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Transistor kills the radio star?

Um projecto pioneiro de WiMax em S. João da Madeira

«Uma das principais apostas da Câmara de S. João da Madeira prende-se com a intensificação da rede de acessibilidades especialmente no sentido tecnológico - melhorando o relacionamento entre a autarquia e os cidadãos pela via digital.
Nesse sentido a Câmara Municipal de S. João da Madeira assinou em Maio de 2007 um protocolo com a Broadmedia, com o objectivo de lançar um projecto piloto Wimax no município com pelo menos uma Estação Base, promover as suas funcionalidades às empresas e entidades do Município e desenvolver novas aplicações que utilizem extensivamente a Banda Larga.
Em resultado desse protocolo foi decidido inaugurar a 11 de Outubro, no dia do Município, o projecto-piloto Wimax que dará ao município uma infra-estrutura wireless de Banda Larga de nível elevado de qualidade permitindo ao cidadão acesso à Internet em qualquer local da Cidade.
Este projecto, pioneiro na Europa, colocará São João da Madeira como uma cidade de referência pela cobertura wireless alcançada em resultado da instalação de uma rede de antenas colocadas estrategicamente em edifícios de referência pela sua localização e altitude permitindo uma total mobilidade de acesso à Internet
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Sobre o conceito de interactividade

«Rafaeli (1988) discorreu sobre o conceito de interactividade e a sua relação com a interacção e comunicação humana, no quadro do interaccionismo simbólico. Analisou as dimensões subjacentes ao conceito, como, entre outras, a bidireccionalidade, rápida resposta, largura de banda, controlo, actividade do utilizador em relação ao meio, ou o retorno (Rafaeli, 1988: 115), explicando que a interactividade não se poderá reduzir a cada uma das suas dimensões. O autor concebeu uma definição de interactividade a três níveis, que compreendem a comunicação em dois sentidos, a comunicação reactiva e a comunicação interactiva. O fluxo bilateral de mensagens corresponde à comunicação em dois sentidos, a reacção respeita a um processo em que as mensagens têm relação entre si e, finalmente, a interactividade incorpora o conteúdo, natureza, forma da referência anterior (1988: 119). Para Rafaeli (1988), a interactividade corresponde à sequência entre a relação de resposta e o contexto em que a mesma se processa, de transacções que reflectem estádios anteriores do processo de troca de mensagens. Como expôs o autor, a interactividade não pode confundir-se com o processo de comunicação que a mediação do computador veio introduzir, baseada na bidireccionalidade das trocas, na rapidez e no aumento do fluxo de dados que a banda larga permite. Posteriormente, Rafaeli e Sudweeks (1997) explicaram que a interactividade é um processo de construção da comunicação, no qual as mensagens se relacionam numa sequência, afastando-se de uma concepção meramente tecnológica de interactividade.» (106/107) (citações a partir da tese de Paula Cordeiro)

Castells e as redes

Castells defende que a era da informação organiza-se em redes que constituem a nova morfologia das nossas sociedades e a difusão desta estrutura modificaria substancialmente a operação e o resultado dos processos de produção, experiência, poder e cultura. (a partir de PC/Tese/90) (...) «Muito embora nos pareça que o paradigma desenvolvido por Castells defina as condições modernas de organização da sociedade, Qvortrup (2006), apresentou uma interessante crítica à teoria dos media, propondo um ângulo de abordagem diferente para compreender os novos media e o efeito das redes digitais na comunicação global. O seu pensamento questiona a lógica de sociedade em rede de Castells (2000), considerando a sua organização demasiado simples para descrever a sociedade contemporânea. Concordamos com o autor, no sentido em que nos parece ter havido uma evolução crescente da complexidade dessa ligação e da multiplicação das ligações em rede, muito embora, ao contrário do que Castells preconizou, nem tudo acontece na rede e nem todos os indivíduos estão, ainda, ligados entre si» (95) (...) Entendemos que o conceito [de ciberespaço] deve alargar-se às novas formas de socialibidade que se desenvolvem através da conectividade e ubiquidade das redes, e de que as comunidades virtuais são o melhor exemplo (Rheingold, 1993, 2003; Turkle, 1997). Esta cultura, que se desenvolve num contexto interactivo de natureza virtual foi definida como um sistema no qual a realidade é comunicada de forma simbólica e, no que respeita à interactividade da comunicação humana, entende existir uma relação entre o símbolo e a semântica, em que a realidade se constitui no virtual (Castells, 2000: 404) (PC 104)

O podcast não é rádio?

« (...)mantém-se como uma sistema de comunicação dirigido a uma audiência determinada, garantindo-lhe uma programação variada, relativa à actualidade do quotidiano, independentemente do sistema de distribuição que esteja a ser utilizado. Há contudo, novos desafios para a rádio e a sua definição, pela forma como o podcast se está a traduzir numa nova prática de escuta activa, obrigando a rádio a integrar na sua oferta, conteúdos neste formato e assumindo o podcasting como um elemento que, não sendo efectivamente rádio, evolui no sentido da sua autonomização» (PC, tese, 85/86)

(5.2) A rádio num momento de transição

... e de transição porque se abandonou o paradigma anterior, o da emissão hertziana, pensada de um para muitos, para um momento de coabitação entre várias plataformas e vários modelos de emissão/recepção: o hertziano ainda está presente, mas junta-se-lhe o DAB, o satélite, o HD e sobretudo a Internet. O momento é de transição porque de acumulação (com o hertziano ainda dominante, mas cada vez menos); é de expectativa, mas tambem de ligação ao passado (como falava McLuhan), à espera de uma clarificação, da superação de uma plataforma em detrimento de outras, uma vez que ninguém se atreve a decretar (o proprio switch off do analogico ainda está distante).

A importância de separar rádio musical e rádio de palavra

«Defendemos que não será este o sector dos media e das indústrias da cultura que melhor representará um exemplo de globalização mediática, pelas características eminentemente locais que o discurso da rádio mantém. Apesar de existirem grupos de rádio que operam em diferentes países e que têm grande peso e influência no sector, da mesma forma que grupos transnacionais multimédia detêm participações na rádio, não é este o sector que apresenta maior potencial de internacionalização. Paradoxalmente, foi esta a primeira actividade mediática a expandir a sua comunicação além fronteiras e a acrescentar, através de Onda Curta e da Internet, uma presença verdadeiramente global. Ao contrário, parece-nos que a indústria da música tem um carácter global, decorrente da natureza universal da sua linguagem, apropriada mesmo quando as letras das canções são incompreensíveis face à barreira da língua» (Paula Cordeiro, tese, 82)

Um novo modelo de negócio para o futuro da rádio

Se se fala de um novo modelo de negócio para a nova rádio estaremos a pensar numa alternativa à receita publicitária (que pode, também ela, vir a sofrer alterações significativas face ao paradigma actual de spots avulsos ou patrocinios).

Actualmente as rádios hertzianas dependem unica e exclusivamente da publicidade (devendo excluir os modelos de serviço público), mas pode pensar-se  em modelos de subscrição pontual ou periódicos por serviços «praemium», por exemplo, conjugados ou não com publicidade.

Assim, em vez de viver unica e exclusivamente da publicidade, a rádio do futuro poderia encontrar uma nova forma de receita: pagar para ouvir (algo que, só por si estabelece um novo paradigma face ao que se conhece da rádio hertziana, novo paradigma esse já estreado pelo serviço satélite dos EUA)

A internet pode tambem potenciar novas formas de receitas de conteudos hertzianos, como sejam arquivos ou mesmo podcasts, se estes mostrarem essa capacidade de atracção (entraremos então no modelo do pay per listen, equivalente à ideia de radio/audio on demand)

A rádio como negócio é incompatível com a democracia?

«A organização da rádio como um negócio não afasta contudo, o seu papel de democratização da informação, comunicação e cultura. A estrutura deste negócio defende interesses particulares e depende da audiência, vista como uma mercadoria que influencia os media e os afasta de uma postura de responsabilidade social. Por outro lado, a convergência das tecnologias de comunicação e informação atribui um novo poder à comunicação radiofónica, que multiplica a sua oferta e canais de distribuição. Contudo, a produção e o consumo de massas coexiste com um modelo que emerge, apoiado pelas modernas técnicas e dispositivos de distribuição da comunicação. Estes, vão gradualmente operacionalizando os self media, a individualização e personalização da comunicação e redefinindo as condições do negócio da rádio e da sua estrutura de comunicação.» (Paula Cordeiro, tese, pág 79)

Autores que estudaram o papel da música na comunicação radiofónica

Balsebre (1996): a percepção das formas musicais constitui uma multiplicidade de sensações, e que o simbolismo da música encontra na rádio a sua caixa de ressonância, provocando a evocação de imagens no ouvinte. Referiu também que a mensagem radiofónica resultante da combinação de música e palavra adquire uma significação global superior à significação autónoma da música e da palavra em si mesmas, como também Crisell (1994)25 já havia enunciado» (a partir de Paula Cordeiro/tese/pag.72)

«No contexto da cultura de massas, o autor [Eco] entendeu que a rádio integraria o conjunto dos meios de comunicação que colocam os bens culturais à disposição de todos. Para Eco, o sistema do qual a rádio faz parte favoreceu a divulgação e apropriação musical, concebendo o meio sem grandes inclinações estéticas, desempenhando uma função de retransmissão musical. Esse propósito rotinizou a escuta, transformando a música num acessório que acompanha o ouvinte, desvirtuando os conceitos de atenção e crítica» (ECO, 1991 [1964]); PC/TESE/75)

Objectivos: analisar a rádio sob que prisma

Embora escasseie a produção cientifica de analise teórica sobre a rádio, nomeadamente a rádio contemporânea, a verdade é que a rádio tem capacidade para gerar perspectivas diversas, em função dos objectivos que se venham a adoptar a partir da relação - global - do meio com a sociedade. A perspectiva estética (da valorização artística), onde a linguagem ocupa papel de destaque (e que poderemos incluir nas tecnicas e processos de construção da mensagem), é uma delas; outra - completamente diferente - é a da criação de audiências para viabilização de uma indústria ou mercado (provavelmente numa perspectiva crítica), que incluiríamos na linha que estuda o consumo (e recepção) da rádio. Outra perspectiva possível de análise é a dos sistemas de difusão.

A partir do momento em que o objecto deste trabalho é sistematizar aquelas que se apresentam como as tendências que marcarão a rádio do futuro, a partir dos usos que (sobretudo) novas gerações lhes estão a dar (ou não), há uma perspectiva que parece imediata: perspectivar uma rádio de futuro só faz sentido se se perceber o que era a rádio do passado (esta, que ainda hoje ouvimos); há, pois, a necessidade de lhe dar fundamentação teórica (não ignorando a abordagem sócio-política, na medida em que se a rádio não tem hoje uma vertente acentuadamente política, teve-a no passado; e essa vertente influenciou a leitura que a história e a teoria dela fizeram).

A produção de uma mercadoria cultural, chamada rádio (ou grelha de programas) não é determinante, na medida em que não haverá atenção a conteúdos em concreto, nem preocupações de análise cultural. Neste contexto, não é importante a preocupação com a rádio que produz cultura; claro que estaão mal os ouvintes que não encontrem quem lhe diga algo (Brecht) mas o conteúdo não determinará por si só, como hoje; é preciso juntar formas - tecnológicas - de permitir ao ouvinte controlar (o que significa organizar, personalizar e seleccionar) os conteúdos, para que o ouvinte deixe de ser um mero receptor e passe a ser alguem que controla.

Outra perspectiva importante, tanto quando se pode sistematizar hoje: se a evolução é tecnológica, se a nova rádio é condicionada por contributos e agressões tecnológicas, numa tecnologia que se chama informática, então esses fundamentos também devem ser convocados.

Tudo isto significa ignorar a globalidade do fenómeno comunicacional e do meio técnico de difusão chamado rádio? de maneira nenhuma. Ele é uma realidade, só que (mais uma vezs em função dos objectivos) não temos de o convocar neste contexto.

A perspectiva mais importante, em termos de futuro, será a da acção dos ouvintes (e das suas formas de participação)

Música e rádio, uma relação de dependência nas índustrias culturais

«Veículo das indústrias culturais, a rádio é hoje meio e instrumento, sem que, na generalidade dos casos, se consigam definir as tradicionais funções de formação, informação e entretenimento que caracterizam a comunicação radiofónica. Como nos restantes sectores da comunicação social, estabeleceu-se uma relação mútua de dependência entre as indústrias culturais, destacando-se a ligação entre a música e a rádio» (Paula Cordeiro, tese de doutoramento, pág. 51)

A rádio deve esperar para ver?

«Consider how the industry is currently moving towards deprecation of subscription music services, or tossing out DRM-protected music downloads. Even satellite radio’s future hangs in the balance, as lawsuits, increased music royalty rates and possible rejection of a proposed merger all loom on its horizon.

One thing satellite radio has done right in this analysis is to make itself a relatively simple consumer proposition — in fact, it attempts to model the familiar operation of local radio as much as possible. In this respect satellite radio differentiates itself quite well from Internet radio, but its service availability and robustness still lag a bit behind local radio, and of course its cost is significantly higher. So on balance, even satellite radio has an uncertain future in this analysis.

Next up is wide deployment of wireless broadband (WiMax, etc.), which brings substantial portability and otherwise increased availability (i.e., higher Convenience) to Internet radio. It is unlikely that wireless Internet radio will ever match local radio’s user friendliness, however, particularly in terms of one-button, instant access.

Yet wireless Internet radio’s proliferation of portable, narrow music formats may actually hurt satellite radio more than it does local radio. Is the enemy of my enemy my friend?

Ultimately, the fragmentation and complexity of the new media marketplace could become local radio’s strongest unintentional allies. Being old school isn’t necessarily bad here. This is not to say that radio should not explore and embrace change where it makes sense, but while doing so it should always remember the fundamental values of simplicity and stability that put it where it is today»

fonte: «Will Radio’s Inertia Be Its Savior?», Radio World, by Skip Pizzi, 11.07.2007

«A inércia da rádio vai salvá-la?»

de um artigo de Skip Pizzi no Radio World:

«There is also a natural reluctance to jump into new services when they first launch — particularly if there is a cost involved (for hardware and/or service). The typical predilection — even among relatively open-minded early adopters — is to “give it some time” to stabilize, mature, work out the kinks, etc., by which time many such new offerings have already given up the ghost.
(...) Next up is wide deployment of wireless broadband (WiMax, etc.), which brings substantial portability and otherwise increased availability (i.e., higher Convenience) to Internet radio. It is unlikely that wireless Internet radio will ever match local radio’s user friendliness, however, particularly in terms of one-button, instant access.

Yet wireless Internet radio’s proliferation of portable, narrow music formats may actually hurt satellite radio more than it does local radio. Is the enemy of my enemy my friend?»

fonte: «Will Radio’s Inertia Be Its Savior?», Radio World, by Skip Pizzi, 11.07.2007

Sete novos hábitos para lidar com o PPM

Via Mark Ramsey:

«1. What the "One" rule is, and how to use it
2. How direct mail REALLY works
3. What happens when you correlate all TV expenditures with all PPM ratings results - does TV work or not?
4. Whether or not recall really matters
5. Whether or not marketing really matters
6. Whether Friday is "the new Thursday" in Arbitron (hint: It’s not)
7. What works - and what doesn’t - based on REAL data, not opinions or guesswork
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A rádio musical será o que vier a ser a nova industria discográfica

«No último mês, a cada vez mais fragilizada indústria discográfica sofreu três abalos devastadores (para não dizer mortais). Primeiro foi Prince quem decidiu distribuir gratuitamente o seu novo disco, PLanet Earth, com o suplemento dominical de um jornal britânico. Alguns dias depois, Madonna deixou a Warner e assinou contra com uma produtora de espectáculos ao vivo. Mias o golpe de misericórdia foi desferido pelos Radiohead que colocaram o seu novo disco na Internet, prescindindo de editora. Num golpe de génio, a banda propôs o «download» pelo preço que cada um quisesse dar. (...) O que parecia uma estratégia suicida revelou-se, portanto, um excelente negócio. Nos Estados Unidos, como no resto do Mundo, o negócio do disco vai de mal a pior. Desde 2002 que as vendas não param de cair e os números mais recentes são catastróficos. Vendem-se hoje, grosso modo, metade dos discos que se vendiam há cinco anos. E a tendência é para as coisas piorarem (...) Se é verdade que se vendem cada vez menos discos, não é menos certo que se ouve cada vez mais música. O negócio dos concertos está em plena expansão (nos EUA as receitas de venda de bilhetes duplicaram nos últimos cinco anos) e as multinacionais do disco compreenderam-no finalmente. Em França, editoras como a Universal e a BMG até já compram salas de espectáculo para aí apresentar os seus artistas. Os mais pessimistas alertam, contudo, para novos riscos, também neste domínio. No mundo actual, as galinhas que põem ovos de ouro têm a vida cada vez mais curta. Um dos perigos que se correm é precisamente o da gratuitidade. Há cada vez mais Câmaras Municipais e grandes instituições privadas a promover eventos com entrada livre. Começa também a haver algum excesso de oferta. (...) No ano em que comemora 25 anos, o CD (o Compact Disc foi lançado em 1982, fruto de uma colaboração entre a Philips e a Sony) está, pois, elas ruas da amargura.»

fonte: «O fim da era do CD», Jorge LIma ALves, EXpresso/Actual, 3/11/07, págs 11-13  

«Video pode trazer de volta a estrela da rádio»

«(...) But how smart would it be for a radio station to get extra exposure for its top personalities by providing a TV outlet a live video feed of its programs for the digital subchannels?
"You're definitely onto something," said John Gallagher, who's in charge of Citadel Broadcasting's WLS-AM 890 and WZZN-FM 94.7.
"I've had discussions with some of the TV stations around town about doing that because they are looking for content for those slots. They don't really have anything to fill it, and if they were to create something to fill it themselves, they wouldn't be able to recoup their costs [because of low viewership]. ... But put some quality programming on your side channels and maybe people will come looking for it. Television hasn't figured that out quite yet, and we're trying to tweak that."
(...) It's a given that more and more stations are going to start putting video of their programs on the Internet in addition to their audio. "We've talked about that, especially streaming the video," said Rod Zimmerman, who oversees Chicago's seven CBS radio stations. "There's a certain amount of expense that we just haven't gone to, but it's certainly something you're going to see in the not-too-distant future."
(...) "In the near future, every radio station will have the ability to become a TV station," CBS Radio chief Dan Mason said in an interview with Jack Myers' Media Business Report. "There's no reason we can't have our own Webcast shows with talent [like Don Imus' old MSNBC simulcast]. Radios will soon be developed with TV screens. The terrestrial radio medium will evolve and occupy more share of the digital space." (...) "It's kind of expensive, but it would be worth it on our end from a marketing and promotional aspect," he said, adding there was incentive for TV stations to develop their multichannel capabilities. "It's a lot less expensive than doing nothing."»

fonte: «Video may bring back the radio star», Chicago Tribune, November 7, 2007

As consequências do multitasking

«Media buyers and planners have known for years that consumers often use the internet simultaneously with other media, especially young people who have grown up with the web. But these days an overwhelming majority of adults are doing it, even older ones, which makes integrating on- and offline ad campaigns increasingly important. According to a new study from Burst Media, the online ad network and technology company, 82.4 percent of respondents admit that while online they are typically consuming some other form of media, taking part in another activity, or using some other electronic device in additional to their computer. That includes 75 percent of respondents 55 and over. The most frequent offline activity respondents engaged in was TV watching, at 58.3 percent, followed by job-related activities, reading a book, reading a magazine or newspaper, or talking on a cell phone. One result, the survey revealed, and one with major implications for media buyers, is a dramatic decline in television viewing. Some 42 percent reported watching less TV today than they did a year ago. David Cooperstein, chief marketing officer at Burst Media, talks to Media Life about why women multitask more, how advertisers can engage these multitaskers, and why the web is affecting TV viewing.

What does the increase in media multi-tasking mean for marketers?
 
It means that marketers need to think about the multiple places their ads appear and synchronizing those ads to maximize the brand impression they are trying to create. That does not mean showing the same ad in both places, but optimizing the message for the individual medium and for the potential crossover with creative, activities, and calls to action that are most relevant in each area.    

(...) Many respondents, especially those 18-24, indicate they watched less TV now than they did a year ago. What's contributing to that decline, and do you see it reversing?
 
The decline can be due to the quality of entertainment, the growing use of mobile, and greater broadband penetration. But I don’t think it is merely one of those trends that dominates.»

fonte: «Reaching the new media supertaskers», Media Life Magazine, Nov 8, 2007
 

O consumo de rádio ainda se faz (mais) em casa? (EUA)

«(...) Este hiato entre a percepção e o comportamento dos ouvintes, diz Kurtzman, "começa como a percepção de o grosso do consumo de rádio ocorre no carro, um local onde as pessoas têm um acesso muito fácil ao botão de mudança de estações", afirma. De facto, segundo a análise realizada, quando questionados sobre o local onde consideravam que ocorria o consumo de rádio, 53% elegeu o carro, seguido do trabalho (31%), casa (19%) e outros locais (7%). Os dados do PPM contrariam esta análise, pelo menos no que ao mercado norte-americano diz respeito, surgindo o consumo em casa, com 39% na liderança, seguido do carro com 35%.

"O consumo de rádio no carro não é tão dominante como as pessoas o percepcionam", sintetiza o vice-presidente da Coleman. É junto dos jovens que o abandono da emissão quando surgem os anúncios é maior, mas mesmo no cenário menos positivo, um volume de 80,6% deste target mantém-se, "o que é um número bem melhor do que a maioria pensaria".»

fonte: «NAB: Onde estão as audiências de rádio durante a publicidade?», 7/11/07 Meios & Publicidade,

A primeira rádio a emitir (streaming) para iPhone/iPod

«A noncommercial, eclectic, former college radio station in New Jersey claims to be the first station to stream live radio to the iPhone and iPod Touch.

WFMU(FM), Jersey City, N.J., says its stream plays through QuickTime and is made possible by TVersity, a software company that claims to be the first enabler of streaming live radio for the iPhone.

On its Web site, the station says: “Point your iPhone browser at iphone.wfmu.org to experience the world’s first live radio stream for iPhones.”

Listener-funded WFMU, broadcasting on 91.1 MHz, also has a relay station, WXHD, broadcasting on 90.1 MHz to the Hudson Valley, Lower Catskills, Western New Jersey and Eastern Pennsylvania.»

fonte: «WFMU Streaming Live Radio to iPhone, iPod», Radio World, 11.09.2007

A televisão não é a preferida dos jovens em ESpanha

«El consumo medio diario de televisión y radio en España es de cinco horas y media por persona, según el miembro del grupo de investigación Civértice y especialista en pantallas de ocio digital, Jesús Juan Pardo.

En una conferencia ofrecida en la apertura del Foro Univ 2008 en la Universidad de Navarra, este experto desmitificó la idea de que los jóvenes son los que más televisión ven y señaló que su consumo no llega a las dos horas y media «porque la opción televisiva no 'cabe', ya que tienen que estudiar, estar con sus amigos o hacer deporte, y además cuentan con otros medios como Internet, el mp3, los teléfonos móviles o los vídeojuegos».»

fonte: «El consumo de radio y televisión por persona y día en España es de 5,5 horas»,La voz de la galicia/ efe, 8/11/2007