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Se muestran los artículos pertenecientes a Junio de 2005. 01/06/2005Por que é que o iTunes é melhor do quea concorrência (Yahoo e RealNetworks Rhapsody To Go): "There’s a reason Apple Computer dominates the legal 99-cents-a-download digital music scene: It does it right. Apple’s iPods set the style and ease-of-use standards that other portable music players must try (so far unsuccessfully) to match. Its iTunes Music Store and iTunes software are equally unparalleled." De acordo com Eduard D. Baig, que escreve no Usa Today, o iTunes é simplesmente o melhor serviço (mais completo, mais funcional, mais eficaz). 37 milhões sintonizaram a rádio na net pelo menos uma vezno último mês, nos Estados Unidos. Os números são da Arbitron, citados pela Reuters (com algum atraso, aqui no segundochoque). O texto é interessante por dois motivos (duas citações do texto): 1) "Like a sleeping giant, Internet radio is quietly attracting more and more listeners and advertising dollars, leading some experts to predict that some day soon it will eclipse the popularity of satellite radio and iPods" 2) "Restrictions continue to hinder the growth of the medium. Webcasters can only play four songs by any single artist in a three-hour period and are restricted from promoting the recording of their content, unlike, satellite operators which are free to do so." Uma página obrigatória, a partir de agoraSó a descobri hoje (obrigado Jorge) mas já fiquei fã. Chama-se The Future Of Radio e está aqui. 01/06/2005 14:24 Enlace permanente. No hay comentarios. Comentar. Rádios e telemóveisOs operadores de telemóveis (wireless carriers) devem apostar em dois serviços alternativos: os downloads de música e a a rádio sem publicidade - de acordo com um estudo da Management Network Group, citado pela Billboard. "Offering commercial-free radio and music download services represent the greatest new opportunities for wireless carriers, based on a combination of usage interest, likelihood to recommend and likelihood to purchase. That’s one of the topline findings of a study by communications industry consultants the Management Network Group. The company conducted an online survey of 1,000 “primary decision-makers or decision-influencers” aged 13-34 with an even demographic and geographic mix in March 2005. Somewhat lower interest levels were found for mobile TV and video clips delivered via mobile devices. Multiplayer gaming generated interest with only one in five respondents overall, but ranked substantially higher among 13-17 year old mobile consumers. The demo most interested in multimedia wireless services is males, aged 13-24. The survey suggests that wireless carriers risk losing up to one fourth of their younger subscriber base if they don’t offer these types of content services." Por que falo em segundo choque (III)De um artigo da Billboard: "Clear Channel Radio and Infinity Broadcasting, radio’s two largest operators, are experimenting with alternate content delivery vehicles, including mobile devices, podcasts, online streaming and the use of additional bandwidth from high-definition broadcasts to offer supplementary programming choices. Meanwhile, satellite broadcasters XM and Sirius have said they are in discussions with wireless companies about possibly offering some of their content on cell phones." Esta malta vai ouvir rádio?Segundo o relatório da mobileYouth 2005, os consumidores de 18 a 24 anos representam 80% do total de receitas de música no telemóvel no mercado britânico (Obercom): "segundo o relatório da mobileYouth 2005, os consumidores de 18 a 24 anos representam 80% do total de receitas de música no telemóvel no mercado britânico (...). On average, young people in the UK spend about £1.08 a month on music downloads with the figure set to almost double to £1.96 by 2007." fonte: Young people spend £165m a year on mobile music, 16-05-2005 11:37 AM 02/06/2005Para compreender melhor o WimaxA propósito deste texto, e atendendo à importância que parece - a esta distância - ter, deixo ficar estas reflexões: Um dos grandes objectivos da Internet, mal se consolidou como fenómeno, foi libertar-se do fio telefónico que a mantinha agarrada à rede – porque isso representaria a independência total e a chegada da Internet, verdadeiramente, a todo o lado. A criação de locais de acesso sem fios (“wireless hotspots”) foi um avanço, sobretudo em universidades e empresas de troca intensiva de informação. Mas esta tecnologia não descolou – essencialmente porque, apesar da “independência” conseguida, a tecnologia em questão não permite a interligação entre dois locais “wireless” (ou seja, apesar de não precisar de cabo, a mobilidade não é grande e implica – basicamente – alguma estabilidade). Tirar a Internet de casa, da mesa, dos edifícios continua a ser um objectivo – há anos que se sabe estarem os fabricantes de auto-rádios a preparar modelos multimédia, à espera que a tecnologia os suporte. Seria o UMTS a solução? Há desde logo um problema de custos. Depois, o tráfego não é – ainda? – suficientemente rápido e ágil. O que, por junto, faz com que os construtores automóveis continuem à espera da democratização de uma qualquer tecnologia que permita ouvir, em movimento, conteúdos “on line” (por exemplo, rádio). Eis, contudo, uma tecnologia que parece poder resolver os problemas suscitados – “Wimax”. De acordo com o (pouco) que se sabe, pode transmitir áudio e vídeo (“uma pequena parte do que está para vir”, lê-se) e terá testes a sério no próximo ano. Uma citação: "Com o aparecimento de novas tecnologias sem fios e outras que certamente se seguirão, a indústria da rádio, apesar de aparentar maturidade, pode estar na verdade na sua infância. De uma forma ou de outra, tudo indica que a rádio pode estar a entrar no início de uma nova era”. 04/06/2005A rádio via satélite na motorizada!Diz o Radio About(para os Estados Unidos): "J&M Audio Products offers several installation kits created especially for motorcycles including the: Honda GL-1800, Harley Davidson Road King, Harley Davidson Softail and kits for most cruiser-style motorcycles" 06/06/2005"Blogar" em movimento..."Once upon a time, cellphones were for calling. Then came text messaging, followed by multimedia messaging, e-mailing, interactive gaming and a host of services that mobile phone companies seem to unveil almost weekly. Now comes mobile blogging. That means that if you feel like updating your Web log from the road, you can. If you want to add a photo from your mobile phone, or post your thoughts on a new city, restaurant, movie, concert or ice cream shop, this is for you. And if mobile blogging sounds too offbeat, just remember that few people anticipated the success of text messaging (...)" No International Herald Tribune A música. Qual música? Ah, a música...Em complemento ao texto que dava conta do facto histórico de, pela primeira vez, um toque de telemóvel ter chegado ao primeiro lugar do top de músicas mais vendidas na Grã-Bretanha (aqui), deixo ficar um endereço onde arquivei a referida música. Para a posteridade! Música portuguesaEste texto dá algumas orientações. 06/06/2005 13:52 Enlace permanente. Tema: 6.1.1 A música na rádio portuguesa No hay comentarios. Comentar. 2006 o ano 3G em Portugal?Um artigo do suplemento de economia do Público de hoje (não disponível) analisa o impacto da medida, anunciada a semana passada, pela TMN: vai subsidiar a compra de terminais (telefones...) de terceira geração, de maneira a que os preços estejam próximos daqueles que a segunda geração pratica (pouco mais de 100 euros) e se massifiquem. A jornalista mostra-se convencida que nada ficará como antes, com a concorrência (Vodafone e Optimus) a terem de reagir. E, tudo isto, a fazer com que 2006 seja o ano 3G (a TMN quer um milhão de clientes até final desse ano, sendo que neste momento os clientes de telemóveis de terceira geração representam cerca de cinco por cento do total do mercado). 06/06/2005 16:00 Enlace permanente. Tema: 3.7.2 Telemóveis em Portugal No hay comentarios. Comentar. Hábitos de consumo de música digital"Uma das principais conclusões do inquérito aplicado aos utilizadores de Internet é que 69% dos europeus inquiridos usam os seus computadores como meio para consumir música digital, sendo que 34% o faz frequentemente, sendo evidente o predomínio dos utilizadores mais jovens. No que respeita às práticas de consumo de música digital adoptadas pelos inquiridos, a principal referência enquanto fonte de conteúdos não é a Internet, mas sim os CD's propriedade dos próprios inquiridos, sendo que as lojas on-line ainda não têm ainda relevância significativa enquanto fonte de conteúdos musicais. Apenas 29% dos inquiridos obtêem música digital em lojas on-line e apenas 9% o faz frequentemente. (...) entre as opções, comprar uma música por 50 cêntimos que apenas possa fazer uma cópia ou comprar uma música por um euro que possa fazer com ela o que quiser, 63% dos inquiridos preferem a segunda opção. (obercom) O estudo aqui. Vendas de LDM sobem (França e RU)1) Segundo o estudo La Référence des Equipements Multimédias da Médiamétrie et GFK cerca de 10% dos franceses possuem equipamento de leitura de música digital. É o principal dos equipamentos emergentes; 2) As vendas de leitores de música digital no Reino Unido continuam a registar aumentos, alterando significativamente o consumo de musica, segundo o mais recente estudo da JupiterResearch (por subscrição). (via Obercom) 07/06/2005O podcasting já chegou a Espanhacada vez é mais sério, como se percebe por este artigo do El País. Um excerto (via Clube de Jornalistas): "La Cadena SER ofrece un nuevo servicio, el podcasting, que hace posible descargar determinados programas y escucharlos en los cada vez más populares reproductores portátiles de música y audio en formato MP3. Esta innovadora tecnología permite a los oyentes realizar la descarga de sus espacios favoritos de forma automatizada, y escucharlos -cuándo y dónde quieran- en su reproductor de MP3. Este servicio es cada vez más popular en mercados avanzados tecnológicamente como el de Estados Unidos, donde se calcula que unos seis millones de personas han hecho uso de esta tecnología. En el año 2004 se vendieron en Europa más de millón y medio de reproductores portátiles y se estima que en el año 2006 habrá 207 millones de unidades en todo el mundo, según datos de la consultora IDC. Con el lanzamiento que ahora anuncia, la Cadena SER se convierte en la primera cadena española de radio y en una de las primeras del mundo que ofrece podcasting.." O problema da migração para o digitalJorge Guimarães Silva volta a desenvolver o tema no seu A Rádio em Portugal. "A situação que se vive é a de uma espiral viciosa: Os ouvintes não compram receptores digitais porque são caros e porque não têm oferta dos operadores; os fabricantes de receptores DAB não baixam os preços porque as vendas ainda não atingiram valores que permitisse manter a margem de lucro com receptores de menor preço; os operadores não apostam nos sistemas de radiodifusão digital porque, baseando-se nas estatísticas das vendas de receptores DAB, sabem que o número de ouvintes das emissões digitais ainda não justifica o investimento em novos equipamentos. E tudo volta ao início." No Obercom (sobre o mesmo assunto): "A Comissão Europeia publicou, no passado dia 24 de Maio de 2005, uma Comunicação sobre o switch-over para a radiodifusão digital. Nela salienta-se a importância de os diferentes Estados-membros avançarem com os processos de migração para a televisão digital. A Comissão espera que, em 2010, este processo se encontre num estado suficientemente avançado e recomenda o ano de 2012 como o prazo comunitário para o switch-off analógico em todos os Estados-membros. Ao mesmo tempo, a coordenação nos planos nacionais de transição para o digital não é muito expressiva, dado que vários países ainda não apresentaram o respectivo plano de transição ou não comunicaram à Comissão a data do switch-over." O texto original da Comissão Europeia, aqui. Bitcaster e streaming!"O bitcaster nasce da fusão de bit e broadcast, termo mais acertado para falar das emissoras de rádio e televisão que difundem conteúdos através da rede da internet, sejam conteúdos em directo ou em diferido. O streaming é uma tecnologia de transmissão que facilita a audição ao utilizador, pois não fica à espera da descarga total do ficheiro áudio para começar a reprodução dos conteúdos sonoros" no Industrias Culturais 08/06/2005Por que o DAB é uma incógnita"digitalradiotech.co.ukadvises people NOT to buy DAB hi-fi tuners or micro systems as the audio quality on DAB in the UK is very poor and much better audio quality is available on the digital radio stations carried on Freeview, digital satellite and cable." Um leitor digital de música com 60 giga!!!!Chama-se Creative ZEN XTRA 60 GB O sucesso de uma música sem a rádioA Internet pode ser uma ameaça à rádio tradicional, entre outras coisas, porque permite criar mecanismos alternativos à forma como se divulgam as novas músicas. 08/06/2005 15:05 Enlace permanente. Tema: 3.4.2 Contributos da blogosfera No hay comentarios. Comentar. Perigos e oportunidadesUma das ideias mais interessantes a que já cheguei, desde que comecei esta pesquisa, é que - por regra - os sistemas/dispositivos que ameaçam a rádio tal qual a conhecemos hoje são também os mesmos que lhe podem dar vida no futuro. Ou seja, as ameaças são tambem uma oportunidade! Complicado? Veja-se a Internet: pode ser a sobrevivência, mas pode acabar com a escuta clássica; o podcasting pode retirar ouvintes mas pode trazer ouvintes! Confuso? Estou certo que voltarei a este tema muitas vezes. Mas esta ideia de que um perigo pode ser uma coisa boa já tem cinco mil anos! O caracter chinês para descrever o conceito de crise junta dois símbolos: um quer dizer perigo; outro oportunidade! (já agora, por curiosidade...) A publicidade clássica ameaçada?CNN Money Old media shout to be heard Newspapers, radio and magazines are spending millions to combat the perception they're obsolete. June 7, 2005: 4:33 PM EDT By Krysten Crawford, CNN/Money staff writer NEW YORK (CNN/Money) - The radio industry, whose main goal is not to entertain but to help companies build consumer awareness through advertising, has discovered it's got an image problem -- and it's fighting back. Facing sluggish growth and the perception that traditional radio is on the decline, AM-FM radio operators are banding together in ways that once were improbable. On Tuesday a radio industry group released the findings of a new study purporting to show that a 30-second radio spot promises advertisers a far better return on investment than a 30-second television commercial. While TV executives will likely dismiss the claims as flawed, the study is remarkable for another reason: it's the product of a $5 million-a-year, industry-funded research group whose mission is to help radio station owners combat the growing popularity of subscription-based satellite radio and the iPod portable music player, among other competitive new technologies. Tudo aqui (via Pontomedia). "As maiores ameaças à rádio são externas"Facing sluggish growth and the perception that traditional radio is on the decline, AM-FM radio operators are banding together in ways that once were improbable. (...) the study is remarkable for another reason: it’s the product of a $5 million-a-year, industry-funded research group whose mission is to help radio station owners combat the growing popularity of subscription-based satellite radio and the iPod portable music player, among other competitive new technologies. (...) Today radio station owners recognize that their main threats are external. "Now they’re trying to make sure they all have a seat at the (advertisers’) table," said Fries. (...) Radio, for instance, is touting its move toward high-definition radio. The industry is also embracing a popular new practice called "podcasting," in which users can download popular radio shows onto their computer hard drives or a portable device." fonte: Old media shout to be heard, CNNmoney, 09/06/2005A rádio tradicional está a perder ouvintes"Online music services are drawing an increasing number of U.S. consumers from traditional radio stations, threatening to decrease the latter's advertising revenues, a market research firm said Tuesday. The largest number of defections from music radio has been among young adults between the ages of 18 to 24, which are a favorite among advertisers, TechnoMetrica said. However, a survey of more than a 1,000 U.S. consumers has found that people of all ages and economic groups are migrating to the web for music, either to buy individual songs or sign up for subscription services. (...) Currently, about 1 in 7 adults, representing 15 million households, say they listen to music from the web, rather than on the radio, the research firm found. Among young adults, that number jumps to nearly 1 in 3, or about 9 million people." O texto aqui. (via Future of radio) Apple incorpora podcastingSAN FRANCISCO - Apple Computer Inc. CEO Steve Jobs called podcasting "the hottest thing going in radio" on Monday and promised to make it easier for audiophiles to create and distribute the digital recordings. (...) At a technology conference on Monday, Jobs previewed iTunes version 4.9. The software allows users to click on and subscribe to different podcasts, then automatically delivers the shows to any connected iPod — far less cumbersome than the third-party applications many listeners now need. The newest iTunes will include a directory of podcasts, and creators will be able to register their shows with Apple's iTunes Music Store. "We think it's going to take podcasting mainstream, to where anyone can do it," Jobs told the gathering of software developers. Jobs' support for podcasting could make the phenomenon more popular, particularly if the iTunes store becomes the Internet's de facto repository of podcasts. Since its launch two years ago, the store has sold more than 400 million songs. Tudo, via AP. A rádio tradicional (AM FM) tenta reagir ao satélite"(...) From coast to coast, broadcast radio is airing silly ads to remind America that “radio is great.” This is obviously a knee-jerk reaction to Wall Street perceptions that satellite radio is gaining momentum as broadcast radio continues to founder." http://www.radioink.com/listingsEntry.asp?ID=302323&PT=publishersnote 12/06/2005O fim dos relógios de pulso?A revista Visão de 2/6/05 apresenta, na página 92, um artigo muito interessante sobre o fim dos relógios de pulso, substituídos pelos telemóveis. Fim? Veremos depois. A questão é importante para este âmbito porque é mais um exemplo de uma tecnologia tradicional, devidamente implantada a nível mundial, que é ameaçada por uma outra tecnologia que chega agora, mas com vantagens. Quais? A concentração num só aparelho de várias utilidades – uma das quais o relógio. A reportagem conta o caso de uma miúda de 10 anos que deixou de usar relógio pouco depois de aprender na escola a ler as horas. É que o seu Nokia 3200 tem, além de relógio, o Bounce, o seu jogo preferido. Outro caso que ali é contado: um estudante de 24 anos mantém os relógios numa gaveta de casa e só recorre ao telemóvel: “Não acordo sobressaltado com o barulho do meu relógio-despertador – posso escolher, para isso, uma música mais soft, no telemóvel”. A propósito, a rapariga também conta que grava sons da sua aparelhagem para o telemóvel, para pôr a tocar na manhã do dia seguinte. Será uma moda, resultante do impacto dos telemóveis, e tudo voltará a ser como dantes, com o relógio a reocupar o seu espaço no pulso (um pouco como quando apareceram os relógios digitais e se previa o fim dos mecânicos, o que não aconteceu)? Ou o relógio, com o tempo, passará a ser apenas um objecto de decoração, como uma pulseira, um colar ou um piercing? São semelhantes os desafios que se colocam à rádio tradicional: como conseguir captar a atenção para a rádio perante um aparelho que tem, além do próprio receptor de rádio, um leitor digital de música, máquina fotográfica, Internet e… televisão? Quem quererá ouvir a rádio? O que terá a rádio de fazer para sobreviver? Ou a rádio está condenada a acantonar-se, definitivamente, ao carro, por ausência de alternativas (sendo que nem isso é pacífico, uma vez que os leitores digitais – e portáteis – de música também podem ser ligados à aparelhagem do carro e, assim, substituírem a rádio)? Nesse caso, o mais preocupante é que a rádio passará a ser para uma “imensa minoria”, deixando de ter viabilidade económica (os anunciantes deixarão de investir…), de receber investimentos humanos e tecnológicos e ficando a marcar o seu próprio fim… 13/06/2005A universalidade da internet"Criador do DNS prevê fim da Internet em 10 anos A facilidade também mata. Eis a crónica da morte anunciada do ciberespaço, de acordo Paul Mockapetris, o criador do Domain Name System (DNS), sistema em que assenta o registo de endereços na Internet. Numa conferência em Santiago de Compostela, Espanha, o ciberpioneiro previu o fim da Internet nos próximos dez anos. Mais que uma análise pessimista, a previsão aponta para um universalismo da Internet, que além de deixar de estar confinada aos computadores, se tornará cada vez mais cómoda e fácil de utilizar, a ponto de os utilizadores se esquecerem que estão a utilizá-la, enquanto meio de comunicação. Mockapetris prevê ainda que, dentro de cinco anos, a Internet estabilize na totalidade, permitindo a integração de correio electrónico, mensagens instantâneas e voz num mesmo serviço. Já só faltam 9 anos e 364 dias para saber se Mockapetris tem razão." aqui. E o texto do El País. O botão vermelho (das compras) InteractividadeVai realizar-se entre 4 e 6 de Julho o Radio Festival 2005, em Edimburgo. 13/06/2005 18:33 Enlace permanente. Tema: 3.0.1 Tendências do segundo choque No hay comentarios. Comentar. 14/06/2005"Uma oportunidade para se recriar e reinventar"Este texto do blogue Jornalismo PortoRádio abre nova sperspectivas sobre a rádio na internet. E remete-nos para dois textos que se recomendam: um do jornalista brasileiro Fernando Kuhne outro do professor Rosental Calmon Alves (da Universidade do Texas) A parte final do texto de Fernando Kuhn: "(...) algumas conseqüências da inserção do rádio na Internet já podem ser amplamente atestadas, fato indicativo da consistência das transformações e da improbabilidade de que elas retrocedam. Implicações que estão enumeradas a seguir: 1-) a remoção da barreira da distância: qualquer rádio de alcance local pode ser ouvida em qualquer lugar sem ficar à mercê das irregulares condições de propagação ionosférica. 2-) a economia: para uma rádio entrar na Internet o investimento é ínfimo, muito menor do que o necessário para a transmissão à distância nos moldes tradicionais. Uma vez comprovado, o aumento de audiência para além dos limites iniciais pode representar contratos publicitários mais interessantes. 3-) a democratização da informação e do acesso à cultura: potencializam-se as opções de escolha por parte da audiência para "ouvir" determinado país ou cultura. 4-) a horizontalização das relações emissora/ouvinte: este ganha poder com a segmentação e variedade de alternativas, podendo ouvir apenas o tipo de música que preferir, além de se comunicar com as estações de forma muito mais consistente, convidativa e imediata do que através de carta ou telefone. 5-) convergência de mídias: o som da rádio sintonizada na Internet fazendo-se acompanhar de textos e imagens, criando uma nova linguagem, diferente da que estaria chegando ao ouvinte, leitor ou telespectador comum. 6-) o surgimento de rádios virtuais e pessoais: sem a necessidade de licenciar uma emissora para a transmissão on line e investir altas somas em equipamentos, qualquer entidade ou pessoa passa a ter condições de possuir uma emissora virtual. 7-) o impacto sobre as línguas, com a possibilidade de formação de comunidades virtuais: imigrantes afastados de sua origem retomando os vínculos com a cultura e a língua que acabaram deixando para trás por falta de pessoas com quem compartilhá-las. O rádio na Internet efetivamente autoriza o resgate de algumas utopias adormecidas: a do rádio interativo, a do rádio alternativo, do rádio educador e do rádio que abraça o mundo. Logo haverá mais emissoras transmitindo pela rede do que por ondas curtas, redundando em maior disponibilidade e qualidade de som para o ouvinte." O CD vai acabarA revista Visão volta a um dos seus temas preferidos, pelo menos nos últimos tempos: o negócio da música, os downloads e - anunciam - o fim dos CD. Algumas ideias do texto de Pedro Dias de Almeida, "A Industria Titanic?" (págs 137-148): - A Transformadores, uma agência e promotora de espectáculos, vai criar na internet um sítio com a capacidade do iTunes, em que vai colocar catálogos de editoras independentes de todo o mundo; - Alexandre Cortez, da editora: "Com o tempo, as edições digitais vão aumentar cada vez mais. O futuro da indústria está no negócio dos downloads"; - David Ferreira, da EMI: "Durante muitos anos, o futuro vai passar pela coexistência entre os suportes físicos e as vendas de música on line, estas ganhando sempre um papel cada vez maior. O problema é que estas só crescerão significativamente quando acabar a impunidade dos downloads ilegais, o que torna indispensável uma acção determinada das autoridades"; - Valdjiu, dos Blasted Mechanism, fala numa "média de 200 mil downloads semanais dos [seus] temas"; - o CD, na opinão de Inês Pereira, produtora do grupo The Temple: "Com o tempo, o CD tende a tornar-se uma peça de colecção, como são hoje os discos de vinil"; - "O próprio conceito de álbum, ou disco, pode desaparecer, quando o principal veículo de distribuição for o espaço digital, etéreo e sem fronteiras. Nada obrigará os artistas a fazerem 12 canções de uma vez ou a ocuparem os cerca de 80 minutos de um CD"; Uma outra forma de negócioOs downloads fazem-se sobretudo pela compra de música em armazéns virtuais, como o iTunes (a empresa da Apple tem o seu milhão e meio de músicas prontas a serem compradas), mas ainda prevalece uma forma alternativa de negócio, aquilo que é vulgarmente designado por peer to peer (e que não tem tradução em português). Neste serviço, quem vende as músicas apenas estabelece a ligação entre dois pontos (peers), um que tem a música e outro que a quer receber. Obviamente que é por aqui que a piratice prevalece, com empresas como a Kazaa ou a LimeWire a serem alvo de processos judiciais. A Napster já era. Ora acaba de ser lançado um serviço, por um antigo fundador da Napster, que pretende viabilizar o peer to peer mas de uma forma legal (chamam-lhe "end-to-end solution"). Chama-se Snocap e permite ter disponíveis catálogos com milhões de músicas, assim as editoras os digitalizem (sendo que, de acordo com esta notícia da Reuters, três das quatro "majors" da indústria muscal já aderiram (a Universal, a Sony BMG e a EMI; falta apenas a Warner. Algumas independentes, como a TVT ou a Rykodisc, também). Mais oferecerem-se para introduzir moralidade no sistema, com um sistema, baseado em impressão digital, que bloqueia as músicas piratas. Mas não são um serviço comercial, apenas um serviço de licenciamento legal. Mais sobre o WiMaxLembram-se do WiMax? Acabei de ler no Future of Radio que "Nokia and Inatel Collaborate on WiMAX Broadband Wireless Technology". Um excerto: "Nokia and Intel Corporation today announced a cooperation to accelerate the development, adoption and deployment of WiMAX technology, helping to bring new capabilities and data services to mobile users over high-speed broadband networks. The companies will collaborate on several areas in support of mobile WiMAX technology (IEEE 802.16e) including mobile clients, network infrastructure, industry-enabling efforts and market development. For mobile devices and notebook platforms, Intel and Nokia will work closely to identify and deliver the unique power and performance requirements of the technology, and will work on base station strategies to help deploy a WiMAX network infrastructure that will provide adequate and reliable coverage." O MP3 a crescer, a crescer...Primeiro eram apenas as músicas, depois os programas de rádio (podcasting), agora livros. Tudo serve para meter num leitor digital de música... "The New York Public Library announced Monday that it is making 700 books — from classics to current best sellers — available to members in digital audio form for downloading onto PCs, CD players and portable listening devices." Nota: em que é que isto é relevante? Quando mais solicitações houver, menos tempo sobra para a rádio, no sentido tradicional. Rádio via satélite e telemóveisEis aquilo que parece uma boa resposta por parte da rádio (neste caso, via satélite): "Sirius Satellite Radio on Tuesday said it reached a deal to supply music channels to telecommunications company Sprint on a mobile phone to be introduced later this year. Sirius said channels being evaluated by the two companies include new hits, classic rock, hip-hop, country and blues. ." A notícia, aqui. Uma série de televisão para ver no telemóvelSINGAPORE (Reuters) - A Singapore television station will air a romantic drama series on third-generation mobile phone handsets this month in what will be a first for Asia. The 30-episode Chinese drama series, produced by state-owned television firm Mediacorp and media regulator Media Authority of Singapore, will be released in three-minute episodes on 3G mobile phones at the end of June before being aired as a 90-minute television program by the start of 2006. Titled "PS I Luv U," the series -- which features Taiwanese actors such as Roy Chiu -- will also be streamed by regional telecom operators on mobile handsets in other parts of Asia, including China, Hong Kong, Taiwan and Malaysia, Mediacorp said. Mediacorp said it plans to produce at least 10 3G drama series totaling over 200 mini-episodes next year. Across the world, broadcast and cable networks have jumped on to the 3G bandwagon, rushing to churn out content for mobile phones and collaborating with telecom operators to provide entertainment clips that can be aired over the wireless network. Fox Entertainment Group Inc. in May 2005 launched several series of "mobisodes" -- television programs whittled down to one-minute episodes and designed specifically for the mobile medium. In 2001, Japan's NTT DoCoMo Inc. was the first operator in the world to launch its 3G service. But the service was not as successful as was expected because of poor geographical coverage, sluggish feeds and pricey handsets. However, with faster wireless broadband connections telecom operators believe video-streaming could be a "killer application" for 3G, with the potential to pull in billions of dollars in revenue. 16/06/2005Saber reagir?As emissoras locais devem ser mais inovadoras para poderem sobreviver aos novos emissores via satelite, aos CDs, iPods, leitores de música digital segundo a opinião de espertos da indústria (obercom) 17/06/2005determinismo tecnológico"Para Marshall McLuhan (1911-1980), os media são tecnologias que alargam as percepções sensoriais humanas. Ao propor que o meio é a mensagem, argumenta que o significado cultural dos media não reside no seu conteúdo mas no modo como altera a nossa percepção do mundo. O impacto de qualquer tecnologia está na "mudança de escala, momento ou modelo que introduz nos assuntos humanos". O impacto particular das tecnologias dos media está no modo como alteram os "modelos de percepção rapidamente e sem qualquer resistência". http://industrias-culturais.blogspot.com/2005/06/determinismo-tecnolgico-para-marshall.html LDM amigos da rádio?Um estudo, divulgado em Portugal pelo Obercom, da responsabilidade do Bridge Ratings & Research mostra a relação entre o tempo gasto com os leitores digitais de música (LDM) e o consumo tradicional de rádio. O estudo já tem algumas semanas, mas exigiu uma digestão mais cuidada. Algumas conclusões: - analisando um período de três meses, percebe-se um aumento do tempo gasto com a escuta de rádio entre os que têm estes aparelhos há mais tempo; - o facto novidade relativamente aos LDM é clássico: nos primeiros tempos concentra a atenção, depois a moda passa... Ou seja, o uso dos LDM não parece afectar significativamente o tempo gasto com a rádio tradicional! Nota pessoal: nos Estados Unidos, a indústria das pesquisas é de tal maneira banal e concorrencial que os estudos fazem-se com amostras muito reduzidas e metodologias escassas. Este é um estudo que inspira alguma desconfiança. Mas a confirmar-se, há boas notícias para a rádio: os LDM só são exclusivistas no início e não substituem a escuta da rádio tradicional (hertziana). O futuro não vai confirmar estes resultados, acredito. 21/06/2005Podcasting mais fácilUma empresa de programação informática criou um software para facilitar a realização de podcastings e de videocastings. Opera com o windows e vem simplificar algo que ainda implicava alguns conhecimentos informático. (via RadioAbout) "The U.K./Canada based software company Lionhardt Technologies has released Webpod Studiofor Windows, a software application for creating both Podcasts and Videocasts. WebPod Studio is easy enough for beginners yet is comprehensive enough for more experiences users. Besides recording audio and video, WebPod Studio handles creation of RSS feeds, has a built-in ftp upload feature, and final creations can also be quickly burned onto CD or DVD disc. WebPod Studio's graphical interface is simplified with icons that represent the different functions available which makes for an efficient, easy-to-comprehend process. WebPod Studio also includes a "Teleprompter" function which scrolls your text on-screen so you can look directly into a computer-mounted camera if you're creating a videocast or not have to hassle with a piece of paper (and it's noise) if creating a Podcast. WebPod Studio is available for Windows operating systems." Mais aqui. Varias possibilidades de rádio na internet"(...) A rádio na Internet só pode ter emissões digitais, no entanto estes nada têm a ver com os formatos digitais hertzianos (DAB, DRM, HD Radio, etc.). Para emitir na Internet existem vários formatos áudio, sendo que os mais utilizados são o Real Audio, o WMA, o Quick Time, e o mp3. O Real Audio é um formato de áudio da Real networks para streaming**. Para se escutar uma emissão em Real Audio é necessário ter o aplicativo Real Player. Tem uma boa taxa de compactação, mas a qualidade está abaixo do mp3. O WMA - Windows Media Audio - é um formato áudio desenvolvido pela Microsoft para rivalizar com o mp3. Em altas taxas de débito o wma não supera o mp3 em qualidade sonora, mas com menores taxas de débito (menos de 96 Kbps, só voz por ex.) o wma consegue mais compressão com uma diferença de som praticamente imperceptível em relação ao mp3. Uma das vantagens do wma é o de gerar arquivos áudio cerca de 1/3 mais pequenos que o mp3. O Quick Time é o formato áudio da Apple computer. A qualidade do áudio Quick Time é ligeiramente superior ao do mp3, mas para ser escutado necessita do aplicativo quick time player. Finalmente, temos o mp3. Este formato é, sem dúvida, o rei do áudio digital comprimido. O termo mp3 deriva de uma contracção de MPEG audio Layer 3 (Movie Pictures Expert Group nível áudio 3). Inicialmente destinava-se à compressão vídeo digital, mas foi posto de lado quando se verificou que o MPEG-2 (bastante usado na edição áudio das emissoras) servia para mesma coisa. Com esta situação, a patente caiu no domínio público e o mp3 tornou-se praticamente um standard da Internet. Hoje, devido à sua popularidade, quase todos os fabricantes de CDs e DVDs incluem nos seus aparelhos leitura em mp3 (...)" in Jorge Guimarães Silva O mistério KazaaAustralian Industry Points to True Kazaa Owner (fonte) June 1, 2005 Just who controls Kazaa-owner Sharman Networks? The company is a shadowy one, with off-shore ownership and secretive practices the norm. That has prompted the Australian recording industry to heavily monitor the company, including intense surveillance of the residence of Sharman CEO Nikki Hemming. The surveillance has been conducted by Music Industry Piracy Investigations (MIPI), the enforcement arm of the Australian Recording Industry Association (ARIA). Now, MIPI representative Michael Speck has pegged Hemming herself as the true controller of the various Sharman properties, with Altnet CEO Kevin Bermeister believed to control the actual Kazaa application. That information came out as part of an ongoing legal battle between Australian major labels and the massive P2P application, with deliberations resuming June 8th. The surveillance has not been limited to just Hemming, with other locations also falling under the MIPI eye. That is part of a continued effort to clearly define the enemy, and determine just what level of control Sharman has over the FastTrack file-sharing network. While Hemming and others have continuously maintained that they have no control over the network, major labels have asserted otherwise. Now, Hemming may have to take the stand, with the CEO potentially shedding light on a mysterious and complicated ownership structure. A música digital nos EUA não é só o iTunes"If you're finally getting into digital tunes with a portable player and songs downloaded from an online music store, your path seems clear, right? You'll go buy one of Apple Computer's popular iPods and then hit its market-leading iTunes Music Store - correct? Think again. At least, several pretenders to Apple's digital-music throne want you to reconsider." Um texto muito interessante (via Obercom), aqui. Rádio e música compatíveis na BLMuito interessante este estudo, divulgado pelo Obercom: "Um estudo da Management Network Group revela que os jovens procuram emissões radiofónicas e downloads de música nos serviços móveis de banda larga." O que é que diz o estudo: de um a cinco pontos, os jovens que responderam podiam classificar cinco opções (rádio comercial, downloads, tv no telemóvel, videoclips e jogos 3D) e a rádio recebeu a maior percentagem de respostas (22% extremamente interessados, 17% muito interessados e 16% de alguma forma interessados). Segue-se a musica descarregada com 19%, 15% e 16% respectivamente. mas o estudomerece uma atenção maior. 23/06/2005A música na rádio tradicional ameaçada"O consumidor actualmente pode consumir música através de leitores portáteis, através do computador, do telemóvel. Perante esta realidade, a rádio tem que se adaptar aos novos hábitos de consumo e à nova cultura musical ou perderá cada vez mais audiência" (obercom) O estudo aqui. Um excerto: "(...)the synergy between digital music formats, portable digital music players, personal computers and the Internet has created better and more alluring alternatives to traditional radio, forcing music radio to either adapt or die." O podcasting é bom para a rádio?"Há um ano atrás o podcasting pertencia à dimensão da imaginação. Actualmente a indústria da rádio começa a descobrir as vantagens e os benefícios financeiros que o podcasting pode representar para a indústria" (obercom) Mais aqui. 26/06/2005Podcasts em destaque na próxima Mega IdeiaA Mega Ideiadeste mês anuncia, para o próximo (edição a 28 de Julho) um dossier sobre o podcasting (prometendo, entre outras coisas, oferecer alguns podcasts, incluindo música e comédia). 26/06/2005 21:25 Enlace permanente. Tema: 5.4.1.1 podcasting em portugal No hay comentarios. Comentar. Receber downloads atraves do telemóvelUm dos temas centrais da Mega Ideiadeste mês é a combinção entre telemóveis e música. O fenómeno não é novo, mas é revelada uma novidade (que terá sido avançada numa recente feira em Cannes): a possibilidade de receber downloads de música (como os leitores digitais) "mas com a vantagem de que não será um aparelho «inerte» mas antes um que poderá receber downloads de música através da rede móvel, algo que com os leitores actuais não é possível". Nota: devo dizer que não atingi plenamente o significado da frase (por incapacidade de a descodificar ou por má explicação de quem escreveu), mas aguardo para ver. No mesmo artigo: a Sony Ericsson e a Samsung devem apresentar em breve telemóveis com boa oferta de música. E A Motorola vai incorporar o software iTunes. TerminalNo mundo dos telemóveis, terminal é o mesmo que telefone, aparelho. Aquele que todos nós temos... O primeiro telemóvel para ver televisãoChama-se LT-1000 e é da coreana LG - permite ver os canais hertzianos. Informação oficial: "LG Electronics developed world's first terrestrial digital multimedia broadcast- receiving phone (model: LG-LT1000) and unveiled it last November. This model, equipped with the company's own-developed System on Chip (SoC), enables the reception of terrestrial multimedia broadcasts and mobile communications simultaneously." A imagem aqui. 27/06/2005Mais televisão no telemóvelTranscrevo o texto de Rogério Santos (porque o permalink abrange outros textos e não apenas este) "Segundo Andrew Murray-Watson, do Sunday Telegraph de hoje, a televisão no telefone móvel será uma realidade em breve. Comenta ele, se cada britânico consome à volta de 18 horas semanais em televisão, por que não introduzir uma televisão móvel? Todos os principais operadores de celulares estão a ultimar as suas ofertas. Esta semana coube a vez à Virgin Mobile, em parceria com a British Telecom, apresentar um serviço que permite aos seus clientes terem um telemóvel com televisão. As experiências ainda decorrem com um pequeno número de clientes em torno da autoestrada M25. O serviço comercial será lançado em 2006 se a prova piloto tiver sucesso. Há, neste momento, oferta de três canais - Sky News, Sky Sports News e uma estação de música, a Blaze. O Sunday Telegraph experimentou a tecnologia e concluiu que ela funciona. Trata-se do DAB. Dia sim dia não ou mês sim mês não, escreve-se que o DAB não serve, que está ultrapassado. No Natal passado, foi o sucesso de vendas de receptores de rádio em DAB; agora, a promessa de televisão no telemóvel através de DAB. Entretanto, a concorrência experimenta outras tecnologias. A Orange usará a rede 3G (terceira geração de celulares). Contudo, a resolução de imagem não é tão boa como a do DAB, embora seja pioneira, pois já oferece comercialmente o serviço a £10 mensais (grosso modo: €15 mensais), que inclui o Big Brother e um canal de corridas de cavalos, aos escassos clientes que aderiram. Uma terceira tecnologia espreita e dá pelo nome de DVB-H (digital video broadcast-handheld), em desenvolvimento pela O2 em Oxford. Um analista terá dito que o DVB-H será o VHS do Betamax do DAB (traduzido por miudos: o Betamax era um sistema de gravação vídeo de melhor qualidade que o VHS, mas este acabou por triunfar graças ao marketing das empresas que o comercializaram; o mesmo poderá acontecer com o DAB, ultrapassado pelo DVB-H). Aguardam-se desenvolvimentos tecnológicos. Duas coisas são, porém, certas: 1) o DAB não é para desprezar; 2) a televisão não vai morrer por causa da internet, pois canais temáticos e a pagamento estão a encontrar outras formas de distribuição." Mais sobre o futuro da rádioCorey Deitz: "It’s tough times for AM and FM radio. Both are under increased pressure by competition that didn’t exist just 10 years ago: Satellite Radio, Webcasting, Podcasting, iPods and mp3 players, audio content on cell phones, and more. 28/06/2005Chama-se roadcastinge permitirá - se tudo correr bem - sintonizar, no nosso carro, a música do carro da frente! Estúpido? Invasor da privacidade? É cedo para dizer. Mas também é uma forma de valorizar a rádio, permitindo mais oferta. Apoio aqui e aqui. (via Future of Radio) 28/06/2005 17:12 Enlace permanente. Tema: 5.5Outras respostas passivas No hay comentarios. Comentar. Música e carro, um casamento eterno?Neste endereço encontrei um gráfico interessante: mostra o aparelho preferido pelos norte-americanos para ouvirem música. 56% ouvem na aparelhagem do carro (sendo que tanto podem ouvir rádio como gravações). E só 27% indicam a aparelhagem caseira. A rádio está a perder investimento nos EUA"Despite inventory reductions and the promise of digital radio, the radio business will still lose share to local cable and outdoor over the next five years, according to PricewaterhouseCoopers' Global Entertainment and Media Outlook, released Wednesday. (...) According to PwC’s report, radio’s share of radio/localcable/out-of-home advertising fell to 63.3 percent last year from 68.4 percent in 2000. The medium has also drawn significantly less political advertising over the years. As a result, by 2009, radio’s share of advertising will drop to 58.4 percent. O texto todo. O podcasting está morto!É sempre assim: mal aparece uma nova tecnologia, alguém decreta o seu funeral. Com os podcasts acaba de acontecer isso mesmo. O velório é assegurado por David Coursey, para quem ""People experiment because content creation can be fun, sort of like finger-painting was back in preschool, but people also run out of creative energy, and the maintenance of a site, blog or Podcast becomes a chore," adds Coursey. "And the content gets boring, and the audience goes away (...). Podcasting will never catch on with the masses," writes Coursey. "I've been in the media all my professional life and have spent years trying to understand audience behavior. I can't always tell what the masses will like, but I am pretty good at calling losers. And as a mass medium, Podcasting will be one of them." (via Podcasting News)" Actualizo: O que é curioso é que, enquanto alguém decreta a sua morte, outros estão a descobri-lo. É o caso deste texto no El Periódico, da Catalunha. Ou uns estão a falar cedo de mais ou outros estão ultrapassados... 29/06/2005Proteste - os sites consultadosForam estes a revista diz que são seis lojas de música na internet disponíveis em Portugal): http://www.allofmp3.com http://www.mp3search.ru http://www.apple.com/itunes http://musica.sapo.pt http://www.wippit.com http://www.weblisten.com Proteste - Sapo mal classificadoO trabalho da Proteste avalia negativamente o portal Sapo, o único verdadeiramente português: mais caro, menos músicas e mais difícil de utilizar. "Mas tem a vantagem de a compatibilidade com os leitores do MP3 ser mais abrangente de o português ser o idioma reinante". Do Sapo diz-se ainda: a música nacional é escassae, nos títulos internacionais, a oferta não cobre metade dos nomes pesquisados. Proteste classifica música na internetA revista Proteste(DECO) esteve a analisar seis lojas de música virtual (embora uma delas tenha sido encerrada entretanto, por problemas legais, a weblisten.com) e chegou à conclusão que são "sítios lentos e pouco práticos". No texto pode ler-se: "lojas lentas, restritivas, difíceis de utilizar e com um catálogo pobre é o triste panorama de alguns sítios que vendem música". Mas fica provado que os preços, comparativamente com o formato clássico do CD, são bem mais baratos, com poupanças (em sitios "piratas") de 80 por cento ou de 30 por cento no iTunes. A questão legal dos direitos também é desenvolvida. (obrigado Jorge) 30/06/2005O DAB em ponto da situaçãoAustrália, Alemanha, França, Dinamarca quere, ou não o DAB? Hesitações conferidas neste texto de Jorge Guimarães Silva. Mais um contributo30/06/2005 17:20 Enlace permanente. Tema: 5.4.1.1 podcasting em portugal No hay comentarios. Comentar. |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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