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Transistor kills the radio star?

Telemóveis no futuro serão «carteiras inteligentes»

O DN de hoje fala em telemóveis que se tornarão em carteiras inteligentes, na sequência de um acordo entre operadores em torno da tecnologia NFC. (tecnologia wireless, de curto alcance, que permitirá agregar etiquetas nos telemoveispara abrir o carro, fazer pagamentos, ou comprar bilhetes para um espectáculo).

Conteúdos polifórmicos

«“a sobrevivência dos media passa por preparar os meios para distribuírem conteúdos em multiplataformas”, [Pedro Norton, administrador dos jornais do grupo Impresa] opinião partilhada pelos outros intervenientes. Explicando que esta necessidade é motivada pela “mudança nos hábitos de consumo” dos portugueses, até porque os “jovens consomem diferentes formatos em simultâneo”, Bernardo Bairrão considera que a televisão “deve estar preparada para oferecer conteúdos quando e onde os jovens quiserem”. “Os conteúdos são o factor chave entre as múltiplas plataformas de distribuição e por isso devemos estar preparados para este mundo”, sublinha. Concordando com a necessidade a criação do produtos multiplataforma, Francisco Penim foi mais longe ao avançar com o conceito de “conteúdo polimórfico”. “Este é conceito pensado de raiz para potenciar conteúdos, ter mais coisas e atingir mais pessoas, e não apenas limitar a aproveitar o existente e disponibilizar em multiplataformas. É um pensar mais abrangente. Potencia novos modelos de negócio, novas maneiras de fazer dinheiro, audiências, cross programing, cross selling”, entre outros.»

fonte: «Futuro dos media passa pela produção multiplataforma», Meios e Publicidade, Hugo Real, 22 de Novembro de 2006

Para já ainda é opcional; chegará o dia em que será padrão?

« A Hertz e a Sirius no Canadá fizeram uma parceria que disponibiliza o Sirius Satellite Radio nos carros alugados nas três maiores lojas da locadora em aeroportos canadenses. Com o Sirius nos veículos de locação da Hertz, os clientes poderão conhecer os 110 canais premium de rádio por satélite do Canadá tendo toda a programação disponível.

O serviço, que é oferecido desde o final de outubro em Vancouver, Toronto e Montreal, inclui o Ford Escape, Chevy HHR, Hummer H3, Ford Explorer Ltd., Pontiac G6, Pontiac Montana e Toyota Camry, mediante o pagamento de uma taxa»

fonte: «Hertz fecha parceria para utilização do Sirius Satellite Radio no Canadá», Mercados e Eventos, 19/11/06

O HD no Brasil

«A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou transmissões experimentais em agosto, e as redes Bandeirantes, Jovem Pan, RBS, Eldorado e o Sistema Globo de Rádio aderiram. A fase de experiência deve acabar no começo de 2007. De acordo com a Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP), em até dez anos toda a malha radiofônica do Brasil será digital. Isso traz boas e más notícias. Primeiro, as boas. Se na transmissão atual (analógica) as emissoras têm freqüências bastante afastadas umas das outras - para não haver interferência -, o modo digital permite ter maior variedade no cardápio. "É possível que no fim do período de 'simulcasting' haja condições para alocação de novas emissoras no espectro", disse um técnico da Anatel. Nos Estados Unidos, Honda e General Motors trabalham para oferecer 100 emissoras no dial.

A interatividade também aumenta: o ouvinte pode voltar a música, receber informações de trânsito de acordo com o bairro onde está passando, fazer compras sem sair do carro ou assistir a pequenos clipes, no visor do aparelho. Parecido com o sistema RDS que existe hoje (com mensagens de texto no visor, como o nome da música e da emissora), só que mais interativo.

O sistema adotado no Brasil até agora é "in-band on-channel" (Iboc), também chamado de HD Radio. É o mesmo aplicado nos Estados Unidos - 30 países, entre eles Canadá e boa parte da Europa, escolheram outro padrão, o Digital Audio Broadcasting (DAB). O HD Radio permite que as transmissões analógica e digital caminhem na mesma freqüência, sem necessidade de utilizar novos canais, no que foi convencionado chamar de "simulcasting". Isso permite a migração mais suave do padrão analógico para o digital. Algo importante, porque, quando a transição for completa, os aparelhos atuais ficarão mudos. Essa é a primeira má notícia.

O rádio digital é, aparentemente, igual ao tradicional. Muda o chip de decodificação. Alguns donos de carros importados, aliás, têm um no painel e nem sabem. Existem adaptadores para transformar o rádio analógico em digital, mas pode não valer a pena. "Uma caixinha dessas acaba saindo mais cara do que um rádio já preparado para a tecnologia", diz Edgar Kato, gerente de produto da linha de som automotivo da Sony no Brasil. Um rádio Iboc barato da marca, nos Estados Unidos, custa 99 dólares. A segunda má notícia? Nos Estados Unidos, a HD Radio é paga. No Brasil, ela é grátis, mas isso pode mudar. Cobrar pelo rádio é polêmico mesmo em países ricos: a Noruega estabeleceu prazo para encerrar as transmissões FM (em 2014), enquanto o Reino Unido decidiu, no ano passado, que manterá o serviço»

fonte: «AM com som FM, FM como CD: o rádio digital chegou», Cibele Gandolpho, Quatro rodas,

A rádio na net é inimiga do ambiente...

«Escuchar cadenas de radio digitales a través de la televisión o del ordenador incrementa en gran medida las emisiones de gases de efecto invernadero, ya que estos aparatos tienen un consumo de electricidad mucho más elevado que un aparato de radio convencional, según un estudio publicado por el Gobierno británico, informa el diario The Guardian.

Los británicos que sintonizan estas emisoras con sus ordenadores y televisores digitales incrementan las emisiones de CO2 en 190.000 toneladas al año. Los daños medioambientales provocados por estas emisiones están valorados en 12,6 millones de euros. El incremento en la utilización de pequeños electrodomésticos, y la sustitución de los aparatos de televisión analógicos por digitales podría incrementar en un 60% el consumo eléctrico de los hogares británicos. Blair augura una gran crisis económica y humanitaria por el cambio climático»

fonte: «Sintonizar la radio con el ordenador dispara las emisiones de CO2»,Internacional, 15/11/2006 La Crónica Social • Laura Vallejo.

A realidade das rádios piratas em ESpanha

(com a explosão da rádio na net, que sentido fazem as rádios piratas hertzianas? Em Espanha, pelos vistos, faz algum...)

«El secretario general de la Presidencia y Relaciones Externas [da região de Murcia], José Antonio Ruiz Vivo, anunció ayer la concesión de 51 nuevas licencias de emisoras de radio en Frecuencia Modulada, a partir de las cuales se iniciará la %u201Ctolerancia cero%u201D con la piratería radiofónica, es decir, la persecución de todas las que emitan sin permiso. (...)
Las 51 nuevas licencias constituyen, según Ruiz Vivo, %u201Cla última oportunidad de las emisoras existentes fuera de la ley%u201D dentro del %u201Cplan de ordenación del sector radiofónico%u201D. Apuntó que la Comunidad no tiene datos concretos sobre la cantidad de radios que funcionan irregularmente, dado que %u201Cse reproducen como esporas%u201D, pero aseguró que a partir de ahora la acción contra ellas será frontal.»

«El ministro de Industria, Turismo y Comercio, Joan Clos, ha explicado hoy, durante su intervención en el Pleno de Senado, que el nuevo Plan Técnico Nacional de la FM, aprobado por el Consejo de Ministros el pasado 1 de septiembre, ha permitido la planificación de 1.101 nuevas emisoras.
Clos ha destacado que gracias al Plan Técnico las emisoras públicas se han incrementado en 235 emisoras, un 48,7% de las existentes, mientras que las comerciales han crecido en 866 emisoras, lo que supone un aumento del 83,4%. Estas cifras contrastan con “las escasas 348 emisoras comerciales que contempló el anterior Gobierno en la modificación del Plan de 1997”, ha dicho el titular de Industria
»

Características da geração iPod

«Over the past five years, there have been numerous incremental changes that, added together, have substantially expanded the presence of media in young people's lives. Today, there are more young people with cable or satellite TV in their home (up from 74% to 82%), with subscriptions to premium TV channels (from 45% to 55%), with three or more VCRs or DVD players (from 26% to 53%), and with multiple video game consoles (from 49% to 56%) in their homes. And more of these media have migrated to young people%u2019s bedrooms: there are more young people with a VCR or DVD player (from 36% to 54%), with cable or satellite TV (from 29% to 37%), with computers (from 21% to 31%), and with Internet access (from 10% to 20%) in their bedrooms. (...) The fact that there is such a remarkable consistency in the amount of time spent each day with media over this five-year period indicates that young people may well have hit a ceiling in terms of the portion of their day they can afford to devote to media. As new media technologies, content, or activities become available, they don’t give up old media, and don’t (or can’t) increase the number of hours they spend with media—so they are increasingly becoming media multitaskers, instant messaging while doing homework and watching TV». One noticeable change over the past five years is the rapid expansion of access to and use of computers and the Internet. The proportion of children with home computers went up from 73% to 86%, with many families having two or more computers at home (39%, compared to 25% in 1999). Home Internet access rocketed from 47% to 74%. Today, as noted above, nearly one-third of young people have a computer in their bedroom (31% vs. 21% five years ago) and the proportion with Internet access in their room has doubled, increasing from 10% to 20%. In 1999, in a typical day about half (51%) of all 8- to 18-year-olds used a computer, compared to 62% today, and the proportion who go online for more than an hour went from 15% to 27%. The average amount of time spent on a computer (outside of schoolwork) more than doubled, from 0:27 to 1:02. The amount of time young people spend looking at Web sites for something other than schoolwork doubled»

Which Media Young People Use In a typical day, percentage of 8- to 18-year-olds who…: ver tv 81%, ouvir rádio, 74%; ouvir CD/Cassete/mp3, 68%

Time Spent With Media Average amount of time 8- to 18-year-olds spend per day…: ver tv 3:04; ouvir rádio 0:55; ouvir CD/cassete/mp3: 0:49; estar on line, 0:48

Most Popular Media Activities In a typical day, percentage of 8- to 18-year-olds who spend more than an hour…: ver TV 66%, ouvir musica 44%; usar computadores 28%

Media in Children’s Bedrooms Percentage of 8- to 18-year-olds with bedrooms containing…: leitor de CD ou cassetes, 86%; radios, 84%; TV, 64% 

Portable Media Ownership Percentage of 8- to 18-year-olds who have their own…: leitor de Cd ou walkman 61%, consola portatil de jogos: 55%, telefone portatil 39%; LAD 18%

fonte: «G E N E R A T I O N  M :  M E D I A  I N  T H E  L I V E S  O F  8 – 1 8  Y E A R - O L D S", A Kaiser Family Foundation Study, Março 2005

Para os que entendem um site como uma despesa...

«1. Is the purpose of your website just to put online what is already on the air, or is it something else?
2. Are we investing the necessary resources and talent in the development of our website, or are we having an intern update stuff in his spare time?
3. Are we giving people what they go to our station for in all its shapes and sizes on the web? Or are we offering one stream and a bunch of photos of our personalities?
4. If the content described in this article can generate considerable traffic, can we convert that traffic to revenue? And if so, then why aren't we investing for traffic instead of seeing our websites as expensive necessities?
5. If we keep crowing about how "local" our radio station is, exactly how does our website express that or service that?»

fonte: Mark Ramsey, Hear2.0, A website is not an expense, it's an investment, 17/11/06

Terceiro mês de quedas na industria satélite

«Serious trouble for satellite radio
Not just for Sirius, but for XM as well. Citing data from NPD Group, Bank of America analyst Jonathan Jacoby says the year-over-year decline in retail sales of satellite radio receivers is accelerating. XM sales were down 23% in October and Sirius sales were down 26% - the first month since April 2005 that Sirius had a worse month than XM. For the entire US satellite radio industry - two companies - unit sales were down 25% in October, following drops of 12% in September and 3% in August. Jacoby is now projecting that Q4 retail sales of satellite radio receivers will be down 20% from a year ago. The analyst says Sirius will now be struggling to make its year-end target of 6.3 million subscribers and that both companies are moving increasingly to an OEM-driven model, where XM is better positioned for receiver sales in new cars. Jacoby maintains a buy rating on XM, saying the stock valuation gap with Sirius should narrow over the next 6-12 months.»

fonte: «Serious trouble for satellite radio», RBR Daily ePaper, Volume 23, Issue 224, Jim Carnegie, November 16th, 2006

Sobre os canais HD2

(se os canais HD1 retransmitem em muitos casos os conteudos analogicos, FM ou AM, os HD2 são a verdadeira alternativa)

«Greater Media's HD-1 channels air the same thing as the analog channels of its stations. The difference is the HD-1 channels broadcast CD-quality audio. With its HD-2 channels, or "side channels," the company is experimenting with more creative programming, Knight said. One of the company's HD-2 stations in Detroit, for instance, plays music from independent bands that are just getting started on the music scene. (...) With WXKS, or Kiss 108, the company plays top-40 songs on its analog and HD-1 station. With it's HD-2 station, Clear Channel is experimenting with 30 minutes to an hour of songs from one artist and also features interviews with the artists, Littlejohn said. "The most interesting thing about these HD-2 channels is they give us the opportunity to experiment with our content where we wouldn't normally take those risks with our primary channels," he said. "With HD Radio, our primary goal is to retain the listeners we have for a longer period of time." Littlejohn said 94 percent of the American population over the age of 12 listens to the radio for an average 19.5 hours a week. The goal of HD Radio, as satellite radio and other ways to listen to music become increasingly popular, is to increase the listening time to an average 25 hours a week, or more. But the company is looking to provide audio content to listeners, "whatever way they want it," Littlejohn said, whether in MP3 format, podcasts or via traditional or HD Radio. Leading into the holiday season, the consortium's ads will promote HD Radio devices in Circuit City and RadioShack stores as well as other retailers. Nine companies, including Boston Acoustics and Cambridge SoundWorks, sell 16 different models of HD Radio tuner devices that can play multiple HD channels.»

fonte: «HD Digital Radio Alliance readies promos», By Andrew J. Manuse/ Daily News Staff, Metro West Daily News, Sunday, November 12, 2006

Clear Channel reforça na net

«No one thinks radio is going away. But neither is radio any longer just a box with one dial for on-off and volume and another dial for tuning. "Radio" today can come through a subscription satellite service, a multichannel HD unit, a cell phone, a computer and who knows where else. What has changed very little is content. People still want music, talk, news. So the radio companies that offer this content in the most popular places are the ones apt to have the longest, happiest, most lucrative lives. That's why Clear Channel New York has hired Zena Burns to the new position of online program director. On the corporate flow chart, that puts her on the level with program directors Jim Ryan of WLTW (106.7 FM), Bob Buchman of WAXQ (104.3 FM), Sharon Dastur of WHTZ (100.3 FM), Helen Little of WWPR (105.1 FM) and Rob Miller of WALK (97.5 FM) and WKTU (103.5 FM). "Her position indicates the importance this company places on what she'll be doing," says Tom Poleman, senior vice president of programming and marketing for Clear Channel New York. "She'll be on a par with all our other PDs."

«"Just having Zena here in this position will, I think, make our traditional program directors think a little more about the Web element," says Poleman. "Zena can help with ways to implement ideas in that area, and she'll also be developing ideas of her own." Right now, most radio fans still listen in the regular way. But as the Internet generation grows up, more are already turning to the Web for listening to and communicating with radio stations. That's why companies like Clear Channel are shifting their resources from traditional promotional areas like street vans toward Web sites and other new media that can make broader and often more interactive contact available all the time.

"One of the things that drew me to Clear Channel is that they're committed to online," says Burns. "This is going to be huge and they want to be ready." Since Burns will be working with all six Clear Channel stations, she will have content from the whole cluster available for Web packaging and delivery. That could mean merging some content - say, interviews or photos - for Web purposes. But she says each station's individuality will be maintained. "Each Clear Channel station has a very distinct listenership and brand identity," she says. "That will all be retained." The traditional radio listener, says Poleman, won't notice anything different. But after Burns' operation gets up and running - she starts Dec. 4 - he says online users will see dramatic changes. "The thing about Zena is that she's excellent at the art of blending content with new media applications," he says. "It's still all about content. This is just about presenting content in different ways." "To kids growing up today, the Internet is an appendage," says Burns. "They grew up with it like the last generation grew up with TV. Clear Channel is simply acknowledging that."

fonte: «Clear Channel weaves Web into its plans, New York Daily News , 15/11,06, DAVID HINCKLEY

Mais uma cidade wifi (Portland)

«PORTLAND, Ore., Nov. 15 (AP) — Microsoft and MetroFi say they will work together to build a free wireless Internet service for Portland, Oregon’s largest city. MetroFi announced late Tuesday that it would introduce the Wi-Fi service in Pioneer Courthouse Square, a popular gathering place in downtown Portland, by the end of the year and expand it to the rest of the city within two years. Microsoft will provide locally focused content and advertising through its new search advertising system, adCenter. The system, intended to compete with Google, allows advertisers to single out users based on browsing habits and factors like their sex, age and location. MetroFi operates Wi-Fi networks in several Silicon Valley cities and has agreements with 13 cities across the United States to develop municipal networks. MetroFi, based in Mountain View, Calif., will pay to create and maintain the system. The company said the service would be maintained through advertising revenue. Users can receive advertising-free service for $20 a month»

fonte: «Microsoft Will Join in Free Wi-Fi Effort», via NYT, By THE ASSOCIATED PRESS, Published: November 16, 2006

Uma rádio on line para sub-18

Chama-se Boomboxbay (http://www.boomboxbaby.ca/) e apresenta-se como uma rádio para jovens com menos de 18 anos.

«BoomBoxBaby.ca is a free online audio stream geared to people under 18.»

"BoomBoxBaby.ca is billed as 'online radio for teens and by teens.' It is being staffed largely by  board-ops at sister modern CFNY and N/T CFMJ (AM640), with an assist from longtime CFNY programmer Alan Cross... Corus also says there are plans to include the channel on its digital music service, Max Trax... (http://www.kurthanson.com/archive/news/111606/index.asp)

Impacto das novas plataformas na recepção da rádio

Conclusões a partir do estudo «Bilan annuel de la Radio et nouveaux modes d’écoute», 10/11/06, Mediametrie, Communique de presse:

«Médiamétrie a réalisé cette année son enquête sur L’Equipement Radio*, qui révèle notamment l’émergence des nouveaux modes de réception des programmes Radio :

- Le baladeur MP3 recevant la radio : plus d’1 personne sur 10 âgée de 13 ans et plus (10,9%) possède ce genre d’équipement.
- Les téléphones mobiles recevant la Radio : 8,4% des 13 ans et plus ont accès dans leur foyer à un téléphone mobile recevant la radio.
- Les téléviseurs permettant de recevoir la Radio via une offre élargie comme le câble, le satellite ou certains abonnements ADSL : 1 personne sur 4 (25,4 % de la population âgée de 13 ans et plus) a la possibilité d’écouter la radio à domicile via la télévision.
- L’ordinateur connecté à Internet : L’écoute à domicile de la radio sur un ordinateur via Internet est possible pour 43,2 % des 13 ans et plus.

L’écoute de la radio en direct sur Internet se développe : 17,8% des 13 ans et plus ont déjà pratiqué cette écoute tous lieux confondus que ce soit à domicile, au travail, chez des amis…
Ce phénomène concerne en particulier les 13-24 ans (28,7%), les 25-34 ans (26,5%), les CSP+ (27,5%) et les personnes ayant fait des études supérieures ( plus de 32%).
L’audience issue de ces nouveaux usages est prise en compte dans l’étude de référence de la radio, la 126 000 Radio.


L’écoute de la radio en différé via Internet - en streaming ou podcasting - est moins pratiquée : 8,3% ont écouté une émission de radio en différé sur Internet quel que soit le lieu. Là encore, il s’agit principalement de CSP + (13,8%) et de personnes ayant un niveau d’études au moins Bac+3 (23,2%).

Le podcasting, qui a réellement démarré en France dans le courant de l’année 2005, avait été utilisé au moins une fois en mars 2006 par 2,8% des 13 ans et plus. Les « Bac+3 et plus » (10,8%) et les CSP+ (5,8%) sont les principaux utilisateurs de cette innovation.

Rappelons que l’écoute de la radio via Internet peut s’effectuer de deux façons :

-en streaming, les internautes peuvent écouter une radio en direct ou en différé. Ce principe permet d’écouter un contenu audio (ou vidéo) sans le télécharger ou le stocker. Il se différencie ainsi de la diffusion par téléchargement qui nécessite de récupérer l'ensemble des données d’un son avant de pouvoir l'écouter. Médiamétrie-eStat, la filiale de Médamétrie spécialisée dans la mesure de fréquentation des sites internet, a mis au point et propose une solution technique de mesure des flux audio et vidéo online. Cette solution, développée avec l’appui des principaux acteurs français du streaming, enregistre tout changement de l’état du flux streamé en lecture, en pause et en avance rapide pour fournir 3 grands indicateurs : la lecture du flux, la durée de lecture et le nombre de lectures.
-le podcasting permet aux internautes, sur abonnement, d'automatiser le téléchargement d'émissions audio (ou vidéo), notamment pour leur baladeur numérique, sur le disque dur de leur ordinateur personnel, pour une écoute immédiate ou ultérieure.

* Equipement Radio 2006 : Le dispositif de l'Equipement Radio 2006 repose sur les interviews "face à face"
menées dans le cadre de la REM (Référence des Equipements Multimédia), auprès de 2 176 personnes
représentatives de la population française âgée de 13 ans et plus.
La Référence des Équipements Multimédia est réalisée conjointement avec GfK, pour obtenir, grâce à une
enquête trimestrielle en face-à-face auprès d'un total de 22 000 foyers par an, une vision globale et évolutive
du parc multimédia des foyers : équipements audiovisuels, téléphoniques, micro-informatiques et de l'accès
Internet.

Não há crise na rádio francesa

«’Année Radio 2005-2006 confirme une nouvelle fois la puissance du média Radio : plus de 8 personnes sur 10 (82,8%) âgées de 13 ans et plus écoutent la Radio, sur un jour moyen de semaine, près de 3 heures (2h54 min).
En dix ans, entre 1995-1996 et 2005-2006, la Radio a gagné plus de 4 millions d’auditeurs âgés de 15 ans et plus. Sur cette période, le nombre d’auditeurs de la Radio, sur un jour moyen de semaine, est ainsi passé de 36 690 000 à 40 796 000.

Les auditeurs les plus fervents de la Radio sont en majorité des hommes, des actifs, et de catégories socioprofessionnelles supérieures»

fonte: «Bilan annuel de la Radio et nouveaux modes d’écoute», 10/11/06, Mediametrie, Communique de presse

"Portugal com baixa penetração de Net"

"Portugal mantém um dos níveis mais baixos de penetração da Internet na União Europeia (UE). Segundo o Eurostat, num relatório ontem divulgado em Bruxelas, apenas 35% dos lares portugueses dispõem de acesso à INternet, em comparação com 52% em toda a UE. No que se prende com lares que dispõem de ligação em banda larga, a proporção desce para 24% (32% na UE). Estes valores são confirmados pelo INE que acrescenta que no primeiro trimestre do ano o computador está presente em 45,4 % dos agregados domésticos. Com base nos valores do Eurostat do 1.º trimestre deste ano, 31% dos portugueses usaram a Internet pelo menos uma vez por semana (47% na UE). No que se prende com jovens entre os 16 e os 24 anos, 68% utilizaram a Internet pelo menos uma vez por semana, um valor mais próximo dos 73% do total da UE.

De acordo com dados do INE, a ligação à Net através da banda larga apresenta, entre 2003 e 2006, uma taxa de crescimento anual de 47,4%. O principal objectivo de utilização deste meio é a pesquisa de informação sobre bens e serviços (83,8%). Logo a seguir surge a troca de mensagens (enviar/receber) via e-mail (80,9%). Jogar ou fazer downloads de jogos, imagens ou música colhe 45,6% das preferências e ler ou fazer download de jornais ou revistas 44,5%. Mais de 40% usam a Net para contactar com organismos públicos. Resolver assuntos relacionados com a declaração do IRS foi a opção mais procurada (75,5%). Os serviços ligados à saúde têm a preferência de 78,4%, os pedidos para emissão de documentos pessoais 77,4% e os pedidos de certidões 70,7%, enquanto a possibilidade de alteração de morada é feita por 70%. O maior consumo deste meio é protagonizado pelo grupo dos 16-24 anos (75,2%), do sexo masculino (39,2%), estudante (96,3%) ou com formação superior (86,9%). *Com PB

fonte: «Portugal com baixa penetração de Net», 11/11/06, DN, Fernando Sousa.

"Earlier adopters" em Portugal

« Estudos recentes indicam que em Portugal 14% da população tem interesse em utilizar a televisão no telemóvel. É sobretudo a camada jovem (15-24 anos), tambem denominada earlier adopters, que puxa por este tipo de serviço»

DN, »equipamentos melhoram a experiência de ver televisão», 11/11/06, pág 3

Televisão no telemóvel em Portugal

Conclusões principais de um dossiê publicado pelo Diário de Notícias, 11/11/06: «Televisão no telemóvel é 'o novo pequeno écrã'», Paula Brito:

- «Agora, é a vez da Mobile TV, denominação dada pela TMN, Vodafone e Optimus à televisão no telefone. Adeus 3G, chegámos à era 3,5G. Ao todo, são mais de 30 canais, distribuídos por sete categorias, acessíveis 24 horas por dia, por valores que vão desde os 90 cêntimos por dia aos 7,50 euros por mês, acrescidos, para quem gostar de conteúdos premium, de 3,5o euros por canal. Apenas a Vodafone revela números: já bateu o milhão de acessos, valor que lhe permite afiançar que superou todas as expectativas. TMN e Optimus, que não revelam números, também partilham, porém, desta visão. Uma visão que já as faz olhar para o futuro, nomeadamente para a tecnologia DVB-H, que permite o acesso a serviços de vídeo via broadcast, mas sobre a qual a entidade reguladora Anacom das telecomunicações parece tardar em pronunciar-se»

- VOdafone reclama estatuto de pioneira na disponibilização do acesso à televisão e video nos telefones moveis (fevereiro de 2005), permitindo ver em directo noticiários televisivos; diz já ter um milhão de acessos; 26 canais;

- Optimus: 19 canais (a maior parte em português para superar a dificuldade de leiutura das legendas; não divulga numeros

- TMN: 21 canais, Futebol TV, 24 horas/dia (lançado em abril 2006); sem numeros;

 

«Principais leitores multimédia» (PSP)

(atenção à Playstation portable)

«(...) O iPod continua a ser o principal rival [do Zune]. Chegado à versão 5.5, o iPod Video mantém a conhecida e bem sucedida estética, a funcionalidade e a imagem que conquistou ao longo dos anos. Está preparado para a descodificação de ficheiros de áudio, vídeo e fotografias e está inevitavelmente associado ao sucesso da loja iTunes, da Apple. Mas, acima de tudo, guarda o trunfo de ser já encarado como elemento de moda, ícone da cultura pop urbana, que aparece em telediscos, filmes e nas cidades mais cosmopolitas.

Já a Creative continua a ganhar terreno seguro. Não é uma campeã de vendas nem ameaça a liderança da Apple, mas é um dos concorrentes mais avançados, na tecnologia e na oferta, com propostas para todos os gostos e para diferentes carteiras. O Vision será a bandeira da marca, com capacidades técnicas e funções semelhantes às do iPod. Isto numa altura em que à Creative foram atribuídos os direitos da patente do "leitor de MP3".

A Sony, um dos nomes responsáveis pelo crescimento da tecnologia e do mercado do MP3, tem, na versão portátil da PlayStation, um dos mais populares leitores multimedia do mercado global.  Além do papel de "consola de jogos de vídeo" (a sua principal tarefa"), é um popular suporte portátil para o visionamento de filmes (com uma oferta que é cada vez maior), pode ser facilmente transformado num leitor de MP3 com memória expansível e permite a conexão a um computador»

fonte: DN: «Uma revolução que cabe no bolso », 15/11/06,

Mais-valias do Zune

(lançado nos EUA a 14/11/06)

«O Zune ontem apresentado publicamente surge, nesta sua primeira geração com um disco rígido de 30 gigabytes. E, além de ler ficheiros musicais e de vídeo, tem como uma das grandes novidade o facto de trazer, já incorporado, um sintonizador de rádio. O Zune é também dotado de um sistema de comunicação wireless (conhecido como WiFi), que justifica algumas das suas anunciadas potencialidades mais aliciantes, baseadas, segundo explica o press release oficial da Microsoft, em conceitos de partilha, descoberta e comunidade, afinal nada mais que características estruturais dos comportamentos da nova geração de utilizadores da Internet.

Através deste sistema, qualquer pessoa (com um Zune nas mãos, claro) pode enviar as canções (ou imagens) que quer partilhar para um outro Zune, de alguém nas suas imediações. No caso de canções partilhadas, estas podem ser escutadas, pelo receptor, por três vezes no período de três dias. Gostando delas, o receptor poderá então adquiri-las e fazer o seu download na loja online da Microsoft, o Zune Marketplace, site construído segundo uma lógica semelhante à que conhecemos da loja iTunes, da Apple. Diferente é apenas a divisão deste serviço em duas zonas, uma de acesso automático e livre, com fóruns de discussão, trocas e vendas, e outra, acessível apenas por login, onde a música aguarda compradores.

A modalidade de escuta por três vezes, até três dias, permite a audição integral de temas sob descoberta, e é mais uma característica que procura competir com os 30 segundos de escuta gratuita permitida pela loja da Apple.

Os modelos de lançamento revelam leitores apenas de três cores: preto, branco e castanho. E, como oferta para os primeiros compradores, em cada leitor estarão já disponíveis conjuntos de canções, telediscos e curtas-metragens (três no total, todas elas sobre desportos radicais).

As primeiras críticas publicadas são positivas. Umas apontam manuseamento intuitivo e ressalvam como novidade mais relevante a comunicação wireless. Apesar de um ensaio comparativo com o iPod revelado pela CNN, com vantagem para o media player da Apple, as primeiras palavras da imprensa escrita são positivas. No New York Times, que descreve o Zune como "excelente", lê-se ainda que "não tem o look ou o tom cool do iPod, mas é mais prático", acrescenta que "não fica com dedadas nem se risca" e que "soa tão bem como um iPod". O Wall Street Journal, por sua vez, diz que "o Zune tem uma série de características interessantes que não vemos no iPod: um ecrã maior, a possibilidade de trocar canções com outros Zunes e um rádio de FM já incorporado".

Com menos entusiasmo, ambos os jornais apontam o sistema de protecção de ficheiros, que no New York Times é inclusivamente descrito como "draconiano". Este artigo critica ainda a ausência, no Zune, de extras como um despertador, equalizador, calendário, directório de moradas ou módulo para notas. A impossibilidade de fazer download de podcasts é outra das críticas mais recorrentes ao sistema.

Uma das novidades menos referidas deste lançamento inaugural é a existência de pacotes complementares com acessórios. O pack para o carro tem alimentador específico e um transmissor de FM. O pack caseiro propõe uma série de cabos e dispositivos que permitem ligar o Zune aos altifalantes de televisão ou hi-fi. O pack de viagem revela adaptadores e complementos para uso solitário ou partilha de conteúdos»

fonte: «Zune lançado nos EUA chega à Europa em 2007», DN, Nuno Galopim e Tiago Pereira, 15/11/06