Uma previsão arrasadora para a rádio
... feita por John C. Dvorak, epsecialista em Novas Tecnologias, na Exame Informática (Janeiro 2006), no artigo "A Hora do Podcast":
"Quem tem menos de 20 anos é praticamente obrigado a ter um blogue ou fazer parte do blogue de alguém. O fenómeno do podcast tende a ser algo parecido. Nos EUA, a única coisa que vai restar para a rádio tradicional vão ser notícias e informações de trânsito. Suspeito que a mesma coisa acontecerá rapidamente no mundo inteiro".
Cheguei a este texto via podcastpt.
XM ganha 2,7 milhões num ano e chega aos 6 milhões de assinantes
A XM, sem Howard Stern, conseguiu fechar o ano com 6 milhões de assinantes, totalizando mais 2,7 em 2005. Perspectivas para 2006: 9 milhões de assinantes, continuando a liderar o mercado.
E agora com um grande trunfo: vêm aí LAD/mp3 compatíveis com a recepção satélite: "Electronics manufacturers Samsung and Pioneer have both announced new portable audio players that support XM Satellite Radio. Samsung has tossed three XM-compatible models into the ring, all of which offer a new "bookmark" feature, which lets users tag songs for later purchase on the XM+Napster online service."
Um sério concorrente para o iPod nano (com rádio!)
O LAD da SanDisk tem rádio que grava mp3, com 6 gigas.
A guerra da musica digital nos telemóveis (EUA)
A Verizon acaba de lançar o seu serviço em concorrência ao serviço da Sprint:
O serviço é oferecido em conjunto com a Microsoft, que elaborou a plataforma informática.
O outro concorrente, a Cingular, tem um serviço em conjunto com a Motorola e o iTunes.
Mais sobre a Mobile TV
A partir de dois textos, um na Media XXI (Dezembro 05), "Tv Chega aos telemóveis", e outro da Connect, (Janeiro 06), "Tv no telemóvel", algumas ideias:
- a NOkia lidera o projecto de transmissão de televisão para os telemóveis, a partir da tecnologia standard DVB-H (Digital Video Broadcast - Handheld), uma derivação da DVB-T (digital terrestre) - há outras tecnologias para além da DVB-H, mas esta prevalece na Europa, África e Ásia;
- a Nokia tem um modelo, que deverá ser lançado em meados deste ano, que designa por N92.
- Os testes feitos em diversos países (incluindo Espanha) mostram - de acordo com a Connect - que é baixo o consumo de bateria nos terminais; que a recepção é boa mesmo em locais dificeis; que tem uma largura de banda adequada a conteudos audiovisuais de elevada qualidade;
- estima-se que em 2010 hava 74 milhões de utilizadores do DVB-H (para isso será necessário construir uma rede própria, à semelhança das actuais redes GSM)
- a recepção de televisão nos telemóveis nesta altura é feita em streaming (por oposição ao broadcasting da DVB-H); relativamente ao streaming há já várias empresas fabricantes de terminais a experimentar (na mesma Connect, dá-se conta que "a Ericsson, em colaboração com a TVI, apresentou uma demonstração de TV interactiva no móvel, utilizando conteúdos desta estação de televisão, mais precisamente extractos da série Morangos com Açucar e do talk show «Você na TV». Segundo a empresa é na interactividade que reside a verdadeira inovação deste projecto, uma vez que este permite a possibilidade do utilizador enviar SMS para aparecerem no rodapé de um programa que está a dar (...)" (pág.11).
- "a Mobile TV constituirá um novo e entusiasmante serviço para os consumidores, criando ao mesmo tempo novas oportunidades para a inovação e crescimento nas indústrias ligadas à mobilidade e aos Media!" (Media XXI, pág 48)
Ponto da situação sobre o DAB
com a devida vénia a Paula Cordeiro, transcrevo este texto:
"Depois de várias experiências, alguns países europeus não encontraram no DAB uma possível solução para o futuro das emissões digitais de rádio. Finlândia e Suécia são casos assumidos, pelo avultado investimento que o Digital Audio Broadcasting requer e pela aparente ausência de reais vantagens do sistema em relação ao FM. Contudo, no mundo, estima-se que um milhão de pessoas tenha disponíveis serviços de rádio digital, a par com o DMB (Digital Multimedia Broadcasting) para a televisão móvel.
Mas se em alguns países do norte da Europa o DAB não é, e à partida, não será uma realidade, no Reino Unido o cenário apresenta-se radicalmente diferente, dado que só aqui, a audiência DAB atinge os três milhões de aparelhos. Em todos os países do Reino Unido registam-se valores de cobertura digital acima dos 50%. No seu total, a audição de rádio via digital, particularmente através do DAB, está em crescimento. As estatísticas indicam que, pela primeira vez, a escuta de rádio via DAB suplantou o total de horas de audição através da televisão digital e Internet. Também as vendas de receptores estão a crescer (especialmente auto-rádios), prevendo-se uma taxa de penetração destes aparelhos nos lares do Reino Unido de cerca de 40% para 2009, sendo que a percentagem total de indivíduos que possuem actualmente um sistema DAB ronda os 10,5%.
Contudo, há também dados estatísticos relativos ao Reino Unido que indicam que o consumo de rádio via Internet tem também crescido ao longo dos últimos três anos, sendo que esse consumo se faz em substituição do aparelho tradicional para escuta de estações de rádio disponíveis em FM, aspecto que relança a discussão em torno da plataforma digital que fará o futuro da rádio.
Em relação ao DAB, na Alemanha o serviço de transmissão digital continua a crescer. Foram lançadas 10 novas estações em 2005, para um total de 90 estações com emissão digital. Para 2006, as previsões indicam um crescimento do número de receptores entre a população. A Alemanha vai também liderar duas experiências DMB em 2006. Um desses projectos, My Friends, irá desenvolver-se ao longo dos próximos dois anos, e recebeu o estatuto de projecto Europeu, com um orçamento de cerca de 18 milhões de euros.
Países como a Bélgica, Espanha e Suíça tinham, em meados de 2004, uma cobertura DAB que atingia mais de metade da população, chegando perto dos 100%, no caso da Bélgica. Espanha espera este ano atingir uma cobertura de 80% e tem 18 serviços digitais (público e privado).
Na Suíça, o DAB tem sido um grande sucesso. Já há receptores DAB disponíveis para comercialização a preços razoáveis, prevendo-se que a cobertura alcance os 73% no início deste ano. Neste país existem 30 estações de DAB (francês e alemão) e a corporação de radiodifusão suíça pretende não aumentar os investimentos na expansão da rede FM, mobilizando os seus esforços para o desenvolvimento da rede DAB. A este aspecto junta-se o interesse dos media suíços na criação de uma estrutura adicional para a rede e de uma comissão para promover os produtos e serviços da rede DAB junto do público suíço.
Na Holanda, a cobertura DAB chega a cerca de 70% da população. O objectivo para 2006 é atingir a meta dos 90%. Serviços inovadores via DAB já estão a ser emitidos e, tal como na Suíça, foi também criada uma comissão para definir a estratégia de marketing deste novo sistema de radiodifusão junto dos consumidores, estando previsto para 2019 o fim das emissões analógicas.
Na Dinamarca, o DAB tem conhecido um crescimento exponencial, com vendas que crescem anualmente (de 40,000 aparelhos em 2004 para 135,000 antes do Natal de 2005). A cobertura ronda igualmente os 70%, há um forte investimento estatal neste sistema e um empenhamento da rádio pública para implantar o DAB, a par com campanhas de promoção desenvolvidas pelo comité de marketing criado para o efeito.
A Noruega prevê alcançar uma cobertura de 80% e a rádio pública prevê terminar as emissões analógicas em 2014.
Na Itália, foram criadas novas regras envolvendo o DAB e as licenças para emissão devem ser entregues durante o ano de 2006.
Em Portugal, o processo remonta a 1998, altura em que foi lançado o concurso público para atribuição de uma licença ai nível nacional para o estabelecimento e fornecimento de uma rede de radiodifusão digital terrestre, ganho pela RDP. O processo de instalação de emissores e alargamento da cobertura tem vindo a desenvolver-se e prevê-se que todo o país e ilhas estejam cobertos em 2007.
A este panorama de desenvolvimento digital europeu, juntam-se iniciativas por todo o mundo. Na Austrália foi criada uma nova legislação para a rádio digital. Singapura tem uma cobertura de 100%, chegando a toda a população, a par com grande interesse governamental e entusiasmo dos operadores. Existem, neste país, sete estações de DAB, das quais seis emitem exclusivamente neste sistema. O governo de Taiwan prevê lançar os serviços DAB em 2006. Na China, as experiências começaram em 1996 e, em 2005 , passaram a ser transmitidos dois serviços de programas em DAB, estando previstos mais seis, para um público de 12 milhões de pessoas. Na Índia, as emissões experimentais remontam a 1997, sendo que em 2003 começaram os serviços regulares de DAB em Nova Deli. Na Coreia foram lançados serviços DMB (Digital Multimedia Broadcasting) que incluem televisão, dados e rádio. As estimativas apontam para a venda de 22 milhões de aparelhos portáteis, dos quais, 2 milhões durante o ano de 2006. Neste país começaram já a ser comercializados telemóveis com recepção DMB e, no futuro, mais de 30 canais de vídeo e rádio oferecerão entretenimento e notícias, mapas e outras informações. Os receptores, fabricados pela Samsung, a LG Electronics e outras empresas coreanas, estão já disponíveis, a par com os serviços de DMB disponibilizados pela maior operadora móvel do país.
Como no mercado asiático, o panorama canadiano apresenta-se como dos mais dinâmicos no que ao DAB diz respeito. Num total de 11 milhões de potenciais ouvintes, em 2004, trinta e cinco por cento da população já podia receber serviços de DAB e existiam 73 licenças para estações DAB.
Na Europa, a transição para o digital está prevista para 2012, apesar de alguns países conseguirem completar o processo em 2008. Em ligação com a Estratégia de Lisboa, a migração procura, ao nível da rádio, melhorar a qualidade e ampliar a escolha disponibilizando novos e mais serviços de programas."
Rádio perde portabilidade (18-34)
"Radio faces some real problems with younger listeners, 18-34—and most startling in this is the notion these listeners have that radio is “losing its portability.”
About the only positive feedback for terrestrial radio is that it’s free, but it was also dubbed “uninspiring” in the focus groups. (...)
Cell phones appear to be the real wild card in the next generation of competition for terrestrial radio listenership. In short, Jacobs described the cell phone as “the monster that just keeps getting bigger” and a device that women have no problems incorporating into their own entertainment usage.
Jacobs offered the following anecdote as a warning that radio’s notion of ubiquitousness and complete portability may be seen as a thing of the past.
As Jacobs recounted it: “And then a [focus group member] looks at me and says the iPod is portable and radio is not. So I looked at him and said ‘What are you talking about?’ ”
Jacobs then turned more directly to the Fly-In audience and asked rhetorically, “Well, if you’re 18-34, when’s the last time you used a Walkman? They don’t think about radio as we do.”
He offered the perception that “Radio is tethered to the car,” and that younger listeners believe that “radio is tethered and the iPod is not.”»
Excerto da notícia "Focus Group Feedback: Radio Is Uninspiring", (Billboard Radio Monitor) Dec. 08, 2005, By Tony Sanders
Relação entre rádio e telemóveis
Excerto do texto: ""Hey, it's Radio on my Cell Phone" (Radio Marketing Nexus, 3/1/06)
"(...) few observations as radio takes the inevitable (and advisable) plunge into cellmobile phones:
1. Radio's real target for cell phone radio is Satellite radio. Here's why: They're both available by subscription. Thus they will target the folks who value portability - at a price. Because if they value portability for free they'll use that most archaic of all gadgets, the portable radio.
2. Isn't it interesting to note that while mobile music has long been popular, mobile radio (as in, the kind on your hip) has been in the shadow of Walkman cassette players (used primarily for cassettes, not radio), Walkman CD players (used primarily for CD's, not radio), and now iPods. That is, portability and control tend to go hand in hand. Radio is about comparatively passive entertainment, not control. Can radio plant a flag on this barren world?
2. This path will be a very slow-grow one. That's because it will happen one phone manufacturer and/or one Verizon at a time. Each deal will be different. Each deal will be complicated. Each deal will involve sharing revenue with lots of other companies, all of whom have their hands in the consumer's pocket.
3. Radio has no inherent competitive advantage in this area. That's because virtually anybody can string together a series of music channels - assuming these channels are primarily music (which, in the long run, is doubtful). Hence "Music Choice" listed in the same release as Clear Channel.
4. Invariably we will discover that some people value content for a price - just as some cable subscribers buy HBO but more than two-thirds don't. Some poeple will value control for a price - just as some cable subscribers buy TiVo, but (by the end of this decade) more than two-thirds don't. The rest will be left to enjoy that which is advertiser-supported, no matter what gadet that content appears on. Can radio do deals with mobile phones that provide that content gratis with advertiser support?
5. If you're going to charge a premium price then you had better offer premium content if you expect people to buy that content. The very same drive to premium content is what makes major league sports and Howard Stern so valuable on Satellite. Who is striking those deals in the mobile phone space? Radio?
6. "Premium" doesn't just apply to the caliber of the content, but also to its kind. For a ring tone, for example, experiencing that content means sharing it with others. The content itself become the consumer's distinctive calling card. By sharing a tone you are sharing yourself. THAT is a premium feature, and its one that mobile radio will not soon possess. Mobile phones are about connection. Will mobile phone radio be the same?
So marvel as Clear Channel pursues the mobile phone space, and CBS Radio too. Watch as XM and Sirius strike similar deals. These are essential steps in the right direction, but they are the beginning of the story, not its end."
Perspectivas para 2006 (a internet)
«RADIO’S BIGGEST CHALLENGE in 2006 could be coping with the expanding definition of radio. As far as media buyers and advertisers are concerned, and for that matter the consumer, radio is no longer just AM and FM. It’s also Internet radio and satellite radio. And while satellite radio’s 9 million subscribers and Internet radio’s 20 million weekly listeners are dwarfed by traditional radio’s 230 million weekly listeners, the impact of these new media on the consumer cannot be ignored. According to a focus group study conducted last fall by Jacobs Media, consumers aged 18-34 consider radio as “anything with a DJ.” Young listeners say they find traditional radio stale. On the flip side, they don’t think they ought to pay for radio.
“Radio isn’t a growth medium. It’s misunderstood right now, even among its owners,” said Maribeth Papuga, senior vp and director of local broadcast for MediaVest, at the recent UBS media conference. In many ways, traditional radio is coping with the fundamental shift in consumer choices by embracing a multiplatform radio model, a trend that is likely to accelerate this year. The nation’s largest radio companies, Clear Channel and CBS Radio (formerly Infinity Broadcasting), took critical steps in 2005 to leverage their content onto the Internet, whether through streaming or offering content for downloading. The hope is that in 2006, those baby steps will lead to a solid foundation for a new, growing and lucrative business.»
excerto do Forecast 2006, do Mediaweek, http://mediaweek.com/mediaweek/images/pdf/Forecast.pdf
Perspectivas na medição de audiências para 2006
"One certainty is a given in 2006—more fragmentation of an already fragmented medium. But that cries out for improved measurement and better research, issues that broadcasters appear to be sidestepping. Under pressure from broadcasters, Arbitron was forced to delay until summer 2006 reporting satellite radio and Internet radio in its surveys, leaving the advertising industry with a lot of questions about consumers’ shifting listening habits. Arbitron is ready to go with portable people meters, but broadcasters, wary of lower ratings, balk at the cost.
“Measurement is going to be essential,” said Kim Vasey,senior partner and director of radio for Mediaedge:cia. “[Broadcasters] have to be realistic that radio is no longer just the terrestrial dial. You need the portable people meter, especially for the rollout of HD2.”
Excerto do Forecast 2006 da Mediaweek, http://mediaweek.com/mediaweek/images/pdf/Forecast.pdf
iRadio como alternativa ao satélite
"(...) Motorola announced plans Tuesday to launch iRadio later this year. The service features 435 commercial-free radio channels for about $7 per month, nearly half the monthly $12.95 fee XM Satellite Radio and Sirius Satellite Radio charge for about 120 channels.
"Motorola iRadio is truly a revolution in digital radio, offering more choice, higher audio quality than satellite radio and features that allow listeners to identify and purchase the music they like," said Mike Gaumond, vp and general manager, Motorola Digital Media Services.
Motorola promises radio channels that "break the mold of competing radio services," including more than 40 styles of Rock, 12 Jazz stations, individual artists channels, genre channels for every decade since the 1900s and specialty-themed channels such as 1 Hit Wonders, Angry Women and Rockin’ Cowboys.
Content providers to Motorola include Clear Channel, the nation’s largest radio group, and legendary music artist Graham Nash. Clear Channel plans to produce content for about 75 channels and contribute some of its syndicated programming from Premiere Radio Networks, such as Bob and Tom and Coast to Coast AM.
excerto da notícia Motorola Rivals Satellite Radio With iRadio, Katy Bachman, JANUARY 03, 2006 (Media Week)
2006, o ano HD (?)
"There are more than 600 AM and FM stations broadcasting digital HD Radio signals today, and we expect that number to double next year," predicted Robert Struble, president and CEO of iBiquity Digital Corporation, which is powering the technology behind the digital radio upgrade. "We look forward to 2006 as the year HD Radio reaches the mainstream consumer, and all of the new products and features to help us achieve this goal will be on display at CES." The move follows the formation of the HD Digital Radio Alliance, which includes some heavy-hitting terrestrial radio broadcasters."
informação retirada desta notícia: "Digital Radio Consortium Prepares Blitz at CES" (Digital Music News, 4/1/06)
«Nos estádios de futebol, o telefone celular deve substituir o bom e velho radinho de pilha»
| «Num futuro não muito distante, a tecnologia digital vai oferecer uma nova forma de fazer e assistir televisão. Com um simples apertar de botões no controle remoto, o telespectador vai poder acionar uma infinidade de recursos interativos, hoje impensáveis no sistema analógico. Além de uma melhor qualidade de som e imagem e uma maior variedade de canais, vai poder escolher o melhor ângulo de visão em partidas de futebol, participar de enquetes em programas em tempo real e acessar cenas de capítulos anteriores de novelas. "A tevê digital vai oferecer ainda a possibilidade de acessar a programação da tevê aberta no carro, no ônibus, no metrô, etc, através de aparelhos portáteis, como o telefone celular", adianta Fernando Bittencourt, diretor da Central Globo de Engenharia e coordenador do grupo técnico de tevê digital da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão, Abert. Nos estádios de futebol, o telefone celular deve substituir o bom e velho radinho de pilha. Mas quem preferir ficar em casa, refestelado no sofá, vai poder acompanhar também as jogadas do time do coração. Quem garante é Liliana Nakonechnyj, diretora de Telecomunicações da Central Globo de Engenharia. Excerto da notícia "TV digital vai revolucionar a forma de ver novelas" (Domingo, 1 de janeiro de 2006, 11h07) | |
| TV Press, via IRREALTV | |
"2006, o ano da tv no telemóvel"
(mais) Pormenores sobre o iRadio
"A Motorola deu hoje a conhecer pormenores acerca da estratégia para o seu serviço de música por subscrição iRadio, que surgirá este ano (...).
A fabricante adiantou que o futuro serviço correrá no telemóvel Rokr E2, que, ao contrário do primeiro modelo Rokr, não irá incluir o software iTunes da Apple. Em Outubro, a Motorola tinha dito que o primeiro telemóvel para o iRadio seria capaz de guardar cerca de 70 horas de música. O objectivo é vender o serviço e o telefone através das operadoras móveis.
O iRadio terá um custo mensal definido de 7 dólares, mas o valor poderá variar dependendo das opções subscritas. Através do serviço, os utilizadores poderão fazer o download dos conteúdos dos canais de rádio associados para um computador e transferi-los para o sistema de som de casa ou do carro.
A fabricante norte-americana pretende mostrar o iRadio na CES de Las Vegas (...)"
"Motorola revela pormenores sobre iRadio e apresenta novos produtos para o lar", 2006-01-03 13:37:00, Casa dos Bits
Desregulação na Europa
"(...) desregulación, es decir, un nuevo marco legal de utilización del espectro que supone, entre otras cosas, el fin de los monopolios radiodifusores públicos y la aparición de nuevas radios de diferentes titularidades y con diferentes objetivos: comerciales, asociativos, políticos, etc.
El proceso desregulador se ha hecho según los países a diferente velocidad y con diferente alcance; existen políticas de liberalización absoluta -el paradigma de las cuales sería Italia- y también otras absolutamente restrictivas cuyo máximo y último exponente ha sido hasta hace poco Austria. La desregulación es a estas alturas un proceso aún inconcluso, pero además no presenta visos de configurar una situación homogénea en todo el continente, al menos en el medio plazo."
"Transformaciones radiofónicas a medio plazo. En un entorno cambiante y competitivo"
Josep M. Martí Martí, Revista Telos, nº 42, junio - agosto 1995
O HD não convence todos
"if a listener wants to listen to one of the new HD channels, he must first tune to a station that he does not want to listen to, before he gets to the station that he does. If that happens, the new formats on new channels of (each main frequency), become permanently associated (in the listeners’ minds) with the format of the main channel. Another negative is that the additional HD channels will seem to not be on the air if a person attempts to tune directly to them, without first going to the analog / digital main frequency. DOES THIS LAYERED SYSTEM MAKE ANY SENSE?"
O que é que isto provocou? "HD radio is at our doorstep and IT IS TEN YEARS LATE. Why? Because our “Leaders” fought needlessly over engineering standards. We COULD have been first to digital radio, but weren’t. The result: A huge opening for satellite radio, based on digital quality and new channels that you’d never hear on terrestrial radio. "
Os olhos na estrada, a voz comanda a rádio
televisão no telemóvel: agora a TMN e a Optimus
Expresso de 23/12/05 (pág. 13, suplemento economia)
A TMN e a Optimus tambem vão oferecer canais de televisão "no primeiro trimestre de 2006". Juntam-se assim à Vodafone, "disponibilizando 24 horas de emissão televisiva em tempo real, através das respectivas redes 3G".
A TMN espera oferecer entre 10 e 15 canais, a Optimus refere os 13 do pacote básico Mobile TV. O Expresso salienta uma diferença significativa face à Vodafone: a introdução de canais de desenhos animados (Panda) e a ausência de canais pornográficos.