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Transistor kills the radio star?

Não ter medo do podcasting; potenciá-lo!

O novo programa de Danny Baker, uma das figuras da rádio britânica, não passa na rádio. Ou melhor, passa. Mas não na rádio convencional. A trabalhar na BBC London FM, Baker encontrou no podcasting a solução para chegar a ouvintes de todo o mundo. Por isso, diariamente, grava All Day Breakfast Show, o programa de rádio que não passa na rádio.

Tantas oportunidades como desafios

«Tal como aconteceu com outras mudanças estruturais anteriores, esta transformação [a penetração da Galaxia Internet] oferece tantas oportunidades como levanta desafios. A sua evolução futura é bastante incerta e está submetida às dinâmicas contraditórias que opõem o nosso lado obscuro às nossas fontes de esperança. Ou seja, à perene oposição entre, por um lado, as renovadas tentativas de dominação e exploração e, por outro, a defesa por parte das pessoas do seu direito a viver e procurar o sentido da vida» (Castells, 2004: 317)

Jovens, os mais ligados em rede

«existia uma divisão por idades: apenas 29,6% das pessoas maiores de 50 anos tinham acesso à Rede, contrastando com os 55,4% dos indivíduos com idades compreendidas entre os 25 e os 49 anos de idade, 56,8% da faixa etária de 18 a 24 e 53,4% dos jovens de 9 a 17 anos. No conjunto, no acesso à Internet, a população adolescente era o dobro do grupo de maiores de 50» (castells, 2004: 289)

 

Infoexclusão, marginalidade e geografia de utilizadores

«A centralidade da Internet em muitas áreas da actividade social, económica e política converte-se em marginalidade para aqueles que não têm ou possuem um acesso limitado à Rede, assim como para aqueles que não são capazes de tirar partido dela. Por isso, não devemos estranhar em absoluto que a previsão do potencial da Internet como meio para conseguir a liberdade, a produtividade e a comunicação venha acompanhada de uma denúncia da info-exclusão, induzida pela desigualdade na Internet. A disparidade entre os que têm e os que não têm Internet amplia ainda mais o hiato da desigualdade e da exclusão social, numa complexa interacção que parece aumentar a distância entre a promessa da Era da Informação e a crua realidade na qual está imersa uma grande parte da população mundial» (Castells, 2004: 287) 

«a América do Norte, com mais de 161 milhões de utilizadores, era a região dominante do Mundo e, juntamente com os 105 milhões de utilizadores na Europa, constituía o grosso do total de 378 milhões de utilizadores da Internet, contrastando claramente com a distribuição da população mundial. Deste modo, a região Ásia-Pacífico, com mais de dois terços da população mundial, contava somente com 90 milhões de utilizadores, ou seja, 23,6% do total; a América Latina possuía apenas cerca de 15 milhões de utilizadores; o Médio Oriente 2,4 milhões e a África 3,11 milhões, a maior parte deles situados na África do Sul. Em termos da densidade de uso da Internet, a Escandinávia, a América do Norte, a Austrália e (curiosamente) a Coreia do Sul, estavam muito acima dos demais países, seguidos pelo Reino Jnido, Holanda, Alemanha, Japão, Singapura, Taiwan, Hong Kong, continuando pelos países do sul da Europa e depois pelo resto da Àsia, América latina, Médio Oriente, e, muito abaixo, África» (Castells, 2004: 247)

»Dentro de cada país, também existem grandes diferenças espaciais na difusão do uso da Internet. As grandes áreas urbanas são as primeiras a difundi-lo, tanto nos países desenvolvidos como naqueles que estão em vias de desenvolvimento, enquanto que as zonas rurais e as cidades pequenas ficam consideravelmente atrás quanto ao acesso a este novo meio, contradizendo claramente a imagem que os futurólogos tinham formado acerca da "casa de campo electrónica", segundo a qual as pessoas iriam trabalhar e viver fora dos aglomerados urbanos de maior dimensão» (Castells, 2004: 249/250) 

«Existe uma diferença considerável no acesso à Internet para crianças de diferentes grupos de rendimento, o que pode ter importants consequências no futuro. (...) havia computadores em 91% dos lares com um rendimento superior a 75,999 dolareds anuais, enquanto que a proporção baixava até 22% para aquelas crianças cujas famílias contavam com um rendimento inferior a 20.000 dólares. ALém disso, os lares de baixo rendimento geralmente careciam de acesso à Internet, mesmo quando havia computador» (Castells, 2004: 291)

Castells e a rádio (optimismo e a net)

«A rádio está a viver um renascimento, e está a transformar-se no meio de comunicação mais difundido do mundo» (Castells, 2004: 226)

«As emissoras de rádio estão a experimentar um grande auge na Internet, tanto as que emitem através de ondas como as que o fazem só através da rede. A lista de emissoras de rádio nos EUA, elaborada pelo MIT, indica que há mais de 10.000 na Internet. Há dois factores determinantes nesta transformação. Por um lado, a dificuldade de satisfazer o interesse pelos assuntos locais a uma escala global, fora do alcance das redes locais de informação. Se quer saber o que se passou na sua cidade a partir do outro extremo do mundo, só a Internet pode proporcionar-lhe essa informação, tanto em formato texto (jornais locais) como em formato áudio (emissoras de rádio locais). Portanto, a liberdade para ultrapassar a cultura global em busca da identidade local própria é possível graças à Internet, uma rede global de comunicação local. Po outro lado, o êxito comercial experimentado pela rádio resultou no seu controle oligopolítico por parte de grandes conglomerados mediáticos em cada país - como consequência directa da desregulação, que na realidade resultou em muitos outros sectores da economia) numa concentração cada vez maior. Assim, enquanto a rádio está dirigida ao local (você precisa de conhecer o estado do trânsito da sua cidade e não de outro lugar), o seu conteúdo está cada vez mais empresarializado e homogeneizado. As emissoras de rádio alternativas, de alcance local, encontram na Internet uma forma barata e fácil de emitir, sem ter que depender da concessão de licenças de transmissão, limitadas pela capacidade do espectro» (Castells, 233) 

Mais na Internet, menos na televisão

«Nos Estados Unidos, os espectadores de televisão por cabo igualaram os dos canais abertos, com 50% de audiência no ano 2000, e está previsto que os superem nos próximos anos. Além disso, os jovens norte-americanos vêm menos televisão agora do que antes: entre 1985 e 2000, os menores de dezoito anos reduziram em 20% o número de horas em frente ao televisor. Esta mudança atribuiu-se em parte ao facto de os jovens passarem cada vez mais tempo a navegar na Internet (The Economist, 2001: 60)» (Castells, 2004: 226) 

O glocal aplicado à nova rádio...

«O mundo dos media está a atravessar na extraordinária transformação, tornando-se glocal (transmitindo para o global e o local ao mesmo tempo), e encontrando economias de escala e sinergias entre os diferentes modos de expressão» (Castells, 2004: 226) 

A Internet potencia a interacção social

«A Internet parece ter um efeito positivo na interacção social e tende a aumentar o grau de exposição a outras fontes de informação. Di Maggio e outros (2001) informam acerca dos resultados de diversos inquéritos de participação pública que indicam que os utilizadores da Internet (uma vez controladas outras variáveis) lêem mais livros, assistem a mais acontecimentos artísticos, vão mais ao cinema, assistem a mais espectáculos desportivos e fazem mais desporto que os não utilizadores.» (Castells, 2004: 151) 

«(...) o conjunto de dados disponíves não sustenta a tese de que a utilização da Internet conduz a uma menor interacção e a um maior isolamento social. Mas existem alguns indícios de que, em determinadas circunstâncias, o seu uso pode agir como substituto de outras actividades sociais. (...) é difícil chegar a uma conclusão definitiva sobre os efeitos que a rede pode ter sobre o grau de sociabilidade» (Castells, 2004: 154) 

Enquadrar este estudo neste 'fascinante campo de investigação'

«(...) os adolescentes são pessoas que se encontram num processo de descoberta da identidade e experimentação da mesma, ou de averiguar quem são realmente, ou quem gostariam de ser, o que abre um fascinante campo de investigação para compreender a construção da identidade e a experimentação.» (Castells, 2004: 147)

Cuidados a ter quando se elabora sobre a Internet

«(...) não é possível abarcar todo o material disponível para a investigação, quando o objecto de estudo (Internet) se desenvolve e muda muito mais rapidamente que o próprio sujeIto (o investigador que aqui escreve, ou, neste caso, qualquer investigador)» (Castells, 2004: 21)

E uma nota metodológica sobre a predominância dos EUA:

«Esta observação está limitada ao seu contexto social e cultural. A maior parte dos dados e fontes citadas referem-se à América do Norte, por um lado, porque é onde a utilização da Internet está mais desenvolvida, e por outro lado porque é a região sobre a qual possuo mais informação. Tentei compensar essa parcialidade de visão recolhendo informação sobre outros países e sobre distintos aspectos da Internet, entre 1998 e 2001, numa variedade de contextos diferentes da minha base californiana» (Castells, 2004: 21) 

A questão - clássica - das previsões sobre o futuro

«. Nas páginas que se seguem, o leitor não encontrará nenhuma previsão sobre o futuro, porque penso que já é bastante complicado perceber o preente e não confio totalmente nas metodologias utilizadas para esse tipo de previsões. Também não encontrará sermões moralizantes - nem recomendações de políticas ou conselhos de gestão de empresas. O meu objectivo nesta obra é estritamente analítico, porque acredito que o conhecimento deve preceder a acção e que a acção deve sempre estar ligada a um contexto e a objectivos concretos. (...) a tarefa que tenho, e a minha responsabilidade, é facilitar-lhe a si as melhores ferramentas intelectuais que possa, dentro dos limites dos meus conhecimentos e da minha experiência, para que seja o leitor a julgar» (Castells, 2004: 18) 

Para uma fundamentação da websocial (via Castells)

A origem: «No último quarto do século XX coincidiram três processos independentes, que derivaram numa nova estrutura social baseada predominantemente em redes. As necessidades da economia em flexibilizar a gestão e de globalizar o capital, a produção e o comércio. A procura de uma sociedade em que os valores da liberdade individual e da comunicaçao aberta fossem fundamentais. E, por fim, os extraordinários avanços da informática e as telecomunicações, o que só foi possível graças à revolução da microelectrónica» (2004: 16)

A fundamentação: «A cultura da Internet é a cultura dos seus criadores. Por cultura entendo um conjunto de crenças e valores que formam o comportamento. Os esquemas de comportamento repetitivos geram costumes que se impõem perante as instituições assim como perante as organizações sociais informais» (2004:55)

«O segundo valor partilhado, surgido das comunidades virtuais, é aquilo que eu chamo conectividade autodirigida, ou seja, a capacidade de qualquer pessoa para encontrar o seu proprio destino na Rede, e, não o encontrar, para criar e publicar a sua  própria informação, suscitando assim a criação de uma nova Rede. Desde os primitivos BBS dos anos 80 aos mais sofisticados sistemas interactivos deste princípio de século, a publicação, organização e ligação em redes próprias constituem um modelo de comportamento que se estende a todos os usos da Internet e que se difunde a partir da Internet para todo o espaço social.» (2004: 76)

Características: «Uma série de estudos realizados há alguns anos por vários sociólogos urbanos (Suzanne Keller, Barry Wellman e Claude Fischer, entre outros) demonstrou que as redes substituem os lugares como suportes da sociabilidade, tanto nas zonas periféricas como nas cidades» (2004: 156)

«(...) o novo padrão dominante parece estar constituído em torno do que poderíamos denominar relações terciárias, ou o que Wellman chama «comunidades personalizadas», personificadas em redes centradas no eu. Isto representa a privatização da sociabilidade. Esta relação individualizada com a sociedade é um modelo específico da sociabilidade, não um atributo psicológico» (2004: 158)  

«Talvez o passo analítico necessário para compreender as novas formas de interacção social na Era da Internet consista em construir uma redefinição da comunidade, retirando transcendência à sua componente cultural e dando ênfase à função de apoio que cumpre para indivíduos e famílias, para não limitar a sua existência social a uma única modalidade de acção material. Portanto, uma definição provisória útil neste sentido seria a proposta por Barry Wellman: «As comunidades são redes de laços interpessoais que proporcionam sociabilidade, apoio, informação, um sentimento de pertença e uma identidade social.» (2001:1)» (2004: 157) 

Uma excelente definição de Internet (para perceber melhor o que está em causa)

«A Internet é o tecido das nossas vidas. Se as tecnologias de informação são o equivalente histórico do que foi a electricidade na era industrial, na nossa era poderíamos comparar a Internet com a rede eléctrica e o motor eléctrico, dada a sua capacidade para distribuir o poder da informação por todos os âmbitos da actividade humana. E mais, tal como as novas tecnologias de geração e distribuição de energia permitiram que as fábricas e as grandes empresas se estabelecessem como as bases organizacionais da sociedade industrial, a Internet constitui actualmente a base tecnológica da forma organizacional que caracteriza a Era da Informação: a rede» (Castells, 2004: 15).

«A Internet (...) não é apenas uma tecnologia: é o instrumento tecnológico e a forma organizativa que distribui o poder da informação, a geração de conhecimentos e a capacidade de ligar-se em rede em qualquer âmbito da actividade humana» (Castells, 2004:311)

«A Internet é um meio de comunicação que permite, pela primeira vez, a comunicação de muitos para muitos em tempo escolhido e a uma escala global. Do mesmo modo que a difusão a imprensa no ocidente deu lugar ao que McLuhan denominou de 'Galáxia Gutenberg' , entramos agora num novo mundo da comunicação: a Galáxia Internet.» (2004: 16)

CASTELLS, Manuel (2004), A Galáxia Gutemberg, Lisboa: Gulbenkian

Mais tempo na Internet e a fazer várias coisas (multitasking)

«Multitasking is driving up the total amount of time that US teens spend with media, according to a Bridge Ratings study conducted in March to May 2007.
US consumers ages 13 to 17 spend more time with media overall than other age groups do, and their total media time has grown by more than two and a half hours per day since May 2004.

Time Spent with Media* per Day among US Consumers, by Age, May 2004-May 2007 (hrs:mins)

Bridge attributes this change to Generation Y's skill at consuming two or more of types of media simultaneously.

Percent of Time Spent Using Select Media that Is Shared with Simultaneous Usage of Other Media among US Consumers Ages 14-27, February 2006 & February 2007

Among teen Internet users, 7.3 million of the total 9.4 million online in 2006 watched TV while online, and 6.9 million listened to the radio, according to eMarketer calculations based on data from a BIGresearch survey.

US Teen* Internet Users Who Use Other Media While Going Online, 2006 (millions)

Although multitasking extends across all age groups, teens are generally more likely to multitask media than adults.

eMarketer Senior Analyst Debra Aho Williamson says more research is needed to discover exactly how multitasking affects consumers. "The media and advertising industries must move beyond simply acknowledging that multitasking takes place," Ms. Williamson says, "and support research initiatives that can establish which media are most likely to be 'foreground,' or primary, media, and which are more likely to be in the background. In addition, more research must be done to show marketers whether advertising that only receives partial attention is still effective."»

fonte: Generation Y Multitaskers Boost Media Time», eMarketeer, JUNE 21, 2007

Internet em Portugal: quase a chegar aos 50%

«Os dados recentemente divulgados na 1ª vaga de 2007 do Bareme Internet, o estudo de base do Netpanel, contabilizam 3 839 mil indivíduos que costumam utilizar a internet. Este valor representa 46.2% do universo composto pelos residentes no Continente com 15 e mais anos. A análise deste indicador ao longo da última década evidencia o elevado crescimento que tem registado entre nós, ao aumentar mais de oito vezes no período em análise. Os 5.6% de indivíduos que em 1997 acediam à internet passaram em 2007 para 46.2% - mais 725% do que então. Neste período, o ritmo de crescimento da penetração da internet no nosso país situou-se nos 27.8% ao ano.»

fonte: «3,8 milhões de utilizadores de Internet», Marktest.com, 5/07/07

A rádio não está a tirar partido da internet (EUA); podia ser cá

«Taking radio to task for not delving more rapidly into the digital space, Zenith Media's Matt Feinberg, who oversees the company's Radio and Interactive divisions, said radio is missing out on money that is increasingly being funneled to digital media. Digital is everywhere," he said at the June 28 Interep Radio Symposium. "There is a digital wave and everyone wants a piece of it, but radio is not there. People want pure digital buys, and radio is not there. Radio is a line item, a nuisance. It's a pain in the butt right now." With a couple of notable exceptions, he also said that radio groups aren't doing enough in the online space, either. "It's not that they're bad at it, they just haven't really done it," he said. "Citadel and Clear Channel have done some good things, but radio hasn't stepped up to digital frontier en masse. There is alack of understanding at the high levels, and they don't see the reasoning for the investment. I believe that wholeheartedly."

fonte: Radio Ink, Radio 'A Line Item' For Agency Rep, 01?/07/07

PPM chega à Dinamarca; e a Portugal?

«New York - Jun 25, 2007 - The radio industry in Denmark has selected the Arbitron Portable People Meter (PPM) system as its electronic audience measurement system. The five-year contract was awarded to TNS Gallup, an international licensee to the Arbitron PPM technology. Beginning in January 2008, a national panel of 750 Danish consumers will be equipped with the Arbitron PPM to collect overnight radio listening data. Danish broadcasters will analyze the ratings at one-minute increments and use the data for commercial sales and for program planning. The PPM encoding system will also be used by the Danish television industry beginning in the fall of this year to identify the programming sources for the set-top push-button people meters operated by TNS in Denmark. Since 2001, TNS has also used the Arbitron PPM in Singapore to identify the programming sources in set-top push-button people meters. » (fonte: Denmark Radio Selects Arbitron PPM RadioCurrents On line, 25/06/07)

Os conteúdos gerados pelo utilizador vieram para ficar, diz especialista

«I think user-created content is here to stay, and I think it’s going to continue to get bigger. If you look at MySpace and Facebook, to share content virally is amazing. You see a video you like, next thing you know you send it to a buddy. The way content can spread is amazing. Facebook right now has 27 million users, and a year ago it was 4 million. At that rate, Facebook adds 175,000 users a day. MySpace has about 105 million users. Not all people understand these sites. Their ability to pass along and share content is increasing geometrically, so anyone who thinks this thing isn’t going to happen is sadly mistaken. If you and I wanted to start a company together and create a user-generated company, we should maybe come up with a competitor to CNN, basically turn the population at large into a news-gathering device. Think about Katrina. You could show stuff before anybody else. I’m convinced we’ve just begun to see what it can do, but the quality needs to get better. » David Verkliin, the chief executive officer of Carat North America and chairman of Carat Asia-Pacific, in his new book, co-written with the late Bernice Kanner, called “Watch This, Listen Up, Click Here: Inside the 300 Billion Dollar Business Behind the Media You Constantly Consume,”, (fonte: Media Life Magazine, «David Verklin on media and the future» Jul 3, 2007

Em Portugal

Isto até pode ser verdade («o recente estudo da Havas Media que coloca a rádio como o segundo meio mais consumido em Portugal, o segundo com a maior frequência de utilização e o terceiro em tempo dedicado pelos consumidores» Newsletter da MCR, Carlos Marques, Julho07) mas isto é apenas um sintoma do passado - a questão é como aproveitar esta realidade para dar a volta, mudando tudo ou quase tudo na rádio, em vez de ficar a lamentar a erosão que já começou, ainda que de uma forma lenta