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Transistor kills the radio star?

Telemóvel da IPSOS readmitido nos testes da RAJAR

Desenvolvimentos sobre o negócio da medição electronica de audiencias, nomeadamente na GB e em concreto sobre a exclusão do sistema da Mediawatch nos testes da RAJAR:

«After the GfK RadioControl watch was kicked out of the exhaustive test (“One of the devices clearly did not work,” said an anonymous observer close to the RAJAR board) RAJAR held up most of the scheduled trials so Ipsos could get it’s new gizmo together, a solid year after the others. Better to have three to choose from than only two.

The Ipsos gadget is based in a cellphone. The advantage being that compliance is always a problem and everybody carries a cellphone. And the Ipsos device will measure every platform – radio, TV, cable, internet – and have a GPS locator so maps can be drawn showing exposure to billboards and shopping centers. Does anybody want to see the privacy policy?

Certainly not ad agencies who love all data: good, bad or ugly. And since they make the broadcasters pay for it all, why not demand more, more, more?(...)

Arbitron’s Brad Bedford, in a telephone conversation last summer about the Ipsos cellphone, asked the very simple question: “Is somebody going to carry two cellphones, one with your address book and one to measure radio?”

Eurisko, now owned by GfK NOP, hasn’t entered the US battle. Typically cheerful VP Andrea Mezzasalma said “We can put the Media Monitor in anything; cellphone, pager, ballpoint pen.”

(fonte: Follow the Media, Ipsos Cellphone Radio Measuring Thing Maybe Included in RAJAR Tests, Michael Hedges February 24, 2006)

A grande vantagem deste sistema é que incorpora a ideia do PPM (uma sinal incorporado na emissão) com uma espécie de medidor de todos os sinais audio que se escutarem: "The Media Audit and Ipsos have joined forces to market a new passive media audience measurement system in the US. The two companies came together in response to the radio industry's interest in an alternative ratings service that will use  technology to monitor radio listening and include new ways to sell radio's advertising strengths...

"The Media Audit / Ipsos new audience measurement system includes two forms of monitoring software—an encoded watermark embedded in the broadcaster's audio signal and an audio matching technology that will measure broadcast signals of those stations that are not encoded. "The Smart Cell Phone, via the Ipsos software, monitors the individual's exposure to radio, other electronic media, the internet and out-of-home. In addition it has the facility to track retail shopping patterns via a GPS system...

"The Media Audit will initiate a field test of the Ipsos watermark software in mid-year 2006 in the U.S."» (fonte: http://www.kurthanson.com/archive/news/022406/index.asp)

Novos leitores via satélite permitem comprar músicas

"In two weeks, XM Satellite Radio will begin shipping to retailers a pair of new XM-enabled portable MP3 players. In addition to recording and  time-shifting capabilities, the devices — the Helix from Samsung and Inno from Pioneer — will feature a button users can push to 'bookmark' songs they like when they hear them on the radio. Later, when users dock the player to an Internet-connected port, the marked songs will be bought and automatically downloaded from Napster... (...) "The next generation [after that] will be that if you want to hit that button for more information about that product you just heard described,'... (from AdAge, via RAIN)

Os desafios da rádio comercial na GB (por causa da BBC)

«The war UK commercial radio must win is for financial standing. Ad buyers are moving on. Commercial radio needs to be in sync. Choosing battles carefully is the secret to winning the fight

Programação via satélite dos EUA para a Europa

«Pretty soon you'll be able to hear former WCBS-FM oldies jocks Bob Shannon and Bobby Jay on the radio - if you move to Europe and subscribe to the new satellite network VIP.

Both Shannon and Jay are in the starting lineup for that new service. But almost nine months after WCBS-FM switched from oldies to a Jack format, neither they nor any other WCBS-FM jocks have regular daily shows in New York. » («Ex-'CBS jocks resurface, but for Euro ears only», DAVID HINCKLEY, DAILY NEWS STAFF WRITER, Originally published on February 22, 2006 )

 

Uso do telemóvel no carro prejudica a rádio!

(eis um daqueles estudos cujos resultados são óbvios, mas que são necessários para legitimar o empirismo...)

O uso do telemóvel no carro prejudica a audição da rádio, diz um estudo da Bridge & Ratings: 

«Cell phone pervasiveness is a significant contributor to threat to traditional media by cell phone use in vehicles. Topline findings of our national study conducted between July 2005 and January 2006 projects that in the United States, 66% of the population owns a cell phone: U.S. population stands at 297 million, with 197 million cell phone users. In fact, today cell phone technology is the only audio technology that could approach traditional radio’s market penetration (currently at 93% or 276 million Americans who listen to terrestrial radio at least once a week).

From our analysis, it was clear that in vehicles in which the radio was being listened to, when cell phones were in use, radio behavior was affected:

 Radio Volume UnchangedRadio Volume Turned Down Radio Turned Off
 
2%
79%
19%

(fonte: «Bridge Ratings Industry Study : In-Car Cell Phone Use; In-Car Cell Phone Use Impacting Radio Listening!, February 20, 2006)

Redução de publicidade da Clear Channel deu resultados?

A propósito desta iniciativa: «As reported by Reuters, Clear Channel yesterday forecast the first growth in radio revenue in more than a year, helped by its "Less Is More" commercial strategy, as it battles for listeners against competition from iPods, satellite radio and competing terrestrial radio stations. (...) "It’s a relief that revenues are no longer declining for Clear Channel," said Kit Spring, an analyst with Stifel Nicolaus. »

Clear Channel Sees Revenue Growth, 22/2/06, Radio Ink

Detalhes: «Starting in 2005, the radio company began slashing commercial time at its stations to improve the listening environment, in part by pushing for 30-second ads rather than the more popular 60-second spots. Fourth-quarter and full-year 2005 radio revenue dropped 6% as the market adjusted to the change. Analysts expected Clear Channel’s year-over-year comparisons to improve in 2006 when pitted against the softer 2005 numbers» (http://www.adage.com/news.cms?newsId=47979)

Formatos de leitura audio: AAC vs MP3

É para mim um mistério: o mp3 é o formato mais usado, mas - são muitos os que o dizem - não é o melhor*. Esse será o AAC, que só os iPods lêem.

LDA da Creative, Philips, Samsung ou Archoslimitam-se, além do mp3, ao WMA e ao WAV. Em contrapartida, os iPods lêem o WAV mas não o WMA... 

Da última PC GUia (nº 124, Março 06): "Embora o Mp3 seja ainda o formato de ficheiro mais popula, não é o mais eficaz no que diz respeito à compressão. De facto uma faixa de mp3 pode ter até o dobro do tamanho de uma música que esteja em formato WMA". 

Os da Samsung lêem o Ogg: "muito semelhante ao MP3, mas gratuito, de fonte aberta e não patenteado".

* «O formato de áudio MP3 ganhou rapidamente popularidade com o seu conseguido equilíbrio entre qualidade de áudio e tamanho de ficheiros reduzidos, em comparação com a grande dimensão dos ficheiros imposta por formatos não comprimidos, como o WAV original. No entanto, os puristas depressa apontaram o dedo ao MP3. Apesar de ser adequado para os ouvintes comuns, existem algumas falhas inerentes a este formato que só podem resultar numa redução da qualidade.

Mesmo assim, o MP3 já provou a sua popularidade devido à forma como reduz o tamanho dos ficheiros, eliminando frequências que ocupam espaço de armazenamentoe que estão fora do alcancedo ouvido humano
»

O DAB em Espanha, segundo dois especialistas

«(...)ambos autores ven en la digitalización "una necesidad y una ocasión ideal" para la reordenación del sector basada en el sistema DAB (Digital Audio Broadcasting), "una buena tecnología con una gestión nefasta". "Ha habido concesiones de licencias, pero poco más: faltan aparatos a precio asequible, faltan políticas incentivadoras, falta voluntad de potenciar un nuevo mercado. Además, a diferencia de la televisión, en la radio no hay fecha para el apagón analógico, por lo que la radio digital deviene en competidora de la analógica, lo que no contribuye a hacerla más atractiva", asegura Bonet

"Viejas tendencias, nuevos parámetros de análisis" de Josep M. Martí e Montse Bonet

O DAB e o DRM em Portugal

«(...) os custos da operação e o facto desse conceito obrigar à existência de um operador que controlaria o sistema e a quem os outros teriam de pagar, levou a que a ideia não colhesse muito sucesso por toda a Europa, incluindo Portugal. A Rádio Difusão Portuguesa, RDP, foi o operador eleito em concurso público em 1998, para gerir o DAB. Foram-lhe atribuídos seis canais - três para as três estações da RDP e outros três para os dois operadores privados com rede de cobertura nacional que são a Renascença e a Comercial. Mas os operadores privados nunca se mostraram interessados em aderir e a RDP é o único com DAB. Deveria entretanto ter arrancado um concurso para canais regionais mas nem chegou a ser lançado.
Há ainda a necessidade de ter um aparelho receptor apto a receber em DAB: "Em Portugal haverá por aí uma dúzia de pessoas com esses aparelhos. E há marcas que até já tiveram mas deixaram de fazer aparelhos DAB porque não vendiam", conta José Faustino. "O DAB arrisca-se a estar obsoleto antes da sua implantação", acrescenta. É aqui que entra o DRM. À semelhança do IBOC, o sistema de emissão de rádio digital terrestre usado nos Estados Unidos, o DRM permite uma passagem da actual rádio analógica para a digital de modo gradual, sem que para isso se tenha de enterrar o FM. "Prevejo que o DRM será mais rápido na passagem ao digital e terá maior adesão do que o DAB. Até poderão coexistir, apesar de eu achar que o DAB nunca se vai conseguir impor", conclui José Faustino.»

Ana, Machado, «Adeus DAB, olá DRM», Público, 20/2/06

Amazon deve lançar um leitor de mp3 próprio e uma loja de música on-line

«A Amazon planeia lançar até ao Verão uma loja de música on-line e o seu próprio leitor de mp3, que vão funcionar em sintonia. O objectivo é concorrer directamente com a Apple. (...) A Amazon - que ficou famosa pela venda on-line de livros, mas que comercializa agora quase todo o tipo de produtos, incluindo CD, DVD e leitores de música - vai assim entrar em concorrência directa com o iTunes, a loja de música da Apple, e com os populares leitores da família iPod, também da Apple, que já conquistaram 67 por cento do mercado norte-americano. Só no ano passado, foram vendidos em todo o mundo cerca de 14 milhões de aparelhos.
O serviço da Amazon funcionará com base num pagamento mensal ou anual, de valor ainda desconhecido.
O sistema é diferente do iTunes, onde os utilizadores pagam 99 cêntimos (cerca de 83 cêntimos de euro) por cada música. No caso de o utilizador deixar de pagar a subscrição, as músicas descarregadas deixam de poder ser ouvidas, à semelhança do que já acontece noutros serviços do género.
O pagamento periódico para poder descarregar músicas a partir da Internet não é uma novidade. Portais famosos como o Napster ou o Yahoo! adoptaram a estratégia, mas não têm o sucesso do iTunes. Uma das razões reside no facto de o iPod ter chegado a mais consumidores do que qualquer outro leitor, mas não ser compatível, por decisão da Apple, com os ficheiros que podem ser obtidos a partir daqueles sites.
De acordo com as editoras com as quais a Amazon entrou em contacto, a empresa planeia vender o seu leitor já com música incluída, valendo-se, para isso, dos registos das preferências musicais dos clientes que já encomendaram CD e DVD no site.
A provável entrada da Amazon no mundo da música on-line tem sido vista com bons olhos pelas editoras, que já algumas vezes tinham mostrado preocupação com a hegemonia da Apple no sector, e para quem o serviço de subscrição é mais rentável do que o sistema do iTunes.»

(João Pedro Pereira , «Amazon deve lançar um leitor de mp3 próprio e uma loja de música on-line», Público, 19/2/06)

Contar com os ouvintes que só têm telemóvel

Não há uma estatística oficial (que eu conheça) dos portugueses só com telemóvel (que não têm rede fixa). Mas parece-me que, sobretudo pela questão da assinatura, que o problema é mais grave cá do que nos Estados Unidos.

Não deveria a Marktest contar com os ouvintes de rádio que só têm telemóvel, quando lhes telefona para lhes perguntar que rádio ouviram ontem? 

Arbitron vai integrar ouvintes só com telemóvel

A notícia da Billboard radio Monitor diz que a Aribtron vai passar a angariar clientes para os seus "diários" que tenham apenas telemóvel e não telefone da rede fixa.

Até agora os "voluntários" que preenchem os «diários» que suportam as audiências de rádio norte-americana são contactados via telefone fixo. Mas, diz a notícia, cresce o número de norte-americanos que têm apenas telemóvel: «For the first time ever, the ratings company will recruit diarykeepers by calling cell phones, starting in 2008. The development is significant because an increasing percentage of Americans rely exclusively on cell phones and have not been included in Arbitron ratings surveys».

A questão é outra: se as audiencias vão passar a ser medidas electronicamente, pelo PPM, esta medida é de curto-prazo. Claro que até o PPM estar implantado em todo o território norte-americano vão ser necessários vários anos, mas o sistema dos «diários» está condenado.

183 em multicasting com segundo canal

«There are 721 radio stations on the air and broadcasting in HD, but only 183 of these stations are multicasting and broadcasting an additional HD2 signal, according to Billboard Radio Monitor’s analysis of data posted at the iBiquity Web site.

To date, 1,190 stations have been licensed to broadcast in HD, according to iBiquity’s online tally. The 721 HD stations that are on air represent 61% of that total. The 183 stations that are broadcasting an additional, HD2 signal represent just over 25% of the on-air total, or about 15% of the full, 1,190 total

Billboard Radio Monitor, HD Radio's Multicast Tally: 183 HD2s On Air, Feb. 21, 2006, By Tony Sanders

O primeiro podcast a pagar?

"THE RICKY GERVAIS SHOW: SEASON 2 IS COMING TO AUDIBLE ON TUESDAY, FEBRUARY 28!


YOU CAN SUBSCRIBE RIGHT NOW BY CLICKING HERE. For the low, low price of $6.95 you’ll get at least four new, weekly, full-length episodes (and possibly more, unless Karl’s innate denseness leaves Ricky and Steve permanently speechless). Subscribe now and we’ll start you off with the FREE PREVIEW.»

«iTunes doesn't currently support the purchasing of podcasts through its own store, but does allow the purchase of audio spoken content through its link with Audible, which can be accessed through the Music Store.

An Audible subscription to the show will cost $7 a month in the US and £4.50 a month in the UK. For the money, you'll get four half hour shows

TVOIP em vez dos sistemas conhecidos?

FRC alerta para a proposta de Bill Gates: esqueçam «os modelos de TV Digital conhecidos, para que o regulador [FCC] assumisse em definitivo a TV over IP». BG teria falado disto no International Consumer Electronics Show de Las Vegas, January 4, 2006 (ver  Keynote Remarks by Bill Gates).

Entrada de HStern valeu 1,14 milhõesde assinantes para a Sirius!

«The longtime underdog tacked on 1.14 million subscribers in the fourth quarter alone, fueled by the addition of Howard Stern. That is a record for the company, and surpasses growth of 898,315 subscribers reported by market-leader XM during the same period. Sirius now has 3.3 million total subscribers, and projected a total of 6 million by year end 2006.»

Mas agravou os prejuízos: «But losses continued to mount. For the fourth quarter, Sirius posted a net loss of ($311.4) million, surpassing a figure of ($261.9) million from the year-ago period. For the full year, losses were also pronounced, moving to ($863) million, significantly worse than figures of ($712.2) million for 2004. Overall, that is part of an aggressive spending strategy by Sirius, designed to claim valuable subscribers during a formative market stage. That approach is also reflected at XM, whose spending habits led to the recent resignation of a top board member.»

Sirius Losses Widen, Stern Powers Big Subscriber Gains, Digital Music News, 21/2/06

O HD como resposta à crise de programação

«The advertising push comes against heavy satellite radio momentum, which is being powered by targeted genre channels and personalities like Howard Stern. That variety is being embraced by those that feel alienated by traditional radio, especially after a wave of ownership consolidation. As mom-and-pop radio stations were bought out by giants like Clear Channel, content variety gave way to tight playlists and a general sameness amongst stations. HD attempts to solve this dilemma through HD2 multicasting, which gives stations the ability to broadcast multiple channels on the same bandwidth allotted for their analog signals. That offers increased choices for listeners, without the need to pay $12.95 a month to get it. There are already 264 HD2 channels available nationwide, and initially they will all be commercial free». (Rich Menta, Digital Radio Consortium Kicks Off $200 Million Ad Campaign, Digital Music News, 21/2/06)

A rádio na internet e a publicidade

“La radio tradicional tiene una geometría que procede de la transmisión sin hilos. Es un medio de comunicación punto a multipunto. Cada canal es compartido por un transmisor y muchos receptores. Las personas escuchan la radio sincrónicamente, oyendo l0 mismo, al mismo tiempo y en el mismo canal. Internet es una geometría diferente, una red punto a punto en la que cada oyente dispone de un único canal, como en una llamada telefónica. Por esta razón, las emisiones de radio por Internet tienen la ventaja de un medio asíncrono: cada oyente puede escuchar un programa diferente Esto permite una personalización que, como mínimo, implica que se pueden escuchar los titulares de las noticias cuando uno lo desea (algo que hago a menudo cuando viajo). Una aplicación más interesante es la de adaptar el contenido al cliente, como si tuviera un pinchadiscos o un presentador privados. El inconveniente (para algunos) es que la radio de Internet es menos apta para las interrupciones de la publicidad y requerirá un modelo económico diferente para mantenerse (Negroponte, Nicholas: «La integridad de la información y la radio en Internet», en Ciberpais, 21-X-1999, apud Cebrían Herreros, 217)

Cresce o interesse pela televisão no telemóvel

«De acordo com um recente estudo da eMarketer, em 2009 deverão ser 15 milhões os utilizadores norte-americanos de telemóveis que vêm televisão no micro-ecrã

A consultora acredita que dentro de quatro anos o número de consumidores norte-americanos a utilizarem o telemóvel para verem televisão deverá chegar aos 15 milhões, substancialmente mais do que 1.2 milhões em 2005.

 

 

Os gigantes dos media, telecomunicações e entretenimento estão a apostar em grande nos conteúdos para os telemóveis. Os conteúdos de entretenimento para os operadores de telefones móveis são o segmento que maiores potencialidades oferecem para novas receitas – e os telemóveis podem servir de novas plataformas para as empresas de media e para os anunciantes.

Fonte: eMarketer, 2006

 

 

Obercom, A TV no telemóvel: uma aposta de futuro, (P.P) 17-02-2006

Aumentar as receitas publicitárias, diminuindo o tempo da publicidade!

«De acordo com o estudo “Bilan Publicitaire Radio – Année 2005”, publicados pelo Yacast, este crescimento foi principalmente marcado para o caso das rádios generalistas, que totalizaram mais de 971 milhões de euros de receitas publicitárias, ou seja, mais 7,7% do que em 2004. Já as receitas das rádios especializadas em música cresceram 4,5%, atingindo cerca de 1,7 mil milhões de euros.

De notar no entanto que este aumento das receitas não se traduziu num incremento do número de anúncios (spots) em rádio, tendo este passado de cerca de 1,2 milhões em 2004, para 1,1 milhões em 2005 (ou seja, menos 3,1%). Isto levou a uma diminuição do tempo total destinado à publicidade em rádio (menos 3,9%), que totalizou 8477 horas em 2005.» (Obercom, "Receitas Publicitárias da Rádio crescem 5,6% em França", VA 17-02-2006)