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Transistor kills the radio star?

Personalizar os conteúdos na net para o on demand

A BBC vai mudar a sua oferta na net, de modo a personalizar os conteúdos e permitir compras individuais.

«The BBC has outlined plans to redesign its online offering for an era of on-demand TV and radio, and personalised web services (...) "Audience needs are changing. They want to consume media on their own terms, anytime, anyplace, anyhow," Mr Highfield told the audience at the Microsoft Mix06 conference» (dica NetFM)

 

Que papel para os animadores na nova difusão de música

Operadores com o Pandora, Launchcast ou o Cotonete identificam as músicas que estão a passar no visor; na rádio retransmitida por Cabo há a possibilidade de identificarmos a música olhando para o visor; nos EUA, os visores dos receptores via satélite trazem o nome da música e o intérprete.

A pergunta é: para que serve o animador, se já nem a música tem de apresentar? Mais, os serviços de difusão audio (tipo Pandora) não têm voz.

Se o animador se limita às tretas do costume (sendo que muitas vezes nem as músicas anunciam), então podem ajustar contas com o futuro!

«An Arbitron survey from 2004 found that 85% of listeners actually look at the TV when a new song comes on, to check who the artist is. This suggests that we still want to learn about the music we’re hearing-- at least to get artist and title, and through the news and trivia, a little context on the music. But we don’t need a voice. "Now that there are DJ-free alternatives, if the DJ doesn’t actually add to the experience, there’s no reason to have one. The bar is set higher," says Kurt Hanson, the CEO of Internet radio service AccuRadio and publisher of the Radio and Internet Newsletter. The satellite radio services, XM and Sirius, display the artists and titles on the receiver, and Internet radio stations almost never bother with a DJ; in fact, more and more of them-- including AccuRadio-- give users the power to skip songs or to filter what they’re hearing, a feature that some of Sredzienski’s listeners might appreciate

(fonte: Who Needs the DJ? Mon:03-20-06, Story by Chris Dahlen)

Um podcast que passa a programa de rádio (nacional, EUA)

Mais um sinal - se era preciso - das potencialidades do podcasting: Redbarradio [um programa de conversa, de duas horas, a partir de Chigado] é o primeiro podcast que passa a ser retransmitido a nível nacional nos EUA.

«Mike David and Ron Galperin created the show in 2003 with no previous radio experience. They ran it from Galperin's basement, funding the daily two-minute audio clip show with funds garnered from side jobs as film editors and graphic designers. With syndication from the Genesis Communications Network, the show gets a new night and time, Saturdays 9-11p.m. central

«As rádios em AM e FM [EUA] não estão a enfrentar os desafios do satélite sem darem luta»

Mais um texto entusiasmado com o HD, agora no Detroit News.

O início da rádio na net

«Internacionalmente, um dos primeiros registros de rádio na rede [Os dados referentes à primeira emissora na internet são demasiadamente desencontrados. Não há registros oficiais dos governos internacionais e nacional a respeito de emissoras no www] se deu em maio de 1997, na Espanha. A Radio Cable foi a primeira emissora daquele país presente na internet.»

fonte: «RÁDIO NO CIBERESPAÇO – INTERSEÇÃO, ADAPTAÇÃO, MUDANÇA E TRANSFORMAÇÃO», Raquel Porto Alegre dos Santos Alves, Intercom

As várias fases da rádio na internet

De acordo com Carmen Gómez Mont («La radio en la convergencia de las nuevas tecnologias», in Revista mexicana de Comunicación, nº 65, setembro-outubro 2000, pág 45) as três espécies diferentes de rádio na rede são:

1) A estação propriamente radiofônica que busca traduzir matérias em linguagem digital e que existe previamente em ondas hertzianas. É o caso da CBN7, aqui no Brasil; da BBC de Londres8 e da Rádio França Internacional9, para citar alguns exemplos.

2)  aquele que nasceu na própria rede, é embrionariamente digital. Um exemplo desse tipo de emissora é a espanhola Rádio Cable10, que, pioneiramente, iniciou suas transmissões em 17 de maio de 1997.

3) a rádio pirata que luta para ter voz no ambiente eletromagnético e que encontra na internet o espaço ideal para a expansão livre, sem temer à censura e à perseguição dos órgãos regulamentadores. Exemplos: a mexicana Pirata Web3, estação hospedada no servidor da Universidad de Guadalajara, e a RádioPirata11 de Taubaté (SP), hospedada no portal IG.»

«RÁDIO NO CIBERESPAÇO – INTERSEÇÃO, ADAPTAÇÃO, MUDANÇA E TRANSFORMAÇÃO», Raquel Porto Alegre dos Santos Alves, Intercom

(esta classificação parece-me errada - o terceiro exemplo não tem justificação para se distinguir do segundo - e esquece os serviços de audio que começam a aparecer, como se fossem rádios classicas, mas geridos apenas por computador) 

Uma previsão sobre a rádio na internet

«o rádio na rede não vai substituir o rádio hertziano. Muito pelo contrário, ambos existirão concomitantemente e as emissoras se vêem, agora, obrigadas a gerar “algo mais” ao usuário»

«RÁDIO NO CIBERESPAÇO – INTERSEÇÃO, ADAPTAÇÃO, MUDANÇA E TRANSFORMAÇÃO», Raquel Porto Alegre dos Santos Alves, Intercom

Mais podcasts do que estações de rádio!

As contas são (penso) muito falíveis (porque não têm valor científico) e a afirmação só pode ser tida em conta como simbólica, mas não deixa de ter piada que, somados alguns números, haja mais podcasts registados no iTunes do que estações de rádio a emitir em todo o mundo.

Rádios hertzianas serão 36 mil; podcasts registados 38 mil! Alguma coisa isto quer dizer...

Os pormenores aqui e o autor da contabilização é este Brian Greene.

(fonte: breve na última página do Jornal de Notícias de hoje a partir das fontes citadas)

Confirma-se: a MediaAudit/Ipsos está a atacar a Arbitron/PPM

«In a Wall Street conference call yesterday arranged by Bear Stearns, The Media Audit President Bob Jordan revealed that his company will propose a roll-out schedule even more aggressive than the one that Arbitron unveiled for its Portable People Meter earlier this month (3/15/06 RBR #52). Jordan said The Media Audit/Ipsos will commit to deploying its Smart Cell Phone-based electronic audience measurement system in 11 markets in 2007. "We can move fast in America because it's already been done in Europe," said The Media Audit Exec. VP Phillip Beswick. He also said that the proposed system will be entering phase one of the accreditation process with the Media Ratings Council in a few weeks, with completion expected in 6-12 months. Look for pricing information in a few weeks, but Jordan says it will be "very competitive." And if its proposal is accepted by the radio industry, The Media Audit/Ipsos plans to start talking with TV owners as well about competing with Nielsen.(...)».

(fonte: «Ratings RFP selection in high gear» RBR News, Volume 23, Issue 58, Jim Carnegie, March 23rd, 2006) 

Mais um sinal para as rádios!

«"Nesta altura, os dados recolhidos mostram que a rádio é o meio que concentra menos atractivos para o investimento, quer ao nível da publicidade, quer ao nível do investimento do Estado, mais do que em anos anteriores", afirmou Amável Santos [do Obercom]. O barómetro mostra um decréscimo do investimento publicitário nesta área. O top 20 dos sectores empresariais que mais investem em rádio baixou de 98 mil milhões de euros no primeiro semestre de 2004 para 94.500 milhões de euros no período homólogo de 2005.»

Mais sobre as rádios locais: «(...)o Barómetro 2005 mostra um ligeiro decréscimo do volume de negócios, de 477 milhões de euros em 2004 para 390 milhões em 2005. Há também um ligeiro decréscimo do número de horas de emissão, das 35.660 para as 33.495 de 2004 para 2005. O Barómetro frisa no entanto que apenas 22 por cento do mercado deste segmento respondeu a este trabalho. Mas é em relação às rádios locais que o Barómetro tem mais dúvidas sobre a aplicação dos sistemas digitais. Só no médio a longo prazo o Barómetro prevê o aparecimento das rádios digitais, principalmente pelos condicionalismos económicos e tecnológicos do meio local. Só com a intervenção do Estado se poderão estimular, no longo prazo, projectos inovadores concebidos para novas plataformas de distribuição no âmbito da radiodifusão. E nesse contexto as rádios locais poderiam beneficiar».

(fonte: «Rádio é o meio de comunicação menos atractivo para a publicidade», Ana Machado, Público, 22/3/06, pág 42 e 43)

HD: últimas novidades

O Radio Advertising Bureau (RAB) acaba de lançar uma nova versão do «White Paper» sobre o HD. Um documento muito interessante, até pela simplicidade, mas com muita informação.

Destaques:

«HD Radio has propelled the medium into the digital space, and marks the most significant advancement in radio broadcasting since the introduction of FM stereo more than 50 years ago»

Porquê: «HD Radio has provided expanded programming choices, radically improved audio quality, and new wireless data and text services. Its anticipated impact on consumers is so significant that HD Radio received top honors with CNET’s “Next Big Thing” Award at the 2005 International Consumer Electronics Show. Signal fading, static, hisses, and pops are a thing of the past as HD Radio delivers FM quality sound on AM and CD quality sound on FM. Real-time text messages including song title and artist, weather, news, and traffic alerts, and local information for nationally advertised brands are revolutionizing the way consumers experience AM and FM radio. Surround sound, a “buy” button, and traffic data overlaid on in-car navigational systems are on the way. And, as always, it’s FREE»

Sobre o multicasting: «Alliance member stations are coordinating the formats on the new HD2 multicast channels to ensure a variety of program choices within the HD2 multicast markets. More information is available at www.hdradio.com. To date, 3,000 U.S. radio stations covering all major markets and reaching 90% of Americans, have committed to upgrading their stations. Over 700 stations are already broadcasting their primary signal in HD Radio including stations in all top 50 markets. Over 150 stations are currently multicasting an HD2 channel with over 250 HD2 stations expected on the air in the coming months. A few stations are experimenting with HD3 multicasts».

A recepção: «Boston Acoustics’ Receptor HD tabletop radio is widely available, as is Yamaha’s home component receiver. High-end home component units are on the way from Audio Design Associates, Day Sequerra, and Rotel. Polk is scheduled to launch a tabletop radio in April.  After-market auto receivers from Alpine, Kenwood, JVC, Eclipse, Sanyo, and Panasonic are selling in retail stores across the country. New automotive aftermarket technology will debut in 2006 allowing consumers to easily convert their existing analog car radios to receive digital HD Radio signals. BMW is the first car manufacturer to offer HDRadio receivers as a factory installed option in its 2006 “6” and “7” Series models.»

Está tudo aqui (http://www.rab.com/secure/white_papers/HDRADIOWhitePaper.pdf)

Portugal vai ter um sistema fiável de medição de audiências na net?

O problema não se põe apenas nos EUA: também em Portugal o mercado publicitário tarda em descobrir o potencial da internet,  seja por influência (receio) dos meios tradicionais seja porque falta um sistema de medição credível (independente), aceite pelo mercado publicitário.  Pois, parece que a situação está em vias de se resolver, uma vez que operadores multimédia e agências estão a concertar uma forma de ter numeros credíveis!

(ACT) O problema da medição das audiências na internet

A questão é novamente suscitada no Wall Street Journal de ontem:

«An estimated 30 million Americans listen to Internet radio stations each week, up from 20 million a year ago, according to a January survey by Arbitron Inc. and Edison Media Research.

"The audience has reached ’a critical mass’ and ’advertisers are starting to take an interest in it,’ said Andy Lipset, managing partner of Ronning Lipset Radio, a New York ad agency that sells ads for several big Internet radio stations.

"But efforts to attract advertisers to the nascent market have been hampered by a debate over how individual stations -- everyone from small broadcasters like WOXY.com to giants like Yahoo Inc.’s Launchcast -- should measure their online audiences. There is no agreed-upon method. Instead there are dueling systems that can produce different stats.

"’If we all settled on using [one set of numbers] it would be better,’ said Jennifer Lane [pictured right], president of
Net Radio Sales, a Providence, R.I., ad agency for small- and mid-sized Internet broadcasters. »

(fonte: «Ratings divide mey be hampering internet radio ad sales market», RAIN Newsletter, 21/3/06)

ACT a 2/4/06: « Clear Channel Communications Inc. is keeping a closer eye on who’s logging onto the company’s 1,200 radio station Web sites these days. Clear Channel (NYSE: CCU) selected WebSideStory Inc. to furnish its HBX Analytics application to measure and analyze visitor activity across Clear Channel Radio’s online network. WebSideStory (NASDAQ: WSSI), a company located in San Diego, develops and markets digital marketing and customer analysis applications. HBX Analytics will give Clear Channel the ability to track the popularity of audio and video content on each station site. It will also track what people are watching from Clear Channel Radio’s video-on-demand service, how many people are logged in to watch live radio station broadcasts, and what people are downloading on podcasts. Gerrit Meier, senior vice president and general manager of Clear Channel Radio’s Online Music and Radio division, says this agreement will give the broadcaster a more unified view of the performance of its online operations. »

fonte: «Clear Channel taps WebSideStory to track online behavior» San Antonio Business Journal - 2:14 PM CST Monday

Sirius com quatro milhões de assinantes

O furacão Howard Stern continua a fazer estragos... na XM.

A Sirius acaba de anunciar o assinante nº 4 milhões, o que a põe muito mais próxima da XM. O objectivo é fechar o ano com mais de 6 milhões. E bater a XM?

(ACT) Um ataque ao iTunes

Excertos de um artigo muito bem informado de João Pedro Pereira, no Público de hoje («iTunes pode vir a ser ilegal em França», pág. 25):

«a França pode tornar-se o primeiro país a forçar a compatibilidade de formatos na área da música digital. De acordo com o Ministério da Cultura francês, o Governo vai ainda tentar que seja posta em prática regulamentação semelhante ao nível europeu»

«A loja on-line do iTunes disponibiliza ficheiros que apenas podem ser lidos nos leitores de música digital da popular gama iPod ou em computadores com o software iTunes ou Quicktime instalado. Ambos os programas são da Apple, embora estejam disponíveis gratuitamente, nomeadamente para o sistema operativo Windows, da rival Microsoft.
Mais recentemente, uma parceria com a Motorola veio também permitir que alguns telemóveis desta marca pudessem ler as canções protegidas pelo formato da Apple.»

«A proposta de lei vai ainda contra as restrições actuais dos iPod, que não são compatíveis com muitos formatos de música vendidos pela concorrência. A Apple poderá ter que fazer com que os franceses que compraram estes leitores sejam capazes de os usar para ouvir música vendida por outras companhias.
Muitos analistas defendem que as restrições do iTunes e do iPod, bem como a interacção entre ambos, estão na base do sucesso da empresa neste sector. A aprovação da lei poderá significar o fim da loja iTunes naquele país, mas a Apple ainda não comentou a situação.
Também a Microsoft, que actualmente tem cerca de 15 por cento do mercado de música on-line, será afectada pela medida, uma vez que usa um sistema semelhante de protecção. Os ficheiros descarregados a partir da loja MSN Music estão num formato que apenas pode ser lido pelo Windows Media Player, um programa que já vem incorporado no Windows»

ACT a 24/3: «O arlamento francês votou favoravelmente uma proposta do Governo que deverá forçar os vários distribuidores de música online por download a partilhar entre si os seus sistemas de protecção de copyright. A Apple, Sony e Microsoft serão, assim, obrigadas a adaptar os seus ficheiros a um modelo "universal", compatível com qualquer leitor de ficheiros digitais.

A medida, no entanto, é vista como uma posição de força do Governo francês contra a Apple (e a sua loja iTunes e leitores iPod), que detém uma posição maioritária neste sector, com 70% do mercado. O projecto de lei francês sobe agora ao Senado para aprovação e só depois será lei, impedindo que as tecnologias de protecção destes ficheiros bloqueiem o funcionamento entre sistemas diferentes. A ser aprovada, a lei forçará a Apple a tornar os seus ficheiros musicais compatíveis ou a ter de encerrar a loja iTunes em França
».

Esta é a geração iPod!

Zits

(Zits, via http://www.kingfeatures.com/features/comics/zits/about.htm)

As contratações milionárias no satélite estão a custar caro

«The race for exclusive content on satellite radio is costing some serious money and could delay that industry's move from red ink to black ink, says Banc of America Securities analyst Jonathan Jacoby in a report published March 7. The BofA report comes at the same time Sirius Satellite Radio announced it had signed Candace Bushnell, New York Times bestselling author and Sex and the City creator for a weekly four-hour call-in Talk show. The show, called Candace Bushnell's Sex, Success and Sensibility will debut this spring. Sirius' latest deal follows a month after XM Satellite Radio announced it will pay Oprah Winfrey's Harpo Productions $55 million to program a channel, including original content and regular segments from personalities on Oprah's TV show, her magazine O, and a weekly reality show with Oprah and Gayle King. Although Jacoby wrote that he remained "positive" on the satellite radio industry, he also expressed worries about "rising fixed costs (e.g., content)" that could "create uncertainty over the timing of positive free cash flow." Sirius will spend about $240 million this year on programming and content -- and about $16 million of those costs this year will come from deals already announced, including Cosmopolitan, Playboy, Blue Collar Comedy, the renewed Fox News/Fox News Talk deal and the recently announced Court TV deal. Sirius' NASCAR deal will add $22 million in programming costs in 2007»

(fonte: Mediaweek, Content Costs Could Delay Satellite Profits, Katy Bachman and Tony Sanders, Billboard Radio Monitor,MARCH 07, 2006; via Obercom)

É com isto que a rádio portuguesa se preocupa!

Perante a indefinição dos suportes de emissão no futuro, o aumento das plataformas que fornecem música em concorrência com a rádio, a falta de convergência com leitores de audio digital que a rádio tem demonstrado, o crescimento da publicidade on line (em detrimento - mais cedo ou mais tarde - do elo mais fraco), a incapacidade de perceber que o podcasting pode ser um trunfo valioso ou a falta de verdadeiras webradios (apenas temos o simulcasting, à excepção do Cotonete), são estas as "Questões importantes, que exigem uma reflexão profunda" segundo a Associação Portuguesa de Rádios: «Além dos direitos de autor, da concentração de propriedade dos media e do recurso (cada vez mais recorrente) a métodos publicitários, outras questões prementes irão incendiar o debate. O presidente da APR engrossa a lista de preocupações gerais com o novo regime de taxas, o futuro código dos jornalistas, as quotas da música e o papel da nova Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC)»

Legisladores dos EUA querem que a rádio se mantenha local

mesmo perante os desafios do satélite. Ou por causa disso mesmo...

«The bill says that "because radio programming is supported by advertising, the ability of local stations to continue to provide local news and other services and to ensure communications during emergencies could be jeopardized by a diversion of the listening audience away from local radio programming." (...) It is crystal clear that both XM and Sirius – with nearly $1 billion in combined losses last year and having failed as a national programming service – are skirting the intent of their original FCC licenses. This bill holds satellite radio accountable to those licenses."»

(fonte: FMQB, Senate Proposes "Local Emergency Radio Service Preservation Act", March 16, 2006)

As novas apostas da BBC

  • The six new public purposes for the BBC are sustaining citizenship and civil society; promoting education and learning; stimulating creativity and cultural excellence, including film; reflecting the UK’s nations, regions and communities; bringing the world to the UK and the UK to the world and acting as a "trusted guide" in building a digital Britain.
  • The BBC should offer services that are entertaining and popular, while not being derivative or merely chasing ratings, or making programmes solely to tried and tested formulae.
  • All BBC content should be at least one of the following things - high quality, challenging, original, innovative and engaging.
  • The BBC should invest in new films and support for Britain’s film culture by helping audiences to understand and have access to a wide range of British and international films.
  • Mainstream programmes should portray and celebrate the diversity of cultures and communities across the UK. »
  • (fonte: «At a glance: BBC White Paper», Tuesday, 14 March 2006, 18:46 GMT)