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29/03/2008

Fornecedor de TV Cabo nos EUA também 'dá' música

«Cox Communications [The third-largest cable television company in the United States, Cox offers an array of advanced digital video, high-speed Internet and telephony services over its own nationwide IP network, as well as integrated wireless services.] has launched the Cox Rhapsody music service to customers throughout Northern Virginia. Cox Rhapsody allows Cox High Speed Internet customers to access millions of songs for about the price of one CD per month.

fonte: «Cox Communications Launches Cox Rhapsody Music Service for High Speed Internet Customers», 27/03/08

29/03/2008 10:00 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

22/03/2008

04/03/2008

03/03/2008

Musica na televisão

«O serviço de IPTV da Portugal Telecom passou a disponibilizar o serviço Jukebox, com 12 canais temáticos de áudio. Com estes canais, os responsáveis pela Onda Musical, empresa do Grupo Telefónica, que desenvolveu o projecto para o Meo, acreditam ir ao encontro dos mais variados gostos musicais. Desde a música portuguesa, à música clássica passando pelos ritmos brasileiros e música romântica, do pop rock ao hip-hop, sem esquecer o disco house e o jazz&blues, todos os géneros foram contemplados, incluindo a chamada música ambiente e a infantil. (...)A partir de Abril os canais integram um pacote Premium para subscrever.»

Briefing, Jukebox no serviço Meo 2008/03/03Paula Ferreira Fernande

03/03/2008 21:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

01/03/2008

A visão de Faus Belau em 1980 sobre o fim das barreiras e o multimedia

«El análisis de la naturaleza y características de la Tecnología me llevó a anunciar, expresamente, hace más de 20 años, el momento actual. En una obra sobre la Tecnología de la Información Televisiva [FAUS BELAU, Ángel. La información televisiva y su tecnología. Pamplona: EUNSA, 1980] advertí "que el objetivo principal de la tecnología es el de derribar, una tras otra, las barreras existentes entre los distintos sectores de la industria. La tecnología no intenta unir empresarialmente los medios, sino integrar los sistemas técnicos de los medios sobre bases tecnológicas idénticas, para que, de este modo, puedan circular todos ellos a través de un mismo soporte técnico. Con ello queda garantizada la dependencia del medio y su contenido respecto de la técnica y se sientan las bases para una nueva configuración de los medios". Hoy a este efecto claramente perceptible le llamamos convergencia.  (citação tambem em La era audiovisual. Historia de los primeros cien años de la radio y la televisión Eunsa, Pamplona, 1995, 320 pp. pag 297-298?) Fonte: Ángel Faus Belau, in Reinventar la Radio, Chasqui, nº 74

ver tambem: Rostow model of development:

Esta afirmación encuentra el refrendo de la tesis de Rostow quien sostiene que la tecnología busca abolir las barreras de los diferentes sectores de la industria. (pag 9) 

01/03/2008 19:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

26/02/2008

23/02/2008

Toda a comunicação reduzida a um só canal (Internet)

Otro futurólogo estadounidense, John MacHale, de la Universidad de Nueva York, anunciará la reducción, "posiblemente" a un canal único de todos los tipos de información, con algunos perjuicios y muchas consecuencias positivas para la comunicación social. Su análisis optimista sobre el desarrollo de las tecnologías de los ordenadores, las telecomunicaciones y la radiotelevisión le conduce a señalar sin embargo ciertos riesgos, como la fragmentación de las actitudes y del consenso, y a reclamar un mayor vigilancia y papel del Estado (MacHale, 1976). (Bustamante, 2005: 32)

23/02/2008 12:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

16/02/2008

As distinções entre os meios são cada vez menores (tendência anterior)

«(...) las diferencias entre los distintos medios relativas al tipo de comunicación cada vez son menores: los periódicos multiplican sus centros de impresión para competir con la radio y la televisión en la rapidez con que se sirve la información, hay libros que se elaboran y salen a la caIle con la urgencia y la provisionalidad de las revistas, la pantalla de la televisión se usa como periódico instantáneo con el teletexto, las películas duran poco en los cines y se suceden con la rapidez de los telefilmes, etc. Asimismo, el futuro de las autopistas de la información apunta a que las nuevas tecnologías mediáticas crean canales que pueden borrar las fronteras entre la comunicación masiva y la comunicación personal o grupal, entre el ocio y el trabajo, entre las noticias y la obra de arte, entre el estudio y la diversÍón... L» (Noriega, 1997: 20)
16/02/2008 18:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

11/02/2008

Uma revista digital que tem ligações para o iTunes e MySpace

«Spin magazine has struck deals with MySpace and iTunes to promote its first digital issue, making music and information available to members of MySpace Music The digital version hews close to the print magazine itself, unlike Spin.com, where the magazine’s editorial staff posts breaking news and updates. Spin Digital includes links that take readers to musician profiles on MySpace as well as the iTunes Store, where they’re able to buy songs mentioned in the magazine.The digital edition also includes audio samples, video footage, and interactive ads that can, for example, take them to a company’s official Web site…» fonte: SPIN partners with MySpace on first digital issue Feb 8, 12:33 PM  Posted by: Paul Maloney
11/02/2008 19:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

18/01/2008

04/12/2007

Jornais que lançam rádios

«IPC Ignite, publishers of NME magazine has teamed up with Xfm founder Sammy Jacob and music company DX Media to launch NME Radio. The station will broadcast via 'various digital platforms' from mid-2008 and will be presenter-driven with alternative music 24 hours a day» 

e

«The San Diego Union-Tribune's SignOn San Diego site is set to officially launch its all-San Diego-music all-the-time streaming radio station Monday» The San Diego Business Journal reports Harry Martin, better known as "Happy Hare," is among the crew of veteran radio personalities recently hired by The San Diego Union-Tribune's newest Internet radio station (they now have two). Martin, credited as being among the first to bring his own zany style of platter chatter to the airwaves in the late 1950s, welcomes the chance to develop his latent talk show talent in a format he calls "newsic," which combines news talk and music each Wednesday afternoon on SignOn Radio, the paper's second Internet radio station. SignOn Radio, an eclectic format, was launched in October, about a year and a half after "Amplify SD," the Union-Tribune's unplugged station plugged exclusively into the local indie rock scene. It's unique among major U.S. daily newspapers, since none have followed suit.

04/12/2007 19:14 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

26/10/2007

Renascença com canais temáticos e... video

«Canais temáticos online e uma aposta mais forte no vídeo são algumas linhas de força da estratégia do grupo Renascença para o meio internet a serem implementadas no próximo ano. "No primeiro trimestre de 2008 queremos arrancar com canais temáticos musicais e que são montados a partir de marcas muito conhecidas e emblemáticas do grupo Renascença", avança ao M&P José Ramos Pinheiro, administrador do grupo que agrega a Renascença, RFM e Mega FM. Nas intenções do grupo está, então, a criação de canais musicais online, a funcionar 24horas por dia, com base em rubricas ou programas conhecidos das emissoras. "A RFM será a primeira estação a avançar canais temáticos", precisa o responsável. Nas intenções do grupo está ainda a expansão deste conceito à área informativa. "Poderemos ter outros canais que podem ir do desporto à religião, onde iremos apostar em áreas informativas específicas", refere José Ramos Pinheiro, iniciativas que estão apontadas para o primeiro semestre de 2008. (...)A aposta no vídeo está igualmente na estratégia do grupo Renascença para o próximo ano. "Em 2008 iremos cimentar essa aposta", assegura José Ramos Pinheiro. O responsável relembra que o vídeo já marca presença, por exemplo no site da Renascença, mas o objectivo é "estruturar uma oferta com um conteúdo que vive especificamente na web e que vai basear-se na imagem ou vídeo, uma Web TV ou uma Web Vídeo." Uma estratégia extensível a todos os produtos do grupo e que se tem reflectido na redacção. "Temos contratado novas pessoas para os novos projectos, temos ido buscar competências que não tínhamos. Temos vindo a recrutar pessoas para os projectos à medida que forem lançados", diz. Um investimento total que o responsável preferiu não revelar.»

fonte: «Grupo Renascença vai lançar canais temáticos online», Meios & Publicidade, 26 de Outubro de 2007, por Ana Marcela

26/10/2007 11:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

Página do Público com videos

«O vídeo vai chegar em breve ao site do Público, com conteúdos audiovisuais produzidos internamente e provenientes de agências noticiosas, revelou ao M&P António Granado, editor do Publico.pt.O lançamento do serviço intitulado Público Vídeo será acompanhado de um "refrescamento" gráfico e de navegação da homepage do Publico.pt, que fará a adaptação aos novos conteúdos multimédia. (...) "Hoje em dia um jornal veicula informação, independentemente do suporte", explica o editor do Publico.pt. E o online abre possibilidades "infinitas" de exploração de novas vertentes jornalísticas. O mais difícil, segundo António Granado, é a adaptação das próprias redacções, sendo importante "sensibilizar as pessoas para o mundo multimédia". Embora o objectivo seja colocar online vários vídeos por dia, Granado adianta que o Público Vídeo, "não vai competir com as televisões" em termos noticiosos, uma vez que "não vai apostar em breaking news", mas antes na reportagem ou na entrevista»

fonte: «Site do Público com canal de vídeos», Meios & Publicidade, 26 de Outubro de 2007, por Maria João Morais

26/10/2007 11:11 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

15/09/2007

Mais um exemplo de que outros estão a fazer o que era esperado que a rádio fizesse

«FOX Interactive Media and a few FOX O&O’s have launched a few local music websites in connection with MySpace. The sites are an experiment to see if there is an audience for content that focuses on local bands, concerts and fans. The first round of sites include mymusictwincities, mymusicboston and mymusichouston, with MySpace pages for each (example). The sites include streaming audio, video of performances, concert calendars and links to the bands’ MySpace pages.

Hey, wait a minute. A TV company building LOCAL music sites ? Promoting ‘Battle of the Bands’ ? I thought local Radio stations should own this space ? Especially local Rock stations that target 18-34 and 18-49 demos. This should be a major wake-up call to local Radio.What FOX is doing is just another example of the fast moving, digital land grab at the local level. Team Rupert sees that Radio is not taking full advantage of their local powers of driving new online businesses. Especially with music. (...)»

fonte: «FOX Local Music sites, Philly Rock Wars, WYSP», Mel Taylor, September 13th, 2007

A grande questão é que, com isto, se antecipa uma das grandes tendências: para os públicos, para os novos públicos?, não há reconhecimento das características dos meios clássicos: ou seja, está na net e ponto final.Vem de uma coisa chamada televisão? E depois? Vem de um jornal? Mas não está na net? Então é net. (a questão é que, para competir na net, a rádio devia potenciar as suas maisvalias e os terrenos que conhece melhor e não o está a fazer)

15/09/2007 15:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

22/08/2007

Jornal (não... afinal sim) dá novo single de Bruce Springsteen; e a rádio?

Antes era a rádio que fazia isto...

«Radio Nowhere’, o single de avanço no novo álbum de Bruce Springsteen, ‘Magic’, vai estar disponível para download gratuito durante uma semana no site do Correio da Manhã. O tema poderá ser descarregado através de uma morada que será disponibilizada entre 28 do corrente e 3 de Setembro em www.correiodamanha.pt. sem qualquer custo adicional. (...) ‘Magic’ sai a 1 de Outubro em Portugal e é o 24.º álbum de Bruce Springsteen, de 56 anos, um dos maiores nomes do rock americano. »

fonte: «Música: 1.º single extraído do novo álbum, ‘Magic’»; Correio da Manhã, 22/08/07

ACTUALIZAÇÃO a 23/08/07: «O adiamento foi decidido pela editora do músico, que suspendeu ainda todas as acções promocionais previstas para o lançamento a 1 de Outubro. Em consequência, e ao contrário do que anunciámos na nossa edição de ontem, o CM não vai poder oferecer o download grátis do tema ‘Radio Nowhere’, o primeiro single do novo registo. Esta acção promocional deveria decorrer entre os dias 28 do corrente e 3 de Setembro. O CM, sublinhe-se, é totalmente alheio à decisão da editora que nos impede de oferecer o tema aos nossos leitores»

Actualização a 29/08/07: « editora Sony/BMG Portugal confirmou que a data de lançamento do novo álbum de Bruce Springsteen, ‘Magic’, é mesmo 1 de Outubro. Sendo assim, e tal como noticiámos na nossa edição de 22 do corrente, o CM oferece, até 3 de Setembro, o download grátis do single ‘Radio Nowhere’»

22/08/2007 18:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

09/08/2007

Os meios tradicionais a salterem as fronteiras clássicas

«O Expresso está a preparar o lançamento de uma newsletter multimédia. "É uma forma de divulgarmos os nossos conteúdos multimédia", justifica Miguel Martins, editor multimédia do semanário da Impresa. "No nosso trabalho procuramos sempre transformar o mais possível esse conteúdo nessa perspectiva", diz o responsável. Conteúdos que serão posteriormente disponibilizados na newsletter que terá uma periodicidade semanal. O enfoque dos mesmos não será nas breaking news, mas sim "em conteúdos com um maior grau de intemporalidade", esclarece Miguel Martins.Mais de 300 foto galerias, 85 podcasts e 128 vídeos "incluindo os do Expresso TV" são os conteúdos multimédia actualmente já disponíveis. A newsletter será enviada para a base de utilizadores registados do Expresso que autorizaram a recepção deste tipo de conteúdos, o que representa cerca de metade dos actuais cerca de 180 mil registos, segundo adianta ao M&P Miguel Martins» («Expresso prepara newsletter multimédia», Meios e Publicidade, 9 de Agosto de 2007, por Ana Marcela)

«O grupo Renascença está a preparar a renovação dos sites das suas estações. "O site do canal Renascença está na segunda fase de desenvolvimento e o da RFM aparecerá totalmente renovado após o Verão. O mesmo acontecerá, depois com o da Mega FM", adianta ao M&P João Aguiar Campos, presidente do conselho de gerência do grupo Renascença."Vamos ter um site que está profundamente envolvido com a rádio, não é um canal alternativo", afirma António Mendes, director de programação da RFM. "No site iremos dar continuidade aos passatempos que desenvolvemos em antena sendo um reflexo do que está no ar", continua o responsável. O futuro site da RFM será um "mais dinâmico" que "irá envolver mais os ouvintes e a rádio do que o actual", acrescenta, preferindo, no entanto, não revelar mais pormenores sobre a forma como esse envolvimento será alcançado. A aposta no online do grupo radiofónico não se fica por aqui. A Página 1, um jornal online que actualmente já tem duas edições diárias, ao que o M&P conseguiu apurar junto de fonte oficial da empresa, irá ser igualmente objecto de "melhorias, no sentido de complementar a comunicação do grupo". Prevista está também a criação de novas edições online.» (fonte: «Renascença prepara renovação de sites», Meios e Publicidade, 9 de Agosto de 2007, por Ana Marcela)

09/08/2007 12:59 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

31/03/2007

Os sites dos jornais são concorrência à rádio

«
‘Quem me leva os meus fantasmas’ é o nome da nova música de Abrunhosa, que poderá ser ouvida aqui, a partir de segunda-feira, logo de manhã. 'Quem me leva os meus fantasmas' é o tema de apresentação do quinto álbum de originais de Abrunhosa. O site do Expresso foi escolhido por Pedro Abrunhosa para lançar, em exclusivo no ciberespaço, o seu novo single. A partir das 8h15 de segunda-feira, dia 2, vai ser possível ouvir ‘Quem me leva os meus fantasmas’, o tema de apresentação do novo disco.
Composto e escrito pelo músico do Porto, o single conta com os fiéis Bandemónio e com o St. Dominic’s Gospel Choir, dirigido por João de Castro. Sem “romantismos nem ilusões”, Pedro Abrunhosa promete “romper a superficialidade da pop contemporânea” com a música ‘Quem me leva os meus fantasmas’. Tudo porque a “canção não pode continuar a ser apenas entretenimento”.
Este disco, o quinto de originais, sucede a ‘Momentos’, que em 2003 vendeu mais de 90 mil exemplares e rendeu ao artista do Porto a dupla platina. A edição do novo álbum está prevista para o final de Maio, mas o seu nome continua em segredo.
O «videoclip» de ‘Quem me leva os meus fantasmas’ vai ser também lançado no sítio do Expresso, uma semana depois do single: dia 9 de Abril».
fonte: «Pedro Abrunhosa lança single no site do Expresso», 30/03/07, Paula Cosme Pinto
31/03/2007 11:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

03/03/2007

09/12/2006

The Telegraph quer uma rádio nacional (DAB)

«The Telegraph Group is reportedly looking to move into national radio, following the Ofcom advertisement of the digital radio multiplex last week.
The newspaper group is to launch Telegraph Talk and Telegraph TV in the new year, and will offer a 24-hour radio service which it hopes to extend across mobile and the internet.
Insiders say the company wants to pair up with Channel 4, already linked with Emap and UTV, to create a national service.
Telegraph development director Shaun Gregory, the former managing director of national brands at Emap Radio who join the company just six weeks ago, is behind the plans.
Telegraph TV would act as an umbrella brand for video content. Just recently the newspaper group completed a deal with news service ITN On for online video content»

fonte: Digital Spy, «Telegraph considering move into radio », 7/12/06, By Joanne Oatts, Media Correspondent

A viragem para a rádio pode também ter consequencias comerciais:

«Charles Courtier of Mediaedge:cia thinks newspaper’s move to the Internet could benefit radio in some ways. Reuters reported, “Radio stations can be expected to pick up local advertising dollars, such as sale-driven commercials from retail outlets, as newspapers shift their businesses online, the chief executive of a top media buying firm said.”» (Rwonline, «Newspaper Ad Dollars to Radio?«, 7/12/06)

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09/12/2006 01:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

25/11/2006

Os jornais a procurarem outros conteúdos

«A consortium of seven newspaper chains representing 176 daily papers across the country is announcing a broad partnership with Yahoo to share content, advertising and technology, another sign that the wary newspaper business is increasingly willing to shake hands with the technology companies they once saw as a threat. In the first phase of the deal, the newspaper companies will begin posting their employment classified ads on Yahoo’s classified jobs site, HotJobs, and start using HotJobs technology to run their own online career ads. But the long-term goal of the alliance with Yahoo, according to one senior executive at a participating newspaper company, is to be able to have the content of these newspapers tagged and optimized for searching and indexing by Yahoo.

fonte: «176 Newspapers to Form a Partnership With Yahoo», New York Times on line, 20/11/06

25/11/2006 05:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

23/11/2006

Mais da aposta multimédia do Expresso

«O site do EXPRESSO publicou a primeira reportagem vídeo produzida por uma jornalista que até aqui limitava o seu trabalho à escrita. À semelhança do que já acontece nalguns jornais internacionais, o EXPRESSO passa assim a disponibilizar aos seus leitores mais um conteúdo multimédia.

A reportagem de Paula Cosme Pinto é um olhar rápido pelo 16.º Congresso das Comunicações. E é exactamente assim que queremos que seja, até porque a existência destes vídeos não implica que deixe de se escrever um texto sobre o assunto. Muito pelo contrário, o vídeo torna-se mais um elemento do pacote informativo que queremos dar aos leitores. Cada vez mais multimédia, cada vez mais diversificado.

Temos consciência que há detalhes a melhorar, mas o importante era dar este passo. Daqui para a frente, tendo em conta o «feedback» que recebermos - tanto de quem trabalha connosco como de quem nos visita no site -, começa a tarefa de limar as arestas. Vamos apenas acertar detalhes, pois a ideia não é sermos jornalista televisivos, até porquequando queremos reportagens de profissionais de televisão vamos pedi-las a quem percebe do assunto. Prova disso é a reportagem da SIC que também colocámos no ar, numa acção de convergência entre meios do grupo: "A prisão-escola do 115", da autoria de Pedro Coelho com imagem de Rui do Ó e montagem de André Marques.»

fonte: «Reportagens vídeo chegam ao EXPRESSO», Miguel Martins, 21/11/06, Expresso newsletter

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23/11/2006 11:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

07/10/2006

«A aposta multimédia do Christian Science Monitor»

«Para além do relato em onze capítulos de tudo o que se passou com Jill Carroll durante os 82 dias de cativeiro [em Bagdade] a que a jornalista foi submetida, o Christian Science Monitor montou uma gigantesca operação multimédia para levar os leitores a viverem a sua história e a interagirem com a jornalista.  A viagem multimédia começa logo na primeira página do jornal na Web. Vídeos com excertos das entrevistas em que a jornalista relata a sua história na primeira pessoa, podcasts com a história, alertas com actualizações da história publicada, testemunhos da família de Jill Carroll e ainda um fórum em directo com a jornalista, onde esta esclarece questões que o leitor deseje saber sobre a história do rapto, são algumas das possibilidades que o jornal disponibiliza. Há ainda uma imensa galeria de imagens sobre esta história. Fundado em 1908, este título quase centenário, radicado em Boston, confrontou-se, no passado recente, com um grade dilema: modernizar-se ou desaparecer. Com uma audiência residual, pouca publicidade e uma distribuição deficiente, o jornal passou por tempos difíceis que anunciavam a extinção. Foi então que apostou na sua edição na internet e nas novas tecnologias de que hoje a imprensa escrita dispõe para recativar os seus leitores habituais e cativar novos leitores que procuram algo mais que a página do jornal. Este ano apareceu com uma nova imagem, que aposta forte na sua edição da Net e com uma grande ligação entre os seus conteúdos e os suportes multimédia. O aproveitamento em termos de multimédia da história de Jill Carroll é apenas um dos exemplos do que é a posição actual deste jornal.»  

Fonte: «A aposta multimédia do Christian Science Monitor», Público, Ana Machado, 16/8/06

07/10/2006 05:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

«Guardian vai lançar serviço de vídeo»

- trata-se de um serviço de vídeo on line com conteúdos originais e qualidade digital (através de uma produtora do grupo empresarial); a BBC passa a ser concorrência do Guardian, disse a directora do Guardian Media Group, Carolyn McCall (Público, 5/10/06, «Guardian vai lançar serviço de vídeo»).

Earl Wilkinson, director da INMA (International Newspaper Marketing Association), apresentou nove perspectivas do que serão os jornais num futuro próximo. Seis delas estão intimamente relacionadas com a Internet: (…) 2 – “A procura dos conteúdos será personalizada e interactiva»;3 – «As opções digitais vão multiplicar-se: o jornal disponível a qualquer hora, em qualquer lugar, em qualquer plataforma»; 4 - «Os jornais permitirão a compra dos artigos em separado»; 5 - «Os leitores assinarão versões multimédia e não versões impressas»(…). A intervenção de Earl encerrou os trabalhos do último encontro europeu da INMA, em Barcelona. O caminho que se avizinha envolve uma mudança de mentalidade tão grande que o blogue “What’s next: Innovations in newspapers» (em www.innovationsinnewspapers.com) deu ao artigo sobre o assunto o título «Jornais de amanhã: 9 provocações». (Miguel Martins, Expresso, 30/9/06, Única pág 114, «Os jornais de amanhã»)  

07/10/2006 05:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

04/10/2006

Um jornal multimédia

«A pocos pasos del lago de Zúrich, se alza el edificio sede del grupo editorial Ringier. En la tercera planta, una veintena de periodistas se afanan en dar forma al Cash Daily, un diario económico gratuito que utiliza todas las herramientas que proporcionan las nuevas tecnologías y que parece llamado a crear una pequeña revolución en la forma en que entendemos el periodismo (...) "Somos la primera plataforma multimedia gratuita del mundo que incluye televisión, audio, Internet y papel unificados", explica satisfecho Trüb. De hecho, el periódico "convencional" de Cash Daily está disponible en papel en cada esquina desde las seis de la mañana. Trüb recuerda que tras la crisis de 2000 perdieron circulación y publicidad. En ese momento la empresa decidió seguir una estrategia muy agresiva. "Antes teníamos 600.000 lectores semanales", dice, "y con la nueva estrategia doblamos la audiencia y la superamos, llegando hoy a 1.500.000 personas por semana".

fonte: «Ni periódico ni televisión, sino todo a la vez», RODRIGO CARRIZO  -  Zúrich, EL PAÍS  -  Sociedad - 02-10-2006

04/10/2006 04:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

30/09/2006

O que a rádio tem de fazer para sobreviver

de acordo com Mark Ramsey:

«Advertisers are less apt to buy into the notion that [radio] is an essential medium in the digital age, so [radio broadcasters] need to create multiplatform packages that tie in to the web, mobile devices and other appropriate digital media, according to Robin Steinberg, SVP and director of print investment at Publicis Groupe's MediaVest.

Steinberg spoke to a packed New York Times auditorium earlier this week at one of a series of breakfast meetings produced by the Advertising Women of New York in conjunction with Advertising Week, writes MediaWeek (via MediaBuyerPlanner).

Some [radio stations] that have gained their [listeners'] love and trust can tap into those emotional ties to encourage dialog between [listeners] and the [station] via digital media, Steinberg said. "Give your [listeners] the options to interact with each other and your brand. Build an online community where the common thread is your brand."

fonte: What Radio needs to do... Hear2, 30/09/06

30/09/2006 08:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

13/09/2006

Leitores transferem-se para o on line

«Os jornais nacionais impressos já perderam para as suas edições on online 173 mil leitores, segundo dados relativos a um inquerito telefónico realizado pela Marktest, durante o primeiro trimestre de 2006 a 3500 individuos maiores de 15 anos residentes no Continente (...) foram apurados  1,6 milhões leitores de jornais electronicos em Portugal, ou seja 16% da população portuguesa já tem habitos de leitura de jornais on online. (...) Segundo o inquerito, as edições electronicas dos diários ganharam 115 mil leitores às respectivas edições impressas, enquanto que as versões on line dos semanários ganharam 58 mil leitores».

fonte: «Jornais impressos perdem 173 mil leitpres para o on line», Jornal de negocios, Catarina Carneiro de Brito, 13/9/06

13/09/2006 11:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

13/06/2006

Primeiro na net e só depois no papel

«O jornal britânico The Guardian vai começar a disponibilizar na Internet as notícias mais importantes dos seus correspondentes no estrangeiro e dos seus jornalistas de economia antes de saírem na edição em papel.

Esta mudança de estratégia é vista como uma alteração significativa face à rotina estabelecida de publicação dos jornais impressos, em que as estórias são guardadas para publicação no dia seguinte.

O objectivo do jornal é não ficar refém de um ciclo de impressão uma vez por dia e evitar assim ser ultrapassado em notícias importantes por outros títulos impressos ou por concorrentes de novos meios.»

fonte: «The Guardian aposta mais na Internet», Fábrica de Conteúdos, 8/6/06

Mais: http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1260276

13/06/2006 15:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

08/06/2006

Jornal Times planeia lançar canal de televisão na net

«The Times newspaper, aiming to increase its online audience by supplying video news clips, said on Tuesday it planned to launch an internet television service this week. Third-party providers will initially provide news clips for the new service, Times TV, which plans in the longer term to encourage its readers to contribute newsworthy videos, the British daily said.

Such providers were not disclosed, but the daily said it could include Reuters, the British news and financial information group.

(...) The service is part of a plan to "triple our page impressions in the next few years for Times Online," Les Hinton, executive chairperson of News International, the daily's British parent, said when announcing the initiative.»

fonte: «The Times plans to launch internet television service», 6/6/06, Mail & Guardian On line (dica Irreal Tv)

08/06/2006 14:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

06/06/2006

Um canal de televisão que lança um serviço de rádio

«CHANNEL 4 will today unveil details of its plans to diversify into radio, taking advantage of an absence of regulation to launch audio services over the internet. The broadcaster’s plans centre around programming that ties in with its existing content. The strategy begins by emphasising individual programmes rather than a radio station as a whole. Some of the new material will also be available on Channel 4’s majority-owned digital station Oneword, but the plan is to make all the content available via channel4radio.com. The new medium requires no regulatory approval before it is launched»

fonte: «Channel 4 to launch internet radio», The Times, 5/6/06,

06/06/2006 15:42 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

30/05/2006

Os leitores têm a palavra

«A Direcção do Público pretende passar a envolver os leitores no processo de realização do jornal. José Manuel Fernandes, director do diário, tenciona «criar mais mecanismos de participação acessíveis primeiro a toda a equipa, para a envolver nas opções a tomar, e depois discuti-las em públcio, com os leitores. Exemplo dessa nova filosofia foi a recente iniciativa de dar a escolher, através do sítio na Web, a fotografia que iria surgir na primeira página em papel no dia seguinte. Netse capítulo, a direcção do jornal entende que blogosfera « se assume como um crescente e interessante fenómeno» porque «pode influenciar e condicionar o debate público», afastando-se, porém, do «impossível jornalismo-cidadão» (Expresso, 27/5/06, «O Público discutido... em público», BP)
30/05/2006 18:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

03/05/2006

Mais ambição para a rádio!

Falar em meios multimédia é esperar que a rádio aproveite para se lançar para voos mais ambiciosos - o El País acaba de lançar o 24 Horas? E por que é que uma rádio, muito mais se for informativa, não pode ter uma edição em papel, no mesmo esquema (aproveitando as notícias da sua página, os seus artigos de opinião, as suas entrevistas)? Falar em meio multimédia é o mesmo que dizer que cada um dos meios clássicos, per si, pode não ter futuro.
03/05/2006 11:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

27/04/2006

26/04/2006

Mais um exemplo de como a net está a ser potenciada

«Meet the press», um mítico programa da televisão NBC, está a ser promovido de múltiplas maneiras - para além da difusão hertziana.

Uma vista de olhos pela página do programa (http://www.msnbc.msn.com/id/3032608/) mostra que os seus responsáveis já passaram a fase dos medos (isto vai retirar audiência ao programa?). Ou seja, que, no final, haverá mais gente a ver o Meet the Press. É só uma questão de rentabilizar (comercialmente ou não) isso mesmo!

(obrigado E.)

26/04/2006 12:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

17/04/2006

«Jornais americanos cativam leitores na rádio»

«Porque há sempre mais qualquer coisa sobre uma notícia", o Washington Post está agora na rádio na zona metropolitana da capital americana. Não é só por causa disso, claro. Como a maioria dos seus concorrentes, as tiragens do Post estão a diminuir e há que encontrar novas formas de manter o contacto com o público.

Não é a primeira experiência do Post na rádio. Na verdade, a WTOP foi pela primeira vez do Washington Post quando o jornal comprou parte dela à CBS em 1949, cinco anos mais tarde era o único proprietário, até a vender em 1978. A WTOP foi mais tarde comprada pela Bonneville International Corp, de Seattle, que hoje a explora em joint-venture com o Post.

Utilizando os jornalistas e repórteres do Washington Post, a WTOP mantém a ligação dos leitores com o jornal dando não só continuidade às notícias do dia como alertando para as que estão em desenvolvimento. E, claro está, potencializa a publicidade. Como diz o editor do Post, Boisfeuillet Jones Jr., "é uma oportunidade maravilhosa para o Washington Post encorajar a audiência da rádio a ler mais o jornal". Sinal da boa recepção do projecto foi a cotação das acções do Post na NYSE ter subido no primeiro dia de cinco para 7,70 dólares.

Esta é uma fórmula já adoptada por outros jornais. O New York Times tem a WQXR, com música clássica e flashes noticiosos, o Chicago Tribune a WGN, que são complementadas com a rádio na Internet.

Enquanto estão a perder leitores nas edições impressas, os jornais estão a ter um aumento de leitores na edição online (só o USA Today deve ter mais leitores para a edição em papel que na edição online). Logo, é na Internet que estão a ser feitos os maiores esforços.

Além dos blogues e podcasts, o site do New York Times oferece também clips de notícias em vídeo, concorrendo directamente com os das estações de televisão (...)»

fonte: «Jornais americanos cativam leitores na rádio» por Manuel Ricardo Ferreira, 15/4/06

17/04/2006 14:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

06/04/2006

Leitores das edições on line são mais jovens

«This new analysis, which encompasses the top 25 markets in the country, confirms many of the findings of the first, including that newspaper websites are contributing significant numbers of readers who do not necessarily read the printed publications resulting in larger audiences overall. The “online-exclusive” audiences of the newspapers examined in the survey accounted for anywhere from 2 to 10 percent of their integrated audiences, proportions that represented hundreds of thousands of additional readers for many papers in larger markets.
An analysis of four of the newspapers examined – The Washington Post, The Atlanta Journal-Constitution, Tampa Tribune, and The Arizona Republic - sheds new light on the characteristics of newspapers’ online visitors. The audiences for newspaper websites tend to be younger than those for the printed newspaper, dispelling the common misperception that young people are not engaged by newspaper content. For example, about 37 percent of the adults who visited The Washington Post’s Website, WashingtonPost.com, in the past thirty days were ages 18-34. In comparison, about 26 percent of the paper’s weekly print audience (5 weekdays + Sunday) fell into this age group. Similar differences between online and print audiences were found at the Tampa Tribune, where about 32 percent of online visitors were in the 18-34 age bracket compared to about 22 percent of the weekly print audience (5 weekdays + Sunday). These findings were consistent across the other online leaders, The Atlanta Journal-
Constitution and The Arizona Republic, that were examined in detail for the study».
fonte: «“INTEGRATED NEWSPAPER AUDIENCE” METRIC GAINS MOMENTUM AT COUNTRY’S NEWSPAPERS» , Scarborough Research, 3/4/06 (via PontoMedia)
06/04/2006 11:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

05/04/2006

«The Times - O jornal que fala»

É evidente a preocupação dos jornais - pelo menos daqueles que se apresentam como mais atentos e ambiciosos - em evoluírem para um formato multimédia. Seja para estar sintonizado com o que possa vir, seja por convicção.

Esta informação do Jornalismo e Comunicação sobre o The Times vai nesse sentido: «O britânico "The Times" tem vindo a publicar regularmente um anúncio de auto-promoção que, não remetendo propriamente para uma novidade, não deixa de constituir um "sinal dos tempos" que vivemos. Trata-se de uma selecção de notícias, reportagens e colunas de opinião, com a duração de cerca de 50 minutos, que podem ser diariamente descarregadas a partir das 5 da manhã e ouvidas no computador, no iPod, etc

Via Ponto Media, uma informação que reforça esta preocupação: «UM NOVO estudo da Newspaper Association of America, publicado ontem, revela que a audiência dos jornais online está a aumentar a grande velocidade: »

Via Travessias Digitais: «NYTimes.com aposta no vídeo»

Nem de propósito: «FCC Chairman Kevin Martin told publishers that it’s time for those who own newspapers to also be allowed to own radio and TV properties. “Much has changed since the days of disco and leisure suits, including the media marketplace. Over the last 30 years, we have seen an explosion in media outlets and other sources of news and information. The rule that is in place today was based on a market structure that bears little resemblance to the current environment. That rule was adopted in an era with little cable penetration, no local cable news channels, fewer broadcast stations, and no Internet

05/04/2006 11:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

03/04/2006

Mais da rádio do Washington Post

a partir daqui, algumas notas mais:

- «The U.S.’s first commercial radio station branded with a major newspaper name — Washington Post Radio — has just debuted in the nation’s capital. WTWP, 1500 AM and 107.7 FM, is a joint venture of The Washington Post Co. and Salt Lake City-based Bonneville International Inc. Financial terms of the arrangement were not disclosed. The station is aimed at an audience that wants more in-depth stories than short-form radio, but something different from public radio. But competitors in the long-form radio format said the audience for the polished, highly produced sound of public radio is extremely loyal.
The newspaper is following The New York Times, which began broadcasting some news and talk programming on XM Satellite Radio channels last fall. The Times is also developing hourly newscasts for XM that will debut in the future, XM spokesman David Butler said»

- «"This is a wonderful opportunity for The Washington Post to encourage the radio audience to read more of the newspaper," said Boisfeuillet Jones Jr., publisher of the Washington Post, in a statement. The Post’s circulation -- like that of many other papers -- has been on the decline in recent years. Washington Post Radio will draw on content from the Post, with the paper’s editors, reporters and columnists providing more context on their reporting. The station will also broadcast news and commentary from journalists and others outside the Post. (...) This is not the first time WTOP and The Washington Post have been linked. The Post bought a partial interest in the station from CBS in 1949, then purchased the rest in 1954 and began the all-news format in 1969. The Post sold WTOP in 1978. Two owners later, Bonneville bought it in 1997».

- «The Post follows the New York Times into the radio news business, although both have owned broadcasting operations for decades. The Times established its New York Times Radio division last year. That operation has a partnership with XM Satellite Radio to produce hourly newscasts and provide other reports and commentary from Times staffers»

- «The person driving this family affair is Post Company chair Don Graham. He’s been trying to get back into radio WTWP since the company gave up ownership of all-news WTOP in 1978. And the backstory of this deal—in which the radio station uses Washington Post reporters—comes from the business side. According to sources, the company didn’t pay a dime to move into radio. It got control of a radio station with AM and FM signals essentially for free. With Graham’s support, the Post Company had been negotiating with radio-station owners for the past six years. Graham had to sell WTOP in 1978 to comply with Federal Communications Commission regulations against media cross-ownership in the same market. By gaining control of WTWP without owning it, the Post Company gets around any FCC prohibition. (...) No one would talk on the record about the business side of the transaction, but sources describe a cash-free deal for the Post Company. It pays zero to Bonneville for essentially moving onto the airwaves with its own station, WTWP AM-FM. The Post Company did pay for installing a radio studio inside its newsroom. Bonneville pays WTWP’s on-air hosts, Mike Moss, Bob Kur, and Hillary Howard. It also pays a fee to the Post for supplying content through its reporters. The Post gets a share of the advertising revenue if it reaches a certain level. The Post’s other outlay? A nominal fee to reporters who appear regularly on WTWP, such as media critic Howard Kurtz. Whether other Post reporters who go on the air get additional pay, and how much, is the subject of discussion with the newspaper guild. “Basically,” says a local radio executive, “the Post got a free radio station.” Bonneville, which moved WTOP, its flagship news-talk station, to a much more powerful FM frequency, 103.5, got free content for a new station. Radio executives say Bonneville hopes to increase its revenue from $45 million to $60 million a year».


 

03/04/2006 18:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.

31/03/2006

(ACT) Washington Post vai ter uma rádio

A apetência multimédia dos grandes grupos de comunicação pode ter como consequência a necessidade de atacarem outras frentes, até agora desvalorizadas por falta de vocação.

O facto de o Washington Post ter anunciado o lançamento de uma rádio não pode deixar de ser saudado. Falta saber o formato que seguirão. (ACT): estive dois dias a ouvir: é claramente um all-news, em formato de horas-relógio:

CBS News

 

:00-:04 past each hour

 

Top Local Stories

 

:04-:08 past each hour

 

Traffic & Weather Together

 

:08, :18, :28, :38, :48, :58 past each hour

 

Sports

 

:15, :45 past each hour

 

Money News

 

:25, :55 past each hour

 

Live Interviews

 

:20, :50 past most hours

 

31/03/2006 14:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 5.4.6 Meios multimédia No hay comentarios. Comentar.




Transistor kills the radio star?

Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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