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Se muestran los artículos pertenecientes al tema 8.0 Conclusões?. 10/05/2008Se quase quatro em cada dez (EUA) têm um iPod/mp3, a rádio...pode beneficiar? Pelo menos ao nivel dos podcasts... (conclusão): « New iPod models Continue To Fuel Growth of Portable MP3 Players: The introduction of the iPhone and new iPod models continue to propel growth. Nearly four in ten Americans now own an iPod or other portable MP3 player. Continued growth and ubiquity means media companies need to have a podcast and iPod/MP3 player strategy.» «Infinite Dial 2008», Arbitron e Edison Media Research, Abril 2008 [http://arbitron.com/downloads/digital_radio_study_2008.pdf] 10/05/2008 17:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Reduzir o tempo dos programas será solução?«When public radio has to consider making its programs shorter because young listeners won’t listen, we officially have a documented attention span problem. (...) Break the programming down into smaller chunks. That is, one hour of music is fine if you’re in the mood to listen for an hour. You’ll rarely find a young person doing that. In the past radio worked well with block programming -- variable length shows at different times. Growing up I remember "the adults" listening to WOR, New York that had, say, a 15-minute newscast, then a 45-minute program with the legendary Jean Sheppard. There was a different standard for program length. You just had to stay tuned. Maybe it’s a 45-minute show. Maybe a 55-minute program on health. The all-night show tended to be one long block figuring that the station was providing company for night owls. Back to the future. Even a top 40 station can break into a five song countdown anywhere on its clock -- say, featuring the five newest releases in the genre.» The Attention Span Problem Inside Music media, 6/05/08 10/05/2008 12:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 03/05/2008Avaliar o impacto do fenómeno da 'iPod fatigue' no consumo de rádioPor muitos que estudos digam que « é importante esperar para perceber primeiro se existe realmente uma fadiga do iPod e, mais importante, se isso se reflectirá num regresso (ou numa descoberta) da rádio 03/05/2008 10:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. A necessidade de um 'editor' (e o consumo activo)A necessidade de um editor (de um gatekeeper) poderá ser anulada pela informática na rádio musical - é possivel estabelecer prioridades, grelhas, pré-requisitos que, uma vez cumpridos, irão determinar por exemplo o que é que cada um pode definir para uma antena. Imagine-se uma emissão (hertziana ou streaming, embora no primeiro caso seja mais dificil de conceber) em que a música que passa é a mais votada pelos utilizadores. Da mesma forma, se falamos em personalização (playlists) o editor - alguém que tem a última palavra sobre o que vai ser transmitido - é desnecessário. E se a ideia é personalização de conteúdos, mesmo para a rádio de palavra, este editor não faz sentido. Onde o editor tem de aparecer é numa emissão de palavra, mesmo que com contributos dos utilizadores, porque é preciso hierarquizar, definir, escolher - não entra qualquer coisa...
03/05/2008 09:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 26/04/2008Aplicação a outras geraçõesUma das vantagens deste estudo com a geração iPod é que eles, não conhecendo a rádio (ou não tendo estabelecido uma relação duradoura com ela) não se sentem ligados a ela, não estranham as mudanças, as diferenças, a propria 'descaracterização'. Mas como entender o mesmo relativamente a gerações pós-35 anos, aquelas que cresceram a ouvir rádio? «(...) there was limited interest in becoming an active user of the interactive tools made available. Another possibly - yet to be verified - thought is that using a web radio site as a place from which music can be downloaded transforms the image of the site to that of a database with a specific content and, hence, strips the site of its identity as a radio station. Listeners of web radio may expect web radio to provide traditional radio programming along with the availability of a number of multimedia tools. This aspect is suggested by Lind, Medoff and Rarick (2001) in their study; they reported that listeners appreciated traditional radio functions as well as the new capabilities pro. provided by the Internet.» (van Selm, 2006: 273) 26/04/2008 13:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. As raparigas usam mais a tecnologia; uma oportunidade?«Girls continue to be heavier users of electronic communications than boys. According to the Pew study, 44% of teen girls send text messages daily, compared with 28% of boys. And girls were twice as likely as boys to send messages daily through social networking sites (31% compared with 16%). “The role of technology in teen girls’ lives cannot be underestimated,” said eMarketer senior analyst Debra Aho Williamson. “Because they use an array of communications devices on a daily basis, marketers must think about extending their messaging to a variety of platforms to effectively reach them.”» «US Teens Compose Constantly Online», eMarketeer, APRIL 25, 2008 26/04/2008 10:23 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 19/04/2008Aproveitar a notoriedade da rádio para levar do analógico para o digitalO estudo Radio Next perguntou aos inquiridos qual a mais-valia da rádio AM/FM relativamente a outros concorrentes audio. 40 por cento responderam a facilidade/conveniência da distribuição, sendo que entre os 18-34 a afirmação ainda é mais clara (46%); em segundo lugar aparece os beneficios oferecidos pelos conteúdos exclusivos (30%), menos valorizados pelos 18-34, depois os beneficios dos conteudos não-exclusivos (20%) e em ultimo lugar o argumento da relação com a localização (13%) (slide 17). Leitura a fazer: «For the moment at least, terrestrial radio continues to be valued by most Americans. This value hinges not so much on content but on a distribution advantage that may soon disappear. This points terrestrial radio in two strategic directions: 1. Aggressively develop and secure unique content. 2. Use its current distribution advantage to drive audience and advertisers to new platforms.» (slide 29) 19/04/2008 19:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 12/04/2008Gostos rapidamente obsoletos?«A construção de programas de música leva a duas consequências: criação de redes sociais que trocam ficheiros com músicas, especializando o grupo com estéticas e gostos próprios e de grupo de fãs que se pode fechar; abandono da escuta da rádio, por ser um sistema orientado do programador para o ouvinte; actualização permanente, possível num período da vida (final do secundário e durante os primeiros anos de universidade), mas de menor intensidade no período seguinte (profissão, família), o que torna o gosto estético adquirido rapidamente obsoleto.» (Rogério Santos, UM PROJECTO DE PÓS-DOUTORAMENTO – QUE ME LEMBREI DE ESBOÇAR HOJE MAS NÃO VOU FAZER (2), 9/04/08) (ou seja, até que ponto estes comportamentos, identificados como sendo típicos da geração iPod, são meramente geracionais, conjunturais, ou perdurarão, estruturalmente?) 12/04/2008 16:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 29/03/2008Uma pergunta (ainda) sem resposta«Does online crowd-sourcing really produce dramatically different playlists from the traditional market research that radio stations engage in and that listeners love to whine about? » (ou seja, até que ponto as playlists criadas em serviços de streaming são - feitas as contas - muito diferentes do mainstream? se sim, isso mudará alguma coisa na programação (isto é, poderão servir para ajudar a industria)? se não, o que concluir? 29/03/2008 17:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. A digitalização tambem pode ser uma oportunidade29/03/2008 17:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. «A rádio não é o que era, mas nunca o foi realmente»«Radio survived TV's rise albeit in a whole new incarnation, because it served a convenient role in our daily lives and because it helped us believe in the American myths of mobility, individuality, and can-do savvy. Radio isn't what it used to be, but it never really was. Despite its troubles, radio is as much about the future as it is about the past. That future lies where. Todd Storz, Hunter Hancock, Hal Jackson, Cousin Brucie, Jean Shepherd, Bob Fass, Tom Donahue, Lee Abrams, and so many others found their inspiration - in the voices of those who open their souls into a microphone, and in the imaginations of those who feel compelled to listen.» (Fisher, 2007: 310) «In a nation of lonely people, when we hear music that moves us, or a political argument that sways us, or simply another human voice that tells us a story, we find company.» (313) 29/03/2008 11:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 24/03/2008A conclusão acontece quando nos cansamos de continuar a pensar (anónimo)24/03/2008 13:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 15/03/2008A rádio é o meio mais interactivo de entre os clássicosComo lembra McMillan, a rádio tem capacidade de ser interactiva: «In addition to parasocial interaction with content creators, other forms of user-to-documents interactivity have also emerged in traditional media. In particular, some forms (...). Telephone calls to radio stations allow audience participation in the creation of content. The call-in show has a substantial history subset of radio programming (Crittende 1971). (...) Some media, such as newspapers, seem to have limited capacity for parasocial interaction or interaction through participation. (...)Researchers have also identified strong parallels between the development of the radio and development of the Internet in terms of cultural history (Douglas, 1987; Lappin, 1995) and market evolution (McMillan, 1998a; Smulyan, 1994). The interactive potential and early interactive uses of radio are noted in much of this work» (McMillan, 2006 214-215) 15/03/2008 18:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Uma breve definição da geração«A generation of new confidence, upbeat and ful of self-esteem; The most education-minded generation in history; A generation paving the way to a more open, tolerant society; A generation leading a new wave of volunteerism;» (4) 15/03/2008 14:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Uma cultura de mediocridade em vez de uma cultura de abundância?CARR, Nicolas, The Big Switch - Rewiring the World, from Edison to Google, Norton «Carr apresenta precisamente o reverso da visão exposta nos últimos anos por livros como A Longa Cauda (The Long Tail), de Chris Anderson, editor da Wired. Essa visão celebrava a revolução trazida pela Internet e a liberdade de criação permitida pelos conteúdos gerados pelos utilizadores, que todos os dias povoam sites como o YouTube ou o Flickr e a blogosfera. "Podemos acabar por perceber que a cultura da abundância produzida pela World Wide Computer é realmente apenas uma cultura de mediocridade" , escreve Carr, "com muitas milhas de extensão, mas apenas uma fracção de uma polegada de profundidade." (...) «Cada história torna-se um produto independente dentro do mercado. Vive ou morre pelos seus próprios méritos económicos". Ou seja, conclui fatalisticamente Carr, passa a depender inteiramente da publicidade: "Os artigos mais bem sucedidos economicamente são aqueles que não só chamam muitos leitores, como também lidam com assuntos que atraem anúncios caros." (SEQUEIRA, Inês, A grande mudança na Web pode não ser para melhor, Digital/Publico, 1/03/08, pág 7) 15/03/2008 13:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 08/03/2008Abrir portas para futuros estudos«This study opens the door for future research. One area that is ripe for more investigation is the relationship of program formats to station switching. Are audiences that prefer a certain type of music or announcing style more tolerant of commercial interruptions?» (McDowell and Dick, 20003: 61) 08/03/2008 11:40 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 23/02/2008Diversificação da sociedade comprometida com o fim da rádio?«Em que nível a diversificação da sociedade estará comprometida com a extinção de um rádio convencional, AM/FM. Um meio em que os segmentos mais humildes da população puderam se reconhecer e no qual, como jamais havia ocorrido em outras mídias, puderam ver projetados seus sonhos, angústias, esperanças, diferenças e semelhanças. Em suma, suas vidas. » (Kischinhevsky, 2007: 16) 23/02/2008 17:36 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Tudo isto será o que a Internet vier a ser (3.0)Fala-se numa web 3.0 (semântica?), que corresponderá à terceira década de existência, e será mais inteligente do ponto de vista dos computadores na relação com os conteudos (capazes de interpretar o significado de cada página?) 23/02/2008 16:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Qual deverá ser o papel do Estado (regulando?)«Otro futurólogo estadounidense, John MacHale, de la Universidad de Nueva York, anunciará la reducción, "posiblemente" a un canal único de todos los tipos de información, con algunos perjuicios y muchas consecuencias positivas para la comunicación social. Su análisis optimista sobre el desarrollo de las tecnologías de los ordenadores, las telecomunicaciones y la radiotelevisión le conduce a señalar sin largo ciertos riesgos, como la fragmentación de las actitudes y del consenso, y a reclanar una mayor vigilancia y papel del Estado (MacHale, 1976).» (32) « James Martin tiene por ejemplo el mérito de haberse referido, en esa historia anecdótica de las metáforas a que aludíamos antes, a las "nuevas autopistas": "ahora necesitamos autopistas electrónicas". Pero en el desarrollo le esa nueva "ciudad virtual" es fundamental la acción del Estado, ya que si no "gran te de los nuevos servicios sólo serían posibles en zonas de alta densidad de población, o en los Estados con mayores ingresos, lo que podría ser socialmente perjudicial y destructivo" (Martin. 1978). (Bustamante, 2005: 32-33) «Por tanto, para lograr se futuro, la intervención del Gobierno "no es necesaria", ni siquiera en los países en vías de desarrollo (Gates. 1995). (Bustamante, 36) «El nucleo central del discurso es ya explícito: frente a las crisis de todo tipo, las promesas de solución están centrada en el todo información. Pero el determinismo tecnológico aparece dominado por una lógica superior, el determinismo económico, que convierte a estas tecnoutopías en "mercadoutopías". El Estado, signo de tiempos neoliberales extremos, pasa a un segundo plano, con labores esencialmente de liberalización (remover obstáculos al libre mercado) y de concienciación (promoción le la demanda), pero resulta demonizado en todos los demás frentes.» (Bustamante, 37)
23/02/2008 12:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 16/02/2008A nova rádio e a cultura mosaico«Fue Abraham Moles quien hace tiempo acuñó la expresión cultura mosaico para referirse a los contenidos de los medios de masas: una página muestra un anuncio de comida para perros y, sin advertirse contradicción alguna, en la siguiente hay un informe sobre el hambre en el mundo; o en un lugar se ponderan las excelencias de un coche de alta cilindrada y al lado se informa del derroche de combustible y se hace una prospectiva pesimista sobre las reservas de petróleo. Es decir, en los medios no aparecen los mensajes estructurados o vertebrados mediante relaciones racionales, una jerarquización o un sentido totalizador, simplemente se superponen unos a otros sin siquiera apreciar las contradicciones. La cultura mosaico, es «una forma atomizada del bagaje de conocimientos presente en el ser humano y que representa el aspecto extremo de una cultura de la época de las comunIcaciones de masas (...) es fruto de un espolvoreo de conocimientos superficiales, de fragmentos de ideas recibidos al azar, y sólo a través de un proceso de "ensayos" y de "errores" llegamos a conocer el mundo en que vivimos. Descubrimos al mismo tiempo la base y los resultados, según las vicisitudes de nuestra propia historia» (Moles, 1975, 205). 16/02/2008 18:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 09/02/2008Daqui a dez anos (previsões)«If you want to negotiate with me that it's going to take 12 years instead of 10, okay, 12 years instead of 10. And if you're going to say to me, "My parents will never get there," and I'll say, you're right, maybe your parents will never get there, but then your kids will get there in four years, whatever the case may be.» Steve Balmer 09/02/2008 16:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Uma sociedade cada vez mais egoista?«notre societé est en train d'inventer un nouveau type d'agregat social mettant en jeu une étrange combinaison d'egoisme et de grégarité (...)» Vivre en troupeau en se pensant libres ,Dany-Robert Dufour, Le Monde Diplomatique Janeiro 2008, pág 20
09/02/2008 14:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 05/02/2008A necessidade de entender de forma diferente as audiências e os públicos«Uma vez que a oposição entre as duas escalas do público, individual e colectiva, não é significativa, visto cada um de nós circular permanentemente entre uma e outra escala, coloca-se o problema da reflexão qualitativa sobre a recepção. Tanto mais que as novas tecnologias favorecerão o fraccionamento da oferta, incluindo a dos meios de comunicação generalistas, e que a evolução do comportamento dos públicos implicará igualmente uma reflexão mais qualitativa. A simples contagem será cada vez menos importante. O público, cada vez mais crítico e exigente nas suas escolhas, não hesitará em adoptar comportamentos por vezes contraditórios, obrigando a uma nova reflexão que o tenha por objecto.» (Wolton, 2000: 116) 05/02/2008 16:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 02/02/2008O futuro da rádio: as pessoas passam cada vez mais tempo no computador«Radio will continue to gravitate towards the internet, because that is where people will be spending more of their work and leisure time.» Lehman, 2004: 724 02/02/2008 21:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 05/01/2008Uma previsão: a internet vai fazer viver a rádio«A terceira vida da rádio foi antecipada pela chegada de uma nova tecnologia: a Internet. A Internet tal como a Rádio foi algo de um discurso similar sobre as suas capacidades libertadoras da criatividade e da comunicação humana. E em grande medida foi capaz de viver, até hoje ao nível das expectativas criadas pelo seu discurso. Embora tecnologicamente diferentes no seu âmago, as duas tecnologias de massa mais similares nas suas características de proximidade e criação de laços sociais são de facto a Internet e a Rádio. Daí que a resposta às diferentes variantes sobre “O fim da rádio” só possam ter como resposta que a “Internet não matou a rádio mas deu-lhe uma terceira vida”. Uma vida diferente das anteriores, é claro. Mas uma nova vida sem dúvida. Uma vida alicerçada no facto de a rádio ser o media que mais facilmente se adapta à Web 2.0.» fonte: CARDOSO, Gustavo, «A terceira vida da rádio», Editorial Obercom, s/d (2007?) 05/01/2008 18:50 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 20/11/2007As auto-estradas da informação bloqueadas em 2010?20/11/2007 19:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 17/11/2007O lado perverso da web social (2.0)?«Com o surgimento da Web 2.0, que se caracteriza por uma nova geraçao de «sites» participativos, como o MySpace ou o YouTube - que apostam em conteúdo gerado pelo utilizador, a tam no conteúdo gerado pelo utilizador, a entrada em redes sociais e a partilha interactiva -, os utópicos informáticos profetizaram uma maior democratização do mundo: mais informação, mais opiniões, mais de tudo e, quase sempre, sem filtros nem acesso pago. O empresário de Silicon Valley, Andrew Keen, salienta, porém, na obra provocatória «The cult of the amateur» [editora Currency, não traduzido em português] que a Web 2.0 também tem um lado obscuro. Afirma que «a revolução da Web 2.0 favorece a observação superficial do mundo, em detrimento da verdadeira análise e a opinião imediatista em vez do julgamento ponderado». (...) Ao monopolizarem abusivamente a nossa atenção, os blogues e outros 'wiki' desmantelam as indústrias da edição, da música e da informação, que geram os conteúdos que estas produções digitais pretendem 'integrar'. A nossa cultura está em vias de canibalizar a sua juventude, de destruir as próprias fontes do conteúdo que os jovens tanto procuram», escreve. Michiko Kakutani, The New York Times, Nova lorque (original: http://www.nytimes.com/2007/06/29/books/29book.html?_r=2&oref=slogin&ref=arts&pagewanted=all&oref=slogin) 17/11/2007 11:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 10/11/2007A rádio deve esperar para ver?«Consider how the industry is currently moving towards deprecation of subscription music services, or tossing out DRM-protected music downloads. Even satellite radio’s future hangs in the balance, as lawsuits, increased music royalty rates and possible rejection of a proposed merger all loom on its horizon. fonte: «Will Radio’s Inertia Be Its Savior?», Radio World, by Skip Pizzi, 11.07.2007 10/11/2007 11:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 01/11/2007Eventuais conteúdos pagos significarão mais exigência e qualidade?«Internet se convierte así en una plataforma ideal para la oferta de contenidos personalizados o contenidos a la carta que podrían ser incluso abonados en lo que se alzaría como una nueva modalidad de pago por visión, en este caso, pago por audición. Entonces es evidente que si este nuevo tipo de usuario en la red puede exigir un determinado contenido o, es más, tiene que pagar por el producto, será más exigente en cuanto a su calidad. Se impone así una renovación en el lenguaje radiofónico a la búsqueda de una mayor expresividad y, sobre todo, de una mayor explotación radiofónica de las posibilidades sonoras que ofrece Internet.» fonte: RODERO ANTÓN, Ema, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 3 01/11/2007 18:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 20/10/2007Será necessária uma nova linguagem audiovisual ou um novo estatuto para a audição?«As múltiplas perspectivas para o futuro do suporte áudio revestem de incertezas as reflexões a respeito de como o som se constituirá enquanto ferramenta e meio, enquanto emissão preponderante no que poderá vir a ser o rádio e articulado com letterings (texto), imagens fixas e imagens em movimento em possíveis novas configurações para o que habitou-se a chamar, até então, de linguagem áudio-visual» «A defesa de um novo estatuto para a audição nada tem de saudosismo ou nostalgia. Ao contrário, quer antes problematizar as os limites e possibilidades da presença do som em novas mídias, podendo assim escapar a antigos vícios e mitos que passaram a envolver a produção de sentido pelo som. Um novo estatuto para o ouvir diz respeito à revalorização da força sígnica do som. Trata-se da recuperação do sonoro enquanto elemento constituinte ativo da significação dentro do processo enunciativo. Um novo estatuto para a audição significaria, assim, a recuperação da emissora sonora enquanto efetivo momento de vivimento de experiência estética. De ativação, pelos sentido da escuta, de memórias, imaginários e representações. Estimular o receptor a ser, sempre, um co-autor na construção do sentido na enunciação, na privilegiada condição de sujeito ativador desses protocolos» fonte: SALOMÃO, Mozahir, «O suporte sonoro e as novas mediações», 2006, «Todos estes novos elementos [linguagem que apresenta textos aninações e video, a existencia de informações complementares e simultâneas à emissão em directo, etc], em conjunto, contribuem para a construção de uma nova estrutura discursiva para a mensagem radiofónica, que assim pode potenciar a busca de novos conteúdos e o desenvolvimento de novas linguagens. Este facto estabelece as bases para a construção de uma nova estrutura discursiva para a mensagem radiofónica, que assim pode potenciar a busca de novos conteúdos e o desenvolvimento de novas linguagens. Este facto estabelece as bases para a conversão do ouvinte em utilizador multimédia, que se serve da interactividade para configurar a estação em função dos seus interesses específicos e impulsiona a oferta de canais dedicados que fragmentam a audiência e criam novos paradigmas de consumo radiofónico. (...) Com estas características, a rádio na internet passa a ser um meio em que a multimedialidade, hipertextualidade e interactividade são factores determinantes na sua linguagem específica. Para além disso, a co-autoria do receptor no processo de enunciação transforma-o numa espécie sofisticada de ouvinte, num “realizador de hipertexto” (Guàrdia, 2001), com responsabilidades acrescidas na condução dos mecanismos comunicacionais» (Tese de Mestrado de Pedro Portela, pag 57) 20/10/2007 16:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Seres “tecnologicamente hipercomunicados, mas socialmente isolados”?Mário Kaplún fala em seres “tecnologicamente hipercomunicados, mas socialmente isolados” (Kaplún, 1998). Com a extinção da prática social e de cidadania, a estes seres para quem as possibilidades de interacção são maiores que nunca, nada restará para comunicar senão pobres relatos das suas pseudoexperiências virtuais (Kaplún, 1998). (tese de mestrado de Pedro Portela), pag 23 20/10/2007 14:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 13/10/2007A era electrónica não traz a democratização?«A ilusão de que a era eletrônica traga necessariamente consigo a democratização do acesso, da produção e da distribuição do conhecimento é um engano corrente que a observação do percurso do rádio informativo ajuda a elucidar» (MEDITSCH, 1999:278). 13/10/2007 12:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 06/10/2007«As técnicas não determinam nada»?«"As técnicas não determinam nada. Resultam de longas cadeias entrecruzadas de interpretações e precisam, elas próprias, de ser interpretadas, conduzidas para novos caminhos pela subjetividade actuante dos grupos ou dos indivíduos que delas se apropriam. Mas, ao definirem em parte o ambiente ou os condicionamentos materiais das sociedades, ao contribuírem para estruturar as actividades cognitivas dos colectivos que as utilizam, elas condicionam o devir do grande hipertexto. (...) A situação técnica inclina, pesa, pode mesmo interditar. Mas não dita." (Lévy, 1990:236-7) 06/10/2007 13:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. Uma ideia mais larga de rádio de palavra«A definição aqui proposta de rádio informativa acompanha esta ideia de um alargamento e de uma transformação ocorridos no campo jornalístico. (...)A rádio informativa fala de coisas que anteriormente não eram notícia (a hora certa, por exemplo), e revoluciona a ideia da reportagem com as transmissões ao vivo. Aprofunda e contrapõe ideias e opiniões com facilidade e orienta as massas urbanas como o cão de um cego. (...) Por isso, requer uma nova conceptualização que dê conta da sua amplitude e especifidade». (Meditsch,1999: 21) 06/10/2007 13:19 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 01/09/2007Começar a digitalização com uma mentalidade analógicaParece que se empezó la digitalización con una mentalidad analógica, esto es, el desarrollo de un estándar para cada medio (excepto en el caso japonés) cuando cada vez parece más claro que el futuro apunta hacia una concepción de estándares multimedia adaptados a una recepción multiplataforma. Por ser éste un período de transición, los cambios suelen quedar reflejados en la proliferación de estándares hasta el punto de que algunos declinan justo cuando empezaban a despuntar. Además, a diferencia de la televisión, la ausencia de una fecha fija para el apagón analógico (switch off ) obliga a una coexistencia entre ambos paradigmas, el analógico y el digital, lo que a menudo provoca más confusión y podría llegar a convertir a la radio en la principal competidora de sí misma.» fonte: BONET, Montse, «La radio digital, estándares tecnológicos y plataformas de distribución», Portal de la Comunicación In-Com-UAB, A modo de conclusión 01/09/2007 19:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 28/08/2007«Como será a 'rádio' daqui a 10 anos?»Responde Helen Shaw: «The future of radio, as we describe it, will be multi-platform with live and recorded audio content being delivered through analogue AM/FM to digital terrestrial to satellite radio and Internet based protocols. Over the next ten years as radio moves further into a digital domain, technology is transforming how we receive radio, what we receive and how we interact with it. This paper looks at the dynamics shaping radio’s future and how the bottom up pressure of consumer/citizen demands – through the development of a personalised media market, like podcasting – is proving more successful than the top down approach of technologies like DAB which have been driven by European policy elités rather than market demand.» (Shaw, 2005: 2) 28/08/2007 17:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 27/08/2007«No corredor do infinito, tudo é possível»«Nos mundos do entretenimento e da informação, já ultrapassámos as restrições de capacidade dos canais e do espaço de prateleira, bem como as suas exígências de uniformização. Em breve superaremos também os condicionalismos de capacidade da produção em massa. A explosão da variedade que observámos na nossa cultura, graças às eficiências digitais, irá estender-se a todo e qualquer aspecto da nossa vida. No dia de amanhã, a questão que irá colocar-se não terá a ver com as virtudes ou defeitos de um maior leque de escolhas mas sim com aquilo que realmente queremos. No corredor do infinito, tudo é possível» (Anderson, 2007: 242) 27/08/2007 13:11 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 05/06/2007Como será a rádio em 2015 na Europa?Conclusões de um estudo envolvendo 40 especialistas do Canadá, Dinamarca, Finlândia, Irlanda e Grã-Bretanha: - most Europeans would have digital terrestrial radio. The DRACE report says DAB will be a strong option in the UK and Denmark, but supplemented with Digital Radio Mondiale (DRM) and DMB; DAB is “an expensive and uneconomic system.”; Nevertheless, by 2015, Finns are likely to be using the DVB-H technology developed by Nokia, while Canadians will have IBOC, DAB and satellite radio - TV-style digital switchover for radio is very unlikely. They also predict that given existing market penetration, FM radio will continue to play a significant role in both Europe and Canada. - most respondents predict there will be distinct national solutions. Differences in national regulation and frequency administration will fragment the digital radio landscape. - there will be an increase in personalized and on-demand radio, with more listener sovereignty, personalization options and the gradual disappearance of schedules. Radio will be available when and where listeners want it. - traditional broadcast radio will continue to play an important role in people’s lives. This is attributed to the strengths of linear radio, including mobility, ease of access and localism, as well as powerful journalistic and artistic content. (excertos deste texto: «DRC07: radio in 2015», Multimedia meets radio, Mike Mullane on 04 June 2007)
05/06/2007 18:58 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 17/03/2007Previsões (em 2006) para o futuro«The next step will be content designed and delivered to mobile phones, hand-held personal devices (PDAs), games consoles or connected media players, potentially using the – newer – smaller and higher quality MP4 or AAC format (the format used in iPod offering improved quality over MP3). The current ‘next generation’ or ‘3G’ mobile phones do offer the capacity to access the web with speeds capable of sustaining audio streaming, and downloadable applications already exist to run Podcasting clients on ‘smartphones’. This could be a step forward, bypassing the computer altogether andcapturing content on the playback device. (...) It is likely that with the increased choice, digital content (whether via DAB, satellite, webcasting or Podcasting) that is ‘in tune’ with audiences, using formats and styles other than mainstream music, will develop. Linked to this, a role for speech-led content may develop (Berry, 2004).» (Berry, 157-158) 17/03/2007 03:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 24/02/2007«Uma tecnologia tão recente pode servir uma comunidade?»«(...) Generation Y is arguably the first generation to use technology to facilitate communication, to spawn creativity and to air political views on a grand scale. But this raises the question: if the gatekeeping role has been acquired by an entire generation, could an even newer technology be embraced by the whole community?(...)» fonte: «The Impact of Digitalization», KPMG, 2007 (8-11) 24/02/2007 23:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 30/09/2006Perspectivas sobre o futuro da rádio«O rádio, de acordo com Meditsch (2001:229), vai continuar existindo na era da internet e até depois dela. Será aperfeiçoado pelas tecnologias atuais e futuras, sem deixar de ser o que é. Segundo ele, a necessidade do serviço de informações em tempo real, recebido em qualquer lugar, sem que as pessoas precisem paralisar suas atividades, não será superada tão cedo.McLuhan (1964:335) também se preocupa com esta caracterização voltada à radiofonia. Quando ouço rádio, parece que vivo dentro dele. Eu me abandono mais facilmente ao ouvir rádio do que ao ler um livro. Como ele mesmo aponta, o poder que tem o rádio de envolver as pessoas em profundidade se manifesta no uso que os adolescentes fazem do aparelho durante seus trabalhos de casa, bem como as pessoas que levam consigo seus transístores, que lhes propiciam um mundo particular próprio em meio às multidões.O rádio, segundo McLuhan (1964:337), afeta as pessoas como que pessoalmente, oferecendo um mundo de comunicação não expressa entre o escritor-locutor e o ouvinte. Este é o aspecto mais imediato do rádio, uma experiência particular» Não é mais possível pensar o rádio como antes, Mágda Cunha, 30/09/06, pag 2 30/09/2006 10:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 02/03/2006O futuro da rádio está nos operadores públicos?Excertos de um artigo do IHTribune, de 26/2/06: « is the public broadcasters, like the British Broadcasting Corp., Radio France Internationale, Deutsche Welle or National Public Radio in the United States, that are flourishing by embracing new technology and strategies, while commercial radio operators are losing out to iPods, MP3 players and digital and satellite alternatives. In Britain, the BBC has increased its market share to 55.1 percent, according to surveys, taking its lead over commercial radio to its widest point in three years. The same trends are taking hold in the Netherlands and in Germany. (...) the public broadcaster Radio France Internationale revamped its news Web site, which includes podcasts and streaming. Podcasting allows listeners to subscribe to radio shows, with their music players downloading the latest episodes from the computer (...). "Public broadcasters can have an advantage, as they can experiment and gain experience with new technology without the same financial constraints as commercial broadcasters," said Colin Donald, editor of Live Net Music, which tracks and lists the times when independent rock bands perform live through online radio. (fonte: Seeking new wavelengths for radio, IHT, Doreen Carvajal , SUNDAY, FEBRUARY 26, 2006) 02/03/2006 04:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 25/02/2006A rádio é infinitamente adaptável ?"A rádio é eternamente adaptável. Apesar dos desafios postos pelos outros medias, a rádio continua a ser popular por causa da sua capacidade de se adaptar às mudanças. Os deterministas tecnológicos podem apregoar que essas mudanças se devem aos avanços tecnológicos como a transmissão estéreo, o transístor e o uso do FM e as frequências digitais para melhorar a qualidade do som. Mas uma análise mais pormenorizada desses desenvolvimentos mostra que muitos já existiam antes de serem usados. O que provocou a sua utilização foi aquilo que Brian Winston chama de ’supervening social necessities’ (1995: 68) que funciona como um acelerador dos desenvolvimentos dos media e da outra tecnologia". (Fleming, 2002: 25) (tradução desta entrada) 25/02/2006 03:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. 03/12/2005Notícias e música, conteúdos de futuro"There are two kinds of content which seem ideal. The first is news, since as we noted from our investigations (...) news in any medium appears to be primarily verbal, and so the very latest events can be conveyed to the listener without requiring him to take his eyes from what is his primary activity). Second, we can infer (...) that music is highly suitable for a medium which receives fluctuating attention, for since it does not 'refer to' things in the way that words do it does not force, though it may encourage, the exercise of the listener's imagination". CRISELL, Andrew, Understanding Radio, Routledge, Londres, 2005, segunda Edição, pág.229 03/12/2005 11:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. A rádio do futuro já nasceu (e até tem música...)A rádio do futuro está aqui. Não vai ser construída, pensada ou idealizada daqui a uns anos em função de pressupostos (tecnológicos) novos, mas já nasceu. Talvez ainda não nos tenhamos apercebido, mas penso que a fórmula existe e pode ser ouvida. Hoje. A rádio do futuro não vai ter lugar para a música, dizem, porque os telemóveis, os leitores digitais de áudio e os ficheiros no computador (partilhados ou comprados) vão substituir aquilo que hoje conhecemos por… rádio. Tenho uma perspectiva diferente: a música a metro, sem identidade, alinhada por uma máquina numa lógica de repetição cíclica de sucessos, talvez não tenha futuro, porque os sucessos estarão primeiro na Internet do que na rádio. Mas há vida para além disso. A música que for entendida como conceito criativo, como elemento de uma estrutura (de um programa) em que intervêm outros factores, como a voz, os sentidos, a emoção; a música que for sinal de descoberta, de surpresa nas infinitas associações, de encantamento. Com essa música, então, a rádio terá tanto para dizer como para sentir. Todas as semanas, na Internet ou aos sábados na Rádio Universitária de Coimbra, Francisco Amaral mostra uma Íntima Fracção do que será a rádio do futuro – a que mistura música com ideias, palavras com sensações. Então, copio-a para o meu computador (ou leitor digital de áudio), e levo-a para a ouvir. Em qualquer futuro. Sempre. 03/12/2005 01:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar. |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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