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Transistor kills the radio star?

Quatro ideias (mais ou menos) novas sobre o podcasting

20% da população da GB ouve podcasts? «"Os podcasts fazem parte da paisagem mediática", considera John Hirst, director da Creation, companhia de produção do grupo de media inglês Gcap. Segundo dados apresentados ontem na European Radio Conference, organizada pela National Association of Broadcasters (NAB) pelo responsável pela produção de podcasts, 20% da população britânica faz downloads de podcasts.
PODCASTS A PAGAR: ‘Podcasts and Vodcasts - From Geek to Chic' foi o tema que reuniu o responsável da Creative a Trevor Dan, director da Radio Academy, e Henrik Heide, commissioning editor do website da Danish Broadcast Cooperation, que trouxeram algumas das práticas dos seus países neste campo. Algumas conclusões parecem ser transversais aos mercados: podcasting é essencialmente dirigido a um target de nicho, mas imensamente motivado; actualmente fazer um download é gratuito, contudo algumas experiências já dão mostras de que poderá ser feita uma cobrança por este tipo de conteúdos, caso do All Day Breakfast Show de Dan Baker, onde, segundo Trevor Dan, cerca de 15 mil pessoas estão dispostas a pagar duas libras por semana para aceder ao programa.

SIMPLIFICAR  A FORMA DE ACESSO/RECEPÇÃO: De acordo, com a experiência trazida por Henrik Heide, que viu os downloads das sinfonias de Mozart subirem de 400 mil downloads para mais de 1,5 milhões quando o buzz nos sites comunitários começou a criar apetência pelo conteúdo o viral marketing parece ser uma ferramenta eficaz. É ainda necessário, no sentido de potenciar a utilização de podcasts, dar especial atenção ao utilizador menos familiarizado com a tecnologia. Na Dinamarca, por exemplo, é dada a oportunidade de ouvir o podcast através de um e-mail que é enviado com o link para efectuar o download.

MUDAR O NOME: Trevor Dan, por seu turno, considera mesmo contraproducente a palavra podcast - diz afasta potenciais utilizadores - porque não falar apenas em download grátis?»

fonte: «NAB: Como fazer um podcast de sucesso», Meios & Publicidade, 7 de Novembro de 2007, por Ana Marcela

Só 38% pagaram pelo disco dos Radiohead

«Just 38 percent of Radiohead fans paid for the latest album, according to data recently supplied by comScore.  The band began allowed fans to name their price for the downloadable release, In Rainbows, a closely-watched experiment.  But most fans grabbed the album for nothing, and a significant percentage paid next to nothing.  According to the data, 17 percent paid an average of $4 for the album, while 12 percent paid between $8 and $12.»

Radiohead Numbers Emerge, 62 Percent Paid Nothing, DigitalMusicNews, 5/11/07

 O assunto tem sido acompanhado aqui.

Receitas publicitárias na rádio dos EUA em forte queda

«September was “much uglier than expected”, So says Wachovia analyst Marci Ryvicker on radio’s 7% revenue decline»

«Citing what it calls "a challenging radio industry environment," Radio One Inc. reported a 40.2 percent decline in third-quarter earnings.»

«É a experiência do utilizador" que determina o sucesso»

«Fazer com que os ouvintes "se envolvam" e interactividade são as questões que a responsável considera fundamentais neste novo cenário, onde mais do que a tecnologia, diz, "é a experiência do utilizador" que determina o sucesso dos projectos»  

fonte: NAB: Colocar a rádio onde está a carteira, Meios e Publicidade, 6 de Novembro de 2007, por Ana Marcela

O DAB no Reino Unido

«O caso inglês trazido por Nathalie Schwarz, directora da Channel 4, no Reino Unido, dá conta que, também no sector da rádio há mercados onde as potencialidades do digital e da rádio nesta nova plataforma já são percepcionadas como uma oportunidade de "trazer a rádio para um ambiente multimédia." Os números de penetração da rádio digital - via Digital Audio Broadcasting (DAB) - são disso emblemáticos. "Em 2012 todos os lares [no Reino Unido] estarão preparados para o digital. A penetração da banda larga é já de 50% e a rádio digital já marca presença em 20% dos lares", refere a responsável pelo desenvolvimento pela rádio e o DAB multimedia no Channel 4.» fonte: NAB: Colocar a rádio onde está a carteira, Meios e Publicidade, 6 de Novembro de 2007, por Ana Marcela

O fascinio da rádio pelos telemóveis

«Se antes a rádio era considerado o meio mais portátil e móvel, o surgimento de telemóveis - e a oferta que disponibilizam - coloca desafios adicionais à rádio. "Cinquenta por cento das pessoas tem uma rádio no seu telefone" e uma grande maioria "usam-na de forma bastante frequente", refere Nathalie Schwarz, sendo esta uma ferramenta importante junto de uma audiência jovem.

"Tudo parece estar a movimentar-se para os telefones móveis e nós queremos ser uma parte disso", afirma, por seu turno, Bartek Hojka. "Há duas coisas que as pessoas trazem sempre consigo: a carteira e o telemóvel. Aplicações de pagamento estão a ser criadas para colocar a minha carteira no meu telemóvel. Se minha carteira está lá, também quero que a minha estação esteja lá", sintetiza o responsável do Agora Radio Group»; fonte: NAB: Colocar a rádio onde está a carteira, Meios e Publicidade, 6 de Novembro de 2007, por Ana Marcela

Recomendações

«It’s disconcerting to see that a majority of time spent listening to recorded music is to mediums other than radio.  Yet, the bottom has not fallen out. 73% of respondents say a majority of their music listening time is spent listening to music on sources other than radio (CDs, MP3s, iPods, streaming, satellite radio, etc).  Graph 1 The next finding is a bit surprising to me having moderated Paragon Media Strategies focus groups for last year’s NAB.  A very respectable 41% of the time 14 to 24 year olds spend listening to recorded music is to radio. Graph 2 The key concern is that we may be nurturing a generation who find radio nearly irrelevant.  Listening to music on sources other than radio is pronounced among younger and male respondents. Graph 3 For now, radio retains its position as the medium of convenience.  Yet radio needs to be sure to offer formats that resonate with younger listeners; no mean feat as owners pursue the 25-54 “money demo.”  It also needs to capitalize on its unique selling propositions: exposing new music, variety (between and within formats), and providing a human bond.  There needs to be a discernable human intelligence behind what’s being presented to younger listeners; not jukebox programmed by rote.» fonte: «The Floor Is Still There», Paragon Media Strategies, 1/11/07

O peso dos mp3/iPods entre os ouvintes de rádio

Conclusões essenciais do estudo Broadcast Architecture, da Broadcast Architecture, apresentado no NAB Europe 2006:

1) In a sample of close to 5000 people, 36.3% of adults aged 15 to 60 own an Ipod or MP3 player. - 39.6% Male / 32.6% Female; - 47.9% of 15 to 29-year-olds; - 44.9% of 15 to 34-year-olds;

2) Since acquiring an Ipod or MP3 player, 18.8% (total), 26.6% (15-29), and 23.3% (15-34) indicated that they are listening less to music on the radio now.

3) Deveria o iPod ter rádio? «One thing I don’t like about my Ipod and/or MP3 player is that it doesn’t provide me with local news and information: DISAGREE 46.9% 45.8% 46.6%, AGREE 51.8% 53.5% 52.6% TOTAL 15-29 15-34»

4) O maior problema do iPod é não musica nova? «One thing I don’t like about my Ipod and/or MP3 player is that it doesn’t expose me to new music: DISAGREE 55.0% 53.5% 54.9% AGREE 44.2% 46.3% 44.7% TOTAL 15-29 15-34»

Tudo e o resto aqui: http://www.nab.org/AM/europe/2006/presentations/GettingYouthInt.pdf

Recomendações: video, telemóveis... e jogo!

Tópicos da intervenção que o Vice President of Digital Content, da Pollack Media Group’s Senior, Pat Welsh, fará no NAB Europe Conference em Barcelona, dia 5/11/07 (com este tópico: How radio should use new technologies and platforms to create new content, new communities and extend the brand):

«Video: Putting the visual element into radio means more than posting photos of the air personalities and some promotions on your website or adding a studio web cam. Radio stations need to take advantage of dynamic content in an on-demand and “always on” world. New technologies give radio an amazing opportunity to do just that.
Communities and Social Networking: Wherever people gather you have a community, and what we are seeing is the online evolution of this very basic human fact. While large-scale communities like MySpace and Bebo are getting all the press, the reality is that people also define their relationships in much more intimate terms. This is where radio plays an important role.
For radio today, the principal of creating an online home for a community should be a major priority. This can be as specific as creating a community around fans of a popular radio host or as broad as creating your city’s home on the Internet, with the ultimate goal of making the website even bigger than your station itself.
Mobile: In many ways the future of the Internet is the future of mobile, and you can generalize from this to the future of broadcasting, as well. Streaming, interacting, and selling to consumers on their cell phones should be on every radio station group’s radar.
One of the biggest current hurdles for radio has been streaming via a cell phone. Luckily, as so often happens, technology has come to the rescue and there are newer, cheaper, and simpler ways of implementing mobile streaming. This is important because radio needs to recapture its primary role as the most portable and intimate medium; it can only so this by crossing over into mobile. (...)

Interactivity: Interactivity is no longer about simply answering the request lines. In fact, it’s no longer about receiving and sending SMS messages or emails, either. Interactivity today is about communication—between the station and its listeners but also between the listeners and each other. Pat will discuss how to make chat and instant messaging part of your interactive initiatives.
Gaming: The fastest growing entertainment medium of the past ten years has been electronic gaming, and part of being a multimedia brand is recognizing and embracing these trends. There are many ways that radio can become involved in gaming beyond just placing a couple of games on the station home page. This session will show you how you can establish contests and gaming leagues to extend your brand.
Radio has a big advantage with its large reach, so it already has the power to draw large numbers of people to its own websites. Electronic measurement in the US is showing that the reach of a top 5 radio station is comparable to a successful prime time television show or a major daily newspaper. We can and should be leveraging this kind of reach to build a multi-media brand that goes beyond just being a radio station

fonte: Pollack Media Group at NAB Europe


Depois da web2.0, a web3.0?

Excertos do texto: «Coming at you, and real soon, Web 3.0», MediaLife Mgazine, Nov 1, 2007

Contexto: «Web 2.0, an idea dating back to 2004, meant and means an internet of zippy connections where surfers can actually interact with one another, the epitome being, of course, YouTube or MySpace.
That’s opposed to what came before, Web 1.0, if you will, though no one calls it that, in which folks were happy to read content and send emails.
Now comes Web. 3. 0. It’s a term heard more and more these days as the new, different thing, a huge advance on 2.0»

A web3.0: «Web 3.0 is everything the internet will become once it achieves Web 2.0. Describing Web 3.0 is like describing the house of the future or the car of the future. It’s whatever the speaker wants it to be. (...) there is a growing consensus of what Web 3.0 will be, and perhaps the best way to describe it is as an intelligent internet universe. Think of it as a seamless network of databases that interact with great fluidity and have the capacity to not just crunch data but to interpret it.
Imagine databases that can learn, computers that can read web pages and understand them.
It’s what folks are calling the semantic web (from the Greek sémantikós, to have meaning).

Haverá uma web3.0? «“Masses of people, including vendors, technology proponents, analysts, bloggers and authors, are trying to use the Web 3.0 term to suit their needs and visions,” observes the Gartner Group, the consulting outfit. So far, it counts at least five different ideas out there. More are expected.
“The name Web 3.0 is just a holding page for the technologies to come,” says Jean-Paul Edwards, head of media futures at OMD UK Group. “We will never get to Web 3.0 because when the development comes, we will call them something else.”»

 

Mais direcções que a rádio do futuro vai tomar

Mark Ramsey:

«Here are some amazing facts that tell you everything you need to know about radio's future directions (from eMarketer): Today, three-quarters of Americans use the Internet. Two-thirds of all US homes have a broadband connection, making the country the world’s largest broadband market.

Did you know e-commerce accounts for $1 of every $10 spent across all retail channels in the US? Did you know two-thirds of American Internet users shop online? Did you know online advertising is a $21 billion business in the States?»

fonte: «Internet facts you may not know...», Hear2.0, 1/11/07

A ideia de interactividade na rádio

«El usuario de Internet busca, frente al oyente de radio que sólo recibe»

 fonte: RODERO ANTÓN, Ema, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 4

Eventuais conteúdos pagos significarão mais exigência e qualidade?

«Internet se convierte así en una plataforma ideal para la oferta de contenidos personalizados o contenidos a la carta que podrían ser incluso abonados en lo que se alzaría como una nueva modalidad de pago por visión, en este caso, pago por audición. Entonces es evidente que si este nuevo tipo de usuario en la red puede exigir un determinado contenido o, es más, tiene que pagar por el producto, será más exigente en cuanto a su calidad. Se impone así una renovación en el lenguaje radiofónico a la búsqueda de una mayor expresividad y, sobre todo, de una mayor explotación radiofónica de las posibilidades sonoras que ofrece Internet.»

fonte: RODERO ANTÓN, Ema, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 3

O caso da rádio espanhola, que desistiu dos jovens

«La red ofrece cabida a usuarios con intereses más diferenciados que la audiencia radiofónica y así, por ejemplo, mientras las emisoras españolas convencionales hace mucho tiempo que han perdido la batalla en la incorporación como oyentes de los niños y los más jóvenes, Internet logra convertirlos en usuarios con una mayor facilidad[1]. Algunos sectores de población, como los más jóvenes, alejados de la radio tradicional se incorporan ahora a la oferta de la red, lo cual provoca esta multiplicación de direcciones sobre las temáticas más variadas; en definitiva, genera una necesidad de ofertar nuevos contenidos.»

fonte: fonte: RODERO ANTÓN, Ema La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 2



[1] Según los datos de audiencia de Internet ofrecidos por el EGM en la última oleada (octubre-noviembre de 2001), el 21 por ciento de la población española es usuario de Internet mientras que el 45 por ciento oye la radio. El perfil de usuarios de Internet por edades es el siguiente: entre 14 y 19 años: 17%, entre 20 y 24 años: 21%, entre 25 y 34 años: 32%, entre 35 y 44 años: 17% y entre 45 a 54 años: 9,8%. El perfil de los oyentes de radio según la misma fuente es este otro: entre 14 y 19 años: 8%, entre 20 y 24 años: 10%, de 25 a 34: 21 %, de 35 a 44 años: 18%, entre 45 y 54 años: 14%, de 55 a 64 años: 12% y 65 años o más: 15%. Estos datos demuestran que el 70% de los usuarios de Internet son jóvenes (de entre 14 y 34 años) frente al 39 % de la audiencia de radio para el mismo tramo de edad.

A multiplicação de canais para exigências pessoais

«Internet impone unos nuevos hábitos de consumo que ahora comienzan a diferenciarse de los que conocemos para la radio. En primer lugar, se detecta una multiplicación de canales que tratan de responder a la demanda de una mayor audiencia con variedad de intereses frente a la definición más acentuada de los oyentes de radio. Y así la audiencia radiofónica se limita a un determinado territorio y, por tanto, es siempre más reducida frente la audiencia de la red que tiene vocación universal con la única barrera del idioma; es decir, mientras las emisiones radiofónicas satisfacen necesidades comunes, Internet es capaz de resolver inquietudes personales, gracias a sus mayores prestaciones, en especial, al acceso a una gran cantidad de información más diversa que la de la radio.»

fonte: RODERO ANTÓN, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 2

RODERO ANTÓN, Ema (2002), La radio en Internet, Tercero Congreso de Periodismo Digital

http://cuarto.congresoperiodismo.com/comunicaciones/rodero_comunica.doc

 

«Não é apenas rádio mas muito mais do que isso»

«¿podemos hablar con precisión de radio en Internet? Una respuesta más inmediata sería afirmativa: sólo cabe teclear, por ejemplo, las direcciones de cualquiera de las cadenas radiofónicas españolas[1] y comprobar cómo efectivamente están presentes en la red. Pero si observamos con atención las páginas que nos ofrecen, probablemente cambiemos de opinión: estamos en Internet, sí, pero ¿esto es radio? Los datos y las imágenes que acompañan a los sonidos nos obligan a dudar. No, no es radio en sentido tradicional, es más que radio, es sonido contextualizado con imagen e información escrita, además de la emisión estricta de la programación convencional que oferta cada una de las cadenas radiofónicas en Onda Media o Frecuencia Modulada. Por eso, en Internet descubrimos dos tipos de prestaciones sonoras: la radio en sentido estricto, tal y como la conocemos, con una emisión continuada y una programación estructurada sujeta a una temporalidad y, por otro lado, una serie de informaciones escritas sobre diversos contenidos, apoyadas por imágenes y enriquecidas con material sonoro. Esto es fácil de comprobar en la práctica. Cualquier dirección que tecleemos puede ofrecer sonido y colgar de su página lo que hasta ahora concebimos como productos radiofónicos de la misma manera que ofrece imagen y de la misma forma que la acompaña de información escrita. (...) Concluimos entonces que el producto que ofrece la red no sólo es radio sino mucho más que eso y, por esta razón, no podemos reducir la concepción sonora radiofónica a las transmisiones de aquellas direcciones de Internet que estrictamente se denominan emisoras de radio. El sonido informativo se extiende por toda la red y no es dominio exclusivo de las cadenas radiofónicas, sean del tipo que sean. (...) debido a la juventud de esta nueva plataforma se ha extrapolado a Internet la clasificación convencional de medios de comunicación. Sin duda, para todos nosotros hablar del periódico, de la radio o de la televisión en Internet resulta no sólo más fácil sino más cómodo. Pero no podemos olvidar que nos situamos ante una realidad diferente. Internet cambia esta concepción tradicional puesto que en su seno se produce una convergencia mediática que impide referirnos estrictamente a los medios de comunicación tradicionales como canales independientes (...)»

fonte: RODERO ANTÓN, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002



[1] Cadena Ser: www.cadenaser.com

  Cadena COPE: www.cope.es

  Radio Nacional de España: www.rne.es

  Onda Cero Radio: www.ondacero.es 

Fusão da rádio convencional com a internet?

«A sus alumnos de periodismo radiofónico, el profesor Cebrián les aconseja ir a las calles, al lugar de los hechos, cerrar los ojos y escuchar. De ahí obtendrán la riqueza sonora, que es elemento primordial para hacer radio. Y es esa misma realidad social que el periodista debe ser capaz de captar, no tratando de competir con el periodismo ciudadano, sino acoplándose a esta nueva tendencia. Es que la ciberradio se está expandiendo con nuevas aportaciones y experimentaciones. Además de ser una fusión de la radio tradicional en Internet con todas sus variantes, ha incorporado innovaciones como la interactividad, el cambio de la sincronía y otras mutaciones en los procesos comunicativos que la definen como una dimensión diferente. Además de los desarrollos propios o internos de la ciberradio que siguen su línea de innovaciones, no podemos olvidarnos de las transformaciones de la televisión, que como todos los medios ha evolucionado aceleradamente. A penas surge una innovación cuando de inmediato se ramifica en otras variantes que a su vez multiplican el proceso. Los tres sistemas clásicos de difusión: satelital, de cable y terrestre se han enriquecido con la introducción de la tecnología digital y se han ampliado con las plataformas de Internet y la telefonía móvil.

fonte: Mariano Cebrián: “Es imposible predecir el futuro de los medios”, 19/09/07
http://guiadelaradio.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1133&Itemid=62

Apenas se pode falar em tendencias quando se fala do futuro

«(...) Además de que los consumidores multimedia aprecian en demasía las manifestaciones en video. “Estos cambios no los pudimos pronosticar, y hubo profetas que aseguraron la desaparición del papel, pero el papel sigue vigente. Es decir, como expertos, sólo se pueden hablar de tendencias no el futuro de los medios”.
fonte: Mariano Cebrián: “Es imposible predecir el futuro de los medios”, 19/09/07
http://guiadelaradio.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1133&Itemid=62

CEBRIÁN HERREROS, Mariano (2003), La Radio en Internet,

http://www.nebrija.com/eventos/dca/ciberperiodismo/Ponen_Cebrian_12-03-03.pdf