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Transistor kills the radio star?

Até os brinquedos querem o iPod!

"NEW YORK - After bemoaning the emergence of the iPod as children’s latest must-have toy, toy makers are now looking at the digital musical player as their own marketing strategy.

After the success last year of Zizzle Inc.’s iZ and Hasbro Inc.’s I-Dog, both of which can be hooked up to Apple Computer Inc.’s iPod, competitors are coming up with their own iPod-friendly products, aimed at preteens."

("Toy makers hitch stars to iPod craze", Associated Press, Updated: 6:28 p.m. ET Feb. 13, 2006)

O DRM será a solução na Europa?

«Like IBOC/HD in the United States, it's now time for DRM to deliver on some of its promises.  And that's means widely available, reasonably priced receivers and programming that will make average listeners (instead of radioheads) want to try the new technology.», diz Larry Helms.

A rádio on line tem de procurar conteúdos alternativos

A propósito da decisão da rádio on line Woxy passar a ser paga, a Radio and Internet Newsletter especula sobre os caminhos que a rádio on line terá de tomar. Com esta conclusão: só com conteúdos alternativos, diferentes, novos é que a rádio on line poderá sobreviver (entendendo aqui rádio on line como aquela que vive independente da emissão hertziana): «Is what you're doing something that could only work  in an online environment and something that takes advantage of the medium? If so, go for it. If not, you may belong in the analog world." »

Mais do mesmo: «"Think about it: Could Videobomb, Pandora, Last.FM, Digg, Slashdot, MySpace and eBay exist offline? Of course they couldn't! Could WOXY exist offline? Um... duh! Of course it can: It's called 'radio,' and it's been with us for around 100 years now. Sure, being online offers a few minor perks for a station like that, but overall, it ain't doing something that couldn't be done with older technology and, I might add, more conveniently. Until we've got ubiquitous Wi-Fi, taking Internet radio on the go is kind of tough. And even if we did have ubiquitous Wi-Fi, the quality of a good connection is still going to be less than the quality of a bad FM radio. It's just the way things work»

Consórcio HD cria site oficial

para mais informações sobre o sistema que meteu o DAB num bolso!

Diminui o tempo de escuta da rádio (EUA)

dados importantes:

«According to a study conducted by Research Director, Inc., time spent listening to radio in the top 12 markets averaged nineteen hours and fifty-five minutes. This represents a 3.4% decline in the past three years.

Research Director President Charlie Sislen said of the study, “Much has changed with people’s entertainment choices. Three years ago people did not have access to iPods, MP3 players, or satellite radio. While we never like to see a decline, I feel that this minor drop over three years shows the true strength of radio.” » (Research Director Reports: Radio TSL Down In Past Three Years, Radio Ink, 14/2/06)

Revender um LAD com música é ilegal

dizem nos EUA: «"Selling an iPod preloaded with music is no different than selling a DVD onto which you have burned your entire music collection," the RIAA said in a statement to MTV.com. "Either act is a clear violation of U.S. copyright law. The RIAA is monitoring this means of infringement. In short: seller beware." Many people have been selling their used iPods online with thousands of songs preloaded on them.

Andrew Bridges, a lawyer for eBay that specializes in copyright and trademark law, told MTV.com, "It really depends on individual circumstances. I'm not sure the law is settled. If I'm a college student and I want to supplement my income by buying 100 iPods and selling them at a significant premium, that's probably not going to fly. But if I've had my iPod Shuffle for two years and I'm tired of it and I go out and buy a 60 gig video iPod and want to sell my old Shuffle, but don't want to purge the music first, that's probably legal."»

Uma voz desalinhada com o PPM

«“It’s a process that’s evolving,” Feinblatt tells Monitor. “Do I personally think it’s a better measurement? I think it probably is, but we still have some questions about it. We have some questions about cost and things like that . . . there are still some things that need to be vetted out and it’s an expensive proposition. We’re not going to rush to judgement.”»

Entretanto a Arbitron continua a tentar conseguir a acreditação do PPM: "As part of Arbitron's ongoing efforts to achieve Media Rating Council (MRC) accreditation of the Portable People Meter (PPM), another phase of the independent audit of the PPM ratings system has been delivered to the Council. The audit was designed to authenticate and illuminate the procedures used in the PPM ratings system for radio and television. Any audience measurement service that desires accreditation is required to disclose to the MRC membership all of the methodological aspects of their service; meet MRC Minimum Standards For Media Rating Research; and submit to MRC designed audits. The membership then evaluates these audits and the Board grants accreditation if deemed warranted."

O iPod e a rádio

A proposito de uma especulação sobre a introdução de sistemas wifi e bluetooth nos iPods, o RAIN conclui:

"Wi-Fi Bluetooth iPods sound like the ultimate in convergence fantasy for a wide variety of tech industries. But for RAIN readers, talk of such a player could signal Internet radio capabilities for the world's most popular portable digital media player.

Picture this: When you turn on your iPod, an "Internet Radio" menu would appear, where you could browse through your favorite stations' streams from your iPod's display. This would realize so much of Net radio's portability potential, and in a very mainstream way. Pair that with the hottest personal player going, and what follows should be absolutely huge.
-- DM"

O DAB não vai chegar a Portugal?

A posição do presidente da Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR), José Faustino:

"Como sabemos a Europa adoptou o DAB que à excepção da Inglaterra não tem tido grande implantação, verificando-se até já alguma desactualização técnica, correndo o risco de já estar obsoleto antes de ser adoptado pela generalidade dos países europeus. Efectivamente, este sistema não tem colhido a aceitação do público, dos fabricantes de receptores nem dos radiodifusores.

Na minha opinião uma das fraquezas deste sistema é que utiliza uma tecnologia nova de multiplexagem que implica a existência de um operador de rede, perdendo os operadores a sua independência, no que respeita à distribuição do sinal.

Contrariamente, o sistema DRM, utilizado em ondas curtas e médias, tal como o IBOC [HD] é praticamente a digitalização do actual sistema analógico existente, permitindo até numa fase de transição a emissão simultânea de digital e analógico.
Para que qualquer sistema se imponha no mercado é necessário que o Estado, os operadores e a indústria convirjam nos seus interesses, ora com o sistema DAB tem sido difícil encontrar essa convergência.
O sistema é caro para os operadores, o Estado não tem dinheiro e não o quer financiar, a indústria não fabricará receptores baratos enquanto o publico não os consumir massivamente.
Outro dos problemas deste sistema é que não permite uma evolução gradual do actual sistema analógico para o novo digital.
Contrariamente, tanto o DRM como o IBOC permitem uma adaptação gradual, permitindo aos ouvintes, a pouco e pouco, uma mudança de receptores.
Infelizmente, actualmente na Europa, em FM, não temos alternativa ao DAB, mas o consórcio encarregado de desenvolver o DRM anunciou que dentro de dois anos (2008-?) apresentará uma norma de adaptação ao FM.
Só nessa altura passará a existir, na Europa, outra alternativa, estando eu convencido que então se iniciará gradualmente a passagem para o digital. Isto se as autoridades competentes aceitarem a continuação do uso das actuais frequências do FM. Mas mesmo que assim não seja, depois dessa fase da digitalização do FM será mais fácil a passagem para o DAB.
Resta referir que o, várias vezes anunciado, fecho do FM não tem qualquer data prevista para o nosso país, o que nos dá alguma tranquilidade.
De qualquer modo, e como ficou claro no seminário, o futuro da rádio será digital, só falta saber como e quando".
("O Futuro da Rádio Digital", Fax informativo, APR, 13 Fevereiro 2006 - n.º 427)
De acordo com Jorge Guimarães Silva: "Desde 1998 que Portugal usufrui de rádio digital. O sistema Digital Audio Broadcast (DAB) foi o escolhido, mas passados oito anos tudo continua na mesma: a única estação a transmitir em digital continua a ser a RDP e os ouvintes que a escutam em DAB não serão muitos, porque um receptor ainda é caro, e os mesmos programas podem ser escutados simultaneamente em Frequência Modulada (FM)".
Neste texto há um comentário interessante: "O problema [as queixas de alguns ouvintes na GB] não resulta da tecnologia DAB, mas antes do excesso de oferta por multiplex.
Se você tiver 600 Kbps e lá colocar 3 canais conseguirá um som fantástico. Agora, se funcionar com 40 e 50 Kbps para canais de música porque lá coloca 10 a 12 canais, é evidente que a qualidade chega quase a ser inferior ao FM. O DAB, creio, não tem os dias contados. A sua evolução é porém inevitável. O DVB-H ou o DMB serão o passo seguinte. Feitas as comparações, o DAB é um telemóvel da 1ª geração. O DVB-H será a 3ª geração. O DRM é igualmente possível, admitindo que permitirá mesmo a digitalização do FM, possível de vingar no futuro."
Sobre o debate que se realizou em Lisboa: "o DAB pretende digitalizar a emissão em FM, precisamente aquela que menos problemas de recepção oferece para os ouvintes. Então o que os levará a mudar ? Foi uma das questões levantadas no seminário. A excepção parece ser o Reino Unido, onde a popularização do DAB tem sido excepcional - segundo dados divulgados na apresentação feita por Miguel Henriques, da Anacom, só no último período natalício foram vendidos cerca de 400 mil receptores."

A publicidade na internet

"(...) na Internet (o suporte responsável pela reestruturação do sector publicitário e pela redistribuição das receitas publicitárias), em grande parte fomentados pela propagação da banda larga e pelo aperfeiçoamento dos sistemas métricos (segundo algumas entidades, a internet dispõe do melhor sistema de medição e de análise de audiências). No Reino Unido o investimento publicitário on-line superou já o da rádio e nos Estados Unidos da América perspectiva-se igual cenário a partir de 2006.

 

"Relativamente à rádio, tem-se observado um acentuado decréscimo da sua quota de publicidade desde meados de 2002. Esse declínio coincidiu com a propagação dos suportes on-line e obrigou a um reposicionamento estrutural estratégico. Neste sentido, a rádio, num claro exemplo de que a tecnologia digital, mais de que um concorrente directo de mercado, poderá funcionar como uma plataforma complementar, decidiu beneficiar de algumas das mais-valias proporcionadas pelas mesmas:

- Disponibilização de formas alternativas de consumo de rádio (o consumo de rádio no Reino Unido a partir das novas tecnologias aumentou 22% em 2004);

- Aumento do consumo de rádio no exterior das residências e dos carros;

- Atracção e fidelização dos consumidores mais jovens;

Em suma, o futuro da rádio afigura-se bem mais positivo do que há 4 anos atrás porque as tecnologias digitais criaram novas oportunidades de mercado e diversificaram a oferta das mesmas.»

("O investimento publicitário global por suporte de comunicação", Obercom, (E.P) 10-02-2006)

A rádio aproveita as novas tecnologias?

"Relativamente à rádio, tem-se observado um acentuado decréscimo da sua quota de publicidade desde meados de 2002. Esse declínio coincidiu com a propagação dos suportes on-line e obrigou a um reposicionamento estrutural estratégico. Neste sentido, a rádio, num claro exemplo de que a tecnologia digital, mais de que um concorrente directo de mercado, poderá funcionar como uma plataforma complementar, decidiu beneficiar de algumas das mais-valias proporcionadas pelas mesmas:

- Disponibilização de formas alternativas de consumo de rádio (o consumo de rádio no Reino Unido a partir das novas tecnologias aumentou 22% em 2004);

- Aumento do consumo de rádio no exterior das residências e dos carros;

- Atracção e fidelização dos consumidores mais jovens;

Em suma, o futuro da rádio afigura-se bem mais positivo do que há 4 anos atrás porque as tecnologias digitais criaram novas oportunidades de mercado e diversificaram a oferta das mesmas.»

("O investimento publicitário global por suporte de comunicação", Obercom, (E.P) 10-02-2006)

As rádios não têm programação infantil

Até que ponto a ausência de programação destinada aos mais jovens (a partir dos seis anos?) contribui para que as gerações mais nova percam o hábito de ouvir rádio?

É verdade é que a faixa 15/17 ouve mais rádio do que média, mas apenas rádio musical.

E se há predisposição dos 15/17 para ouvir rádio, por que não pensar em programações infantis ou juvenis, para uma faixa etária mais nova?

A rádio de serviço público não estaria obrigada a incluir alguma programação infantil na sua grelha?

Apenas algumas rádios locais mantém - e bem - alguma programação infantil ou juvenil nas suas grelhas (e isso já é um mérito das sempre muito criticadas rádios locais)

Audiencias da rádio on line triplicam

"The first-ever full year of online radio measurements is in, and it shows that the medium's audience nearly tripled during that time. Arbitron Inc. and comScore Media Metrix found average quarter-hour audiences increased 177% from October 2004 to October. The report covers the three original subscribers to the service: Yahoo!'s LaunchCast Radio, America Online's Radio@AOL Network and Microsoft's MSN Radio and Windows Media Network. Live365 joined the ratings in January 2005, and during the next 10 months experienced a 67% increase in its weekday individual listeners. Clear Channel's online radio station, which began in June, recorded a 14% rise in individual listeners.

(Online radio audience triples, Hollywood Reporter, Feb. 03, 2006, Chris Marlowe; via Obercom)

Agências de publicidade querem PPM

"Media buyers are ready for radio to embrace electronic measurement. And while a few early bumps are to be expected, in the end radio will benefit from it. That was the word from a panel of advertising professionals at the Radio Advertising Bureau’s RAB 2006 which wraps up here today (Feb. 3)." ("RAB Day Three: Buyers Ready For Electronic Measurement", Billboard Radio Monitor, Feb. 03, 2006, By Ken Tucker) (via Obercom)
 

A internet pode trazer dinheiro à rádio

"(..) “I think there’s an opportunity for radio to develop revenue stream with their local Web sites. I think there’s an opportunity to not only keep radio budgets but increase radio budgets."

Publicidade na internet (Portugal) cresce

"A Internet é o meio em Portugal que mais vai crescer este ano. As estimativas da Carat apontam para valores na ordem dos 30%, face a 2005, um crescimento superior à média dos países europeus, 15,9%, e ao investimento nos Estados Unidos, 18,5%.
“A Internet tem uma capacidade mensurável muito superior aos outros meios, o que faz com que os anunciantes possam estudar o consumidor e personalizar a sua comunicação ”, explica André Freire de Andrade, director-geral da Carat Portugal, sublinhando o maior consumo do meio ‘online’ com a chegada da banda larga. “A mensagem ‘online’ tem maior eficácia no utilizador, do que os anúncios de televisão. Os ‘marketeers’ estão, assim, a alocar mais ‘budget’ para a Internet”, afirma ainda o responsável." ("Investimento na Internet atinge os 30 milhões de euros", Diário Económico, Catarina Frazão, 13/2/06).

Podfading - cansaço com os podcasts?

Os realizadores de podcasts estão a perder o entusiasmo e a cansar-se? Ou seja, estão a desaparecer tão rapidamente quando apareceram?

A Radio and Internet Newsletter diz que sim:" The podcasting explosion appears to be experiencing some "adjusting factors", as a phenomenon known as "podfading" is claiming victims from all levels of the medium, including some corporate podcast efforts".

"(...) at least a fifth of podcasters don’t make it to their 10th show; he expects the podcast graveyard to become even more crowded as podcasting becomes easier..."

A Wired desenvolve o assunto.


Mas a mesma newsletter RAIN lembra que "NPR shows no signs of slowing its podcast operation, announcing the launch of their third wave of podcasts and podcast features online".

Desenvolvimentos do Público de 19/2, As baixas do podcasting (a partir do artigo da Wired)

 

 

«Ryan e Jen Ozawa estavam a voar alto nos tops do iTunes, gozando de um muito invejável grupo de 15 mil ouvintes no seu podcast semanal, The Transmission, dedicado inteiramente à serie televisiva Lost (Perdidos). Mas depois, escreveu recentemente um repórter da Wired online, numa reviravolta dramática digna de qualquer bom argumento televisivo, o casal residente no Hawai deixou a sua audiência estupefacta quando, de um dia para o outro, decidiu colocar um ponto final no The Transmission.
O programa do adeus dos Ozawas, emitido no final de Janeiro, foi um choque para o mundo dos podcasts, onde poucos autores/artistas conseguem gozar de tanta popularidade. The Transmission chegou mesmo a atrair a atenção de vários actores da série Perdidos e tinha já um genuíno clube de fãs. Mas com Ryan a dar aulas à noite e com três filhos em casa o tempo consumido pelo programa começou a ser avassalador para o casal. "Gravávamos depois de ver a série passar na televisão, estávamos online por volta das três da manhã e no dia seguinte éramos um par de inúteis", explicou Ryan Ozawa, 32 anos, empregado bancário.
O Podcasting atraiu milhares de pessoas com base na premissa de que qualquer um pode criar um programa áudio, construir uma audiência online e mesmo chegar ao estrelato. Menos celebrado, recorda o texto da Wired, é facto de um número imenso de programas começar e acabar num abrir e fechar de olhos. O fenómeno já tem nome, podfading, criado por Scott Fletcher em Fevereiro de 2005 quando desisitu dos seus dois podcast.
Embora seja difícil contabilizar as vítimas do podfading, Rob Walch que dirige um programa de entrevistas a podcasters chamado Podcast411, arrisca que pelo menos um quinto dos podcasters não chega ao décimo programa; e espera que o cemitério dos podcast fique ainda mais povoado à medida que todo o processo tecnológico se for tornando mais fácil. No seu programa, Walch só entrevista quem já consegiu ultrapassar a barreira dos 10 episódios.
"O podcasting é uma daquelas coisas que é barata e fácil de começar mas que depois consome uma enorme quantidade de tempo e dedicação sem que no fim exista qualquer recompensa monetária", resume Brian Reid, blogger e jornalista freelancer entrevistado pela Wired. J.A.»

As mudanças na indústria discográfica

Parece(-me) óbvio que as mudanças a acontecer na induústria discográfica importam muito à rádio. O facto dos downloads permitirem uma emancipação de uma música em detrimento de um álbum poderá contribuir para novas necessidades de promoção. As lojas virtuais onde essas compras se fazem serão, simultaneamente, as principais os principais focos de divulgação dessas músicas, e já não a rádio.

Ou seja, durante muitas décadas a indústria discográfica usou a rádio para se promover (e esta - inocentemente ou não) deixou usar-se. Não demorará uma década para que isso deixe de acontecer - pelo menos a um nível primordial.

O meu raciocínio é este: quando mais a música virtual se desenvolver mais a rádio terá de pensar em alternativas.

Estes dados, de um texto recente do Washington Post, não deixam margem para dúvidas:

"As iPods and other MP3 players outsell CD players, sales of downloaded singles are booming accordingly: Though sales of full-length albums were down 7.2 percent last year, the digital singles market grew by 150 percent, with 352.7 million individual songs sold online, according to Nielsen SoundScan. It was by far the highest figure for singles sales in any format since 1973, the first year for which Recording Industry Association of America shipment data are available for singles. In late December 2005, weekly singles sales topped CD sales for the first time, as American consumers -- many of them flush with holiday gift cards and loading new MP3 players -- purchased 19.9 million digital tracks but just 16.8 million albums, according to Nielsen SoundScan."

(...) "By 2002, so few individual hits were being released commercially that the National Association of Recording Merchandisers launched a "Save the Single" campaign. But it didn’t help -- at least not that year: In 2002, singles accounted for less than 7 percent of music sales, with only 12.2 million singles sold, according to Nielsen SoundScan. Billboard reported that it was "believed to be the lowest number since the single was in its infancy in the early 1950s."

The emergence of Apple’s iPod as a mass-market phenomenon -- and the opening of Apple’s online iTunes Music Store in 2003 -- reversed the trend, as music fans were suddenly empowered to buy individual songs, whether hit singles or not."

Fonte: "Downloads Make Singles a Hit Again But Popularity of MP3s Has a Flip Side: Fewer Album Sales" (http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/02/07/AR2006020702051.html?referrer=email&referrer=email&referrer=email), By J. Freedom du Lac, Washington Post Staff Writer, Wednesday, February 8, 2006; Page A01

Uma citação: "Las zonas fronterizas entre los consumos radiofónicos y musicales anteriores estaban claros, pero con Internet es imposible ya que tales fronteras desaparecen y emerge una red de búsquedas y de interrelaciones entre lo que antes aparecía por separado. Cada oyente lo vincula a su gusto. Tal vez lo que esté emergiendo sea otra cosa, un nuevo consumo de sonidos musicales y de informaciones sonora que se separan claramente de los modelos tradicionales. Por esta razón no conviene cerrar las limitaciones ni los conceptos hasta que los comportamientos de los usuarios y las implantaciones de tales consumos se definan a su vez. Lo que está claro es que asistimos a renovaciones transcendentales independientemente de que las llamemos de una manera o de otra." (Cebrián Herreros, 2001: 120) 

Rádio e telemóveis

«(...) the wireless phone could become the music industry’s biggest and most profitable distribution channel.” (...)

"Never underestimate the American people’s love of convenience, which is trend number three... Since we are on the fast track toward becoming a ’one person one cell phone’nation, this convenient little gadget is the next big gateway into our commercial lives.

"Sprint Nextel is now in the radio business, working with Sirius. Cingular is in. Virgin is in..., Motorola has iRadio with 435 channels from Clear Channel; Nokia is getting in, CBS Radio is working with Hewlett-Packard  on a "visual radio” concept... This should keep everybody busy for a while... »

("Mobile Phones Threat to FM underscores Tch Dominance», via NetFM; John Silliman Dodge’s article can be found in the paper copy of last month’s FMQB).

Telemóveis e rádio (endless story...)

Da última Connect (nº 85, Fevereiro 06):

"Os estudos mais recentes indicam que, dentro de uns meros três anos, cerca de metade da população mundial terá acesso a um telemóvel e usá-lo-á de facto. Significa isto que, ao contrário do que foi previsto por muitos visionários - muitos dos quais bastante credíveis - poderá ser o telemóvel e não o computador, o instrumento de comunicação que mais depressa chegará a todos os lares à face da Terra" (Luis Mateus, director)

Em vários testes, ao longo desta edição, são analisados 16 modelos de telemóveis: 6 têm rádio...