9.0 Bibliografia
LÉVY, Pierre (1994), As Tecnologias da Inteligência. O Futuro do Pensamento na Era da Informática. Lisboa, Instituto Piaget
McMILLAN, S.J. e MORRISON, M., (2006). Coming of age with the internet . New Media & Society, SAGE. Vol. 8, No. 1, 73-95
RAMSEY, Mark (2005). Fresh Air, Marketing Gurus on Radio, Lincoln: iUniverse.
WINOCUR, Rosalía. Radio and Everyday Life; Uses and Meanings in the Domestic Sphere, Television & New Media, Vol. 6, No. 3, 319-332 (2005). Sage
ALA-FOSSI, M.: 'Mapping the technological landscape of radio: where do we go next?'. First European Communication Conference. Amsterdam, 24-26 November. CD-ROM. 2005.
ou
Ala-Fossi, Marko: Mapping the technological landscape of radio: where do we go next? Tampere: University of Tampere, Department of Journalism and Mass Communication, 2005, 36 p., processed.
SHAW, Helen, The digital future of radio: broadcasters and economics; users and content. European Communication Conference, Nov, 2005
ANDERSON, Chris, A Cauda Longa. Lisboa: Actual Editora, 2007
SANTOS, José Rodrigues dos, Comunicação, Lisboa: Prefácio, 2001
CASTELLS, Manuel (2004), A Galáxia Gutemberg, Lisboa: Gulbenkian
BARNA, George (2001). Real teens. Ventura (CA): Regal Books
CHAVES, Mónica (et al.) (2007). Kids' Power, A geração Net em Portugal. Corroios: Plátano Editora,
«Os Equívocos da Rádio Generalista: Reflexões sobre a Rádio em Espanha e nos Estados Unidos, passando por Portugal»
é um trabalho que acabo de publicar no vol 1 nº1 da Observatorio (OBS*),
O texto em pdf aqui (provavelmente será necessário registo prévio) e com este resumo:
«Se a rádio generalista é um anacronismo histórico nos principais mercados como os Estados Unidos ou a Grã-Bretanha, como explicar que seja dominante em Espanha e que em Portugal se anuncie um novo e ambicioso projecto de rádio generalista? A partir da análise dos fundamentos da própria rádio generalista, nos EUA e em Espanha, o autor analisa alguns dos equívocos na sua categorização que vão confirmar o referido anacronismo, e propõe a sua reconceptualização a partir da análise da formatação e da tendência para a micro-segmentação que esses formatos potenciam.»