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Se muestran los artículos pertenecientes a Agosto de 2005. Isto impressionou-me...O facto de a televisão se tornar mais ágil, mais próximas, com maior e melhor capacidade de resposta, por exemplo usando o computador, retira à rádio espaço de manobra para poder continuar a ser acumuladora; por outras palavras, se o tempo que tenho para estar no computador é dedicado a ver televisão, não ouço de certeza rádio. (via Obercom) "O primeiro serviço VOD de televisão em Itália O RAI Click, o primeiro serviço VOD de televisão em Itália, é o único canal que pode ser acedido através da Internet. O seu sucesso deve-se à inovadora plataforma FastWeb e à organização dos arquivos de conteúdos. O RAI Click foi o primeiro serviço VOD (Vídeo-on-Demand) de televisão em Itália. Foi lançado em 2000 por uma parceria entre o radiodifusor público RAI (60%) e a FastWeb (40%), o primeiro operador de telecomunicações Triple Play. Até agora, o RAI Click é o único canal italiano que pode ser acedido através da Internet; é o único canal de televisão da RAI com uma licença de subscrição e uma base de clientes directa, e é o primeiro canal de televisão italiano a desenvolver formatos editoriais e comerciais que exploram as capacidades interactivas da banda larga. De acordo com a EBU, o objectivo do RAI Click era construir um canal que oferecesse informação e entretenimento em formato VOD, distribuídos tanto através de plataforma FTTH (Fibre to the Home) como através de Internet de banda larga. Hoje em dia, o RAI Click é um dos quatro novos ramos de media da RAI, juntamente com a RAI Sat (satélite), RAI Digit (Televisão Digital Terrestre) e RAI Net (Internet). A qualidade do material nos arquivos da RAI e a inovadora plataforma FastWeb permitem aos subscritores do RAI Click escolher o que querem ver, quando quiserem, libertos dos constrangimentos das grelhas de programação. Por outras palavras, cada utilizador do RAI Click tem o seu serviço de televisão pessoal. O RAI Click foi o primeiro canal Pay TV da RAI. A cadeia de valor de radiodifusão do RAI Click tem o seguinte modelo organizacional: - Criação de conteúdos: O conteúdo provém dos canais da RAI , com programas dos seus arquivos e grelhas de programação actuais; - Empacotamento e grelhas de programação: O RAI Click é responsável pelo desenvolvimento de conteúdos e pela organização dos mesmos em formato interactivo, com contribuições editoriais da RAI Net; pela gestão do sistema de aquisições, que providencia armazenamento automático e gestão de conteúdos de vídeo; pela gestão do sistema de conteúdos, que publica conteúdos de vídeo nas várias plataformas; e pela gestão da oferta comercial (preços, promoções, comunicação e gestão da relação de conteúdos). - Distribuição: O RAI Click é distribuído pela FastWeb, que providencia as plataformas e arquitectura. O RAI Click oferece 3,500 programas de televisão em Vídeo-on-Demand e 1,500 programas na Internet. Para além disso, o VOD não é só um novo tipo de veículo de fornecimento de conteúdos, é uma nova forma de ver televisão. Para além disso, não é apenas um serviço de vídeo que as pessoas vêem nos tempos livres, introduz toda uma nova abordagem à televisão. O desafio para as equipas editoriais, neste momento, é combinar a modalidade da radiodifusão televisiva tradicional com a modalidade que é típica da Internet e tecnologias da informação. Para mais informações consulte o artigo “RAI Click - «I want my own TV»” publicado na Technical Review de Julho de 2005 da EBU. Na Índia a rádio é a preferida"O sector rádio na Índia A rádio como meio de comunicação de massas é ideal para a Índia, pela sua eficácia na cobertura e nos custos, segundo o relatório Indian Entertainment Industry. Focus 2010: Dreams to Reality, produzido pela KPMG para a Confederation of Indian Industry. A indústria é dominada pela emissora estatal, All India Radio (AIR), que cobre 91% do território e atinge 99% da população, através de uma vasta rede de centros de emissão. Além da AIR, existem 21 emissoras privadas que emitem em FM nas 12 maiores cidades. A publicidade é a base fundamental da indústria radiofónica indiana, sendo que o sector actualmente gera 2,2 mil milhões de rupias e cresce 20% ao ano. No entanto, o sector vê-se confrontado com os altos impostos, sendo que algumas emissoras se vêem obrigadas a fechar por não conseguirem comportar a situação. Um caso revelador dessas dificuldades é o sector privado na cidade de Mumbai onde, na totalidade, as emissoras têm receitas de 250-300 milhões de rupias, mas custos operacionais de 550 a 600 milhões de rupias. O sector rádio indiano revela um potencial de crescimento considerável, principalmente no sector privado, mas, segundo os analistas da KPMG, para se concretizar seria necessário que as actuais 21 emissoras em 12 cidades crescessem para 300 emissoras em 100 cidades. Tal crescimento deveria reflectir-se no investimento, passando dos actuais 40 milhões para 11 mil milhões de rupias. A entidade reguladora da Rádio na Índia (TRAI) propôs a transição do actual sistema de taxas para um sistema proporcional às receitas de cada emissora, para travar as perdas do sector. Além desta racionalização das taxas, o governo deve promover e facilitar o crescimento das emissoras privadas que emitem em FM: Diminuindo os entraves ao investimento estrangeiro; Promovendo a diversidade de conteúdos e o aparecimento de emissoras focalizadas para nichos; Permitindo que uma empresa possua diversas emissoras na mesma cidade; Promovendo a criação de emissoras locais, com programação local. Contudo, a nível de consumo, o sector rádio na Índia, está a renascer porque os jovens preferem a rádio à televisão uma vez que aquele meio adapta-se melhor ao seu estilo de vida, podendo ouvir música e notícias enquanto se deslocam ou usar os telemóveis como receptores." (via Obercom) 01/08/2005 14:42 Enlace permanente. 5.9 A rádio continua a ser popular/optimismo No hay comentarios. Comentar. Potencial de crescimentoA dúvida, nesta altura, é se o mercado de música digital se vai conseguir afirmar a ponto de conseguir desmaterizalizar a indústria discográfica. Se isso acontecer, se daqui a 10 anos os downloads tiverem substituido os CD, então isso vai ter fortes implicações ao nível dos consumos/indústria de rádio. E os sinais mais recentes dão um sinal de crescimento para a música digital: Obercom: "Segundo um estudo da IDC, o segmento de mercado wireless de downloads de música gerará receitas de 1,2 mil milhões de dólares e contará com 50 milhões de subscritores em 2009." A explosão da música digital depende dos sites ilegais"Um estudo realizado pela Qpass a 100 sites de conteúdos de música nos Estados Unidos da América e na Europa revela que um terço dos sites são pouco seguros, permitindo que os utilizadores façam gratuitamente downloads de música não autorizada como se fossem toques de telemóveis " (Obercom). Por que é que isto é importante para o âmbito deste trabalho? A rádio, pelo menos em Portugal, está muito dependente da indústria discográfica e da música em geral. Os ouvintes, pelo seu lado, dependem da rádio para conhecer a música de que gostam. Mas e se os ouvintes tiverem alternativas, se já não precisarem da rádio para ouvir música, ainda por cima com ganhos? É aqui que entra a música digital. Ou seja, quanto mais a música digital crescer mais a rádio está a ameaçada (pelo menos, tal como a conhecemos por cá). E o crescimento depende - goste-se ou não - da existência de sites piratas... Que música está a darCorey Deitz fez uma listade 10 coisas que provavelmente não sabemos sobre a rádio. Aqui. Uma é a facilidade/possibilidade de saber que música está a passar neste momento (para combater os leitores digitais de música); só não percebi se a funcionalidade se aplica apenas à internet: "U.S. radio is now interactive. With YES, listeners of more than 1,000 top U.S. radio stations, from New York’s top urban stations to Los Angeles’ best Top 40 stations, can now identify, interact with and purchase the music playing on the radio." Outra: "um telemóvel é um rádio (sofisticado)" Outra ainda: é possível ouvir rádio na internet. Quer-se dizer, não é, mas pode vir a ser... A internet como solução para a rádioCorey Deitz: "KVH Industries in Middletown, Rhode Island, wants to put Internet Radio in your car. KVH already has a system that provides TV and Internet to RVs and boats. The company feels its TracVision A5antenna could be adapted and developed into a feasible receptor for standard road vehicles to receive streaming audio. In addition, Motorola is working on a project called iRadio. iRadio will mobilize hundreds of commercial-free Internet radio channels and incorporate a user's personal music collection to provide a listening experience for home, in the car, or on the go." Um texto MUITO interessanteEncontrei na internet este textoda espanhola Elsa Moreno Moreno, doutorada em Navarra (1998)com uma tese sobre a música na rádio. Um resumo da tese dela está aqui (tentarei ler, um dia, uma vez que não está editada). O texto em questão (apresentado, por aquilo que percebi, numas jornadas cientificas em 2000) suscita uma série de questões directamente relacionadas com as preocupações que aqui tenho vindo a desenvolver e que continuarão a crescer. Elsa centra a sua abordagem nos desafios que a tecnologia da rádio está a provocar à própria rádio. Eu tentarei, para o âmbito do meu trabalho, juntar uma questão exógena: a rádio está a ser pressionada não apenas por si própria mas também por elementos exteriores, como a música digital. A esse propósito, este texto de Elsa também aborda a questão da música na rádio. Vou fazer uma digestão da coisa e voltarei ao assunto. 10 milhões de downloads legais este ano na GBA propósito destes dois textosrecentes, um dado muito relevante: mais de dez milhões de musicas foram vendidas legalmente na GB só este ano. 10 milhões! Não admira que o presidente da industria fonográfica britânica esteja eufórico: "The BPI have announced that more than 10 million downloads have been sold this year. In a sign that music fans in the UK are embracing legal download services, the figure is almost twice that of the whole of last year, when 5.7 million were sold in 12 months. BPI Chairman Peter Jamieson said: “The record industry has enthusiastically embraced the new legal download services since their emergence in the mainstream little more than a year ago and now we’re beginning to reap the rewards. The battle against illegal filesharing will continue, but we are delighted to have hit this milestone so soon"." (via NME)" e, nos Estados Unidos, os downloads pagos triplicaram no primeiro semestre deste ano. A informação é da Nielson SoundScan (via Obercom) "Programación radiofónica..." de Martínez Costa e Elsa MorenoMaría del Pilar MARTÍNEZ COSTA y Elsa MORENO MORENO (editoras) Programación radiofónica. Arte y técnica del diálogo entre la radio y su audiencia. Ariel, Barcelona, 2004, 383 pp. Sobre o livro escreveu Arturo Merayo(excerto): "Las obras sobre programación radiofónica publicadas en España son aún escasas y pocas más se pueden enumerar si añadimos las editadas en Iberoamérica. Por eso, la aparición del libro Programación radiofónica es una buena noticia para los interesados en la radio en general y, particularmente, en el concepto, naturaleza, tipología, estrategias y peculiaridades de la programación radiofónica.(...) Luis Miguel Pedrero es el encargado de analizar la radio temática y su relación con targets específicos: cómo éstos se identifican y evalúan y cómo han de orientarse los contenidos y las parrillas. En la tipología de las radios temáticas (musical, económica, deportiva, cultural, religiosa y étnica) describe las peculiaridades de catorce emisoras. Son sólo algunos de los ejemplos más sobresalientes aunque, claro está, no los únicos. Pero sirven como excelentes ilustraciones de lo que en España es hoy la radio temática. La radio de formato cerrado es analizada por Elsa Moreno: los contenidos de la radio-fórmula, la configuración de su identidad sonora y los tipos de formato (con más atención al musical que al Todo Noticias) son los aspectos fundamentales a los que atiende un capítulo plagado de ejemplos próximos." Para digerir muito lentamente"Reinventar la radio" (na Universidade de Navarra)" 9% dos britânicos compraram receptores de DABnos últimos seis meses e 16% esperam comprar um novo receptor no próximo ano (Obercom). O estudo está aqui: Excerto: "More people have taken up digital radio in the past six months than when DAB sets first came on the market three years ago, with a further 16% of adults expected to buy sets next year. According to the Dart survey by Ipsos Media, in the past six months 9% of adults have bought a DAB set compared to only 5% six months ago. If the current digital radio take-up continues, 16% are likely to buy a DAB radio in the next year, with nearly two-fifths of existing owners planning to add to their collection.." Is Satellite Radio The New Broadcasting Star?O relatório Satellite Radio Outlook2005 da Kagan (a pagar) prevê que a rádio via satélite atingirá os 46,8 milhões de subscrições e gerará 7,6 mil milhões de dólares em 2014 (Obercom). Excerto: "With the addition of 2.7 mil. new subscribers and high profile content deals, satellite radio turned an important corner in 2004, making it one of the hottest sectors on Wall Street. The satellite radio industry has grown steadily since its September 25, 2001, debut. By year-end 2004, it boasted more than 4.3 mil. satellite radio subscribers, generating total annual revenues of 1 mil. between the only two FCC-licensed satellite radio providers, XM and Sirius. The development and potential growth of these two emerging broadcast powerhouses and their market-driving partnerships are the focus of Satellite Radio Outlook 2005: Analysis and Projections for the Industry. This exclusive Kagan research study offers 10-year projections estimating the industry will accomplish “more than 46 mil. subs, generating nearly .6 bil. in revenue by 2014.” Os méritos do Portable People MeterSegundo um estudo do Radio Advertising Bureau (RAB),difícil de descarregar, a implementação do novo método de medição de audiências, o PPM, pode significar um acréscimo anual nas receitas da indústria radiofónica de 696 milhões de dólares em comparação com o método actual (obercom) Muda a forma como se ouve música"Hear All About It! "From vinyl to CD, from CD to MP3, music listeners are once again changing the way they buy, store, share and listen to music. Few industries have had to adapt so quickly and so frequently to technological change as the music industry has over the past 20 years, but the latest change is perhaps the biggest transformation yet. "Widespread broadband adoption combined with the digitization of music and the emergence of portable digital music players is fundamentally changing the music industry," said Ben Macklin, Senior Analyst at eMarketer and author of eMarketer's new report, Online Music: Downloads, Streaming, Radio, Mobile. "While the Kazaas and the Groksters and eDonkeys of the world will continue to be the underground nemeses of copyright holders, legitimate online music services such as iTunes, Napster, Rhapsody and others are competing with P2P networks, and an increasing percentage of all music sales are being conducted online." Published: July 14, 2005 50 milhões de arquivos de áudio na internet"Yahoo anuncia procura de arquivos de áudio 05/08/2005 13:00 Enlace permanente. 3.0.1 Tendências do segundo choque No hay comentarios. Comentar. Um novo sistema de audiências para 2007Obercom: "a Radio Joint Research Limited(Rajar) está a trabalhar na nova geração de inquéritos para medição de audiências de rádio, prevendo que o novo inquérito esteja pronto aplicar em 2007" Excerto: "The RAJAR Board has approved recommendations for the new contract specification and is to issue an Invitation to Tender within the week. RAJAR expects tenders to be submitted by the end of this year, with the new contract being awarded in the early part of 2006, and due to start in 2007. The new contract specification, developed in conjunction with the RAJAR Specification Working Group, includes a broad brief, which seeks to embrace the changing face of radio and reflect any new possibilities that may arise from the current national audiometer fieldwork test programme. There is also scope for any innovations that may come from the contractors themselves to be included. Tenders are invited for a wide range of methodologies, from full audiometer, or a diary plus audiometer panel to a number of hybrid solutions, and, unlike previous contracts, companies will be able to pitch for the entire contract or specific parts." ACTUAL: os leitores digitais de música sofisticam-seEra previsível: numa altura em que os telemóveis vencem a concorrência por força da convergência tecnológica (ter várias funcionalidades num mesmo aparelho), os leitores digitais de música (LDM) não podiam ficar parados. Já aqui se falou de um iPod com telemóvel, para bater os telemóveis com leitores de Mp3, mas agora a iRiver acaba de lançar um modelo cheio de convergência (transcrevo da informação oficial): "U10, o primeiro duma nova linha de leitores multimédia portáteis. O iRiver U10 é um inovador leitor de multimédia que permite ver filmes, ouvir música, jogar jogos e ver animações Flash, usando uma interface revolucionária chamada "Direct Click". Dotado de um brilhante ecrã TFT de 5,5cm, o U10 pesa apenas 70 gramas, cabe na palma da mão, possui uma autonomia acima do normal e pode ser ligado a uma docking station que multiplica as suas funcionalidades. O U10 faz uso da ligação USB 2.0 do seu PC para transferir dados.Disponível em versões de 512MB e 1GB (1024MB), o iRiver U10 estará disponível em meados de Setembro. A distribuição é garantida pela Datascan Informática, Lda (214447620)." Actualização: não vi o modelo, mas já encontrei referências diversas. Afinal tem rádio incorporadoou não?. Parece que sim... Mas a rádio também converge?O grande drama da rádio é conseguir acompanhar a convergência tecnológica, movimento protagonizado pelos telemóveis, mas não só. No texto seguinte, fala-se de um novo modelo da iRiver que converge uma série de funcionalidades. Umas integradas directamente no menu, outras acessíveis indirectamente (designam o serviço como um «interface revolucionária chamada "Direct Click"»). Entre estas está a rádio FM. Ou seja, este super-ldm integra diversas funcionalidades, mas a rádio não aparece (só ligando um aparelho externo). É dramático se a rádio não aparecer como serviço essencial nos telemóveis, PDA, LDM, etc. Sem a rádio nesses aparelhos, deixa de ser opção. E se deixa de ser opção perde-se o hábito. Como é que rádio conseguirá integrar a convergência? É, parece-me, mais do que uma questão de procura, um problema dos fabricantes/indústria. Fui correr e levei o telemóvel...Antigamente, quando fazia desporto, levava um rádio portátil ou um walkman. Depois deixei-me desses luxos. Recentemente, por razões de saúde, tive de voltar a fazer exercício. Saio de bicicleta ou a correr, mas nos bolsos tenho de levar o telemóvel e as chaves de casa. Já não dá para mais nada. O meu telemóvel não tem rádio FM, razão pela qual deixei de ter companhia no exercício. Eu, contudo, não sou um bom exemplo: ouço rádio por prazer e por obrigação e só estou à espera de trocar de telemóvel por um que tenha rádio e leitor mp3. Mas e outro tipo de ouvintes, menos dedicados? Perderão mesmo o hábito? Uma resposta possível: daqui a meia dúzia de anos, quando o telemóvel se transformar no aparelho mais importante que alguma vez o homem usou (sim, mais do que a televisão), todos ou quase todos os aparelhos terão múltiplas funcionalidades. Música, por exemplo. E eu, se continuar a correr, terei uma solução. Mas também terão rádio? A esta não sei responder! Mais um a prever o fim do podcasting"Billionaire: Podcasters will be forgotten Mark Cuban, the billionaire founder of Broadcast.com and current owner of the Dallas Mavericks, has a message for Podcasters who have dollar signs in their eyes: Read your history books. Sure, Podcasting is the faddiest thing since, well, the iPod itself. Everyone and their golden-voiced brother is jumping onto the Net to provide their own audio take on life, the universe, and the latest episode of American Idol. But we've all seen how this one ends, Cuban says. The above description is precisely what happened in the mid- and late 1990s, when streaming audio technology made everyone a home Webcaster. The radio shows weren't downloadable, but thousands of people became the equivalent of radio and television producers overnight. Lots of money was invested in the space, with little ultimately to show for it. Granted, Cuban himself made his fortune by selling streaming media infrastructure company Broadcast.com to Yahoo, but the programmers themselves have mostly faded from view. "Try to find any of the many that created original content for PSEUDO.com, TSN, EYADA.com, Broadcast.com and others that I have long forgotten," Cuban writes, in a warning to starry-eyed Podcasters. "There is a good chance that their history is your future".»" Telemóvel com som hi-fi..."Available from Sprint [operador norte-americano], the Sanyo MM-5600 has a built-in media player that plays music files stored on a miniSD card. A USB cable is included for transferring files from PCs to the card while inserted in the phone" Música e internetUm casamento que promete... "Yahoo to push Clear Channel concerts Published: July 8, 2005, 8:09 AM PDT By Dinesh C. Sharma Special to CNET News.com Clear Channel Music Group will use Yahoo to promote its summer concert series, the entertainment company said Friday. Under the agreement, Yahoo Music will promote 150 of Clear Channel's concerts, and information about the music events will be made available throughout the Yahoo network. In addition, information on ticket availability for concerts will be sent to Yahoo users. Alerts will be tailored based on geographic and demographic data, Clear Channel said. Previous Next Among the artists and groups that are part of the program include Coldplay, the Dave Matthews Band, Eminem, 50 Cent, James Taylor, John Mellencamp, John Fogerty, Ozzfest and Avril Lavigne, among others. Clear Channel also said that in a recent survey, 70 percent of respondents reported that they get information about concerts online. "The Internet has become a primary information source for concert fans, and that prompted us to shake up traditional concert marketing," Michael Rapino, CEO of Clear Channel Music Group, said in a statement. 19/08/2005 12:29 Enlace permanente. 3.0.0 A música e a indústria discográfica No hay comentarios. Comentar. A música digital na Europa(via Reuters) EU seeks pan-European license for online music use BRUSSELS (Reuters) - The European Commission will push for measures to establish a pan-European copyright license for online music use by October to allow EU industry to compete better with the United States, it said on Thursday. Right now there are 25 different licensing bodies in the 25-nation European Union and anyone who wants to open an online store for music faces the trouble and expense of approaching the royalty collector in each member state. "The absence of pan-European copyright licenses makes it difficult for new European-based online services to take off," Internal Market and Services Commissioner Charlie McCreevy said in a statement. "This is why we are proposing the creation of Europe-wide copyrights clearance." Tilman Lueder, head of the copyright unit at the Commission's internal market services, said the EU executive was now consulting interested parties about the initiative, which could result in legislation or a set of recommendations. "We hope that something can be adopted in October," he told a news briefing. Lueder said the direct cost of negotiating a single license is currently 9,500 euros in Europe. U.S. online music revenue in 2004 came in at 207 million euros (9 million) compared to 27.2 million euros in Europe, he said. Forecasts for 2005 put the U.S. figure at nearly 500 million euros compared to Europe's 106.4 million. "The gap is very wide. We need to do something about this," he said. "We don't make any money from the Internet in Europe." 19/08/2005 12:46 Enlace permanente. 3.0.0 A música e a indústria discográfica No hay comentarios. Comentar. Um Motorola com o iTunes???Cingular considering iTunes phone Reuters Published on ZDNet News: June 26, 2005, 11:05 AM PT Cingular Wireless, the No. 1 U.S. mobile service, is considering selling a Motorola cell phone that can play music using Apple Computer's iTunes music service, sources familiar with the matter said Friday. "Motorola and Apple have been talking to Cingular about it using the iTunes phone," according to one of the sources, who asked not to be named. RBC Capital analyst Mark Sue said in a recent research note that Apple and Cingular were working out final details on revenue sharing. Cingular spokeswoman Jennifer Bowcock and Apple representative Natalie Kerris declined comment. Apple and Motorola said last summer they were working on bringing the popular iTunes service to mobile phones but Motorola has delayed unveiling its iTunes device so far amid analyst speculation about a lack of interest from operators. Music and wireless companies are betting that mobile phones equipped with digital music players will be a key source of growth in the next few years. Music providers see phones as a new distribution channel and phone makers believe that music player features will boost cell phone sales. But network operators have questioned whether such devices, which could require steep subsidies, will boost their revenue as consumers could transfer songs to their phone via their computer rather than the network, according to analysts. Cingular, the wireless venture of SBC Communications and BellSouth, however, could be one of the first wireless carriers to sell an iTunes phone. Motorola spokeswoman Jennifer Weyrauch said the company is on schedule to ship an iTunes phone in the third quarter but would not disclose which operators would sell the phone. Motorola said in March that it delayed showing its iTunes phone at trade shows earlier this year due to Apple and Motorola's differing approaches to product launches rather than any lack of interest from carriers. Several analysts have suggested that Cingular would be a logical partner for the iTunes phone as it was the first operator to sell Motorola's flagship RAZR cell phone, which has helped boost sales at both companies. A rádio via satélite no telemóvel?NEW YORK - Sony Electronics, a unit of Sony Corp. said on Thursday that it has talked with XM Satellite Radio Holdings Inc. and Sirius Satellite Radio Inc. about music devices, though no satellite radio deals are in place. “We have been in talks with them for more than a year,” Stan Glasgow, president of Sony Electronics’ U.S. consumer sales, said at a press briefing. “Anything is possible.” The company also said it hopes to beef up its Connect online music service by adding features such as video, as it fights to compete with Apple Computer’s dominate iPod player and iTunes music service. Mais música nos telemóveisEricsson And Napster Team Up For Mobile Music Service Mike Slocombe After a long cuddle on the sofa, Napster and Ericsson have announced a global partnership to offer a fully integrated new digital music service aimed at mobile phone customers around the world. The service - yet to be given a snappy name - will combine elements of Napster's popular PC offering and Ericsson's personalised music service and serve up iTunes-like song downloads with a monthly subscription plan. Scheduled to go live in Europe over the next 12 months, the service "accommodates mobile operator participation in all revenue streams" and will initially be offered to operators in selected markets in Europe, Asia, Latin America and North America. "Ericsson's world-leading wireless and telecommunications solutions experience, along with their exceptional client base, make them the ideal partner to deepen Napster's presence in the global mobile arena", entoned Chris Gorog, Napster's chairman and CEO. "Ericsson and Napster are uniquely suited to offer mobile operators a simple, cohesive and personalised digital music experience for their consumers", he added. The new joint service will let users coordinate wireless and PC downloading of digital music (in both subscription and a la carte models) with songs downloaded via the phone playable on the user's home PC. The service works on most suitably equipped handset models and networks, with next-generation phones being able to support the digital rights management stuff. The service is designed to deliver a "complete digital music solution under one brand", with users benefiting from a consistent user interface and integrated billing from their mobile operator. The two companies hope that their service will allow mobile operators to get their grubby mitts on the "growth opportunities for personalised digital entertainment on the mobile phone and PC" and will, no doubt, include the usual slew of lucrative, downloadable offerings like ringtones, master tones, images, wallpaper and video content. With doe-like eyes, Ericsson CEO Carl-Henric Svanberg praised Napster as "the strongest digital music brand in the world", adding: "With Napster we are uniquely positioned to deliver the easy to use, complete suite of music offerings our customers are asking for." It's anticipated that the announcement could stir things up in the accelerating mobile music sector, driven ever-onwards and upwards by the growth of high-speed networks in Europe and Asia. More and more mobile operators are already cutting themselves a slice of the mobile digital music services pie, with the largest Korean mobile phone operator recently purchasing a controlling stake in the country's biggest record label. Napster's no stranger to the world of mobile music either, offering limited access to its service through selected US phone networks and operating a ringtone download store. If the joint venture manages to persuade mobile phone operators that customers are going to lurve the integration between handsets and online services, the two companies could be on to a winner. 19/08/2005 13:12 Enlace permanente. 3.0.0 A música e a indústria discográfica No hay comentarios. Comentar. Gravar a emissão on lineAté agora era um problema, quase irresolúvel: o "streaming" não permite a gravação por exemplo das emissões radiofónicas feitas na internet. Mas a dor de cabeça está prestes a terminar, se este software for aquilo que promete (por trinta USD): "MAGIX has announced MAGIX Webradio Recorder, which lets consumers record multiple radio shows and music, automatically name tracks, and burn them onto CD or DVD. The software also allows you listen to earlier parts of the same radio show that you are in the process of recording. MAGIX Webradio Recorder offers an international selection of 2,000 preset radio channels and the ability to instantly add any Internet radio station in the world. MAGIX Webradio Recorder includes an active background recording cache which makes sure that each song is recorded from start to finish, even if the record button is pressed in the middle of the song. The editing interface lets you correct and optimize your recordings. It fixes chopped-off beginnings and ends, removes interspersed radio commentary and any crackling noises. Recordings can be converted into all popular formats (OGG, MP3, WAV, and more), saved to mobile devices, or burned straight onto CD or DVD. MAGIX Webradio Recorder is scheduled to be available in retail stores September 15, 2005 and online starting August 18th at www.magix.com. MAGIX Webradio Recorder is priced at .99." Corey Deitz A televisão, os telemóveis e a rádioAlgum dia a televisão será uma alternativa válida nos telemóveis? Ou, dito por outras palavras, a televisão algum dia será uma alternativa válida à escuta de rádio nos telemóveis? Há desde logo duas questões a ter em conta: uma é que o “algum dia” é longe de mais e qualquer previsão está condenada. Outra é que a imagem obriga a dedicação e dedicação não permite acumulação. Logo, não se poderá falar de concorrência directa. Mas vamos imaginar que no transporte público para a escola, o jovem prefere ver televisão em vez de ouvir rádio. É aqui que o problema se coloca, na perda de público-alvo. Para já a tecnologia ainda é experimental (ou melhor, tecnologias, porque Nokia e Samsung têm projectos concorrentes e diferentes) e muito limitada. Rebeca Liberman, da France Press (num trabalho reproduzido pelo Público de 22/8/05), escreve: “Algumas pessoas queixam-se de que o terminal é demasiado volumoso e pouco elegante, que as cores não são muito naturais, de que as legendas são ilegíveis e de que o ecrã produz o efeito de um verdadeiro espelho ao Sol. Outros apreciaram a nitidez das imagens e a qualidade do som.” Por outro lado, a experiência feita pela Nokia durante os últimos mundiais de atletismo mostra «que "a tecnologia está de facto pronta", apesar de os aparelhos "ainda serem grandes"». Finalmente, «tal como acontece com a música para telemóveis, o mercado visado é o da clientela jovem. Os programas de televisão disponibilizados serão, provavelmente, clips com apenas cerca de dez minutos. "Não penso que seja agradável assistir a um filme completo num ecrã tão pequeno", diz Thomas Grenman, director técnico da [cadeia de televisão] YLE”. (o texto na íntegra e no original aqui) Pode concluir-se que não estamos perante uma ameaça a sério? Para compreender melhor por que é que o iPod ameaça a rádio(do mesmo trabalho de Rita Siza) “Eu sempre tinha ignorado esta coisa dos iPods até o meu namorado me oferecer o Pistachio [muita gente opta por baptizar os iPods…]. De repente tinha um dispositivo que me permitia pôr música em todas as minhas actividades. Não só no trabalho, no trânsito, na sala de casa. Todas as minhas actividades diárias passaram a ter acompanhamento musical: pôr o lixo na rua, fazer ginástica, ir ao supermercado. E o iPod passou a fazer parte da minha indumentária, como se fosse um órgão externo transplantado para o meu corpo”. Michelle, 31 anos, analista numa empresa de telecomunicações. “Para quem gosta de música e não quer ficar limitado ao circuito comercial, ditado pelas estações de rádio, pela MTV e pelas editoras, não restam grandes alternativas à Internet ou à rádio por satélite. Aqui [com o iPod] temos uma mistura de tudo isso. É a melhor maneira de descobrir coisas interessantes e me manter actualizado”, diz Michael Benson (“que já tem mais de 7 mil músicas no seu iPod” e é dono de um bar, em Washington DC, onde se realizam “noites de iPod dejaying”). O planeta iPod e o futuro da música digital(a partir do trabalho “iPod, a banda sonora do quotidiano”, de Rita Siza, na Pública de 14/8/05, págs. 44-51, alguns dados sobre a realidade indesmentível do iPod) - 20 milhões de aparelhos vendidos em quase quatro anos; - 11 milhões de norte-americanos têm iPods (11 por cento da população com mais de 18 anos) ou outro LDM; - 27 por cento de norte-americanos (36 milhões de pessoas) utilizam a Internet para fazer downloads de música. E quase metade (43%) recorre aos serviços online (iTunes, Napster ou outro) para comprar música; - o iTunes já vendeu meio bilião de músicas (a sua sucursal europeia, com um ano, 50 milhões de canções); Existem 17 subdivisões, entre as quais a portuguesa; - já existem “comunidades de viciados” e noites “iPod jukebox” (uma espécie de karaoke só com músicas de iPods); - centenas (milhares?) de páginas na Internet sobre o fenómeno nas suas diversas facetas; - gerou negócios indirectos como i) o «podcasting»; ii) «iPodloaders» (que carregam o aparelho com um conjunto de canções teoricamente adaptadas à personalidade de cada um); iii) empresas que se dedicam a reverter para digital a colecção de CD ou vinis ou pelo menos um conjunto de discos/canções escolhidas (“copiar 150 CD para o iTunes requer cerca de 40 horas”); - já existem vários estudos científicos acerca da cultura iPod (entre os quais os de Michael Bull, da Universidade de Sussex); Eu, este trabalho e a tecnologia (digital)Será este blogue demasiado tecnológico, se partirmos do pressuposto que apenas se dedica a pensar a rádio do futuro? O que é que a tecnologia de que aqui venho falando há diversos meses tem a ver com a rádio? Enfim, para ser o mais concreto possível: o que é que, por exemplo, os iPods ou genericamente todos os LDM têm a ver com o futuro da rádio? Várias coisas: - uma constatação básica – quanto mais música digital se ouvir, menos rádio se ouvirá; - os leitores digitais de música (LDM) s(er)ão compatíveis com os sistemas áudio dos carros, juntando-se à rádio e ao CD. Mas mais do que este, representam uma alternativa válida de escuta em condução, que a caixa de CD ou, mesmo, a cassete nunca foram (deixando a rádio reinar); - estes aparelhos limitam-se a potenciar um fenómeno recente mas que parece irreversível: a música já é digital e será cada vez mais (a ponto de se acabar por desmaterializar na origem); - a partir do momento em que a rádio deixar de ser o que é agora, a melhor forma da indústria discográfica promover, sobretudo, as novidades, a rádio musical terá de procurar um novo posicionamento. Por isso é que não é de mais falar, neste âmbito, de tecnologia, de música digital e de iPods. No fundo (acho eu…) analiso o fenómeno na origem para compreender melhor as suas consequências. Isto quer dizer alguma coisa?Ou é apenas uma moda? Em quatro ou cinco dias tive conhecimento de três grupos de música que lançam os seus novos temas na internet: - Os Pajorpa (nunca ouvi falar), com "Ao meu jeito"; - Os Lulla Bye apresentam amanhã "Making me better"; - E os Peste & Sida têm um novo single, "Estamos de volta" Apenas três exemplos... Telemóveis com FMEste será um dos temas dominantes deste blogue, daqui para a frente (à medida que se aperta o leque de temas a estudar). Para facilitar remeto para este texto. Se - por aquilo que vou percebendo - a maior parte dos LDM não tem rádio incorporado, há alguns modelos que são excepção. O Supratech Jazz Vision 512é um deles. Inclui um sintonizador de rádio com 40 estações de pré-sintonizadas. A FNAC entra no mercado dos downloadsChama-se Fnacmusice é uma loja de música virtual. Como as outras? Provavelmente sim, embora haja sinais de que o toque Fnac está lá. Ou seja - e é uma das virtualidades da internet aliada às capacidades da música digital - junta a agilidade de vender alguns temas de um novo disco de um grupo a inéditos - que dificilmente poderiam ser editados. É o caso do novo disco dos dEUS. Duas certezas para um filho meu: ser jogador de futebol e músico. Profissões de futuro! Rádio via satélite mais forteAgora é a Sirius que apresenta um novo serviço, importante para fidelizar ouvintes. A notícia da Reuters (Thu Aug 25, 2005 12:31 PM ET): " Sirius introduces portable unit that stores music Sirius Satellite Radio Inc. on Thursday said it will introduce a small portable device for its subscription radio service that can store 50 hours of music, news and programs from Sirius channels, a move to narrow the gap with its larger rival XM Satellite. The new player, roughly the size of a deck of playing cards, is the company's first device to be used outside the confines of cars and trucks. The automotive market accounts for the vast majority of satellite radio usage. XM has had a portable device on the market since last fall. Sirius's player, dubbed the S50, underscores the trend of the converging consumer electronics devices, specifically satellite radio with digital music players. With the success of Apple Computer Inc.'s (AAPL.O: Quote, Profile, Research) iPod digital music player, many consumer electronics makers have been looking for ways to add digital music as a feature on other devices such as cellphones and other handheld devices. One of the key features of the S50, which will be available in October, is the ability to create digital music files from satellite radio broadcasts that can then be transferred to PCs, other players or burned to CDs. But how much the S50, which has a suggested retail price of 0, narrows the gap with XM is subject to debate. S50 cannot independently receive a satellite signal the way that XM's portable MyFi device can. The S50 has to be attached to a docking device that is not portable in order to receive signals. That device costs an additional 0. "One thing that disappoints me is the pricing," said Legg Mason analyst Sean Butson said. "To pay close to 0 for this strikes me as too much." MyFi costs about 0. Sirius' device comes a month after Korea's Samsung Electronics Co. Ltd. said it would sell a digital music player that can receive satellite signals from Sirius' larger rival XM Satellite Radio Holdings Inc. (XMSR.O: Quote, Profile, Research) . XM also has a deal with Napster Inc. to start a service that allows users to buy music they hear on XM stations. mp3Trata-se de um formato digital de compactação de som, lançado em 1987 pela empresa alemã Fraunhofer-Gesellschaft (Instituto Fraunhofer), que consegue reduzir um ficheiro de música de um minuto de 12 MB para cerca de 1 MN, com pouca perda de qualidade. A solução passa por eliminar as frequências mais altas, a partir de 20 Khz, que já não são audíveis para os humanos. É, actualmente, o formato de compressão de som mais usado, nomeadamente pelos LDM, e deve sua popularidade ao facto de ser um software de livre acesso (open source). MP3 é abreviatura de MPEG Audio Layer III. Hipóteses-a rádio ainda serve para alguma coisa? - a rádio poderá ser só voz? A rádio contra a solidão (característica, cada vez mais marcante, da nossa sociedade?)? Recurso a formas mais eficazes e ricas de comunicação, conjugando a construção efectiva de uma oralidade com formas mais capazes de combater o “ruído”? - como seria um fórum sem participação de um moderador (um caos)? Seria possível? Alguém quer participar num assim? - o computador está a matar a rádio ou só a reposicioná-la? Tornará a voz/palavra mais importante, as pessoas? - o que é que vai desaparecer, da rádio actual, e o que é que fica? Fica a edição, o editorial, a decisão, a moderação, o equilíbrio, a gestão dos excessos? - a tecnologia, relativamente à rádio (só à rádio?), está a funcionar como filtro, como depuradora de tudo o que não é determinante; ela faz a limpeza do que não era essencial à rádio (mesmo que no presente isso parecesse); gorduras? - depois da televisão ter tirado a rádio de casa (tirou?), a rádio barricou-se no carro e transformou-se numa espécie de gira-discos (mais ou menos personalizado); o computador vai fazer o quê à rádio: fechá-la ainda mais no carro? Diminuir ouvintes? Há que ter em conta, pelo menos num espaço de 20 anos, a realidade do transporte individual, que obriga a uma atenção de base e impede outra visualização. A rádio manterá uma característica de acumulação e locomoção, mas a tecnologia permitirá substituir a rádio como elemento único (o CD nunca foi verdadeiramente uma alternativa porque implica substituir os discos e limita muito as escolhas); já um leitor digital de música ou um telemóvel permitirão acumular centenas (milhares…) de músicas e ligá-las ao sistema áudio do carro. - as pessoas continuarão (cada vez mais a viajar sozinhas), mas em transportes colectivos, necessitando de companhia auditiva (visual também?). E nesses (autocarros, barcos, aviões) a rádio nunca foi opção, pelas suas dificuldades de propagação (que só o satélite poderá eliminar). Continuará a não ser? Os dispositivos pessoais (recusados em aviões), como telemóveis, leitores digitais de música, serão alternativa? Quanto mais eles se impuserem, menos hábitos de escuta de rádio - os profetas da desgraça também prenunciavam o fim da rádio quando a televisão explodiu. E a rádio sobreviveu, por causa do transístor. E agora? Quem vai salvar a rádio da tecnologia? A tecnologia? O regresso à condição essencial do homem, a sua voz? - a rádio por satélite, sem publicidade, perfeita no som e super-segmentada, é o futuro da rádio? O que é que os seus assinantes esperam dela, que não encontrem por exemplo nos downloads de música (quem paga uma, paga outra…)? Por facilidade (os downloads dão trabalho… implicam vontade e acção, enquanto a rádio é só ouvir)? - a rádio só fará o que não tiver sentido noutros meios? O teatro, por exemplo, que é essencialmente visual. Porquê ouvi-lo na rádio se posso vê-lo na televisão? Por outras palavras, a rádio especializa-se no seu core ou compete? Por outro lado, até que ponto a rádio pode limitar-se a apenas fazer aquilo que a tv não faz? O carro não permite ver ecrãs? É curto e redutor! A televisão e o jornal não permitem acumular e circular? Mas a rádio deixou de ser o único meio. Com um telemóvel posso correr e ouvir música; jogar e ouvir música; a rádio tem concorrência na única área que era sua. Ou é mais sensato, evitar comparações, braços-de-ferro, apostando na complementaridade? Mas há produtos que não funcionam bem na televisão – a rádio poderá tirar partido? Um homem, só, no estúdio, a conversar com ouvintes. Parece ser um produto radiofónico. Há outros formatos não-visuais? São os que pressupõem pessoas a falar? Uma leitura de um poema… - a rádio terá vantagens (ou conseguirá continuar a) em tirar partido de alguma arrogância (dominadora) da televisão? Muito formatada, muito presa, refém da imagem, sem margem para outras abordagens? Enquanto a televisão continuar a imitar modelos da rádio (dando-lhes imagem) a rádio terá o seu espaço garantido? - a concorrência da rádio deixou de ser a televisão e passaram a ser os telemóveis? A existência de um meio mais absorvente não significa que não haja espaços para outros (os telemóveis excluem o argumento que a rádio chega onde a televisão não chega; a televisão passa a chegar a todo o lado; só a acumulação a impede) - a rádio tornar-se-á num produto minoritário (público e receitas)? Dirigido a minorias ou elites? Será viável? - o próprio conceito de rádio está em causa: as rádios na Internet, que cada um pode programar, são gira discos personalizados ou rádios? Qual é a essência básica de rádio para que se possa perceber o que fica e o que passa? É rádio se tiver alguém lá dentro, alguém que fale? Os downloads não são rádio; - a música tem lugar na nova rádio? A música, se representar alinhamentos incaracterísticos, se não encontrar diferenças com o computador, se não surpreender, se não for contada/explicada/humanizada, não. A tecnologia faz o mesmo com mais ganhos, eficiência e rigor. GPS e o trânsito… a música explicada (os leitores digitais dizem o nome da musica, o autor e o ano e até podem incluir a letra…, portanto explica-la é mais do que anunciá-la), relacionada? Novos formatos? - a tecnologia também vai tirar à rádio uma das suas características básicas, a imediatez na informação? Um telemóvel pode transmitir imagens e permitir pôr um repórter no ar (numa televisão) ao mesmo tempo que numa rádio… Se há uma crise e o fornecimento de energia é interrompido, as pessoas viravam-se para a rádio (na origem a funcionar com gerador); agora podem ver no telemóvel, enquanto a bateria durar (no caso da rádio, enquanto as pilhas…) - estão em causa uma série de lugares-comuns, de ideias-feitas, que alimentaram a rádio durante décadas? Por exemplo, antes entrávamos numa loja e havia rádio; hoje há a televisão; antes, num escritório, os funcionários ouviam rádio (ou musica pré-gravada em CD); hoje podem ouvir a sua selecção na Internet ou leitores digitais ou musica no computador; antes íamos correr e levávamos o rádio; hoje os leitores digitais de música ou os telemóveis… se eu for ao estádio ver um jogo de futebol e o jogo estiver a ser transmitido na televisão (e no meu telemóvel), eu ouço a rádio ou vejo a televisão? A televisão obriga-me a acumular e isso não é possível. Mas permite ver os lances em repetição ou mais polémicos. A rádio permite a acumulação mas tem mais-valia? (o que o computador puder fazer, fará melhor) A rádio vai ficar à espera do fim, à espera que o fim não chegue tão cedo? Ou vai perceber que só estará condenada se não conseguir encontrar diferenças (potenciando-as) com a televisão e as novas tecnologias? È uma perspectiva pessimista ou apenas inquieta sobre o futuro da rádio? Características do...Ao contrário do que aconteceu com o primeiro choque, a tecnologia que ameaça também pode ajudar. Isso pode ser um bom sinal (1) :permite novos meios de transporte do conteúdo radiofónico (usando LDM, telemóveis, computadores, consolas), se a rádio souber aproveitar a boleia; também cria novas formas de rádio (internet ou satélite). Mas a tecnologia não tem apenas um carácter amigável. Gera novos meios de consumo, concorrenciais, que retiram à rádio o seu papel exclusivo (até agora...): a capacidade de acumular, em movimento - com um telemóvel ou um LDM faço o mesmo que antes, verdadeiramente, só a rádio me dava... (2) Sobre a PSP e a ausência da rádioParece-me que há duas formas de ver a questão: a consola portátil da Sony que esta semana é posta à venda na Europa não inclui um sintonizador de FM porque isso não faz qualquer sentido nem há tradição disso acontecer. É normal, portanto. Mas há outra interpretação para a mesma constatação: um sintonizador FM faria sentido a partir do momento em que a consola é muito mais do que uma estação portátil de jogos, é – como dizem os seus responsáveis e entusiastas – um «conceito de entretenimento» (um “media center»). É que, além dos jogos, inclui ligação à Internet e ao computador e leitores de media em diversos formatos, de imagem e de som (mp3, nomeadamente). Mas não rádio. Ou seja, a consola da Sony permite duas situações de que a rádio fica afastada: ocupar o tempo, com entretenimento (e aqui o risco é de perda de hábito, sobretudo para as gerações mais novas, de ouvir rádio – habituam-se a outra coisa e a rádio deixa de ser uma actividade primária) e a possibilidade de acumular a escuta com outra função: até agora, a rádio era o principal meio secundário, jogava e ouvia rádio, consultava a Internet e ouvia rádio. Agora, se quero acumular, usando a PSP, não o posso fazer. Tenho a alternativa da música em formato digital, guardada na memória da play station. O inimigo é o telemóvel?O adversário da rádio, neste segundo choque, não é a imagem, não são os videoclips, não é a televisão.Haverá sempre situações em que é preciso acumular tarefas e só um meio de sentido único o poderá fazer. O grande adversário da rádio são os novos sistemas que permitem ouvir, acumulando com mobilidade, como acontecia, antes, quase em exclusivo, com a rádio. O telemóvel é o inimigo. Um exemplo: o rádio despertador Não sei de estatísticas, mas imagino que mais de 90 por cento dos portugueses que acordam com despertador têm um rádio sintonizado para eufemizar a dor (os outros 10 por cento acordaram com besouros/campaínhas ou têm música gravada associada). A rádio era, assim, a primeira companhia ao acordar, por mérito próprio mas também por falta de alternativa (e ainda é). Só que os telemóveis ameaçam mudar tudo. Também têm os seus despertadores. Com besouros mas também com música associada (toques). Mas sem rádio: mesmo os terminais que têm rádio instalado não permitem activar, ao despertar, esta função, até pelo problema da monição/amplificação. Em resumo: da próxima vez que o despertador de casa avariar, vale a pena comprar outro? Não será melhor usar o telemóvel? (A resposta pode passar por aqui: se a rádio tiver bons conteúdos, que interessem e prendam a atenção dos ouvintes, pode fazer a diferença face a um telemóvel) (remeto eventuais interessados para este texto e este. As ameaçasEste texto de Corey Deitz é revelador de algumas coisas que também aqui têm sido ditas: "«Pay-for-Play», «Payola», «Bribery», or whatever you want to call it, has had a relationship with Radio practically since Radio had a relationship with listeners. The latest disclosures from Attorney General Spitzer’s office can only reinforce the disenchantment of some radio listeners who feel many radio stations provide little variety, music repetition, and unresponsive attitudes. Is it any wonder the technologies of mp3 players, Podcasting, Satellite Radio, Streaming Internet Radio, radio on cell phones have been embraced so quickly by the public? Music companies will probably always try to influence radio stations to play songs. But, for the first time since Radio first captured the imagination of millions, the masses now have their own “Pay-for-Play” technology: an iPod, CD burners, and downloads. " BBC ofecere arquivos (tv e rádio)Esta notícia ("La cadena pública británica BBC permitirá descargar a través de Internet sus programas de radio y televisión a partir del año próximo, según ha anunciado el director general, Mark Thompson. La BBC se sitúa por delante de otras cadenas públicas europeas sobre todo en Internet, medio por el que apuesta fuerte... Gracias al sistema ’MyBBCplayer’, los telespectadores que tengan ordenador podrán acceder a los programas emitidos en los últimos siete días y descargar los episodios que se hayan perdido de sus series favoritas...) merece algumas notas: "Uma «exigência» por parte do público da rádio "No âmbito das coisas que vou desenvolvendo aqui, enviei um mail ao director da Connect (talvez a melhor revista portuguesa nesta área das telecomunicações e novas tecnologias, mas com um serviço na net muito fraquinho, como se pode ver...): fazem análises aos modelos de telemóveis, mas não referem se estes incorporam, como equipamento extra, receptores de FM. Para além da promessa de corrigir o "erro" proximamente, Luís Mateus enviou-me uma resposta que publico aqui na sua parte essencial: "(...) integração de sintonizadores de rádio FM em alguns dos telemóveis mais recentes surge quase como uma inevitabilidade; uma “exigência” por parte do público da rádio que comunga das novas tecnologias. Não só os chamados "telemóveis multimédia" possuem rádio FM, como também possibilitam escutar as emissões em estereofonia, ou simplesmente por meio de um altifalante interno. Além disso, integram cartões de memória adicionais, nos quais podemos gravar ficheiros de música digital (ex: MP3, AAC, etc.), que são reconhecidos e lidos pelo software do telemóvel. Paralelamente, assistimos actualmente ao lançamento (especialmente nos países nórdicos) de serviços complementares das emissões de rádio. O caso mais interessante será, talvez, o Visual Radio (desenvolvido pela Nokia), que permite acrescentar informações visuais ao conteúdo das emissões radiofónicas. Essas informações (textuais, gráficas, etc.) são descarregadas para o telemóvel a partir da Internet, encontrando-se em perfeita sincronia com o conteúdo das emissões de rádio, facultando explorar a interactividade com os ouvintes/utilizadores." (obrigado Luís) |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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