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Transistor kills the radio star?

Sobre a definição de rádio (redifinir ou reinventar)

se não se define rádio através da caixa nem do meio de transmissão, resta o conteúdo. Sim, rádio é contéudo. [o que se assiste nesta altura é a uma profissão de fé nos conteudos como decisivos para o 'triunfo' da rádio; rádio é humanidade não é tecnologia, disse o presidente da GCap Richard Eyre; a questão é se, confundidos pelo passado - televisão, etc - não estarão a ver mal a internet, encarando-a apenas como tecnologia; o futuro não será decidido por sistemas de distribuição mas pelo conteudo e pela criatividade, ouve-se) 

Mas não é possivel entender esse conteudo como musica, voz ou efeitos (e silencio) nem apenas como audio (caso contrário, um animador num carrossel seria rádio). Rádio pressupõe tambem uma forma de programar esses conteudos audio (o tal fluxo continuo pré-programado e não manipulável)

Neste contexto, redifinir é, com este ou outro nome (provavelmente mantendo este durante muito tempo), é construir a partir do existente. é acrescentar, é evoluir a partir do existe, mas mantendo uma espinha dorsal, que - com o tempo - se irá perdendo. É continuar a chamar rádio a uma coisa bm diferente, faltando saber se a ideia central se mantém;

Reinventar é mudar, é romper, é falar de um novo meio - esse sim, a exigir um novo nome.

Equivoco sobre a internet

Um dos maiores equivocos - tipicos de uma mentalidade em transição do analógico para o digital - é comparar rádio, jornais ou televisão com internet, como se esta fosse mais uma, ou mesmo um concorrente. A internet tem caracteristicas proprias ao nivel tecnologico e tambem permite idiossincrasias nos conteudos, mas a principal caracteristica é poder reunir os meios convencionais num só espaço. Ou seja, internet será o resultado de uma equação onde os factores são: televisão/imagem/video + texto/imprensa + rádio/audio/musica + caracteristicas proprias. A internet sem os conteudos mediaticos classicos seria bem mais interessante; a internet não é rádio, mas rádio pode ser internet.  

A relevância da geração iPod

Estudar esta faixa etária em concreto assume uma especial importância na medida em que as caracteristicas desta geração são muito particulares: se por exemplo se assiste a alguma erosão das audiências em varios paises (erosão nas facturações e nas cotações em bolsa é objectivo) isso não resulta tanto do desconhecimento por parte desses ouvintes. Eles conhecem a rádio, certamente já ouviram (porque gostavam ou porque não tinham alternativa em situações de mobilidade e/ou acumulação) mas por varias razões - que tambem veremos - deixaram de ouvir. Com os ouvintes mais novos passa-se algo diferente: eles não conhecem e quando conhecem, a rádio já compete com outros serviços; eles pedirão aos pais um leitor de mp3 (de preferencia um iPod) em vez de um rádio; não há programações para eles ou as que existem não se revelam adaptadas aos seus gostos e as alternativas (musicais) parecem ser mais atraentes

«Gen Yers are "Influencers" by nature, and they will influence younger and older decision-makers. New devices and services will be bought by/for them, they will encourage older populations to "get with it" and join them, and they will be emulated by younger generations trying to be like them»

«’Gen-Y’ Media Use & Attrition», Bridge Ratings, 14/03/07

A rádio não está a tomar conta do negócio

Primeiro assistiu-se a um desinteresse por parte da industria aos novos fenomenos de audio na internet; nos últimos tempos tem-se assistido a uma aproximação, a uma conjugação entre convencional e disruptivo (CBS com Last.fm, Clear Channel com Pandora?, HD permite comprar faixas no iTunes; orange lança portal para comprar músicas ouvidas em streaming) mas a verdade é que estes negocios não põem a rádio a controlar todo o processo. São os novos operadores quem tem as bases de dados (com endereços, com os gostos dos utilizadores, e este activo é fundamental, uma valiosa mercadoria); O projecto Cliq, ontem apresentado, procura dar à rádio o controlo total dos utilizadores, dando-lhes musica, o que faz aumentar o tempo que cada um passa ligado ao site e a ouvir.

O que pensa a indústria da rádio sobre o futuro

(ideias a partir da conferencia 'radio 3.0' realizada ontem em Londres, 22/5):

- vive o presente, a pensar a partir do passado; olha o futuro com muito receio; o passado repetir-se-á no futuro? A resilência do passado

- «o futuro é ameaçador»; tambem pelo desconhecimento; a rádio está por exemplo a tentar descobrir o que é uma plataforma multimedia, para além das palavras; pensam que a Internet é mais uma (há excepções, a BBC); na net isso não é possivel, não há uma transferencia pura porque não há apenas uma emissão streaming, a net exige/impõe uma adaptação, o aparecimento de novos serviços;

- a televisão digital resultou; a rádio digital (DAB) não; porquê? passaram as programações de FM para o DAB, sem qualquer adaptação; na televisão há conteudos novos

- a existencia de varias plataformas (net e dab, fm e telemoveis, por exemplo) não ajuda a clarificação, tal como não obrigatoriedade de fazer o switch off analogico («o mercado é que decidirá»)

- a maior parte dos conteudos na net é irrelevante (falam de dentro para fora, não de fora para dentro), não há podcasts 

- é aconselhada a redifinir-se, introduzindo e prestando novos serviçois

As audiências nunca mais serão as mesmas

Com a internet e a fragmentação da oferta, o conceito de audiência, de grandes massas, nunca mais será o mesmo. A oferta está dispersa, o utilizador já não tem 50 opções (nem 500) mas 50 mil. Irá gostar mais de uns do que de outros, mas nunca com a fidelização anterior; estaremos perante um conceito de fragmentação de audiências, que obrigará a novos modelos de negócio (oferecer muitos canais, e não um) e mais atenção da publicidade - que terá de encontrar nichos dirigidos (vai ter muito mais trabalho de procura e análise)

DAB: parte do problema e não da solução

No caso da Grã-Bretanha o problema é ainda mais grave, porque aquilo que há 15 anos parecia uma óptima ideia – o DAB -, é hoje parte do problema e não da solução. Visto a esta distância, o DAB é apenas um FM melhor, mas na Grã-Bretanha têm sido gastos milhões nessa tecnologia – e há ainda um novo e ambicioso projecto, do Channel 4, para nascer. É verdade que se vende(ra)m muitos rádios DAB por lá, mas as audiências são ainda minoritárias e a publicidade atribuída a esses canais não compensa. O DAB continua a ser um mau negócio. Além do mais, enquanto pensam – e gastam, tempo e ideias – nessa tecnologia, não estão a investir em conteúdos para a Internet. Não é por acaso que, à excepção da BBC, o panorama do web-conteúdo é fraco na GB. Mas também não é por acaso que a BBC tem 60 por cento das audiências, contra 40 por cento da rádio comercial.

A verdade – por muito que custe admiti-lo – é que a industria não sabe o que fazer. Dá alguns passos tímidos, proporcionais ao desconforto, e vai vendo como evolui. A questão é que esse ritmo é muito mais lento do que aquele que é imposto por outros operadores, sem ligação à rádio, e que estão a fazer diversos negócios – como mostrou um dos fundadores da Last.fm (um dos maiores jornais da Europa, o Bild, tem um canal de rádio na net. Com quem? Com a Last.fm, claro).

De uma forma muito básica, diria que a rádio britânica está num buraco chamado DAB. O problema é que, em vez de encontrar a saída no local onde entrou, continua a escavar, à procura da luz ao fundo túnel. O túnel está cada vez mais escuro, e a rádio cada vez mais desorientada. Na conferência, um responsável por uma empresa de pesquisa ligada à bolsa, a Dresdner Kleinwort, aconselhou a investimentos de longo prazo, porque a rádio é resilenta (ou seja, a velha ladainha de comparar a Internet com a televisão e a fé de que a história se repetirá).

Por isso, a conferência que se chamava ‘radio 3.0’, foi sobretudo sobre o que fazer com um problema chamado DAB. (notas sobre a conferência 3.0 realizada ontem em Londres)

A Internet pode ajudar a rádio musical (convencional)?

«(...) Pandora is certainly a viable brand that some terrestrial broadcaster should take advantage of. (You could also see some less interactive version being one of the things that might actually drive listeners to an HD-2 channel.) (...) With the two major groups [CC e CBS] locking down two of the major Webcasters [Pandora e LastFM], what are other broadcasters doing along similar lines? What implications do these or other Webcaster tie-ups have for broadcasters' HD-2 multicast channels, particularly in light of recent years' proof that it's not as easy to create this type of content as broadcasters thought? Is there a way to use Pandora or Last.fm to reinforce radio's strong, but eroding authority in the music discovery area? "Here's a new song that you helped us discover through Pandora.com" has potential cachet on the air. "Here's a song that tested well in a similar market" does not.» fonte: Surprise! The Majors Discover Discovery, May. 13, 2008  Sean Ross, The Inifinite Dial

 

 

Os grandes operadores de radiodifusão começam a chegar à net

mais um avanço da Clear Channel: «Clear Channel Radio has struck a deal with Reciva, the largest provider of Internet radio modules for use with broadband applications, to stream all of its stations on Reciva-powered receivers. Clear Channel officials said the new deal represents further expansion of the company's ever-growing distribution platform. (...) Reciva-enabled Internet radio devices can play back online radio in almost every format, including MP3, Microsoft Windows Media Player, RealAudio Player and AAC (iTunes). Reciva's Gateway technology delivers regularly updated and verified Internet radio station lists to its Internet radio products, allowing listeners access to many thousands of online radio broadcasts without the need for a personal computer. Meanwhile, the Reciva Radio Portal, www.reciva.com, enables listeners to access the same stations via their personal computer. (...) Jeff Littlejohn, executive vice president of distribution and development for Clear Channel Radio, said: "We're working with a best-in-breed partner with Reciva, the largest Internet radio module manufacturer, allowing listeners to receive all of our streamed content via a single mobile device." » Monday, May 19, 2008 - 1:20 PM EDT, Clear Channel Radio broadens streaming reach with Reciva deal Washington Business Journal - by W. Scott Bailey

Em face disto, Mark Ramsey diz: «As the big groups make digital deals to keep their content alive across multiple platforms, where does that leave the smaller or less sophisticated groups? If you're out there working for one of these groups are you reading these announcements with bemused puzzlement? Or are you seeing a trend taking shape and working to place you and your stations are on it?What I see happening here is the separation of groups which are positioning themselves for the future - and groups which aren't.Trust me, you do not want to be on the wrong side of these trends. To let these opportunities slip by is to sell buggy-whips when your customers want horseless carriages.What are you and your group doing to step up to the plate today?»

 

Empresa de telemóveis Orange tem receptor de 'rádio' na net

«From today Orange will be selling its LiveRadio device, which connects to a home broadband line and allows consumers to listen to up to 4,000 internet radio stations. Recent figures from Rajar showed that about eight million people in Britain listen to internet radio stations at least once a week. So-called wi-fi radio sets have been available for some time but LiveRadio gives listeners the chance to buy tracks that they like after hearing them on the radio as it connects with Orange music store. Tracks bought online are instantly downloaded to both a user's computer and their mobile phone. The radio can also play MP3 music files - although not tracks bought through iTunes - and podcasts. (...) LiveRadio was launched last year in France and sold over 10,000 in the first few months.» (Wray, Richard, «Orange turns to internet radio in fight with rivals», The Guardian, 19/05/08)

Orange's Liveradio launches in UK this week

 

Para uma definição de redes sociais

«SOE (social online environments, social networking sites, por ex. Hi5, Facebook, MySpace, Friendster, Linkedln, Orkut, Ringo, etc), são ferramentas de software social disponibilizadas num website de redes sociais, que permitem a cada utilizador criar um perfil de si próprio (através de descrições, fotos, listas de interesses pessoais) e construir uma rede pessoal de relacionamentos sociais que o conecta intencional e selectivamente com outros utilizadores pertencentes à sua rede pessoal ou outras redes pessoais e de interesses pessoais comuns, através da troca de mensagens privadas e públicas entre si. Sites sociais actualmente muito populares como o Hi5, o MySpace e o Linkedln lançados em 2003, ou o Orkut e o FaceBook em 2004, constituem uma actualização e melhoramento das primeiras gerações de software social de comunicação mediada por computador como, por exemplo, o IRC dos anos 90. O actual software social da Web 2.0 constitui, todavia, um incremento inovacional, possibilitando a conversação em tempo real, a partilha de ficheiros personalizados de imagens, música e vídeo, a videoconferência online com utilizadores de outras redes pessoais. Estas ferramentas oferecem um enorme potencial enquanto espaço dinâmico de sociabilidades, convívio e partilha de interesses, gostos e estilos. E, à semelhança dos seus antecessores, enquanto espaço de convívio e partilha, o software social fomenta quer a manutenção das sociabilidades pré-existentes offline quer a expansão das sociabilidades puramente online»

fonte: OBERCOM, «Web 1.5: As redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0», Flash Report, Maio 2008, pag 3

A web em Portugal é 1.5...

«A Web 2.0 é muitas vezes apresentada como uma Web diferente da imaginada pelo seu criador Tim Berners Lee e como tal merecedora do alias 2.0 . Ou seja, de uma Web assente no hipertexto de informação teríamos evoluído para uma Web cada vez mais assente na comunicação e sociabilização. No entanto, o título desta análise é "Web 1.5 – as redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0". A escolha desse título reflecte as conclusões desta análise, pois por um lado o email continua a ser a ferramenta mais usada na Internet, seguida pelos diferentes tipos de chat, por outro lado a Internet sempre foi, desde o seu início, um campo de sociabilidades. O que há de novo hoje é o facto de o hipermedia (páginas com texto, som e imagem) se terem casado com a comunicação oferecendo produtos como o hi5 e Myspace em vez das mailing lists, Newsgroups e IRC dos anos 90. A Web em Portugal, em termos da sua utilização, ainda não é 2.0 mas é possível que o venha a ser a breve trecho, por enquanto, trata-se de uma Web entre o email e algo mais completo, uma Web 1.5, talvez»

fonte: OBERCOM, «Web 1.5: As redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0», Flash Report, Maio 2008, pág 17

«novas dimensões da acessibilidade da informação, em quantidade e em mobilidade»

«O que a Web 2.0 nos traz é a mudança de paradigma de relação com a informação e isso encerra problemas maiores, porque não nos atinge apenas individualmente, atinge-nos individual e colectivamente em todas as dimensões da nossa vida. É óbvio que as novas dimensões da acessibilidade da informação, em quantidade e em mobilidade são uma mudança fundamental para as nossas sociedades e, trata-se, de uma mudança positiva. Essa mudança quer dizer, em teoria, mais liberdade de pensamento, maior reflexividade e maior democraticidade entre os sujeitos comunicantes, isto é: nós. No entanto, importa questionar se essa mudança não está também a mudar as regras do jogo sem que nós nos apercebamos e, como tal, podendo colocar-nos fora dele. Não por nosso erro, mas por desconhecimento de que as regras mudaram algures ao longo de um jogo em curso.Na Era da Comunicação de Massa, a “verdade” (algo sempre subjectivo, como convêm relembrar) costumava estar associada àquilo que era dito pelos jornalistas (também aos professores e autores publicados e encadernados em papel, mas o que esses nos contavam tinha normalmente menos impacto na nossa vida diária). O que diferencia, em última analise, o jornalista do contador de histórias (algo que todos somos, melhor ou pior) é a dimensão ética. Não é a sua capacidade de escolha e selecção, pois essas são, tão só, ferramentas ao serviço da ética.» fonte: CARDOSO, Gustavo, WIKIS, BLOGUES E YOUTUBE. E AGORA?, Maio 2008

O uso digital cria novas exigências à rádio

«"Even with the advent of MP3 players, consumers are still largely turning to radio for their music needs as it is easily accessible and free," said Marcell Faller, founder and CEO of sonoro audio. "However, consumers' expanding, elaborate music libraries have created a demand for all-in-one audio systems that let them integrate the functionality of MP3 players, CDs and radio in a single compact device." Spreading audio libraries across several formats reassures users that their carefully-compiled collections are not lost, if a laptop full of digital content is stolen or CDs are damaged.»

fonte: MarketWire.com, «Radio Still Number One Music Source Over MP3 Players, CDs» 19/05/08

  

 

O digital divide (mais novos e mais velhos)

Um estudo sobre o universo geral de ouvintes (e não os mais jovens) [já usado em 4.3.3.1]:

«Despite the wide popularity of portable music sources, consumers prefer to listen to some form of radio more than MP3 players and CDs, according to a new survey. A total of 560 respondents spend 16,814 hours per week listening to audio entertainment. Thirty-nine percent of that time is spent on FM radio, followed by 23 percent on MP3 players / iPods and 18 percent on CDs, to round out the top three audio sources. In an age of portable media devices like the iPod, individuals still satisfy their audio cravings with the longest-standing format, radio. The findings were a result of a survey commissioned by sonoro audio, manufacturer of distinctive, high-quality audio products. Collectively, 57 percent of the time is spent listening to some form of radio, AM, FM or Internet. Internet radio alone is becoming a premier audio medium for US consumers. (...) "Even with the advent of MP3 players, consumers are still largely turning to radio for their music needs as it is easily accessible and free," said Marcell Faller, founder and CEO of sonoro audio. "However, consumers’ expanding, elaborate music libraries have created a demand for all-in-one audio systems that let them integrate the functionality of MP3 players, CDs and radio in a single compact device." »

fonte: MarketWire.com, «Radio Still Number One Music Source Over MP3 Players, CDs» 19/05/08

 

Clear Channel (EUA) «junta-se» ao iPod

«In a world where more and more people seem to be turning off their radios and turning up their iPods, radio giant Clear Channel Communications Inc. found a way to profit from that trend. Clear Channel offers a service in which listeners with specially designed radios can, with the push of a button, "tag" a song they hear on their favorite station and then download that song later onto their Apple iPod. "It’s a simple technology," said Jeff Littlejohn, executive vice president of distribution and development for Clear Channel. "What it does is just merge these two [radios and iPods] together." As technology advances, people who traditionally have spent time listening to the radio have a lot of new choices competing for their attention. Besides iPods, they can also download music and other entertainment on their cell phones, or listen to music streaming through their computers. And some listeners have turned away from traditional over-the-air radio stations in favor of satellite radio. (...) The HD technology also allows stations to offer new data services, such as Clear Channel’s iPod tagging feature. The HD signal includes an identification code that is embedded into each song. Using an HD radio that includes an iPod docking station, a listener who wants to buy a song can push a button to tag the song, which sends the ID code into the iPod. The listener can then connect the iPod to a personal computer and download the song from the iTunes music store.»

fonte: BASCH, Mark «Radio is working with, not against, iPods», Jacksonville.com,  18/05/08

 

As audiências dos jovens em Portugal

 

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

15-17

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

18-24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25-34

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notas sobre as citações/ligações online (metod)

- todas foram verificadas em setembro de 2008

- todas são de acesso livre (sem necessidade de registo prévio ou pagamento)

- quando uma ligação deixou de estar operacional (por já não existir ou exigir inscrição), é usado o endereço respectivo do blogue de apoio, O Segundo Choque

«The Bedroom Project» (2007) , Arbitron e Jacobs Media

«The Bedroom Project» (2007) , Arbitron e Jacobs Media

Esta não é uma geração qualquer

- tem características que a tornam importante e quantitativamente também é relevante