lança blusão com ligação bluetooth, Rui Oliveira Marques, 31 de Janeiro de 2006

O podcasting chega ao Sapo?

Pode não ser oficial, mas é mais uma tentativa de juntar num directório o movimento de podcasting.

http://podcasting.blogs.sapo.pt


 

Publicidade personalizada em função do que se ouve na rádio?

«From the land of extreme narrowcasting, MediaPost reports that Smart Signs is working on digital signs programmed to advertise to mall-goers based on what they were listening to on their radios while parking. In this scenario, you’re listening to your favorite Oldies station as you drive into the mall lot, then you see a sign advertising a new anti-aging cream as you enter the mall. That will happen because radio signals adjust advertising messages to specific consumer demographics.
"These technologies will generate the high-impact effect that we think will clearly differentiate this medium from what is currently available in the outdoor advertising arena," explained Tom Langeland, president of Smart Sign Media.», Radio Ink, Your Radio Is Talking About You,
31/01/2006 08:12 osegundochoque Enlace permanente. 6.4 A publicidade No hay comentarios. Comentar.

O negócio da rádio por satélite no mundo

O negócio da rádio por satélite não se limita aos Estados Unidos ou à GB. A WorldSpace é a empresa líder a nível mundial.

Informação oficial: "WORLDSPACE® (Nasdaq: WRSP - News) is the world’s only global media and entertainment company positioned to offer a satellite radio experience to consumers in more than 130 countries with five billion people, driving 300 million cars. WORLDSPACE delivers the latest tunes, trends and information from around the world and around the corner. WORLDSPACE subscribers benefit from a unique combination of local programming, original WORLDSPACE content and content from leading brands around the globe including the BBC, CNN, Virgin Radio UK, NDTV and RFI. The WORLDSPACE satellites cover two-thirds of the globe with six beams. Each beam is capable of delivering up to 80 channels of high quality digital audio and multimedia programming directly to WORLDSPACE Satellite Radios anytime and virtually anywhere in its coverage area. WORLDSPACE is a pioneer of satellite-based digital radio services (DARS) and was instrumental in the development of the technology infrastructure used today by XM Satellite Radio. For more information, please visit http://www.worldspace.com

Alguns pormenores: "XM Satellite Radio and Sirius Satellite Radio both offer multiple channels of commercial-free radio programming to their subscribers including music, news, sports, talk, traffic and weather. Another satellite radio company, Worldspace, offers programming in multiple languages targeting customers from Africa and Asia with their music and news programming; the United States is not currently in the area serviced by Worldspace".

Desenvolvimentos: «SILVER SPRING, Md., Jan. 25 /PRNewswire-FirstCall/ -- WORLDSPACE®, Inc., one of the world leaders in satellite-based digital radio services, today announced that it finished 2005 with more than 115,000 subscribers globally. During the fourth quarter, WORLDSPACE added more than 40,000 net new subscribers, increasing its subscriber base by more than 50% in the fourth quarter alone.»

31/01/2006 08:26 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

Satélite ou HD?

«HD vs. satellite

Sure, the new radios are expensive. So were XM radios when satellite first became available in 2001. Satellite would seem to be a natural rival for HD radio, but there are wide differences:

• Once you’ve sprung for the radio, you need not part with any more loot with HD radio; with satellite, you’re on the hook for a monthly subscription fee.

• Compared with any form of terrestrial radio, satellite provides many more choices for avid listeners. XM and Sirius each offer more than 120 coast-to-coast channels, including commercial-free music in diverse genres (blues, show tunes, etc.). By contrast, far fewer HD stations are available in any specific market. In New York, just a dozen stations offer multicast options, and only three AM stations transmit digitally.

• Most satellite stations are national; HD stations are local. No matter how good they sound, the regular stations are, well, the regular stations (commercials and all). Depending on your point of view, that’s as easily a plus as a minus. We all have favorites. I still gravitate to AM for traffic and sports talk. »

excerto de um artigo do USA Today, "Listen up for data on digital’s latest DJ domicile: HD radio", de Edward C. Baig, Posted 1/25/2006 9:58 PM, Updated 1/26/2006 10:50 PM

Comentário: "And while I'm pretty much anti-anything when it comes to commercial radio, I really can't argue against this article. HD really is too young to compare it right now, and satellite radio really does offer more selection nationwide. The only thing I would point out is the headstart that satrad has against HD. Only now did the Radio industry start to get organized with this technology - Satellite Radio is already looking far into the future to bring much more than just "radio" to the table. Let's take a look in a few years and see where both industries are, and then let's do a true comparison, shall we?"

31/01/2006 08:41 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

O auto-rádio como central de compras

(é antiga, mas justifica-se ser recuperada)

«A Sirius Satellite Radio e a ATX Technologies anunciaram quarta-feira a criação de uma parceria para desenvolver um sistema que permita aos condutores efectuar compras dentro do automóvel, a partir do auto-rádio.

Segundo a Reuters, o projecto deverá permitir ao consumidor a aquisição de produtos e serviços anunciados na emissão de radio via satélite da Sirius. O pedido poderá depois ser feito usando os botões do auto-rádio.

O do sistema deverá incluir a ligação dos receptores da emissão da Sirius a telefones móveis e a sistemas de GPS, instalados no automóvel. Esta ligação permitiria o envio das ordens de compra para a emissora.

A Sirius já chegou a acordo com os fabricantes de automóveis Ford e DaymlerChrysler, para a instalação de receptores da sua emissão nos veículos produzidos por essas empresas nos próximos anos.» Comprar em trânsito, 2000-03-01 00:00:00, Casa dos Bits

31/01/2006 09:36 osegundochoque Enlace permanente. 5.2 Satélite No hay comentarios. Comentar.

Por isto é que a rádio tem de aproveitar a internet!

«O estudo refere-se ao modo como os japoneses tomaram conhecimento do acidente nuclear, que teve lugar em Tokaimura em Setembro de 1999, e concluiu que 86,3 por cento dos inquiridos souberam do sucedido pela televisão e 4,5 por cento através Internet.

Estes números revelam que a Internet superou a rádio e os jornais entre as preferências dos nipónicos, já que apenas 3,5 por cento dos inquiridos souberam do acontecido pela rádio e 3,2 por cento pela imprensa. »

«Web bate imprensa e rádio no Japão», 2000-05-31 14:50:00, Casa dos Bits

Mais:
«Para Jerry Hinrikus, director de uma cadeia de rádios norte-americanas, apesar dos números iniciais serem inibidores, o retorno do investimento acabou por revelar-se muito compensador.

Para criar os seus seis sites de rádio, Hinrikus gastou cerca de 20 mil dólares. Agora, para os alimentar gasta, em média, seis mil dólares por mês. No entanto, a componente comercial dos sites já está a gerar receitas e Hinrikus espera atingir os 25 mil dólares de receitas mensais de publicidade só na Internet.

Outro dos exemplos apontados foi o da GetMedia, uma empresa californiana que fornece emissões de rádio online, a quem os ouvintes podem, simultaneamente, comprar discos à medida que as músicas são emitidas pelo site»

e também por isto (se passam tanto tempo na web, por que não ouvir rádio?...): 

"People Spending Equal Time On TV, Web: Respondents to a U.S. consumer survey said they spend 14 hours a week on line, which is the same amount of time in front of a television, JupiterResearch said. [...]
"Even the most intensive users of newspapers and magazines spend less time reading these publications than they do online or watching TV," JupiterResearch analyst Barry Parr said in a statement. "TV and newspaper companies risk losing an entire generation of users unless they immediately start promoting their online products,"
The Internet is displacing the use of other media, such as radio, magazines and books." (via Contrafactos)

31/01/2006 09:40 osegundochoque Enlace permanente. 5.4 Internet No hay comentarios. Comentar.




Transistor kills the radio star?

Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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