Diagnosticos negros
«The labels have shown almost no interest in giving away downloads via an ad-supported site. SpiralFrog has struck a partnership with only one top record company (Universal Music Group) in two years of trying. Qtrax, another ad-support download service, can't boast a single major label yet, but the start-up is still negotiating. Ruckus is an ad-supported download service that has partnered with all the big labels but caters only to college students. Meanwhile, social networks Imeem and Last.fm stream music to users' PCs and each has signed deals with all four majors. The labels like streaming because it locks up their music on PCs and protects it from piracy. Streaming also encourages sales, or so the music companies hope. The thinking is that Imeem and Last.fm users will eventually purchase music they discover on the social-networking sites. What could sink my theory is if MySpace is willing to pay so much for downloads that the labels have to say yes. With Facebook breathing down its neck, MySpace could bet that offering free music to users--in exchange for looking at some ads--would be a whopping advantage over competitors. News Corp. has the kind of deep pockets that it could afford to keep a loss leader like this going for a couple of years. Regardless, the big winners in either scenario are consumers. Free and legal music is getting easier to find all the time.» (MySpace's music plan likely to be streaming service, CNET Greg Sandoval, February 18, 2008
Se é certo que o termo «'gatekeeper' refere-se à pessoa que toma uma ecisão numa sequência de decisões; foi introduzido pelo psicólogo social Kurt Lewin num artigo, publicado em 1947, sobre as decisões domésticas relativas à aquisição de alimentos» (Traquina, 2002: 77), e que estudos posteriores ao de David Manning White (que analisou como «o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, «portões» que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa noúcia ou não», Traquina, 2002: 77) puseram em causa as suas conclusões ("Gieber (1956) refuta as conclusões de White, concluindo que o factor predominante sobre o trabalho jornalístico era o peso da estrutura burocrática da organização e não as avaliações pessoais do jornalista que, segundo Gieber, «raramente» entravam no processo de selecção. Em outro artigo, Gieber (1964) escreve que as notícias só podem ser compreendidas se houver uma compreeno das "forças sociais» que influenciam a sua produção.", Traquina, 79), a verdade é que podemos entender este conceito como menos dependente de alguém em concreto, mas numa perspectiva mais epistemológica: a ideia de que alguém ou 'alguéns' tomam determinadas decisões sobre os conteúdos que chegam aos destinatários, seja com base em critérios, digamos, pessoais, seja em conjugação com um conjunto de normas profissionais ou de pressões do sistema (neste caso, da rádio musical, da indústria discográfica)
Se é certo que o termo «'gatekeeper' refere-se à pessoa que toma uma ecisão numa sequência de decisões; foi introduzido pelo psicólogo social Kurt Lewin num artigo, publicado em 1947, sobre as decisões domésticas relativas à aquisição de alimentos» (Traquina, 2002: 77), e que estudos posteriores ao de David Manning White (que analisou como «o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, «portões» que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa noúcia ou não», Traquina, 2002: 77) puseram em causa as suas conclusões ("Gieber (1956) refuta as conclusões de White, concluindo que o factor predominante sobre o trabalho jornalístico era o peso da estrutura burocrática da organização e não as avaliações pessoais do jornalista que, segundo Gieber, «raramente» entravam no processo de selecção. Em outro artigo, Gieber (1964) escreve que as notícias só podem ser compreendidas se houver uma compreeno das "forças sociais» que influenciam a sua produção.", Traquina, 79), a verdade é que podemos entender este conceito como menos dependente de alguém em concreto, mas numa perspectiva mais epistemológica: a ideia de que alguém ou 'alguéns' tomam determinadas decisões sobre os conteúdos que chegam aos destinatários, seja com base em critérios, digamos, pessoais, seja em conjugação com um conjunto de normas profissionais ou de pressões do sistema (neste caso, da rádio musical, da indústria discográfica)
«O que é afinal hoje em dia o espaço público? Outrora era a igreja, local de difusão dos sermões e de propagação das notícias; outrora foi a escola, local de doutrinação, da moral republicana ao mesmo tempo que centro de difusão dos conhecimentos; hoje, é a televisão que se tornou o local central de difusão dos discursos públicos. Debray estima, meu ver de uma forma demasiado esquemática, que a televisão não se limita a fazer para si um local no espaço público, mas que se substiui pura e simplesmente aos antigos corpos institucionais. A rádio e a televisão substituem a escola; já não se lêem mais as obras literárias, os cIássicos, os grandes textos; ouvimos os jornais.» (Leclerc, 2000: 23)
«A Web, sistema de comunicações quase instantâneo à escala planetária, põe um complexo conjunto de problemas mas também questões inéditas e apaixonantes. Algumas são imediaamente políticas: quem «governa» a rede? Há possibilidade dos estados ou grupos controlarem, «censurarem» uma circulação tão gigantesca? Outras questões são mais sociológicas: qual a natureza do que circula assim, à velocidade da luz, entre os indivíduos, os grupos, as nações? Em que consistem na realidade essas mensagens?» (Leclerc, 2000: 7)
«There's not much serendipity left in music today. Commercial radio stations play the same top 40 songs over and over. iPods are great, but unless you are listening to somebody else's, you won't hear any new artists. Even satellite radio channels can be redundant.
Two free Internet radio services, Last.fm and Pandora.com, aim to re-create the joy of discovering new artists -- without the pain of having to sit through songs you don't like.
Both use the music you know you like in order to select and play new music they think you will like. Both do a good job, but depending on your comfort with technology and your habits, one may be better for you.
Pandora's interface is easier to use and you don't have to download anything. It's best for people who don't have a lot of music saved on their computers and want to quickly and easily find something new.
Last.fm is great if you have a huge digital-music collection or are a heavy iPod user. It does a better job connecting you with friends or people who share your taste in music. Only Last.fm lets you type in a song and listen to it instantly.
You can add friends on Last.fm just as you would on Facebook or MySpace and listen to their personalized music. Pandora also lets you listen to other people's music.
When you listen to new music on Last.fm, you can enhance your profile by expressing your love or hatred for individual songs, just as you can on Pandora.
You can use Last.fm without downloading the program but the recommendations won't be as good. That's a key difference between it and Pandora.»
fonte: «Internet radio services help you discover new artists February 23, 2008
«(...) how much we pay and what we get for our money can vary, depending on which of the 50 legal sites we choose. (...) other providers offer downloading services for the same price or less. Single downloads from hmvdigital.com, for example, can be 20p cheaper than iTunes; albums are £4 less.
Napster.co.uk, which offers subscription services as well as pay-per-track, is iTunes’ best-known rival. Tracks cost 79p on Napster Light, a pay-per-listen service, and albums from £7.95. The songs are yours to keep and you can transfer them to more than 75 compatible MP3 players. Alternatively, Napster Membership costs £9.99 a month and gives you access to Napster’s catalogue of four million tracks to play on your PC. If you want to transfer the tracks on to another device, such as an MP3 player, you will need Napster-To-Go, which costs £14.95 a month. (...)
Peter Ruppert, founder of Entertainment Media Research, says eMusic.com is probably the cheapest site at £8.99 for 30 downloads – or about 30p for each track. “The disadvantage is that it is a subscription service and they have a limited repertoire,” he says. “They won’t let you browse before agreeing to a trial subscription, so there is a bit of an anticlimax. “Don’t expect too many major hits, but an indie fan could probably be happy here. The advantage is that they deliver tracks in MP3 format without DRM.”Meanwhile, Tescodownloads.com charges 79p a track, Wippit.com anything from 29p to 75p a song, Easy-music.com between 25p and 95p, and Woolworths.co.uk 59p to 79p. Album prices vary from site to site and by artist – current chart toppers are more expensive. »
fonte: «How to buy music online, Times, Emma Lunn February 23, 2008
«Nicholas Negroponte, el segundo gran utopista contemporáneo citado, cofundador y columnista de Wired, la revista emblemática de la utopía encarnada en Internet, y Director del Media Lab del MIT, sostiene también que el mundo digital trae consigo una 'era de optimismo". Una era que "no podemos negar o interrumpir", porque posee cualidades muy poderosas que la harán triunfar: " es descentralizadora, globalizadora, armonizajora y permisiva". Además, los monopolios y los imperios mediáticos nada tienen que hacer, puesto que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que en el conjunto del "negocio del bit" el reino será de las pequeñas empresas. En ese camino hacia una "estructura socIal global, totalmente nueva" las fuerzas dominantes no son sociales, raciales o económicas "sino generacionales". En consecuencia, hace falta menos regulación y menos legislación anti-concentración para garantizar la pluralidad (Negroponte, 1995).» (Bustamante, 35-36)
EVITAR
«Ciertamente, muchas de esas obras e informes son sólo mitologías parciales, si consideramos a las utopías como universos ficticios completos y autosuficientes, pero reelaboran y modernizan viejos mitos (la innovación técnica como salvación, el progreso lineal de la historia) y crean nuevas metáforas cargadas de presupuestos no los, de visiones implícitas de la realidad.» (Bustamante, 2005: 33)
CUIDADO:
«(...) el pensamiento mitológico sobre la Sociedad de la Información siguió proliferando geométricmente en los años ochenta Naishbit, pregonaba por todo el mundo sus "megatendencias" (Naisbit, 1984), y A. Smith proclamaba su "goodbye Gutenberg", al tiempo que prometía una "nueva Alejandría", "unn sistema electrónio con el que puede compartirse, compararse Y aumentarse la totalidad de la sabiduría o, cuando menos, del conocimiento" (Smith, 1980).» (34)
«Nicholas Negroponte, el segundo gran utopista contemporáneo citado, cofundador y columnista de Wired, la revista emblemática de la utopía encarnada en Internet, y Director del Media Lab del MIT, sostiene también que el mundo digital trae consigo una 'era de optimismo". Una era que "no podemos negar o interrumpir", porque posee cualidades muy poderosas que la harán triunfar: " es descentralizadora, globalizadora, armonizajora y permisiva". Además, los monopolios y los imperios mediáticos nada tienen que hacer, puesto que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que en el conjunto del "negocio del bit" el reino será de las pequeñas empresas. En ese camino hacia una "estructura socIal global, totalmente nueva" las fuerzas dominantes no son sociales, raciales o económicas "sino generacionales". En consecuencia, hace falta menos regulación y menos legislación anti-concentración para garantizar la pluralidad (Negroponte, 1995).» (Bustamante, 35-36)
«(...)las circunstancias ideológicas y políticas permiten a ese pensamiento la arrogancia de presentarse no sólo como el fin de las ideologías, sino como el auténtico fin de la historia, "reducida a la sucesión de simples acontecimientos de una economía de mercado y de una democracia al fin generalizadas" (Sfez/Levassseur, 1995). La disolución tecnológica y el estrellato del mercado y el negocio (la "nueva economia') hacen más difíciles aun por no decir imposibles la verificación o la negación experimental de sus prevIsIones, teñidas cada vez más de la audacia y de la inminencia del corto plazo (una década para su inicio según Gates y Negroponte). » (Bustamante, 38)
«Otro futurólogo estadounidense, John MacHale, de la Universidad de Nueva York, anunciará la reducción, "posiblemente" a un canal único de todos los tipos de información, con algunos perjuicios y muchas consecuencias positivas para la comunicación social. Su análisis optimista sobre el desarrollo de las tecnologías de los ordenadores, las telecomunicaciones y la radiotelevisión le conduce a señalar sin largo ciertos riesgos, como la fragmentación de las actitudes y del consenso, y a reclanar una mayor vigilancia y papel del Estado (MacHale, 1976).» (32)
« James Martin tiene por ejemplo el mérito de haberse referido, en esa historia anecdótica de las metáforas a que aludíamos antes, a las "nuevas autopistas": "ahora necesitamos autopistas electrónicas". Pero en el desarrollo le esa nueva "ciudad virtual" es fundamental la acción del Estado, ya que si no "gran te de los nuevos servicios sólo serían posibles en zonas de alta densidad de población, o en los Estados con mayores ingresos, lo que podría ser socialmente perjudicial y destructivo" (Martin. 1978). (Bustamante, 2005: 32-33)
«Por tanto, para lograr se futuro, la intervención del Gobierno "no es necesaria", ni siquiera en los países en vías de desarrollo (Gates. 1995). (Bustamante, 36)
«El nucleo central del discurso es ya explícito: frente a las crisis de todo tipo, las promesas de solución están centrada en el todo información. Pero el determinismo tecnológico aparece dominado por una lógica superior, el determinismo económico, que convierte a estas tecnoutopías en "mercadoutopías". El Estado, signo de tiempos neoliberales extremos, pasa a un segundo plano, con labores esencialmente de liberalización (remover obstáculos al libre mercado) y de concienciación (promoción le la demanda), pero resulta demonizado en todos los demás frentes.» (Bustamante, 37)
Otro futurólogo estadounidense, John MacHale, de la Universidad de Nueva York, anunciará la reducción, "posiblemente" a un canal único de todos los tipos de información, con algunos perjuicios y muchas consecuencias positivas para la comunicación social. Su análisis optimista sobre el desarrollo de las tecnologías de los ordenadores, las telecomunicaciones y la radiotelevisión le conduce a señalar sin embargo ciertos riesgos, como la fragmentación de las actitudes y del consenso, y a reclamar un mayor vigilancia y papel del Estado (MacHale, 1976). (Bustamante, 2005: 32)
«Les discours d'accompagnement des technologies sont, semble-t-il, condamnés à l'amnésie. Chaque nouvelle génération d'artefacts de communication engendre son propre discours enchanteur et fait table rase des expériences et des leçons laissées par les générations techniques antérieures. (...) Pour contrer cette logique propice à l'instauration d' «un monde d'îlots de prospérité dans un océan de misère», le chef ce l'État français avait, lui aussi, proposé à ses partenaires une «Charte mondiale de la Colmunication»· (Mattelart, 2005: 22)
«Abandonnée à ses propres outils, la révolution de l'information va accroitre le fossé entre les pays riches et les pays pauvres, entre les riches et les pauvres dans chaque pays. Si l'on ne fait rien, il, ne faut pas exclure, l' histoire nous l'enseigne, des réactions violentes contre cette révolution.» (avis de Michael Dertouzos, directeur du laboratoIre des sciences de l'ordinateur au Massachusetts lnstitute of Technology (M.I. T.)) (Mattelart, 2005: 24)
O podcast, mesmo feito pela rádio, não é rádio. É outra coisa. A tentação é compararmos, estabelecermos as diferenças e, no fim, dizermos que o futuro da rádio é o podcast.
MAs são coisas diferentes, como se pode ver aqui.
«I'll start with AOL, the portal I've been most impressed with because its music offerings are the best of the bunch. AOL has a link to XM Satellite Radio, where I've been listening, for free, to the best and most reliable Internet music stream I've heard. (...)
At MSN, the home page is exceptionally busy, so quickly navigating the site to find music or radio was an unnecessary challenge.
MSN has a deal with Pandora, an Internet radio service that allows people to build a music playlist based on preferences. It's similar to what you can do at other music sites, such as Last.fm, and it's the type of service I enjoy since I usually hear something from an unknown-to-me musician I'm inclined to like. Unfortunately, I could not get Pandora to play properly on my office computer. (...)At Yahoo, the radio could be customized for one's preferences, too, but it was the only portal that asked the user to register. That's not a plus. However, the radio feed worked well.
Then I downloaded the Yahoo Jukebox application. This is a robust media player that I could probably write a single column on because it is excellent. The sound is very clear, the radio stations, which I can also customize based on my preferences, come through without buffering, and the Jukebox can be synced to a digital music player and Yahoo's subscription music service.
I really like Jukebox, but Yahoo's insistence I use its other products is grating.
The bottom line: AOL impressed me the most, MSN the least, and Yahoo needs an attitude adjustment.»
fonte: Yahoo, AOL, Microsoft find ways to stay relevant, Chicago Tribune, February 18, 2008