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Transistor kills the radio star?

Para compreender melhor a relação música-rádio-ouvintes

«listeners have tastes, radio has genres», diz Mark Ramsey

Rádio como equipamento standard em carros

Já não é a primeira que escrevo sobre a importância dos novos receptores de rádio (HD ou satélite) aparecerem como equipamento-base nos novos modelos de carros. Uma coisa é serem opção, outra é instalados de origem. Por isso esta é uma boa notícia:

«XM Satellite Radio, the nation's leading provider of satellite radio with more than 7 million subscribers, today announced that Acura will expand the availability of factory-installed XM radios throughout its entire 2007 model year line, making XM standard equipment on all Acura models. In addition, Acura will now offer XM NavTraffic, the nation's first satellite-based real- time traffic information service, as part of the AcuraLink(TM) system available for an expanded line of four of its top-selling models including the 2007 Acura RL and TL luxury performance sedans as well as the all-new MDX and RDX luxury SUVs.

Acura was the first automotive brand to offer XM NavTraffic when it was introduced in the 2005 Acura RL. Now available in 44 major markets, award- winning XM NavTraffic delivers real-time traffic information by satellite to in-car navigation systems, giving consumers access to relevant traffic information to help avoid congestion while saving both time and the fuel often wasted by sitting in traffic.

"We're proud to be Acura's exclusive satellite radio and traffic service partner," said Steve Cook, executive vice president, Automotive, XM Satellite Radio. "Acura buyers embrace and expect class-leading, in-car technology and entertainment, and XM has the best combination of services to meet their high standards."

fonte: «XM Satellite Radio Now Standard Equipment in All 2007 Acura Models», Yahho Finance, Wednesday September 13, 8:00 am ET

«Clear Channel Radio snagged an automaker for its Total Traffic Network. The broadcaster signed a multi-year agreement with BMW to provide traffic data as part of standard navigation systems offered on some 2007 BMW models, including the X5, M5, M6 and the 3, 5 and 6 Series models. The feature becomes available on BMWs in the middle of this month. Clear Channel's Total Traffic Network serves 125 markets in three countries, including the U.S., Mexico and New Zealand. It delivers traffic data via in-car or portable navigation systems, broadcast media, wireless and Internet-based services.»

fonte: «BMW to Offer Clear Channel Traffic as Standard on Some ’07 Vehicles», RWOnline, 7/9/06

O iPod está em recta descendente?

a opinião de Mark Ramsey:

«The iPod is "losing its cool" only to the degree that the product isn't sufficiently refreshed by its makers. In Apple's world, that's a six to twelve month cycle. New products and "cool" go hand in hand. It has nothing - nothing - to do with whether or not "their parents own one." The iPod is fashion but it's also a utility, and utilities are assumed to be used across generations. This is nonsense talk, probably sown by envious Apple competitors

 

Leitores transferem-se para o on line

«Os jornais nacionais impressos já perderam para as suas edições on online 173 mil leitores, segundo dados relativos a um inquerito telefónico realizado pela Marktest, durante o primeiro trimestre de 2006 a 3500 individuos maiores de 15 anos residentes no Continente (...) foram apurados  1,6 milhões leitores de jornais electronicos em Portugal, ou seja 16% da população portuguesa já tem habitos de leitura de jornais on online. (...) Segundo o inquerito, as edições electronicas dos diários ganharam 115 mil leitores às respectivas edições impressas, enquanto que as versões on line dos semanários ganharam 58 mil leitores».

fonte: «Jornais impressos perdem 173 mil leitpres para o on line», Jornal de negocios, Catarina Carneiro de Brito, 13/9/06

Novas do iPod

anunciadas ontem por Steve Jobs:

- serviço pago de downloads de filmes para um novo iPod (a competir com o site da Amazon)

- um novo aparelho que permitirá passar os ficheiros descarregados do computador para a tv, i iTV (lançado nos EUA). «São exactamente os mesmos ficheiros, os mesmos, a passar no meu iPod, no meu computador e na minha televisão de ecrã plano» (fonte: http://www.meiobit.com/arq/008527.html)

Concorrente do iTunes chega à Europa

«A eMusic, a segunda maior loja de música online a operar actualmente (depois da iTunes), abriu a sua filial europeia, oferecendo downloads sem qualquer tipo de restrição digital, em troca de uma assinatura mensal. O serviço está alojado no website www.emusic.com e é o maior distribuidor de música digital associada a editoras independentes (cerca de 8500, no total).

O serviço eMusic funciona com base num pagamento mensal que garante o acesso a um determinado número de downloads: 12,99 euros representam 40 ficheiros mp3, enquanto 20,99 euros por mês asseguram 90 canções descarregadas. Esgotado o limite dos downloads, cada assinante poderá pagar por cada canção extra ou adquirir os chamados booster packs, ou seja, novos pacotes de downloads.

Contrariando os métodos seguidos por outros serviços (como o iTunes ou o Napster), os ficheiros descarregados através do eMusic não estão condicionados pelos direitos digitais (DRM). Ou seja, a cópia dos ficheiros em CD não está limitada, nem a sua transferência para outros computadores ou leitores portáteis. Tratam-se de ficheiros mp3 que podem ser descodificados por qualquer leitor de música digital, incluindo o iPod da Apple. Ao contrário de serviços como o Napster, os ficheiros já descarregados não são apagados do computador se o utilizador cancelar a sua assinatura.

O catálogo da loja eMusic abrange cerca de 1,7 milhões de títulos, associados a editoras independentes, como o grupo Beggars (XL, Matador, Beggars Banquet, 4AD), Edel ou Domino, que até agora não estavam acessíveis no formato digital na Europa. De fora ficam os títulos das chamadas majors, associadas a outros serviços.

Neste momento, o iTunes domina o mercado europeu, com cerca de 80% das vendas registadas. O objectivo da eMusic é a concorrência directa ao iTunes. O próprio presidente da eMusic, David Pakman, afirmou, durante a apresentação do serviço na Europa, que "o domínio do iTunes no mercado europeu chegou ao fim".

A chegada do eMusic à Europa surge pouco depois de o serviço MySpace (www.myspace.com) ter anunciado que os músicos e as bandas sem contrato discográfico, que tenham ali o seu espaço registado, poderão começar a vender as suas músicas livremente (a um preço definido pelos próprios). O MySpace é um dos grandes responsáveis pela recente descoberta de novos grupos que entraram com sucesso no mercado pop-rock e foi o site mais visitado na América do Norte em 2005. Hoje tem cerca de 106 milhões de utilizadores. »

fonte: «E Music chega à Europa sem restrições digitais», Tiago Pereira, DN, 13/9/06

Vodafone apresenta música em exlcusivo

«A Vodafone disponibiliza, em pré-lançamento exclusivo, o primeiro álbum a solo de Fergie, a vocalista dos Black Eyed Peas, no portal Vodafone live!.  Graças a esta iniciativa, os Clientes da Vodafone vão poder adquirir faixas completas do novo álbum, “The Dutchess”, assim como Toques, Imagens, RingDings e Videoclips. Também vai ser possível ouvir estas faixas no Vodafone Radio DJ.

Este pré-lançamento é um exclusivo da Vodafone Portugal, a qual, além disso, é a única operadora em todo o mundo a disponibilizar todos os Toques Reais deste álbum. Com efeito, o acesso ao Radio DJ, assim como os downloads de Toques, RingDings, Músicas Completas, Videoclips e Imagens  para telemóvel, é reservado aos Clientes Vodafone  até dia 18 de Setembro, data a partir da qual o álbum será colocado à venda nas lojas.»

fonte: informação oficial da Vodafone Portugal, 12/9/06

Clear Channel faz aposta forte na net

«Clear Channel Radio has announced the launch of a national roll out of mobile radio programming. New York’s Z100 will stream live radio and new features directly to cell phones across the country. The mobile service is provided by Cingular Wireless and DKNY Jeans is the first sponsor of Z100 Mobile. Subscribers of Z100 Mobile can interact directly from their phones to listen to streamed and on-demand content including podcasts of celebrity interviews and other segments. They can also find the title and artist of the last 10 songs played on-air, make a request directly to Z100 and receive a text message alert 15 minutes before the song is played, get free station wallpapers for their phone, rate listener-submitted photos and obtain real-time reports on local traffic.

“With Z100 reaching 2.5 million listeners each week, and 50 million consumers subscribing to Cingular Wireless, we are creating one of the largest audiences for any radio or mobile phone application in the US, thereby monumentally expanding Clear Channel Radio’s mobile content portfolio,” said Jeff Littlejohn, executive vice president of Distribution Development for Clear Channel Radio. “By connecting listeners to their favorite radio stations via cell phone, and adding interactive features, Clear Channel Radio has found an additional platform to deliver on-demand entertainment to, and drive listening among its active, on-the-go audiences across the country.”  Clear Channel Radio expects to launch similar programs on up to 100 more of its radio stations within the next year.»

fonte: «Clear Channel Radio Launches National Mobile Content Program», Radio Ink, 7/09/06

Músicas no telemóvel

«Os GNR, Expensive Soul e David Fonseca ocupam os três primeiros lugares do ‘top’ nacional. Esta sequência não seria de admirar se se estivesse a falar de álbuns vendidos no mercado tradicional mas este é, na verdade, o ‘ranking’ de artistas nacionais da Vodafone, ou seja, das músicas preferidas para ouvir nos telemóveis.

Já são largos milhares de músicas que estão disponíveis nos serviços da Vodafone e da Optimus. Artistas nacionais e estrangeiros na área do Pop, Rock, R & B, World, Hip Hop e Dance, para além de música clássica, integram os portfólios dos operadores, que estão à venda a partir de 1,5 euros.

Com estes serviços de música, os apreciadores podem fazer o ‘download’ de faixas musicais completas, com qualidade semelhante a CD, para o telefone móvel ou cartão de memória.

A Vodafone lançou o Mobile Music em Novembro de 2004, tendo a Optimus iniciado o serviço este ano.

É de estranhar assim que a Sony Ericsson, depois de unir a imagem ao telemóvel (integrando câmaras fotográficas) tenha recuperado o conceito ‘walkman’ para o mesmo efeito.

“Ao introduzir a marca Walkman em telemóveis Sony Ericsson, foi possível conseguir resultados impressionantes para a empresa em 2005, ano em que vendemos mais de três milhões destes telemóveis”, sublinha José Brandão, Site Manager da empresa em Portugal.

O W950, que está a chegar ao mercado nacional, é o sexto ‘walkman’ a aparecer e permite reproduzir, com os seus 4GB de memória, até quatro mil temas com elevada qualidade.

O terminal permite ainda, enquanto se ouve música, ler e enviar SMS, ‘e-mails’ ou mesmo explorar a internet. UTILIZADORES

Em Junho existiam 11,738 milhões de telemóveis em utilização, mais 1,6% que no final de Março. A taxa de introdução do serviço estava nos 111,5%, ou seja, por norma, cada português tem mais de um telemóvel.»

fonte: Correio da Manhã, «Televisão chega ao mais pequeno ecrã», 6/9/06

Ponto da situação do mobile tv em Portugal

«A TMN disponibiliza o serviço Mobile TV, através do portal i9, podendo os clientes optar por uma subscrição mensal de 7,5 euros ou, em alternativa, um acesso de 24 horas por 90 cêntimos.

Qualquer destas opções permite um acesso ilimitado a todos os canais, incluindo o novo canal dedicado ao futebol nacional, com excepção aos canais Premium com programação para adultos, que são taxados separadamente pelo valor de 3,5 euros por um período de 24 horas.

O tarifário de subscrição da Vodafone e da Optimus é igualmente de 7,5 euros, registando-se pequenas variações na taxação de canais.

TMN, Vodafone e Optimus estão já a comercializar dois modelos 3,5G da Sam-sung. A Vodafone comercializa o ZV50 por 449,90 euros, enquanto o Z560 é vendido pela TMN por 489,90 euros e pela Optimus por 459,90 euros.

Com a chegada de novos modelos, e à semelhança do que tem acontecido, os preços destes telemóveis vão claramente baixar e cada vez mais pessoas poderão ter acesso aos conteúdos disponibilizados»

fonte: Correio da Manhã, «Televisão chega ao mais pequeno ecrã», 6/9/06

Muito, muito importante: música legal e à borla

A Universal Music vai lançar um novo serviço de download gratuito de músicas através da Internet, que promete fazer concorrência ao iTunes da Apple. O serviço será lançado já em Dezembro próximo. Intitulado SpiralFrog, o novo serviço dependerá da publicidade para obter receitas, o que supõe um modelo diferente de negócios daquele que oferece o gigante informático. Segundo o Financial Times, citado pelo Diário Digital, o modelo já começou a atrair anunciantes, e marcas como a Levi’s, Aeropostale, Benetton e outras já expressaram o seu interesse.

«o Spiralfrog entra no ar até o final deste ano e oferecerá canções para usuários que assistirem à pequenos comerciais. O serviço estatá disponível somente para internautas dos EUA e Canadá. (...) Na opinião de Robin Kent, executivo-chefe da Spiralfrog, oferecer músicas gratuitamente na internet é a melhor forma de atrair o público jovem para sites legais de entretenimento. A Federação Internacional da Indústria Fonográfica estima que para cada download legal de música, ocorram outros 40 downloads ilegais»

«Chaffin e van Duyn [jornalistas do Finantial Times] dizem que o principal executivo da SpiralFrog, Robin Kent, tem conversado com outras gravadoras como Warner, EMI e Sony, na esperança de atraí-las para o negócio. Seu principal argumento é o repentino aumento da publicidade na Internet.De acordo com Chaffin e van Duyn, a chegada de um rival para o iTunes baseado no modelo de downloads grátis representa uma tendência da indústria fonográfica de lucrar com a distribuição de música em formato digital ainda dominada pela pirataria.Chaffin e van Duyn dizem que o principal executivo da SpiralFrog, Robin Kent, tem conversado com outras gravadoras como Warner, EMI e Sony, na esperança de atraí-las para o negócio. Seu principal argumento é o repentino aumento da publicidade na Internet. De acordo com Chaffin e van Duyn, a chegada de um rival para o iTunes baseado no modelo de downloads grátis representa uma tendência da indústria fonográfica de lucrar com a distribuição de música em formato digital ainda dominada pela pirataria»

Duvidas:

«Que não há almoços grátis é uma outra máxima que qualquer aprendiz de economia reconhece e que qualquer profissional da publicidade explora. Por isso, o modelo do SpiralFrog assenta numa contrapartida: só depois do visionamento de um anúncio publicitário de 90 segundos é que é possível aceder, sem pagar, à música desejada. (...) Mas convém não aplaudir tão entusiasticamente o lançamento do SpiralFrog, recomenda este especialista, que identifica uma série de "senãos" no novo serviço. Desde logo, a impossibilidade de evitar a publicidade cada vez que se descarrega uma música. Depois, a incompatibilidade dos ficheiros com vários equipamentos (alguns sistemas operativos e leitores de mp3). A seguir, o facto de ser impossível transferir as músicas descarregadas para CD. E finalmente o prazo de validade de apenas seis meses do download. "Quem vai querer descarregar as mesmas músicas de seis em seis meses para poder manter uma playlist?", pergunta.
No vasto mundo da blogosfera, o SpiralFrog não recolheu grandes simpatias. Ted Samson, do blogue Infoworld Tech Watch, nota que o novo serviço é demasiado complicado. "Quem se vai dar ao trabalho de cumprir com as regras todas do SpiralFrog se tem acesso a música barata no iTunes ou até de borla no MySpace?", pergunta. E Grant Robertson, do Digital Music Weblog, nota a principal razão por que o modelo de SpiralFrog está condenado ao fracasso. "Vejam as tendências do consumo, do TiVo à rádio por satélite", escreveu, argumentando que, entre downloads gratuitos e anúncios indesejados, o público está disposto a pagar para não ter publicidade» (fonte: «Editoras Discográficas voltam-se agora para o mercado digital», Rita Siza, Publico, 3/9/06, pag 34)

A ameaça não é o download?

«(...) um em cada quatro CD vendidos no mundo o ano passado é ilegal. Isso corresponde, diz a FIIF (Federação Internacional da Indústria Fonográfica] a 37 por cento das vendas de 205. O relatório apresentado ontem refere ainda que foram feitos 20 mil milhões de downloads ilegais na Internet em 2005 e que em 30 países a venda de CD ilegais ultrapassou os CD legais. Rússia, Brasil, China, Indonésia, México e Espanha são os mercados mais preocupantes»

fonte: «Um em cada quatro CD vendidos em 2005 é ilegal», Publico, 28/7/06 (Cultura)

Uma rádio na net que fecha por falta de viabilidade

Era uma das mais conhecidas e elogiadas experiencias de rádio na net, sobretudo pelo que significou: era uma rádio hertziana que passou ao on line (já tratada aqui)

Acaba de anunciar que vai fechar:

«The Future of Rock and Roll" will end in two weeks. Managers of WOXY.com, the Internet-only radio station launched 26 months ago, will cease operation Sept. 15. (...) Bryan Jay Miller, 32, general manager, said the Internet station could not overcome distribution limitations and the lack of advertising revenues to maintain the four-employee operation.  "Internet radio is very cool, but you're still tethered to a computer for the most part. iPods, AM/FM radio and satellite radio are very portable," says Miller, who started at WOXY-FM in 1993."That impacted our advertising growth," he says. (...)

fonte: «WOXY.com to pull plug», Cincinnati Enquirer, September 1, 2006, JOHN KIESEWETTER

RAIN: «Exclusive to RAIN, Bryan Jay Miller adds: "Our problem has never been producing engaging, unique radio. We've been doing that for 26 years. The problem, almost from the very beginning, has been in making the Internet radio distribution and advertising model work for us as a standalone operation.
"On the upside, I'm very confident in the ability for WOXY.com's programming to really work with a more widely accessible and potentially different distribution medium or as part of a larger media play that can leverage what we're doing. There is a need for what we do, and our rabid community and listeners can attest to that. The bottom line is that we'd love to find a new home for what we do and a buyer or a business partner that can make that happen. No one wants to see this disappear." (1/9/06)

Telemóvel preferido para medir audiências

A Media AUdit/Ipsos labora em favor do seu telemóvel, contra o pager da Arbitron (PPM).

«A recent radio study shows 35% to 40% of participants in the study are more likely to routinely carry a cell phone than a pager device to measure radio audiences. This is one of the many findings of a telephone study of 1,000 randomly selected adults commissioned by The Media Audit/Ipsos, one of two companies competing for the US electronic radio ratings contract» (fonte: «New Study Indicates Pager-like Device May Be Reason for Lower Listening Levels with PPM», MediaAudit, 21/7/06)

Preferred Monitoring Device by Research Participants

 

Cell Phone

Pager

Advantage of Cell Phone over Pager

Male

6%

21%

300%

Ages 18-34

71

22

323

Non-white

72

18

400

Source: MediaAudit/Ipsos, July 2006

Diminui o numero de ouvintes de notícias na rádio (EUA)

«The number of people who say they “listened to radio news yesterday” fell from 47% in 1994 to 36% this year. That’s one of the statistics about media consumption in a report from the Pew Research Center for the People and the Press.  “The percentage getting news from any source is significantly lower than it was in the mid-1990s, before Internet news became popular,” the report continued. “Roughly eight-in-ten (81%) say they got news yesterday either from TV, newspapers, radio or by going online. That represents a slight decline from 2004 (85%), but a more substantial drop since 1994 (90%).” Looking at the radio statistics by age: in the 18-29 demo, 26 percent said they listened to radio news yesterday, while 43% of those 30-49 said so. The percentage was 39% for those 50-64 and only 27% for those 65+. The average time spent “yesterday” with news on radio has been relatively stable, at 16 minutes in 2006 compared to 17 minutes 12 years ago»

fonte: «Radio News Consumption Down; Other Listening Trends Noted in Report», Radioworldnewsbytes, 3/8/06

O estudo: http://people-press.org/reports/display.php3?PageID=1065

 

NPR consolida liderança nos serviços on line

«NPR will create a major digital music service to extend the significant role that public radio stations, networks and producers currently hold in music discovery and create a unified place to showcase all genres on present and future media platforms.

This project is tentatively scheduled to roll out in the first half of 2007. It will address growing audience interest in on-demand and non-traditional settings to find music content, and to maximize the enormous music assets of local and national public radio.

"From the start, music in all forms has been a cornerstone of public radio. NPR, public radio producers and our station colleagues are recognized as important music presenters and curators for the public, wherever they are," said Ken Stern, Executive Vice President, NPR. "While this role began with traditional program broadcasts, we have pioneered innovations - independently and collaboratively - including a modular music production and acquisition program service, NPR Music online, live streaming concerts, podcasts and, most recently, digital radio multicast channels. The digital music discovery arena is a new and barely-explored one, and a logical place for NPR and the public radio system to take a leadership role."»

fonte: NPR, 30/8/06, NPR DEVELOPING DIGITAL MUSIC SERVICE

Empresa de telemóveis lança Radio Sprint

«Sprint has announced that it will launch Sprint Radio service and the introduction of unique features and a promotion for the Sprint Music Store.

Sprint Radio features more than 50 channels of streaming radio and video with programming that offers music and music videos as well as news, weather, sports, finance and entertainment from sources such as NPR, ESPN and Radio Disney. Sprint Radio is offered through a partnership with mSpot, which is responsible for content production and ongoing operations of the service.

Sprint Radio covers many different music genres, including urban, pop, Latin, Rock, Reggaeton, Country, Dance, Spiritual, Jazz and more. It is available via a subscription for $5.95 a month on the Sprint Media Player or as a downloadable JavaR application. Sprint Radio is offered on select handsets across all three of Sprint's networks: Sprint Power Vision, Sprint Vision and Nextel.

"More people than ever before are enjoying music on their mobile phones, and this popularity is expected to continue to rise as Sprint offers more truly differentiated ways to be entertained no matter where our customers are throughout their busy days," said Alana Muller, director of entertainment product marketing for Sprint.»

fonte: Radio Ink, Sprint Radio Launches With More Than 50 Channels, 1/9/06

A ideia de transição

«Thirty years ago, music in your pocket meant a transistor radio with tinny mono sound. Fifteen years ago, you'd have a Walkman cassette player with stereo headphones and tape hiss. Now, thousands of clear, digital songs fit on an iPod Nano the size of a credit card.

Every form of media experiences the same transition: fidelity that starts out expensive and big gets cheaper and smaller. And those transitions are happening faster than ever»

fonte: «If you wanted to watch ‘Superman,' which would you choose now?», USA Today, By Kevin Maney, 30/08/06

Méritos do iPod

«The iPod marked just such a threshold. MP3 players existed before Apple created the iPod and iTunes, but previous systems weren't convenient or cheap enough to make up for the lesser fidelity of MP3s, which sample less than one-tenth the sound CDs do.

After the iPod, digital music — legitimate and pirated — took off, while CD sales sagged. In 2005, the industry reported that CD sales were down 8% to 667 million, while song downloads grew more than 150%, to 353 million. The trend is on about the same track in 2006.»

fonte: «If you wanted to watch ‘Superman,' which would you choose now?», USA Today, By Kevin Maney, 30/08/06

A rádio morre se não se adaptar ao segundo choque

«The UK's radio industry will die unless it embraces multiple platforms and technologies like mobile DAB, according to a BBC executive. In an interview with industry newspaper Broadcast, BBC controller of interactive radio and music Simon Nelson said he feared for the future of radio in Europe and across the world unless it embraces new technology.  He said he wants to see DAB chips in mobile phones and portable devices so that digital radio can be accessed by more people. "If we don't change quite radically as an industry we will die,” said Nelson. “It's imperative that we have a digital transition for radio, a transition across multiple platforms. Radio is the most flexible of all mediums and has the potential to exploit what is going on in technology."

fonte: «Radio must adapt to technology or die», Jane Hoskyn, vnunet.com 04 Aug 2006