Um sofá para ouvir o iPod
A enorme variedade de acessórios que se relacionam com o iPod é outro sinal do impacto deste aparelho.
O sofá (poltrona?) iChair tem as colunas junto às orelhas para relaxar e ouvir.
Custa 313 euros em PBTeen
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(as comunidades de ouvintes funcionam como os novos gate keepers informativos substituindo os realizadores da rádio. Com mais especialização, mais capacidade informativa e mais gente envolvida, pode conhecer-se mais e melhores músicas – do que aquelas que a rádio nos apresenta)
A comunidade de ouvintes do Last FM
«Trata-se do Last.FM, um site que proporciona aos utilizadores criarem a sua rádio on-line. Não uma rádio como normalmente a conhecemos. Aqui, será capaz de ter o seu espaço com as suas músicas predilectas, mostrando o que escutou a, sempre que quiser, iniciar pesquisas por informações de artistas, álbuns e músicas dentro do próprio site. Mas para dar início à verdadeira revolução, necessita de instalar no computador o reprodutor e um ‘plugin’, o Audioscrobber. Com eles poderá criar então a sua estação de rádio e procurar utilizadores que, por norma, ouvem o mesmo género de música. Ao participar nesta autêntica comunidade, o utilizador poderá escutar músicas gratuitamente, por género e com grande qualidade; criar o seu estilo musical; votar nas suas músicas favoritas; discutir sobre música em fóruns; entre outras coisas. Enfim, transforme os seus gostos numa estação de rádio para que outros saibam o que você ouve».
(Mundo Internet, «Como criar facilmente uma estação de rádio», Maio/Junho 2006, nº 15, pág. 12)
«Diariamente são vistos no sítio mais de 100 milhões de videos. O sucesso é enorme e lançou os analistas da nova economia numa terrível angústia. Qua1 é então o modelo de negócio dos dois jovens? Para mais quando a concorrência, que anda assustada, estima que o YouTube gaste mensalmente cerca de 500 mil dólares (quase 390 mil euros) só para alojar os vídeos nele editados pelos seus utilizadores espontâneos (…). A revista The Economist escrevia há dias que, não tarda muito, empresas como a YouTube serão inundadas de processos jurídicos por desrespeitarem a propriedade intelectual e industrial do material difundido na Internet«.
(João Lopes Marques, «Os rapazes do tubo mágico», Sábado, 2/9/06, págs. 76 e 77)Antes ouvíamos a opinião na rádio ou líamos no jornal; hoje assiste-se a uma desacralização, com a abundância de informações na Net, em nome daquilo que Norbert Bolz (filósofo alemão) chama de «saber de profanos».
«Hoje, 2.500 anos depois,a «doxa» [grega] está de volta: na Internet, prevalece a opinião de todo o tipo de pessoas, muito poucas das quais são peritos. Ora, ao agruparem-se essas opiniões, elas oferecem resultados manifestamente mais interessantes do que as de cientistas altamente especializados. É isso que é fascinante na Wikipédia. Uma opinião difusa e dispersa rivaliza com o trabalho universitário, por um espantoso processo de auto-organização»
(«O novo reino dos idiotas?», Courrier Internacional,, via Der Spiegel, s/p; data)
«O investimento dos anunciantes em publicidade divulgada nos telemóveis vai crescer em 2007 para mais do dobro dos valores deste ano, devendo atingir os l,2 mil milhões de euros, prevê a consultora Informa Telecoms & Media. De acordo com estudo “Serviços de Publicidade em Telemóveis: gerar receitas através de conteúdos subsidiados”, hoje divulgado pela empresa, os próximos 12 meses vão marcar o início de um forte investimento em publicidade nos telemóveis. Investimento que crescerá ainda mais à medida que aumenta a proliferação de telemóveis multimédia de alta qualidade e baixo preço e que as redes móveis atingem um ponto de saturação (…). Entre as vantagens da publicidade nos telemóveis encontra-se a proximidade de contacto com os consumidores, que possibilita dirigir as campanhas apenas para o público-alvo de determinado produto, explicou Nicky Walton.
Por outro lado, acrescentou, os telemóveis permitem medir o sucesso das campanhas, já que as respostas dos utilizadores, seja através de texto, de voz ou por carregarem em ‘links’ possibilitam obter um feedback razoavelmente rigoroso da eficácia dos anúncios. (…) “Os telemóveis representam um canal directo ao consumidor, ultrapassando a Internet, mas só se conseguirá alcançar níveis significativos de sucesso se passarem a ser integrados nas estratégias publicitárias que actualmente utilizam os media tradicionais”, concluiu.»
LUSA, «Publicidade: Investuimento nos telemóveis vai duplicar em 2007 para 1,2 mil ME», 8/9/06
(os investimentos publicitários que forem «desviados» para os telemóveis deixarão os inevitavelmente os canais tradicionais, e a rádio sofrerá a sua parte
«El otro estándar, del que se oye hablar más últimamente, es el DRM, introducido en España por la vía de la Ley 62/2003, de 30 de diciembre, de Medidas Fiscales, Administrativas y del Orden Social. El DRM (Digital Radio Mondiale) posibilita la digitalización de la OM y puede que, en el futuro, la de la FM (la propia Ley así lo prevé), lo cual podría abrir un interesante debate. (...) De momento, se han realizado algunas experimentaciones (la COPE, RNE), sobre todo para analizar los pros y los contras del simulcasting, que permite emisiones simultáneas en analógico y digital. Una de sus grandes ventajas es que no precisa de una nueva banda de frecuencias, sino que opera con las ya existentes, lo cual resulta especialmente interesante para aquellas grandes cadenas estatales de gran tradición histórica que disponen de un mayor número de emisoras de este tipo, léase SER, COPE y RNE, de las cuales no hay concesiones desde 1978 y estaban en franco declive, por no decir heridas de muerte. En agosto de 2003, el WorldDAB Forum y el consorcio DRM anunciaron su voluntad de cooperación para el desarrollo de receptores y servicios que resultaran comunes a ambos sistemas. La principal diferencia entre ambos estándares, DAB y DRM, se centra más bien en las ventajas y los inconvenientes de su aplicación real y práctica. El DRM aprovecha una banda de frecuencias ya existente, pero también se mueve sobre un mercado ya consolidado y con un parque de receptores a los que habría que retocar en un mínimo aspecto (barato, además)»
M Marti, Josep e Bonet, Montse, Viejas tendencias, nuevos parámetros de análisis, Tendencias 06 Medios de Comunicación
«En 1997, el Gobierno dio carta de naturaleza a la digitalización de nuestros medios audiovisuales. En otoño de 2005, el sector privado ha solicitado ya más de una moratoria del proceso de implantación del DAB en el territorio español. Digámoslo sin ambages: el DAB en España resulta una buena tecnología cuya gestión de aplicación resulta nefasta. “El DAB (Digital Audio Broadcasting) no es sólo una tecnología, es también un estándar industrial, potencial motor de cambio y liderazgo para Europa. O eso parecía. (…) Ha habido ya concesiones de licencias, pero poco más: faltan aparatos receptores de precio asequible, faltan políticas incentivadoras, falta voluntad de potenciar un nuevo mercado. Además, a diferencia de la televisión digital, la radio no tiene fecha para el apagón analógico, con lo cual la radio digital deviene competidora directa de la analógica, lo que no contribuye a hacerla más atractiva” (Bonet, 2005: 65). (...) el DAB nació necesitando una nueva banda de frecuencias, nuevos receptores, una nueva audiencia, una supuesta nueva programación e incluso empresas nuevas. Quizá resultó todo demasiado novedoso para un mercado no acostumbrado a arriesgar en exceso»
M Marti, Josep e Bonet, Montse, Viejas tendencias, nuevos parámetros de análisis, Tendencias 06 Medios de Comunicación
de acordo com Mark Ramsey:
«Advertisers are less apt to buy into the notion that [radio] is an essential medium in the digital age, so [radio broadcasters] need to create multiplatform packages that tie in to the web, mobile devices and other appropriate digital media, according to Robin Steinberg, SVP and director of print investment at Publicis Groupe's MediaVest.
Steinberg spoke to a packed New York Times auditorium earlier this week at one of a series of breakfast meetings produced by the Advertising Women of New York in conjunction with Advertising Week, writes MediaWeek (via MediaBuyerPlanner).
Some [radio stations] that have gained their [listeners'] love and trust can tap into those emotional ties to encourage dialog between [listeners] and the [station] via digital media, Steinberg said. "Give your [listeners] the options to interact with each other and your brand. Build an online community where the common thread is your brand."
fonte: What Radio needs to do... Hear2, 30/09/06
«Classical music fans are far more digitally savvy than most think, according to a recent research finding from Gramophone magazine. More than one-third of classical fans access music from PCs, digital radio receivers, internet-based radio, digital television, and portable MP3 players, according to the publication. Meanwhile, more than half have ripped at least some of their CD-based classical collection, according to the finding. "Far from being fuddy-duddy traditionalists, classical music fans are embracing new technology as never before," the magazine noted.»
fonte Digital Music News, Classical Music Fans Show Digital Savvy, Legal Habits»
Enquanto a Sirius aposta num canal exclusivo para a renomada orquestra Metropolitan Radio Opera («Beginning with this broadcast, the channel will broadcast live Metropolitan Opera performances each week throughout the Met’s season while also featuring hundreds of the Met’s archival performances»), a XM, depois de anunciado o acordo com Oprah Winfrey, acaba de anunciar que o programa começa esta segunda-feira: «"Oprah & Friends," is a new channel on XM which will feature original programming including regular segments hosted by popular personalities from "The Oprah Winfrey Show" and O, The Oprah Magazine and a weekly reality radio show with Oprah Winfrey and Gayle King. The channel will originate from a new XM facility at Harpo Studios in Chicago, Oprah's media home base. The "Oprah & Friends" channel will feature original daily programming on a variety of topics including nutrition, fitness, health, self improvement, home, and current events from popular "Oprah" personalities (...)»
O relevante disto é que, por um lado, as duas empresas não desistem de oferecer mais e mais argumentos e, por outro, que são possíveis cada vez mais nichos...
«Sirius Satellite Radio says its Stiletto 100, the company’s first live portable radio, will be available this month. Stiletto includes WiFi, Yahoo music purchasing software, and the ability to save music for playback. Users can store up to 100 hours of content, schedule recordings six hours in advance and connect via WiFi to Sirius’ Internet radio services. Users’ own MP3/WMA files can be stored on the Stiletto 100 and managed with the included software for Windows PCs. The unit is compatible with Windows-based Internet music providers’ download and subscription services, according to the satcaster. Stiletto 100 lists at $349.99. A vehicle kit will list for $69.95, a home kit for $69.95 and an executive system for $149.95»
fonte: «Sirius Introduces Its Portable Radio», RWonline, 26/9/06
«Widespread misconceptions about the nature of HD Radio prevail among radio-oriented consumers, according to a new research study released by Mark Kassof & Co. Study findings suggest that about 5 percent of 18 to 64 year old respondents think they are receiving HD Radio from at least one of the FM stations they listen to, but have not actually purchased an HD Radio-capable radio, while only 1 percent say they have purchased a HD Radio-capable radio. Among those listeners who say they are receiving HD Radio but haven't purchased a HD radio, 46 percent say it is "about the same" as regular FM radio, while 12 percent of them characterize HD Radio as "a lot better" than regular FM. Mark Kassof, president of the research firm that conducted the study, said the research suggests that "stations contribute to confusion when they say they are 'broadcasting in HD' without offering an explanation of what HD provides and what is required to receive it. As a result, some listeners wrongly think they are receiving HD." The findings are based on 752 telephone interviews completed between Sept. 13 and Sept. 17 in the United States.»
«Os resultados do segundo trimestre de 2006 do estudo Bareme Rádio da Marktest confirmam que os jovens e os quadros médios e superiores são os maiores consumidores deste meio. (...) Uma análise por targets mostra como os homens ouvem mais rádio do que as mulheres (respectivamente, 63.2% e 48.7% de audiência acumulada de véspera) e os jovens mais do que os idosos (com o grupo dos 25 aos 34 anos a liderar as audiências, com 73.2% de audiência acumulada de véspera)» (fonte: Marktest, http://www.marktest.com/wap/a/n/id~b8a.aspx 17/8/06)
«Segundo os dados do Bareme Rádio da Marktest, disponíveis no Anuário de Media & Publicidade 2004, os indivíduos entre os 15 e os 24 são os que mais ouvem rádio. Numa análise para o ano de 2004, vemos como os vários grupos etários têm comportamentos de audiência de rádio diferenciados. Os dados globais do ano para o total rádio mostram uma curva sempre descendente à medida que a idade aumenta. O grupo dos 15 aos 17 anos é o que apresenta maior audiência acumulada de véspera, de 74.6% - superior aos 58.0% da média do universo. A partir deste grupo etário, as audiências de rádio tendem a descer sempre, para atingir os 35.8% no grupo dos indivíduos com mais de 64 anos.

Uma análise por períodos horários mostra ainda mais diferenças entre as várias idades ao longo do dia. Tal como se observa nos gráficos que apresentamos, os jovens dos 15 aos 17 anos são os que apresentam um comportamento mais diferente da média, pois se ao longo do dia registam quase sempre audiência acumulada de véspera inferior ao universo, destacam-se a partir das 17:30, quando registam valores bastante superiores a esta média. Entre os 18 e os 24 anos o consumo tardio de rádio é também bastante superior à média, mas este grupo apresenta sempre valores acima do universo ao longo de todo o dia. Os indivíduos com idades entre os 25 e os 34 anos destacam-se, pelo seu lado, por apresentarem os valores mais elevados no período que medeia as 8:30 e as 9:30, registando também ao longo de todo o dia maior audiência acumulada de véspera do que a média do universo. Entre os 35 e os 44 anos o consumo é menor, descrevendo um padrão semelhante ao grupo etário anterior, com valores abaixo dele mas acima da média do universo. A partir deste grupo etário, registamos quase sempre valores abaixo da média do universo, sendo o grupo dos que têm mais de 64 anos o que apresenta valores mais baixos nas audiências de rádio»
fonte: «Jovens ouvem mais rádio» Marktest.com, 21 de Abril de 2005
Desenvolvimentos deste caso.
«It looks like its back to the "Future of Rock and Roll" again for Cincinnati's popular alternative webcaster WOXY.
A post on the WOXY message boards last week from LaLa founder and Internet entrepreneur Bill Nguyen expressed interest in reviving the recently-defunct WOXY, ostensibly as a complement to LaLa's existing CD trading business.
A "town hall" meeting last night confirmed rumors as Nguyen met with former WOXY staff and various WOXY supporters to discuss their vision for bringing WOXY back (...) fonte: RAIN, http://www.kurthanson.com/archive/news/092606/index.asp
Este texto de Mark Ramsey chama a atenção para uma grave lacuna na medição da Arbitron: basicamente, o sistema só mede o FM e o AM (agora vai começar a contar as rádios não comerciais), esquecendo o satélite e o HD. isto é importante para o desenvolvimento comercial dos novos suportes... Mas também porque...
«Implication: More Internet and Satellite radio listening will recorded. Lower shares for your terrestrial station.»
Mark Ramsey:
«Profit through podcasting: Several small companies are starting to pitch advertising links using their software that will search every word spoken in Web-borne video soundtracks or Internet audio programs known as podcasts. The new technology, from companies including Podzinger Inc., TVEyes Inc. and Blinkx Inc., uses voice-recognition software to translate spoken words into text or audio-wave forms that can then be searched. Identifying spoken content of audio and video clips results in more-relevant results when using a search engine to look for a particular item or topic. From there it is only a short step to also use the new technology to match related advertising with the search results -- much as Google Inc. and others do for searches of text-based material. On the audio side, this is obviously beneficial to all podcasters, not just radio. But familiar radio content will potentially have an edge in the online world based on that familiarity alone. And that can translate to more unique downloads which translates to dollars. Which radio broadcaster do you think will buy one of these companies?My guess: None»
fonte: Mark Ramsey, Hear2; (desapareceu do site)
«Ibiquity Offers Promotional Radios to Stations
Dallas - Sep 21, 2006 - NAB Radio Show - HD Radio broadcasters across the country will begin new promotions this winter by giving away thousands of new radios. The HD Radio receivers span three product categories, highlighted by a connector that quickly upgrades listeners' current car radios to receive all HD Radio programming. In addition, a tabletop radio and component tuner for home audio systems will be made available, providing broadcasters with the ability to appeal to a range of market segments. Ibiquity Digital is making these products available to HD Radio stations at $99 or more.
Robert Struble, president and CEO of Ibiquity Digital, said, "This is a unique opportunity to accelerate consumer adoption of the technology, build listenership and grow stations' ROI." Ibiquity expects to see a proliferation of creative promotions across the country that leverage these products over the next six months. Broadcasters can order new radios at the exclusive, broadcast-promotion prices by visiting www.ibiquity.com. The three products are:
· A car connect adaptor from Directed Electronics. MSRP is $199.
· A tabletop unit from Directed Electronics. This three-piece tabletop radio offers two detached stereo speakers in a compact frame. External AM and FM antennas are provided. MSRP is $249.· HDT-1 Tuner from Sangean . This is a component receiver for home use. MSRP is $299. Radios will ship from their manufacturers directly to stations with expected delivery at the beginning of December.
fonte: http://beradio.com/currents/radio_currents_091806/#promo~«Sangean to Debut HD Radio Products
Los Angeles - Sep 19, 2006 - Sangean America is developing two HD Radio receivers to be available to consumers for the 2006 holiday season. The HDT-1 radio component tuner will be priced under $200, and the HDR-1 tabletop radio will be priced under $250. Both receivers are multicast capable. The HDT-1 tuner offers a PLL Synthesized Digital Tuning System, backlit LCD Display and available FM RBDS capabilities with PS, PTY, RT and CT features. The HDR-1 features an auto-tuning system, remote control and a digital output that allows it to be extended to an existing home theater system. The HDR-1 also includes a plug-in to accommodate an MP3 player. Both units will display scrolling text, and each unit will receive analog signals from local AM and FM stations who have yet to upgrade to HD Radio broadcasting. fonte: http://beradio.com/currents/radio_currents_091806/#san
Um caso a estudar: ascensão e queda, depois dos podcasts pagos...
«Ricky Gervais is to stop making his comedy podcasts, saying he wants to "knock it on the head for a while before everyone hates us". The Ricky Gervais Show podcasts, which also featured The Office co-writer Stephen Merchant and producer Karl Pilkington, were downloaded nearly eight million times. The first 12 shows were available free but fans had to pay for the second 12. "It's getting ridiculous and someone has to make it stop," Gervais said. "I was trying something out. I wanted to see if I could cut out the middle man and make podcasting a commercial concern. Karl never has to work again and I believe that maybe he won't," he added. (...)»
fonte: «Gervais puts a stop to podcasts», BBC news online, 22/9/06
«As conclusões do relatório da Nielsen sobre o comportamento do mercado da música gravada no primeiro semestre de 2006 revelaram que o número de downloads (legais) de álbuns na íntegra, ou seja, uma contabilidade que não soma a ainda mais vasta quantidade de faixas vendidas avulso, atingiu nestes seis meses um total de 14 milhões de unidades, apenas nos EUA. Há um ano, o primeiro semestre de 2005 tinha assistido a vendas na ordem dos 6,5 milhões, o que traduz um aumento, espantoso, de 77 por cento. (...) Mas, como deixou claro o editor da Wired, Chris Anderson, num livro que acabou de publicar, a era dos álbuns blockbuster está a terminar e o novo comportamento do consumidor de música, mais atento à Internet, começa a interferir visivelmente nestes números em queda do mercado e sua oferta tradicional. O relatório mostrou ainda que, como se esperava, os consumidores estão a optar pela compra de faixas avulso. em vez de áIbuns na sua totilidade» (Nuno Galopim, «Vendas online continuam a aumentar», Dn, 24/9/06, pág. 5)