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Transistor kills the radio star?

CAMPOS, María A. Gabino e PESTANO, José Manuel (2004), La radio digital: análisis de la difusión web, Sala de Prensa, 63, Janeiro, Ano V, vol 2

CAMPOS, María A. Gabino e PESTANO, José Manuel (2004), La radio digital: análisis de la difusión web, Sala de Prensa, 63, Janeiro, Ano V, vol 2

http://www.saladeprensa.org/art518.htm

Distinguir Interacção e interactividade?

Prata (2008: 101) distingue interacção de interactividade, a partir de Belloni (interatividade é a característica técnica que significa a possibilidade de o usuário interagir com uma máquina (p. 58). Já a interação quer dizer ação recíproca entre dois ou mais atores onde ocorre intersubjetividade, isto é, encontro de dois sujeitos – que pode ser direta ou indireta (mediatizada por algum veículo técnico de comunicação, por exemplo, carta ou telefone) (BELLONI, 2001, p. 58). Pensamos que não é este o contexto para se fazer a discussão. pretendemos evidenciar a crescente tendência do utilizador em intervir e do emissor em proporcionar ferramentas de interacção com o utilizador; pretendemos tambem mostrar como é que essa nova relação se pode revelar; é que não é só o utilizador que está a responder às solicitações do operador mediático (preencha, vote, diga, escolha): é o proprio utilizador que toma a atitude, esperando que o seu gesto tenha sequência, seja num comentário que fica visivel seja na rsposta de que fica à espera seja ainda na possibilidade de influenciar o resultado final, do que quer que seja.

ser activo é ser interactivo?

- ser interactivo significa sempre responder a uma solicitação, entrar num diálogo (ainda que virtual)?

O elemento chave do rádio é o som? Para uma nova definição

«O elemento-chave do rádio continua sendo o som, só que agora com a agregação de novos signos nos campos textual e imagético gerados pela web. O som passa a ser o elemento definidor, o divisor de águas, o ponto de partida e de chegada da radiofonia. No rádio, o som deve ter sentido por si próprio, sem a necessidade do apoio do texto ou da imagem, como em outras mídias. Como lembra Charaudeau (1997), no rádio somente o conteúdo sonoro faz sentido (p. 120), mas podemos dizer que, com a internet, o texto e a imagem agora também fazem parte da webradio.

Outro elemento definidor do rádio é a sincronia da transmissão com a vida do ouvinte. Se não for assim, não é radiofonia. Como afirma Charaudeau (2006),

o rádio é, por excelência, a mídia da transmissão direta e do tempo presente (p. 107). O áudio on demand não pode ser caracterizado como rádio, mas como um dos elementos constitutivos da radiofonia.

Assim, a partir da definição de Meditsch (2001) e com base na presença de elementos textuais e imagéticos na radiofonia, podemos conceituar o novo rádio como: Meio de comunicação que transmite informação sonora, invisível, em tempo real. A informação sonora poderá vir acompanhada de textos e imagens, mas estes não serão necessários para a compreensão da transmissão.

Assim, ficam excluídos desta definição os

podcasts, os iPods, os reprodutores de música digital, as emissoras pessoais e qualquer outra forma de transmissão oral que não seja feita no tempo real da vida do ouvinte» (Prata, 2008:71)

Não concordo com a definição: a exclusão que faz dos elementos visuais não tem sentido na medida em que será cada vez mais dificil separar, excluir, numa logica de integração e convergencia

O conceito de radiomorfose em Prata (transição e hibridismo)

«Podemos tomar por empréstimo o vocábulo mediamorfose, cunhado por Roger Fidler (1997) e criar um novo termo, especialmente para este momento vivido pelo rádio: radiomorfose. Fidler criou, em 1991, o termo mediamorphosis, durante um período de estudos na Universidade de Columbia, em Nova York. Com esta terminologia, Fidler (1997) descreve o processo de mudança que em se encontram os meios de comunicação em todas as suas áreas, direções e departamentos. O autor defende a complementaridade dos meios, isto é, a co-evolução, de modo que os novos meios não supõem necessariamente o desaparecimento dos existentes previamente, mas uma reconfiguração dos usos, das linguagens e os necessários ajustes sobre o público-alvo. Fidler (1997) afirma que, como numa metamorfose, há a adaptação dos velhos meios às novas mudanças tecnológicas. Assim, ao invés de morrer, pelo princípio de sobrevivência, o meio antigo procura se adaptar e continuar evoluindo em seus domínios. (5.2)

A teoria de Fidler (1997) é claramente aplicável ao rádio e às reflexões propostas por esta tese. Assim, poderíamos afirmar que o rádio dos anos 50, através do processo de radiomorfose, superou o impacto tecnológico do advento da TV e buscou uma nova linguagem. O veículo não morreu, apenas se transformou. Hoje, neste princípio do século XXI, a radiomorfose continua e o veículo não vai morrer com o impacto das novas tecnologias digitais e da web, mas busca uma readaptação e encontra seu caminho numa nova linguagem, especialmente desenvolvida para os novos suportes.

Podemos afirmar que o rádio na web repete as fórmulas e os conceitos hertzianos, velhos conhecidos do ouvinte, pois é pela repetição que o público se reconhece. Mas, ao mesmo tempo, insere novos formatos, enquanto reconfigura elementos antigos, numa mistura que transforma o veículo numa grande constelação de signos sonoros, textuais e imagéticos.» (Prata 2008: 75-76)

O elemento chave do rádio é o som? Para uma nova definição

«O elemento-chave do rádio continua sendo o som, só que agora com a agregação de novos signos nos campos textual e imagético gerados pela web. O som passa a ser o elemento definidor, o divisor de águas, o ponto de partida e de chegada da radiofonia. No rádio, o som deve ter sentido por si próprio, sem a necessidade do apoio do texto ou da imagem, como em outras mídias. Como lembra Charaudeau (1997), no rádio somente o conteúdo sonoro faz sentido (p. 120), mas podemos dizer que, com a internet, o texto e a imagem agora também fazem parte da webradio.

Outro elemento definidor do rádio é a sincronia da transmissão com a vida do ouvinte. Se não for assim, não é radiofonia. Como afirma Charaudeau (2006),

o rádio é, por excelência, a mídia da transmissão direta e do tempo presente (p. 107). O áudio on demand não pode ser caracterizado como rádio, mas como um dos elementos constitutivos da radiofonia.

Assim, a partir da definição de Meditsch (2001) e com base na presença de elementos textuais e imagéticos na radiofonia, podemos conceituar o novo rádio como: Meio de comunicação que transmite informação sonora, invisível, em tempo real. A informação sonora poderá vir acompanhada de textos e imagens, mas estes não serão necessários para a compreensão da transmissão.

Assim, ficam excluídos desta definição os

 

podcasts, os iPods, os reprodutores de música digital, as emissoras pessoais e qualquer outra forma de transmissão oral que não seja feita no tempo real da vida do ouvinte» (Prata, 2008:71)

Não concordo com a definição: a exclusão que faz dos elementos visuais não tem sentido na medida em que será cada vez mais dificil separar, excluir, numa logica de integração e convergencia

 

Porquê desvalorizar o consumo passivo

Não tanto porque o consumo passivo é o passado - mesmo que ainda dure alguns anos, em coexistência - mas porque será a própria rádio, que se fundou na ideia de consumo passivo, a substitui-lo (consciente ou inconscientemente). Cada vez mais, mesmo a medo, haverá um aproveitamento  da digitalização por parte da indistria do 'consumo passivo': comente, veja, saiba mais, critique, vote, participe. Os graus de envolvimento variarão, mas serão progressivos. Até por esta razão muito importante: a publicidade tende a transferir-se para a net, pelo que será a propria 'rádio' a ter interesse em que os seus ouvintes lá vão, viabilizá-la, convidando-os ou mesmo impelindo-os, com argumentos de satisfação (premios, concursos, etc). Daí que discordemos de Nair Prata, quando afirma que «para entender a mensagem transmitida, não é preciso o auxílio visual da página, que pode ser minimizada. A mensagem tem sentido apenas pelo áudio» (2008: 61).

Tudo será uma coisa só?

«Mas não é tarefa fácil entender como o rádio, e até mesmo a TV, se configuram atualmente e qual seu papel no futuro diante do avanço das novas tecnologias. Hoje temos, além das formas tradicionais de rádio e TV, novos modelos advindos das tecnologias digitais. A realidade que se avizinha é a convergência das mídias, isto é, rádio, televisão, jornal, revista, livro, telefonia e tudo o mais que se entende por processo de comunicação convivendo num mesmo suporte, a internet. Um dos mais intrigantes objetos de pesquisa é se haverá uma linguagem específica para cada um destes processos comunicativos, ou se, no futuro, tudo isso será uma coisa só. Certamente que se trata de um campo profícuo para investigações tanto na área da linguagem, como da comunicação» (Prata, 2008, 54)

(cons passivo-activo) A Internet cria um novo meio?

A rádio convencional, baseada no modelo de consumo passivo, cria novos conteúdos e novas ferramentas (as ideias confundem-se) que podem levar a um novo modelo (o modelo convergente, de que fala Herreros, 2001: 25?)

Mesmo quando observamos a proliferação de canais que oferecem música personalizada (consumo activo), estaremos perante um novo meio? è que não é rádio analógica nem digital, porque não é rádio!

 

(5.0) Raiz para a ideia de conceito de consumo passivo/activo

Levy fala no modelo de comunicação passiva

McLuhan: PRATA 55«Quando se fala em tecnologia e informação, é importante lembrar Marshall McLuhan. Na introdução do seu livro A galáxia de Gutenberg (1977), ele diz: Toda tecnologia nova tende a criar novo ambiente humano. A invenção da escrita e a utilização do papiro criaram o ambiente social dentro do qual pensamos, em conexão com os impérios do mundo antigo. O estribo e a roda criaram ambientes de grande importância. A imprensa inventada por Gutenberg criou um novo ambiente totalmente inesperado - o público (p.11). Se toda tecnologia nova tende a criar um novo ambiente humano, como afirma McLuhan, qual é o novo ambiente humano criado pela união do rádio e da internet? De acordo com o cenário que se desenha, é o surgimento de um novo público para este novo modelo de radiofonia, nascido das modernas tecnologias. Certamente que estamos vendo surgir uma nova forma de radiofonia, que poderíamos chamar até de um novo modelo de rádio» A ideia de consumo activo é o novo ambiente humano em resultado de uma nova tecnologia (a tecnologia digital)

Rádio é (apenas) ouvir?

Há quem defenda que rádio é ouvir. Não temos essa visão tão simplista do meio, na medida em que rádio não é apenas ouvir; é certamente ouvir qualquer coisa (música, vozes, sons ambiente, efeitos sonoros, etc.) mas ouvir com determinadas características, e – é aqui que está a diferença de posicionamento – são essas características que fazem o meio rádio. Prata (2008: 48-49) por exemplo releva que «a ligação humana com o rádio hertziano se dá através do sentido da audição. Isto é, para escutar rádio é necessário apenas o sentido biológico de ouvir, nada mais do que isso». Rádio é muito mais: é – ainda que diminuto – o poder de ligar e desligar, de escolher entre a oferta disponível, de procurar os conteúdos que mais interessam, é valorizar uns em detrimento de outros. Rádio é numa relação com um conteúdo sonoro… que se ouve.

Levy, Pierre (2000), Cibercultura, Lisboa: Piaget

A rádio continua a ser popular no Brasil

«[cita a revista VEJA] de acordo com o Ibope, mais pessoas sintonizam o rádio do que assistem televisão diariamente na Grande São Paulo, um quadro que se repete na maior parte das metrópoles brasileiras. Outro dado importante da matéria: em pesquisa com jovens de todo o Brasil, 89% apontaram o rádio como sua segunda fonte de entretenimento, logo atrás da TV e à frente dos encontros com os amigos (de segunda a sexta-feira). Nos fins de semana, a situação se inverte: os jovens preferem ouvir rádio a ver TV» (Prata, 2008: 31)

(3.0) A segmentação como resultado da lógica comercial?

A rádio que chega até à década de 90 do século passado é basicamente aquela que Lazarsfeld ajudou a idealizar e que Adorno criticou. Mudaram algumas coisas, como o local de escuta, que passou de casa para o carro, e perdeu-se a socialização dessa escuta (de acto colectivo passou a ser individual), mas a rádio é basicamente a mesma, a mesma industria cultural: mesmo a segmentação da oferta, última grande 'transformação' que marcou a rádio pós-televisão, pode ser vista como a evolução natural da procura - inevitável - de públicos mais adequados aos interesses dos anunciantes, que não se importam de gastar mais para ter menos publico, desde que esse público seja o certo (da mesma forma que, há que o reconhecer, essa segmentação da oferta também corresponderá a uma certa segmentação social e cultural ao nível dos mais variados interesses especializados- que a digitalização continua a potenciar, até chegar aos interesses individuais)

(intro) O debate sobre o futuro

Ninguém que escreva sobre a rádio desde , pelo menos 2000, pode ficar indiferente ao que a digitalização está a fazer, neste caso, à rádio. Por outras palavras, mais claras, que a internet está a mudar a rádio tal como a conhecemos. Sobre isso todos concordam. A discordância começa quando se analisa ou projecta aquilo em que a rádio se está a transformar. É a questão que atravessa todos os estudos contemporâneos que falam na rádio. Todos os que se atreveram a projectar uma resposta fechada falharam, o que se compreende porque esse objectivo é irrealizável. A tecnologia(s) tem-nos arrastado para novas realidades, novas possibilidades, que desmentem as certezas arrumadas anteriormente (por recentes que sejam). Não correremos esse risco, neste contexto. Englobamo-nos, de preferência na ideia descrita por Prata de «conceituar este novo modelo de radiofonia» (2008: 19). Vivemos um período de debate, mas já passámos algumas fases, já não estamos nem na fase do espanto ou da negação, tal como temos obrigação de avançar relativamente à fase das interrogações puras, como as descritas por Meditsch em 2001 (1): «Agora, a ameaça se chama internet, o fenômeno que parece querer subjugar o mundo nesta virada do milênio, devorando todas as mídias que o antecederam, até mesmo a televisão, até há pouco tão garbosa no seu domínio sobre a civilização. Diante de tal poder e voracidade, quem tem chance de sobreviver? Alguém é louco de apostar no rádio?». O debate continua; incorporamo-nos nele.

MEDITSCH, Eduardo (2001), «O ensino do radiojornalismo em tempos de internet», XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, BOCC

MEDITSCH, Eduardo (2001), «O ensino do radiojornalismo em tempos de internet», XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, BOCC

http://www.bocc.ubi.pt/pag/meditsch-eduardo-ensino-do-radiojornalismo.pdf

Prata, Nair (2008), «Webradio: Novos Gêneros, Novas Formas de Interação», Tese de Doutoramento apresentada na Faculdade de Letras da UFMG, Belo Horizonte, Brasil (inédita)

cinco mil milhões de downloads no iTunes

«The iTunes Store has now crossed five billion song downloads, according to information confirmed by Apple.  The threshold comes more than five years after the initial launch of the service in late April of 2003, part of a mixed scorecard for paid downloads.  "iTunes is the number one music retailer in the US and features the largest music catalog with over eight million songs," Apple declared in a statement. 
Few would quarrel with those assertions, and iTunes still commands a dominant lead over its rivals.  That includes Amazon, blessed with DRM-free MP3s by major labels as part of a plan to ease Apple's dominance and market power.  Others, including Napster, have also been granted MP3-based catalogs.»

fonte: Digital MUsic News, The iTunes Store: Five Years, Five Billion Song Downloads , 19/06/08

Prever o futuro (e o carro)

«As technology moves at lightning speed, it is increasingly difficult for radio companies (and all businesses) to track and respond to it - much less get ahead of it.  When you consider that iPods, Google, YouTube, and MySpace have only been around a few short years, it can be mind-boggling to even think about what we’ll all being doing in 2010. But that’s precisely what we’re paid to do.  Because as radio has learned - the hard way - continuing the same repetitive motions leads to stagnation, and ultimately being usurped by new media, and perceptions that we’ve become passé
JACOBLOG, When Waterfalls Go Up - Part 1 18/06/08

Jovens estão a ouvir mais? (Leiam tudo...)

«Paragon Media Strategies has taken a second look at young people, radio, and new media, and it’s got some good news: Radio TSL is up among 14-24s, with 54 percent saying they’re listening to radio at least a little more than in the past. That’s a change from the first "Youth Radio and New Media" survey, in 2007, when most respondents said they were listening to radio less.»

This year’s Paragon Media Strategies’ study runs contrary to expectations that new media would continue to erode radio Time Spent Listening (TSL).  Radio seems to have turned around many of the negative trends we documented in 2007. 

Radio records positive momentum in 2008.  When we asked if 14-24 year-old respondents were listening to over-the-air radio “More” or “Less” than they had in the past, the listening “More” won out by a healthy margin.  Radio’s momentum had been slightly negative last year.
Youth Radio slide 16

Radio displayed its resilience as the medium of convenience shoring up TSL among young respondents.  There was a notable decline this year among respondents who “Never” listen to radio and among those who listen “Less than an hour during a typical day”.
Youth Radio slide 9

Perhaps radio is escaping its uncool image as respondents warm up to music they like on the radio.  Perhaps the music simply got better.  Whether our study shows a sustained uptrend for radio or a ceasefire in the bombardment new media had delivered to radio TSL among young listeners is yet to be seen.

Detailed results of the complete Second Annual Youth Radio and New Media Study on our website www.paragonmediastrategies.com

(http://www.paragonmediastrategies.com/theblog/?p=292)

MARK RAMSEY explica: «why are we making a conclusive statement of this type based on 400 expressed attitudes when Arbitron collects tens of thousands of actual listener behaviors every quarter? Answers of this type are notoriously unreliable in research - not so much because of the smallish sample but because the question asks for opinions of listening rather than an actual record of listening, which is what the diary and the PPM do. Opinions are fine for attitudes and perceptions, but they leave much to be desired when we're talking about actual behavior. And the fact that the trend was evidently in the other direction twelve months ago is proof of just how rickety these opinions are. Good news is always welcome. But good news must be accurate, too. Maybe this is, but maybe it isn't. If you want to know whether time spent listening is up among American youth in the past twelve months, just ask Arbitron»

O futuro passa por aqui: uma rádio que permite playlists a gosto do ouvinte

«Norfolk-VA Beach has launched a new programming strategy which lets listeners pick the tunes, hoping to perhaps mimic the customization of online radio.Rather than request a single song, listeners head online and choose a list of songs from the station’s database to create an up to 20-track playlist, which then may be played in its entirety by the station on-air. While the stations’ alternative rock database is lacking in some areas — hosting just one track from some artists and only the well-known singles from most others — adding and ordering tracks is easy through a simple column-based interface. Users can manage their previous playlists and create as many as they want, but no feedback comes after submission as to when a playlist will be aired. Are the playlists played in order of submission, or is there still someone at MAX-FM’s end picking and choosing? In any case, our RAIN playlist (including the Smashing Pumpkins’ “Cherub Rock” and Led Zeppelin’s “Misty Mountain Hop”) hadn’t aired by the time of publication. The system is currently in Beta, and 100.5 MAX-FM hopes to implement playlist commenting and voting, as well as music sampling and purchasing soon. — MS; RAIN Analysis: While the idea of “all-request” radio is compelling, the execution would seem doomed. First, “100.5 MAX-FM serves well over 100,000 weekly listeners,” but at, say, 90 min. per 20-song playlist, only has enough time to play 112 playlists per week! This leaves 99,888 listeners with a non-interactive, traditional FM. Although it’s great show-biz! — KH» fonte: «RAIN 6/16: RAIN Site of the Week: WXXM brings web-like customization to FM» Jun 16, 10:43 AM Paul Maloney