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Transistor kills the radio star?

Por que é a rádio via satélite (ou através do cabo) não vingou

(pelo menos na Europa)

"The problem of portability [tal como relativamente à internet] is also shared by satellite and cable radio because sets have to be connected to either a dish or cable network" (Fleming, 2002, 30)

3 comentarios

Anónimo -

Meu caro Jorge, o que é que andas a fumar para teres tantas certezas. Também quero... (esta tem direitos de autor) Além disso a questão tinha a ver com o passado. Se fosse num exame tinhas chumbado. Não respondeste à pergunta. Embora a resposta até esteja bem elaborda.

Jorge Alex Lopes -

Não concordo. Se bem que seja verdade que a radio na America é local (raras excepções, mas mesmo a NPR tem programação local)...porém não podemos ver a radio satélite na Europa com os olhos do exemplo americano.

O conceito da radio por satélite na Europa, a avançar, sê-lo-á de forma distinta dos EUA. E poderá vingar. O único senão é que ao passo que a XM e a Sirius avançaram antes do momento da expansão \"podcasting\" e tiveram margem e modelo interessante para o negócio, a ideia inerente a esse negócio para a Europa será totalmente diverso.

Terá futuro, será até rentável, mas não terá a dimensão que tem nos EUA.

A World Space e a Ondas têm a noção exacta disso e sabem o que devem fazer para ter sucesso: Content will be the key.

PS: Creio que o modelo interessante será de crossover cultural, pan europeu. Um inglês na Alemanha pode ouvir a sua rádio, um português na Dinamarca também. Mas mais interessante, um português em Portugal ter acesso (sem ter de se ligar à NET), à Radio One da BBC ou à France Info. Se for esse o caso...

Anónimo -

Ex: Olhemos para Portugal: para quê satélite se os principais produtos chegam por FM.
Nos EUA é diferente - não têm outra forma de chegar às pessoas.