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Se muestran los artículos pertenecientes al tema 3.2 Downloads. 08/03/2008iTunes já é asegunda loja de musica dos EUA«For the first time last year, nearly half of all teenagers bought no compact discs, a dramatic increase from 2006, when 38% of teens shunned such purchases, according to a new report released Tuesday. The illegal sharing of music online continued to soar in 2007, but there was one sign of hope that legal downloading was picking up steam. In the last year, Apple Inc.'s iTunes store, which sells only digital downloads, jumped ahead of Best Buy Co. to become the No. 2 U.S. music seller, trailing Wal-Mart Stores Inc.
08/03/2008 12:08 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 27/08/2007A «cauda longa» aplicada à indústria discográfica«O que levou uma geração dos melhores clientes desta indústria - fãs adolescentes e na casa dos 20 anos - a abandonar as lojas de discos? A resposta da indústria diz que isso se deve simplesmente à "pirataria": os efeitos combinados do Napster e de outros sistemas de partilha de ficheiros on line, bem como as cópias e trocas de CD, deram origem a uma economia subterrânea de qualquer canção, a qualquer momento, gratuita. E há algo que conduz a isso. Apesar dos inúmeros processos judiciais intentados pela indústria de discos, o tráfego nas redes de partilha de ficheiros ("P2P" - peer-to-peer) continuou a crescer, com cerca de dez milhões de utilizadores a partilharem diariamente ficheiros de música nos tempos que correm. Mas ao mesmo tempo que a tecnologia estava, de facto, por detrás da fuga do cliente, permitiu que os fãs contornassem a caixa registadora, e não só. Ofereceu também uma escolha maciça e sem precedentes no que diz respeito ao que podiam ouvir. Em média, as redes de partilha de ficheiros têm mais música disponível do que qualquer loja. Ao ser-lhes dada essa escolha, os fãs de música aproveitaram-na.» (Anderson, 2007: 34) 27/08/2007 11:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 11/07/2007Mais uma tentativa de cobrar por um podcast«I have seen the future of radio - and its name is Danny Baker. The BBC London presenter, former Radio 1 DJ and one-time saviour of the TV chatshow has his own daily podcast - and hundreds of thousands of people are downloading it, writes John Plunkett. It's called the All Day Breakfast and you can find more about it here. Who needs the BBC or commercial radio when you can stick your own show on the web? No-one. In a conference hall packed with industry executives who rely on talent to pull in the listeners, you can almost taste the fear. No wonder Baker joked on his show that the podcast was the "noose around the neck of radio that would pull it slowly to its death". Baker says he was only joking. The interesting thing is that Baker records his daily podcast while still presenting a show for BBC London. What does the BBC think of it? Baker puts his fingers in his ears and starts humming. I think he means they ignore it. "I have been told as long as you are not charging for it, it's not a problem," said Baker. But the problem is he is going to start charging for it - around £2 a week. 270,000 listeners at £2 a pop? Wow. Big money. It's almost as much as Jonathan Ross gets. "They have said we would have a problem when you start charging for it but that's okay because I'll have a problem when I start charging for it as well - why would I want to go to work?" And it's not only Baker who is going it alone. Paul Myers, chief executive of podcast download company wippit.com, which hosts the All Day Breakfast Show, says Baker is the first of a "long queue of presenters who are leaving traditional radio to go and do their own thing". "The technology is there and the means of distribution is there. Now you can do your own thing, you can do it legally and you can build a fanbase [worldwide]". I can feel the fear building in the room once again, and a whole heap of admiration (sprinkled with envy) for what Baker has done. (...)» fonte: «Radio Festival - live from Cambridge», Guardian Unlimited, 11/07/2007 12:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 09/06/2007Peter Gabriel e o futuro da música: grátis e com publicidade«Parece que a moda pegou. Depois do SpiralFrog e do Qtrax é agora a vez de Peter Gabriel lançar o We7, outro serviço de música online baseado em publicidade que oferece downloads gratuitos de ficheiros MP3 sem DRM (via The Register). Cada faixa irá incluir no início um anúncio com a duração de 10 ou menos segundos, sendo o lucro gerado distribuído entre os artistas. As músicas deverão ter um bit rate de 192 Kbps. Os anunciantes deverão pagar entre 0,30 a 0,60 libras (44 a 88 cêntimos de euro, respectivamente) e o utilizador pode ver-se livre do anúncio depois de entre três a cinco audições - se bem que no site apenas se mencione que existe a possibilidade de remover a mensagem publicitária quatro semanas depois de se ter escutado a faixa pela primeira vez; não se sabe é se se terá que pagar alguma coisa em troca…» fonte: «We7 de Peter Gabriel oferece música com publicidade », Remixtures.com, 01/05/07 09/06/2007 10:40 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 03/04/2007Música na net sem protecção«NEW YORK (Reuters) - Apple and EMI will reveal a ground-breaking deal on Monday for Apple to sell the music label's songs free from copy protection limits, the Wall Street Journal reported on Sunday. The report said music giant EMI plans to sell "significant amounts" of its catalogue without anti-piracy » fonte: «Apple and EMI in copy protection deal», Reuters, Mon Apr 2, 2007 12:56PM BST, Yinka Adegoke 03/04/2007 11:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 21/02/2007Um guia sobre o DRMVárias questões abordadas neste texto («A random guide to DRM»); alguns excertos: «Remember when you used to play deejay with your first radio-cassette player and produce tapes to impress your girlfriend? The music industry does and has expressed concern about the potential for high quality ripping from DAB. Record executives believe it could pose a serious threat to their core business. Most broadcasters address this problem through the desynchronization of the most relevant metadata (i.e. artists' names and song titles). And as all budding teenage deejays know, radio stations still cross-fade songs for the same reason. The music industry has called for more stringent safeguards. » «A survey by Jupiter Research has found that that more than 60 per cent of European music executives believe that abolishing copy control software would make more people buy the tracks. A study published in the Journal of Political Economy suggests that illegal music downloads have had no noticeable effects on the sale of music.» 21/02/2007 04:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 20/01/2007As vendas de música digital continuam a subir«Sales of digitally distributed music rose about 80 percent worldwide in 2006 but failed to make up for falling sales of compact discs, a trade group said Wednesday. The record industry generated nearly $2 billion in revenue from online and mobile device sales last year, up from $1.1 billion in 2005, according to the International Federation of the Phonographic Industry. But the pace of growth slowed from 2005, when digital sales tripled. John Kennedy, chief executive of the group, which is based in London, stuck with a previous forecast that digital sales would make up 25 percent of the industry’s revenue by 2010. But his prediction a year ago that digital sales would cover the decline in CD sales in 2006 fell slightly short. Overall music revenue probably declined by about 3 percent last year, he said. “This is a market combining evolution and revolution, where the learning curve is changing direction on a regular basis,” Mr. Kennedy said» fonte: New York Times online, «Digital Music Up 80% but Shy of Lost Revenue», ERIC PFANNER, January 18, 2007 20/01/2007 02:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 14/01/2007Música digital conta para o top de vendas na GB«A partir de manhã, qualquer canção descarregada legalmente da Internet pode chegar ao primeiro lugar do top britânico de singles. Até agora, apenas canções vendidas fisicamente em CD nas lojas podiam aceder ao top - os downloads estavam incluídos mas até uma semana antes de o CD chegar ao mercado e, sem limite, duas semanas depois de o mesmo CD desaparecer das lojas. Com esta mudança no top britânico, criado há 54 anos, amanhã pode aparecer no primeiro lugar qualquer canção que tenha sido vendida nas lojas ou online. Segundo a empresa Official UK Charts Company (OCC), esta novidade vai reflectir melhor que música estão os britânicos a comprar, o que quer também dizer, segundo a OCC, que canções antigas, canções de artistas desconhecidos ou canções não publicadas em álbuns podem chegar ao top. "Literalmente, qualquer canção pode ser um sucesso - desde que venda o suficiente", diz Steve Redmond, director da OCC. Crazy, de Gnarls Barkley, fez história em 2006, quando se tornou a primeira canção a chegar a número um no Reino Unido graças apenas às vendas digitais.» fonte: «"Downloads" forçam mudanças no top britânico», Público, 6/01/07 14/01/2007 13:58 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 21/10/2006Notícias do mercado digital (Out 06)«Um estudo da Federação Internacional da Indústria Fonográfica diz que, apesar das descidas globais da venda de música, as de formato digital aumentaram 106 por cento no primeiro semestre de 2006. Ao mesmo tempo, as vendas de CD desceram 10 por cento. (…) o estudo traz boas notícias: a loja da Apple vendeu 200 milhões de canções na Europa em Agosto, muito mais dos que os 70 milhões vendidos em Setembro de 2005.»
Fonte: «Mercado digital subiu 106%» Público, JGH, 15/10/06 21/10/2006 12:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 04/09/2006A ameaça não é o download?«(...) um em cada quatro CD vendidos no mundo o ano passado é ilegal. Isso corresponde, diz a FIIF (Federação Internacional da Indústria Fonográfica] a 37 por cento das vendas de 205. O relatório apresentado ontem refere ainda que foram feitos 20 mil milhões de downloads ilegais na Internet em 2005 e que em 30 países a venda de CD ilegais ultrapassou os CD legais. Rússia, Brasil, China, Indonésia, México e Espanha são os mercados mais preocupantes» fonte: «Um em cada quatro CD vendidos em 2005 é ilegal», Publico, 28/7/06 (Cultura) 04/09/2006 09:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 28/07/2006Kazaa legaliza-se e dá uma ajuda ao negócio digital«Serviço P2P anuncia acordo de US$ 100 milhões com indústrias fonográfica e cinematográfica para comercializar conteúdo legal. Em um dramático desfecho para uma batalha legal entre o software de compartilhamento P2P Kazaa e a indústria fonográfica, a Sharman Networks, desenvolvedora do aplicativo, revelou nesta quinta-feira (27/07) que fechou acordos em dois processos que sofria. O acordo põe um fim às batalhas legais nos Estados Unidos e na Austrália iniciadas por grandes gravadoras, incluindo Universal Music, Sony BMG e EMI, em uma tentativa de parar as infrações de patente dentro da rede de compartilhamento Kazaa. As ações legais foram iniciadas contra a Sharman Networks, responsável pelo software.» fonte: IDG Now, Kazaa fecha acordo com indústria fonográfica para se legalizar, Nancy Gohring, 27 de julho de 2006 às 10h28 28/07/2006 19:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 03/07/2006«França aprova lei que obriga iTunes...»«O Senado francês votou favoravelmente uma proposta do Governo que vai forçar os vários distribuidores de música online por download a partilhar entre si os seus sistemas de protecção de copyright, que já havia sido aprovada pelo Parlamento em Março. A Apple, Sony e Microsoft poderão, assim, ser obrigadas a adaptar os seus ficheiros a um modelo "universal", compatível com qualquer leitor de ficheiros digitais. O texto final desta lei deixa espaço para os artistas assinarem separadamente acordos com as diferentes lojas distribuidoras, permitindo-lhes restringir o acesso à sua música aos sistemas em que a quiserem ter para venda ao público. fonte: «França aprova lei que obriga i Tunes a partilhar sistemas de codificação», Nuno Galopim, 2/7/06 03/07/2006 16:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 23/06/2006As lojas de discos passam a ser virtuais?Não demorará muito tempo até que toda a música seja virtual e que os formatos fisicos sejam para revivalismo. Isto significa uma revolução a muitos níveis - por exemplo, o que acontecerá às lojas de discos? A FNAC, em França, já vende downloads. E agora é a Tower Records: «Tower Records will soon deliver a digital download store, according to early information received by Digital Music News. The store is officially slated for launch on Tuesday, though a sneak peek can be found at tower.com/digital. The store will carry a catalog of 1.2 million tracks, all encoded in a higher bitrate of 192 kbps. That edges the compression level of 128 kbps found on competing stores like iTunes, which sometimes draws complaints from audiophiles. And unlike iTunes, Tower Records Digital will be web-based, and optimized for the IE browser. That approach is decidedly low-tech, but will allow Tower to mimic a "standard e-commerce site," according to the company.» fonte: «Tower Records Prepares Digital Download Destination», Digital Music News, 23/6/06 23/06/2006 15:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 21/06/2006Contra o descarregamento ilegal - decisão históricaUm tribunal da Holanda ordenou o encerramento da página Zoekmp3 porque esta publicita páginas onde é possivel fazer descarregamentos ilegais. É a terceira vez que isto acontece: «The decision is the latest judgment against "deep link" sites offering unauthorized links to copyrighted music. Similar websites recently were deemed illegal in Australia and China.» 21/06/2006 17:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 17/06/2006Música ilegal a diminuir; descarregamentos legais aumentam«Nearly a year after the Supreme Court issued a landmark ruling against online music file-sharing services, the CEO of the Recording Industry Association of America says unauthorized song swapping has been "contained." "The problem has not been eliminated," says association CEO Mitch Bainwol. "But we believe digital downloads have emerged into a growing, thriving business, and file-trading is flat." That's an optimistic view from an industry that saw its numbers slide to near oblivion after the launch of the original Napster in 1999. CD sales fell as much as 30%, and the RIAA pressed Congress and the courts for relief against what it said was rampant piracy.» fonte: RIAA chief says illegal song-sharing 'contained', Jefferson Graham, USA TODAY, 12/6/06, http://www.usatoday.com/tech/products/services/2006-06-12-riaa_x.htm?csp=34 17/06/2006 11:01 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 29/05/2006A realidade confusa dos downloads em França«I can download digital songs from one company, but I can't play them on another company's machine? My hard drive with all my music files crashed, and I can't transfer the songs from my handheld into a new computer? Oui and oui again. The legal and technical issues of protecting music copyrights are so complex, Paitre said, that many music lovers "feel stuck in the middle" and eventually are forced into the business of trying to foil the protections on their own.» fonte: «Loading the iPod With Egalitarianism French Bills Have Firms Singing Blues», By John Ward Anderson, Washington Post Foreign Service 29/05/2006 16:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 17/04/2006«Ninguém pode parar o futuro»O Público de hoje conta a história de um artista chamado Danger Mouse (Brian Burton), o primeiro a atingir o top de vendas inglês apenas com descarregamentos na internet. Três excertos: «Se existe uma personalidade que simbolize as transformações da indústria da música esse alguém é o americano Danger Mouse. No início de 2004 resolveu criar um disco que resultaria da junção entre os elementos vocais do The Black Album do rapper americano Jay-Z e partes instrumentais do The White Album dos Beatles. Chamou-lhe The Grey Album, mas quando se preparava para o editar a EMI ameaçou-o com um processo, não só porque estava em causa a obra dos Beatles, mas também porque o braço-de-ferro entre a indústria e todos os que adoptavam formas de criação e difusão diferentes das que pratica estava no auge»; «Se Brian Burton apenas queria que a música chegasse ao público consegui-o. Milhões fizeram-no, transformando The Grey Album no primeiro longa-duração a ser objecto de um movimento de massas na Internet. O sucesso assustou-o - "houve uma altura em que pensei que a minha carreira terminara", dizia nessa altura -, mas afinal o efeito foi outro. O cantor dos Blur e mentor do projecto Gorillaz, Damon Albarn, convidou-o para se juntar a este projecto. São dele as bases instrumentais do último álbum dos Gorillaz, o muito bem sucedido Demon Days» «Lançado pela multinacional Warner, o single Crazy tornou-se no primeiro disco da história a chegar ao primeiro lugar do top inglês, antes de chegar às lojas no formato físico, apenas pelo número de vendas digitais - cerca de 31 mil descarregamentos numa semana. De acordo com os dados revelados ontem pela indústria britânica, Crazy continua a liderar o top pela segunda semana consecutiva. fonte: Vítor Balenciano, Público, «Danger Mousa faz história na era digital», 17/4/06 17/04/2006 14:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 11/04/2006Um top na GB c om vendas físicas e virtuais«O novo álbum de Morrissey, Ringleader Of The Tormentors, foi eleito, este domingo, como o primeiro número um da nova tabela de vendas de álbuns do Reino Unido, contagem híbrida que agora soma os números do mercado físico tradicional com os downloads de álbuns na íntegra através de lojas digitais. Esta nova tabela, que reflecte mais fielmente o comportamento actual de um dos maiores mercados mundiais de música, surge quase um ano depois de semelhante lógica híbrida ter sido aplicada à lista que traduz, semanalmente, as vendas de singles no Reino Unido. fonte: «Álbuns já têm um 'top' misto», DN, Nuno Galopim, 11/4/06 11/04/2006 14:11 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 04/04/2006Inédito: uma música que só existe on-line atingiu o nº 1 do top (GB)via Ponto Media: «The chart landmark comes less than a year after download sales were first counted towards the top 40. Before that, the singles scene looked rather gloomy - sales had dropped from 80 million in the late 1990s to little more than 20 million in 2005. But then came the legal download services, led by Apple's iTunes, which launched in the UK in June 2004. (...) So instead of going to a record shop to hand over £2-4 for their favourite song, fans could instead pay 79p from the comfort of their own homes. (...)More than 26 million songs were downloaded legally in the UK in 2005 - up from virtually zero two years earlier. And downloads now account for about three quarters of all singles sold. (...) A recent rule change means digital sales start counting towards the chart the week before the CD release. But Gnarls Barkley's song was first made available to download on 13 March, meaning there were two extra weeks when thousands of fans were legitimately buying the song - but it was not appearing in the chart». 21/03/2006(ACT) Um ataque ao iTunesExcertos de um artigo muito bem informado de João Pedro Pereira, no Público de hoje («iTunes pode vir a ser ilegal em França», pág. 25): «a França pode tornar-se o primeiro país a forçar a compatibilidade de formatos na área da música digital. De acordo com o Ministério da Cultura francês, o Governo vai ainda tentar que seja posta em prática regulamentação semelhante ao nível europeu» «A loja on-line do iTunes disponibiliza ficheiros que apenas podem ser lidos nos leitores de música digital da popular gama iPod ou em computadores com o software iTunes ou Quicktime instalado. Ambos os programas são da Apple, embora estejam disponíveis gratuitamente, nomeadamente para o sistema operativo Windows, da rival Microsoft. «A proposta de lei vai ainda contra as restrições actuais dos iPod, que não são compatíveis com muitos formatos de música vendidos pela concorrência. A Apple poderá ter que fazer com que os franceses que compraram estes leitores sejam capazes de os usar para ouvir música vendida por outras companhias. 21/03/2006 15:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 01/03/2006A música e as netlabelsExcertos de um artigo (óptimo) do Público de ontem sobre as netlabels (editoras independentes na internet): «Desde a sua criação, em Julho de 2004, a test tube já lançou 36 edições de músicos nacionais e estrangeiros. Há discos que chegam aos 500 downloads ao fim de dois meses on line - números consideráveis no diminuto mercado português. A test tube é uma das netlabels portuguesas, cujo número cresceu entretanto para uma dezena, quase todas surgidas no último ano.» «As netlabels distribuem música em formatos digitais. As edições são semelhantes às de uma editora tradicional, mas estão disponíveis na Internet, regra geral, gratuitamente. Surgiram, a nível mundial, na década de 1990, mas têm raízes na chamada demoscene (equipas de artistas gráficos, programadores informáticos e músicos que competiam entre si). A maior parte destas editoras virtuais lança música electrónica ou experimental, mas há editoras dedicadas a outros géneros.» «Indissociáveis do movimento de mudança na indústria musical imposto pela Internet, estas plataformas vêm colocar questões de direitos de autor, já que, ao contrário de outras formas de obter música na rede, pautam-se pela legalidade, através de licenças como as Creative Commons. Para Fernando Ferreira, da MiMi, existe nas editoras virtuais uma "atitude subversiva", mais do que "política". "As netlabels existem para provar que o universo da música digital não é uma afronta às companhias discográficas e aos seus artistas, mas sim uma forma de expressão por direito próprio, e de liberdade artística", argumenta.» 22/02/2006Formatos de leitura audio: AAC vs MP3É para mim um mistério: o mp3 é o formato mais usado, mas - são muitos os que o dizem - não é o melhor*. Esse será o AAC, que só os iPods lêem. LDA da Creative, Philips, Samsung ou Archoslimitam-se, além do mp3, ao WMA e ao WAV. Em contrapartida, os iPods lêem o WAV mas não o WMA... Da última PC GUia (nº 124, Março 06): "Embora o Mp3 seja ainda o formato de ficheiro mais popula, não é o mais eficaz no que diz respeito à compressão. De facto uma faixa de mp3 pode ter até o dobro do tamanho de uma música que esteja em formato WMA". Os da Samsung lêem o Ogg: "muito semelhante ao MP3, mas gratuito, de fonte aberta e não patenteado". Amazon deve lançar um leitor de mp3 próprio e uma loja de música on-line«A Amazon planeia lançar até ao Verão uma loja de música on-line e o seu próprio leitor de mp3, que vão funcionar em sintonia. O objectivo é concorrer directamente com a Apple. (...) A Amazon - que ficou famosa pela venda on-line de livros, mas que comercializa agora quase todo o tipo de produtos, incluindo CD, DVD e leitores de música - vai assim entrar em concorrência directa com o iTunes, a loja de música da Apple, e com os populares leitores da família iPod, também da Apple, que já conquistaram 67 por cento do mercado norte-americano. Só no ano passado, foram vendidos em todo o mundo cerca de 14 milhões de aparelhos. (João Pedro Pereira , «Amazon deve lançar um leitor de mp3 próprio e uma loja de música on-line», Público, 19/2/06) 22/02/2006 05:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 17/02/2006(ACT) Um bilião de downloads no iTunes... quaseacta a 23/2:06: «Apple has now sold one billion music downloads on its iTunes Music Store, marking a significant milestone for both the company and the digital music industry» 17/02/2006 06:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 12/02/2006As mudanças na indústria discográficaParece(-me) óbvio que as mudanças a acontecer na induústria discográfica importam muito à rádio. O facto dos downloads permitirem uma emancipação de uma música em detrimento de um álbum poderá contribuir para novas necessidades de promoção. As lojas virtuais onde essas compras se fazem serão, simultaneamente, as principais os principais focos de divulgação dessas músicas, e já não a rádio. Ou seja, durante muitas décadas a indústria discográfica usou a rádio para se promover (e esta - inocentemente ou não) deixou usar-se. Não demorará uma década para que isso deixe de acontecer - pelo menos a um nível primordial. O meu raciocínio é este: quando mais a música virtual se desenvolver mais a rádio terá de pensar em alternativas. Estes dados, de um texto recente do Washington Post, não deixam margem para dúvidas: Fonte: "Downloads Make Singles a Hit Again But Popularity of MP3s Has a Flip Side: Fewer Album Sales" (http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/02/07/AR2006020702051.html?referrer=email&referrer=email&referrer=email), By J. Freedom du Lac, Washington Post Staff Writer, Wednesday, February 8, 2006; Page A01 Uma citação: "Las zonas fronterizas entre los consumos radiofónicos y musicales anteriores estaban claros, pero con Internet es imposible ya que tales fronteras desaparecen y emerge una red de búsquedas y de interrelaciones entre lo que antes aparecía por separado. Cada oyente lo vincula a su gusto. Tal vez lo que esté emergiendo sea otra cosa, un nuevo consumo de sonidos musicales y de informaciones sonora que se separan claramente de los modelos tradicionales. Por esta razón no conviene cerrar las limitaciones ni los conceptos hasta que los comportamientos de los usuarios y las implantaciones de tales consumos se definan a su vez. Lo que está claro es que asistimos a renovaciones transcendentales independientemente de que las llamemos de una manera o de otra." (Cebrián Herreros, 2001: 120) 23/01/2006Venda de música pela internet triplicouA venda de musica pela internet triplicou em relação a 2004, atingindo o valor de 1,1 mil milhões de dolares, o que representa 6% do mercado global de musica! (via http://domelhor.net/story.php?id=231)
Mais (via BBC): "Sales of MP3 players in the US rose by 200% last year, according to recent figures, and they are forecast to continue to grow" Ou: "In 2005 sales of CDs dropped 8.7 percent compared to 2004, according to the report" De acordo com o estudo “Digital Music Report 2006”, publicado pela IFPI, os consumidores de música digital efectuaram cerca de 420 milhões de downloads de diferentes títulos, o que é um resultado vinte vezes superior ao obtido dois anos antes. De facto, apesar de em 2003 as vendas do sector da música digital não representarem receitas significativas para as empresas discográficas, em 2005 foram responsáveis por cerca de 6% do total das receitas.
Indicadores do Mercado de Música Digital – Mundo (Milhões)
Fonte: IFPI 23/01/2006 06:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 12/01/2006Jornais aproveitam podcasts para invadir a rádio...O podcasting tanto é uma enorme oportunidade para a rádio como pode ser uma grande ameaça - se a rádio não perceber o que se está a passar. Veja-se o que acontece com vários jornais que oferecem podcasts, "invadindo" assim territórios audio que eram exclusiva competência da rádio: o Guardian tem o mais descarregado dos podcasts britânicos, de Rick Gervais; agora o Sun divulga um alegado podcast com Tony Blair (e digo alegado porque, embora a gravação tenha um feed RSS para haver podcast tem de haver alguma actualização; um programa apenas, sobretudo quando se sabe que não terá continuidade, não dá um podcast), a que cheguei via PontoMedia. Nos EUA vários jornais oferecem podcasts, mas são sobretudo extensões do seu negócio central (uma síntese noticiosa em audio; uma rubrica que tem algum sucesso, sobretudo da área tecnológica), mas o que estamos a assistir é à preocupação dos jornais em criar conteúdos audio para seduzir novos leitores, chamar gente às suas páginas online e, certamente, ganhar dinheiro com isso. A rádio já percebeu?
09/01/2006Partilha (ilegal) de ficheiros menos usadavia Obercom: "Partilha ilegal de Ficheiros cada vez menos praticada". Neste PR ("Illegal Peer-to-Peer Music File Declines after Supreme Court Grokster Decision") uma "Análise das consequências (para partilha ilegal de ficheiros) da aplicação efectiva das leis anti-pirataria". Excerto: "According to The NPD Group, from the time of the Supreme Court decision in June through October 2005, the number of U.S. households that downloaded at least one song from an illegal P2P service declined by 11 percent (from 6.4 million households in June to 5.7 million in October). " 09/01/2006 08:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 02/01/2006Diminuição dos downloads em 2005?"Apesar de um bom início de ano, o mercado da música digital apresentou um crescimento menos sustentado a partir de Maio, com uma diminuição da quantidade de downloads de música." (Obercom) A notícia é esta: "Digital downloads lost heat as year progressed " (By Antony Bruno Fri Dec 16, 8:16 PM ET) Digital downloads got off to a strong start in 2005. More than 155 million tracks were downloaded in the first half of the year, quickly surpassing the 141 million tracks downloaded during all of 2004. According to research firm NPD Group, Apple Computer's iTunes Music Store now sells more music than retailers Tower Records or Borders Books & Music. Digital revenue overall, including ringtones sales and subscription services, now accounts for 5% of label revenue on average, double that of last year. But as the year wore on, the growth of downloads began to slow. In May, about 6.4 million downloads were selling per week; average weekly downloads for the third quarter were only up to 6.6 million, according to Nielsen SoundScan. 02/01/2006 03:52 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 26/12/2005Downloads pagos estão a ser investigadosO Ministério Público dos EUA está a investigar as editoras (e a sua ligação ao iTunes) por suspeitas de concertação de preços (os famos $0.99): "New York Attorney General Puts Microscope on Paid Downloads New York attorney general Eliot Spitzer is now shifting his focus from payola to paid downloads. Most recently, Warner Music Group confirmed a probe into the matter. "As part of an industry-wide investigation concerning pricing of digital music downloads, we received a subpoena from Attorney General Spitzer’s office as disclosed in our public filings. We are cooperating fully with the inquiry," WMG spokesman Will Tanous confirmed to Reuters just before Christmas. Labels EMI, Sony BMG, and Universal Music Group have also reportedly received similar subpoenas. The investigation comes ahead of a licensing renewal with Apple, which had been viewed as an opportunity for labels to raise the 99-cent “sweet spot” download rate."
26/12/2005 04:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. Um caso isolado ou o princípio do...?O Parlamento françês decidiu mudar, à última hora, o rumo de um projecto-lei sobre protecção dos direitos de autor, que visa transpor para aquele ordenamento jurídico a directiva europeia com o mesmo tema, ao introduzir-lhe emendas que legalizarão a cópia ilimitada de ficheiros entre utilizadores individuais, em troca do pagamento de um determinado valor que cobrirá os preços de licença. Tudo aqui: "Projecto-lei do Governo françês prevê partilha ilimitada de ficheiros online", 2005-12-23 16:39:00, Casa dos Bits 26/12/2005 04:19 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 25/12/2005Descarregamentos ilegais aumentam...(via Indústrias Culturais) ... MAS PODEM CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DA MUSICA ONLINE "
25/12/2005 15:59 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 15/12/2005"Urge" vai arrasar no mercado digital de música"A MTV Networks anunciou hoje uma parceria com a Microsoft para desenvolver um serviço de música online que estará disponível no próximo ano. O serviço designado Urge será integrado na próxima versão do Windows Media Player e disponibilizará mais de dois milhões de músicas para download, que serão comercializadas individualmente ou através da assinatura de um pacote. Os utilizadores poderão fazer o download de faixas de CDs para poderem ouvir nos leitores de música portáteis, à excepção do iPod da Apple. Integrado na nova versão do Windows Media Player, o serviço disponibilizará também música online através de rádio e programas da MTV. (...) O Urge não será compatível com os computadores Macintosh da Apple Computer ou com os populares leitores de música digital da empresa, um desafio que o serviço da MTV Networks terá de superar, considera Michael Gartenberg, vice presidente e director de pesquisa para a Jupiter Research ,em Nova Iorque. Isto porque o iPod representa cerca de 75 por cento do mercado de leitores digitais e a Apple Music Store tem concentrado a maioria das atenções dos adeptos do download legal de música. " "MTV e Microsoft estabelecem acordo para criarem serviço de música digital" 15/12/2005 04:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 02/12/2005O Mp3 chega ao carroCom este "Sony Giga Panel Car MP3 Deck" 02/12/2005 08:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 30/11/2005"Fazer download imediatamente de tudo o que tocar na rádio!"Do GavezDois retirei este texto: "A Samsung lançou recentemente no mercado europeu, um dispositivo chamado YH-J70SB (ou SW, dependendo da cor) que, para além de ser leitor de MP3, OGG, WMA, ASF, JPEG e MPG4, tem rádio FM e Line-In. Mas um detalhe fundamental o diferencia dos outros: tem a possibilidade de “encoding”, tanto do FM quanto do Line-in. Isso equivale dizer que, com este dispositivo, ouvir na rádio aquilo que gostamos equivalerá imediatamente a transformação deste conteúdo em ficheiro MP3, bem como de qualquer outra fonte que tenha line-out. Deixando assim de existir a diferença protectora do conteúdo da emissão versus o conteúdo obtido por download. Será o mesmo que fazer download imediatamente de tudo o que tocar na rádio! 30/11/2005 06:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.2 Downloads No hay comentarios. Comentar. 08/11/2005Uma vitória para a indústria digital de música: o Grokster fechou!Como se pode ler na própria página, o Grokster deixou de permitir a partilha ilegal de ficheiros (peer to peer). É mais uma decisão judicial, ganha pelas editoras. A empresa vai passar para o negocio pago de transferência de ficheiros. Mas como diz o Digital Music News, ainda há muito para fazer: “The development is hardly unexpected, and Grokster was likely to face a harsh lower court review. But getting “shut down” is a relative term in the P2P world, as existing clients will continue to exist without any involvement from the company. Even so, the move is mostly unimportant to the P2P file-sharing community, which has largely abandoned the Grokster application. Moving forward, the RIAA is putting the heat on several other P2Ps, including Limewire, eDonkey, and BearShare." Enquanto isso, prossegue o esforço de consolidação do negocio da musica digital: “Starting today, an album of Lennon’s work called Working Class Hero will be available on Rhapsody, Napster, Yahoo and various other stores. Apple will not have the catalog, probably because of a protracted legal dispute with Beatles label Apple Corps.”04/11/2005Ninguém quer ficar de fora no mercado de música digitalAgora é a AOL que se posiciona! 31/10/2005O iTunes vai ter concorrência da Samsung(via Digital Music News) "Samsung Prepares iTunes Music Store Competitor Apple flash memory partner Samsung Electronics now plans to create its own version of the iTunes Music Store. The news is confirmed by The Korea Times, and even comes from the horse’s mouth, company president Choi Gee-sung. “We are now in talks with our partners to debut a service like iTunes,” Gee-sung recently said. “Our number one priority is to help customers use our products with ease.” Gee-sung was speaking to journalists at a recent press call. He described China and Southeast Asia as potentially strong markets for such a service, as iTunes is not yet available in those territories. Despite selling flash memory to Apple, Samsung is big enough to have its own intentions in the digital music market. The company is preparing to release several larger-capacity players, and aims to use its music service to grab 25-30 percent of the global MP3 player market by 2007. Samsung also revealed a new 36-story “digital product” research and development center during the press event, another indication of a very serious initiative ahead. But the timing is interesting: on October 15th, Apple and Samsung were reported to have been discussing a strategic $3.8 billion joint investment in flash memory manufacturing. A threat of regulatory review allegedly ended the talks. (Story by news analyst Jonny Evans)". 28/10/200526/10/2005O novo album de Carlos Santana em exclusivo na internetÉ um exclusivo da Rhapsody. "RealNetworks recently secured a major content exclusive involving Carlos Santana. As part of the deal, brokered with Arista Records, Rhapsody subscribers have been given access to an upcoming Santana album prior to its November 1st release date. The album, titled All That I Am, will also come packaged with an exclusive live performance of the track "Foo Foo". Additionally, RealNetworks will exclusively stream a day-of-release performance by Santana at the Hammerstein Ballroom in New York. All That I Am is the 38th album release from the guitar god, and most of those titles are available on the Rhapsody application. The concert begins at 8pm EST on November 1st, and can be accessed at rhapsody.com/santana. Exclusives have come to define the digital music space, though Santana represents a prized plum. The artist has a massive following that spans multiple age groups, the result of a huge comeback engineered by Clive Davis. Meanwhile, other big exclusives could be ahead for RealNetworks, which now has a large pot of cash following an out-of-court antitrust settlement with Microsoft. Exactly how those funds will be used remains to be seen, though RealNetworks CEO Rob Glaser is likely to use the cash influx to heavily promote the Rhapsody brand." (Digital Music News)
Continuam as duvidas sobre a indústria discográfica digital"... recent report covering Warner Music Group, Morgan Stanley sounded an optimistic tone". Um excerto: «Paid downloads enjoyed a nice growth spurt during the first half of this year, and that has helped to build a more bullish tone among analysts. "We have increased our assumptions for the digital recorded music revenues in 2006 by $30 million to $140-145 million," Morgan Stanley states, while also offering a longer-term projection. "Total digital revenues (recorded music + publishing) should grow from $165 million in 2005 to $750 million in 2010."» 18/10/2005Ainda há quem tenha dúvidas sobre o futuro digital da música"The first half of 2005 was characterized by a large percentage increase in paid music download purchases. Specifically, paid download levels in the US increased by 170 percent when compared to the first half of 2004. But will that be enough to sustain an industry? Analysts at Fulcrum Global Partners LLC recently raised some concerns. "Despite the improvement in digital, the RIAA data indicates that the dollar value of manufacturer shipments (physical and digital units combined) declined about 3 percent," the analysts noted, pointing to a sagging pre-recorded CD sector. "We expect physical music sales to continue to decline as retailers — particularly big box retailers such as Best Buy and Circuit City — scale back floor space devoted to music and/or begin to pressure wholesale pricing, particularly as they are capturing less and less market share from music specialty stores." Clearly CD sales are in trouble, though the larger question is whether digital revenues can eventually replace a declining physical market. The Fulcrum analysts remained bearish on the prospects. "While we are intrigued that consumers who felt music was too expensive or too hard to find are coming back into the music buying population, we are increasingly concerned that the ability to buy individual songs (vs. albums) combined with the ease of theft...will result in digital sales not offsetting physical declines." Meanwhile, the analysis also pointed to softer-than-expected digital sales in the third quarter. The group noted that paid downloads for the most recent quarter are only 12 percent above Q1 sales, and 3 percent above Q2 returns. "We are surprised that weekly digital downloads have not increased rapidly throughout 2005, given how early the industry is within its digital migration," the report states. Currently, physical sales account for 94 percent of overall industry revenues, while rapidly expanding digital sales now account for 6 percent of the pie." (via Digital Music news) 17/10/2005Mais sites ilegais de musica encerrados"P2P music sites closing doors in legal fallout Popular file-sharing site WinMX.com ceased operating and the New York office of another, eDonkey.com, appeared to be closed, in the continuing legal fallout among underworld peer-to-peer music services, industry sources and users said Wednesday. The turmoil among file-sharing networks follows the landmark ruling by the U.S. Supreme Court in June that held anyone who distributes a device used to infringe copyright is liable for the resulting acts of infringement by others. In the wake of the decision, the trade group Recording Industry Association of America last week sent out "cease-and-desist" letters to seven file-sharing groups. A spokeswoman for the RIAA declined to name the targets. (Reuters)" (via Hollywood Reporter) 12/10/2005As estratégias dos portais de música em linha"MySpace Offers Depeche Mode, Elizabethtown Exclusives "MySpace has recently positioned several new exclusives on its ever-growing music property. Typically, MySpace offers streaming exclusives of albums prior to their in-store release dates, exposing the releases to a large and targeted community. That is the game plan for Depeche Mode, which recently began offering an exclusive sneak peek of its upcoming project, Playing the Angel, which will be in-stores October 18th. Straying from that mold a bit, MySpace will also deliver a special podcast from Cameron Crowe, director of the new film Elizabethtown. That follows an exclusive stream of the Elizabethtown soundtrack in September. Other exclusives are also in the offing. Hip-Hop fans now have access to the latest album from Rev Run of Run DMC, ahead of an in-store next week. Accompanying the streaming album will be an interactive video game featuring Rev, along with other content related to the artist. The new slate of previews follows recent exclusives involving Fiona Apple, Franz Ferdinand, Sleater Kinney and Black Rebel Motorcycle Club. MySpace, which was recently purchased by News Corp. for $580 million, now counts a total of 500,000 band pages on its site." (via Digital Music News) 11/10/2005As vendas de downloads"Single track download sales in the UK are now approaching the 25 million mark, moving from 5.7 million units in 2004 to 16.9 million sales already this year. Weekly digital track sales regularly top 500,000, and now account for 60 percent of the overall UK singles market. “Although physical single sales declined by 21.8 percent in the third quarter, single track downloads increased by 288 percent to increase the overall market by 49 percent,” the organization claimed" Digital Music News 10/10/2005A música [não] foi à vidaEste é o título de uma notícia, do suplemento de economia desta semana, do Expresso [edição de 1/10/05]. A notícia dá conta de uma diminuição de venda de CD nas lojas Valentim de Carvalho que, em consequência, se estão a transformar em livrarias, "abandonando definitivamente o conceito de loja de música". Acho esta decisão da VC precipitada. É certo que se assistirá a uma desmaterialização da música, aproveitando suportes virtuais (a música «on line» ou, como li recentemente, em linha). Mas o consumo de música não vai diminuir. Pelo contrário. E é de crer que a pirataria (peer to peer) será mais reduzida com novos sistemas de controlo (de resto sempre houve cópias informais ou domésticas, desde as cassetes). Nem todas as pessoas poderão ou quererão comprar músicas em casa, com recurso ao cartão de crédito (a juventude...). Haverá, portanto, espaço para lojas de venda de músicas, onde posso ir comprar duas ou três. A loja, obviamente, não servirá só para isso, mas é certo para mim que a música não foi à vida. A Valentim de Carvalho anunciará, daqui a alguns anos, a reconversão do espaço. 07/10/2005pela primeira vez uma musica vende um milhãoGwen Stefani Track Crosses One Million Downloads October 4, 2005 Digital music has achieved its first million-selling single track — Gwen Stefani's“Hollaback Girl”. Taken from her debut album, titled Love. Angel. Music. Baby., the track has achieved over one million download sales since its debut last year. Sales of the track are currently running at about 15,000 per week, spurred by a highly accessible and catchy musical approach. UK music magazine NME last year described the album as “one of the most frivolously brilliant slabs of shiny retro-pop anyone's had the chuzpah to release all year.” The single has been selling through digital outlets like iTunes, MSN, Napster, Rhapsody, Wal-Mart, MusicMatch, and Sony Connect. Other formats are also selling well. The track is ready to cross the million-mark in master ringtone sales, a growing market for labels. Reflecting CD sales only, "Hollaback Girl" hit number one on the US Billboard Pop chart and crossed into the top ten on the R&B/Hip-Hop charts. The album is now a certified triple platinum release. "Gwen is one of the most forward-thinking and innovative artists in music today. That she would make history with digital downloads just emphasizes her role as a leader in so many ways for a new generation and for music,” said Interscope Geffen A&M chairman Jimmy Iovine. “The music industry is changing and this is a major sign that digital downloading has reached the mass market and become a very significant business." Story by news analyst Jonny Evans. 06/10/2005A venda de discos continua em quedaAlbum Sales Continue to Drop, Yearly Gap Widens (via Digital Music News) US album sales have been steadily losing steam this year, but now the situation appears to be worsening. Most recently, weekly sales hits 9.96 million units, a dip of nearly 5 percent compared to the same week in 2004. Performance drops like those are now commonplace, though overall yearly sales levels are now starting to become a serious issue. Cumulative sales this year recently hit 415 million, a gap of about 10.5 percent below similar figures in 2004. The yearly deficit now stands at nearly 50 million albums, which offers a big challenge for the fourth quarter sales window. Chart-toppers for the most recent period included Gretchen Wilson, Sheryl Crow, Three 6 Mafia, Toni Braxton, Kanye West, and Sean Paul. Now, the glare is focused on the all-important 2005 result. Most recently, the RIAA released figures for the first six months of this year, which indicated that retail shipments had dipped 5.8 percent on volume of 326.1 million units. That is a disappointing result, and raises big questions about the long-term health of the physical sector. Globally, the picture has been somewhat similar. In a sales tally produced over the weekend, international trade group IFPI reported that physical product had dipped 6.6 percent over the same period. But digital sales tripled for the period, though so far physical sales represent a large majority of overall earnings. 04/10/2005O declínio dos formatos físicos"A decline in physical formats is being slowly offset by an increase in digital sales, according to global music industry trade group IFPI. Sales of physical product dipped 1.9 percent to $13.2 billion worldwide during the first six months of 2005, per the recently published figures. But the digital story is starting to show some traction, moving to $790 million during the period, a sizeable jump from $220 million over the same window in 2004. Meanwhile, digital sales now account for 6 percent of the overall pie." O resto aqui. A importância dos downloadsStudy Shows Need for On-air, Online Integration New York - Sep 21, 2005 - A Mediaspan study of nearly 35,000 radio listeners across all formats in major U.S. markets shows that local radio could grow its relationship with audiences if they further integrate their on-air and online programming and promotions. The results of the study show that more than a quarter (26 percent) of 18 to 29 year olds download ringtones monthly. Also, overall 11 percent of all respondents say they download podcasts on a monthly basis, 13 percent say they would use a radio station website to download podcasts if they were available. These two downloads are the only two music and radio-related categories where respondents' likelihood to use and download increases over current monthly use if new content is available. The study also found 28 percent of 18-29 year olds say they download music monthly. Only 14 percent say they are purchasing MP3 or electronic music files online on a monthly basis. Most likely file sharing makes up for the activity gap. The study also confirmed that listeners access radio station across multiple platforms with 40 percent of 18-29 year olds (vs. 28 percent of those 30 or older) listening to streaming music from radio station weekly. "This was a massive study that shows pretty clearly that while radio is still a primary medium for most consumers, other new media forms are changing the way that users, especially younger audiences, relate to radio," says Mark Zagorski, CMO of study sponsor Mediaspan. 28/09/2005A rádio musical, industria e a tecnologiaOs downloads e a musica digital são uma das maiores ameaças à rádio tal como a conhecemos. A partir do momento em que se banalizar o acesso à música digital (que passa também pelo fim do CD), existirão milhões de leitores de mp3 (até em telemóveis) que serão concorrentes da rádio musical - por outras palavras, deixo de precisar da rádio para ouvir música. Um recente artigo no suplemento Actual do Expresso (17/9/05) fala na tentativa da União Europeia de criar uma licença pan-europeia para a música on line: quem quiser operar um site de downloads deixa de lidar com a sociedade de autores do seu país e trata com outra entidade. Algumas ideias do autor: "A indústria musical só começará a recuperar terreno quando baixar o preço dos CD - ou seja, quando deixar de ser compensador o trabalho de "queimar" (isto é gravar) CD no computador", escreve LM Faria (pág. 16). A revolução na música digital (do mercado da música em linha) está a ser atrasada pelo esforço das companhias emk bloquear na justiça sites de partilha de ficheiros. Os processos contra o Gorkster ou mesmo o Kazaa vão atrasar a evolução técnica pelo menos 10 anos. A indústria do futuro é a indústria da música na internet. ACTUALIZADO a 10/10/05: "Pan-European Licensing Process Moves Closer to Reality The European Commission (EC) will next week recommend a pan-European licensing model for online music distribution, but it is leaving the implementation to local governments and agencies. In a speech at the Creative Economy Conference in London on Friday, EC director Jacqueline Minor recommended the new proposals. She called the current system “nineteenth century,” irrelevant to the borderless 21st century internet, while stressing the need for the pan-European approach. “It is based on the premise that territory-by-territory management of copyright clearance is too cumbersome and too costly,” Minor said. “It is not efficient for content users and it does not serve the interests of right-holders who want their content disseminated as widely as possible. In a territory-by-territory model, the weakest link in the chain will hold up the quick and effective roll-out of their latest creative content.” The Commission’s recommendations will soon be dispatched to member states and relevant groups. The progress was welcomed by many, though critics feel that a low-powered "recommendation" does not offer enough backbone. Wes Himes, director of the European Digital Media Association, an industry group whose members include Apple, Amazon, RealNetworks and others, questioned the approach. “We felt that there should be a competitive mechanism by which pan-European companies can obtain pan-European licenses for online exploitation,” Himes stated. “This doesn't achieve this. It only exerts a small pressure on member states to do so." Himes blames national rights management authorities for lobbying to have Europe’s proposals “watered-down”. In July, a release from UK rights management body MCPS-PRS Alliance typified the trend to protect local agency decision-making power. “There will ultimately be consolidation and streamlining of the licensing activities of the collecting societies in Europe, and we are supportive of this providing it leads to the value of our members’ rights being maximized,” the organization stated. Story by news analyst Jonny Evans." 27/08/2005A FNAC entra no mercado dos downloadsChama-se Fnacmusice é uma loja de música virtual. Como as outras? Provavelmente sim, embora haja sinais de que o toque Fnac está lá. Ou seja - e é uma das virtualidades da internet aliada às capacidades da música digital - junta a agilidade de vender alguns temas de um novo disco de um grupo a inéditos - que dificilmente poderiam ser editados. É o caso do novo disco dos dEUS. Duas certezas para um filho meu: ser jogador de futebol e músico. Profissões de futuro! 04/08/2005Muda a forma como se ouve música"Hear All About It! "From vinyl to CD, from CD to MP3, music listeners are once again changing the way they buy, store, share and listen to music. Few industries have had to adapt so quickly and so frequently to technological change as the music industry has over the past 20 years, but the latest change is perhaps the biggest transformation yet. "Widespread broadband adoption combined with the digitization of music and the emergence of portable digital music players is fundamentally changing the music industry," said Ben Macklin, Senior Analyst at eMarketer and author of eMarketer's new report, Online Music: Downloads, Streaming, Radio, Mobile. "While the Kazaas and the Groksters and eDonkeys of the world will continue to be the underground nemeses of copyright holders, legitimate online music services such as iTunes, Napster, Rhapsody and others are competing with P2P networks, and an increasing percentage of all music sales are being conducted online." Published: July 14, 2005 02/08/200510 milhões de downloads legais este ano na GBA propósito destes dois textosrecentes, um dado muito relevante: mais de dez milhões de musicas foram vendidas legalmente na GB só este ano. 10 milhões! Não admira que o presidente da industria fonográfica britânica esteja eufórico: "The BPI have announced that more than 10 million downloads have been sold this year. In a sign that music fans in the UK are embracing legal download services, the figure is almost twice that of the whole of last year, when 5.7 million were sold in 12 months. BPI Chairman Peter Jamieson said: “The record industry has enthusiastically embraced the new legal download services since their emergence in the mainstream little more than a year ago and now we’re beginning to reap the rewards. The battle against illegal filesharing will continue, but we are delighted to have hit this milestone so soon"." (via NME)" e, nos Estados Unidos, os downloads pagos triplicaram no primeiro semestre deste ano. A informação é da Nielson SoundScan (via Obercom) 01/08/2005A explosão da música digital depende dos sites ilegais"Um estudo realizado pela Qpass a 100 sites de conteúdos de música nos Estados Unidos da América e na Europa revela que um terço dos sites são pouco seguros, permitindo que os utilizadores façam gratuitamente downloads de música não autorizada como se fossem toques de telemóveis " (Obercom). Por que é que isto é importante para o âmbito deste trabalho? A rádio, pelo menos em Portugal, está muito dependente da indústria discográfica e da música em geral. Os ouvintes, pelo seu lado, dependem da rádio para conhecer a música de que gostam. Mas e se os ouvintes tiverem alternativas, se já não precisarem da rádio para ouvir música, ainda por cima com ganhos? É aqui que entra a música digital. Ou seja, quanto mais a música digital crescer mais a rádio está a ameaçada (pelo menos, tal como a conhecemos por cá). E o crescimento depende - goste-se ou não - da existência de sites piratas... Potencial de crescimentoA dúvida, nesta altura, é se o mercado de música digital se vai conseguir afirmar a ponto de conseguir desmaterizalizar a indústria discográfica. Se isso acontecer, se daqui a 10 anos os downloads tiverem substituido os CD, então isso vai ter fortes implicações ao nível dos consumos/indústria de rádio. E os sinais mais recentes dão um sinal de crescimento para a música digital: Obercom: "Segundo um estudo da IDC, o segmento de mercado wireless de downloads de música gerará receitas de 1,2 mil milhões de dólares e contará com 50 milhões de subscritores em 2009." 12/07/2005A música digital legal na EuropaNo DN de hoje: "Este ano foram já vendidos 159 milhões de downloads legais de música em todo o mundo, o triplo dos seis primeiros meses de 2004 (ver caixa). Seguindo um padrão de explosiva adesão popular que se verificou já nos Estados Unidos, também na Europa as vendas de música por download crescem exponen- cialmente. O reconhecimento deste comportamento positivo face ao mercado da música gravada em diversos países europeus está, entretanto, a levar a Comissão Europeia (CE) a encontrar um patamar de entendimento entre os 25 estados membros, com vista a uma agilização dos protocolos de licenciamento de música digital, promovendo uma mais fácil e eficaz competição com os serviços de vendas online americanos. O comissário para o Mercado Interno da UE, Charlie McCreevy, defende que a inexistência de licenciamentos pan-europeus tem dificultado a implantação e expansão de alguns serviços de venda online no velho continente. "Por isso estamos a propor a criação de um protocolo de licenciamento de direitos de autor à escala europeia", declarou à BBC. No presente, as lojas online têm de enfrenter um moroso e dispendioso processo de licenciamentos para assegurar cumprimento de direitos de autor em cada um dos 25 estados membros da UE. Estas despesas e processos têm dificultado a expansão do mercado de música digital na Europa. Eduardo Simões, da Associação Fonográfica Portuguesa, explicou ao DN que acredita que esta ideia da CE "é bem intencionada e se vier no sentido de respeitar todas as partes envolvidas é perfeito", mas se for "pretexto para diminuir garantias de títulos já consagradas não poderá atingir esse objectivo". Seis meses em crescimento O relatório da Nielsen sobre o primeiro semestre de 2005 revela que foram vendidos globalmente 159 milhões de downloads, ultrapassando assim os 140 milhões de todo o ano 2004. Mesmo não tendo o crescimento correspondido aos valores esperados, as vendas online representam já seis por cento do mercado total de música gravada. O relatório exibe ainda um crescimento de vendas na Europa. Só em Inglaterra, as vendas de downloads nos primeiros seis meses deste ano atingiram a marca dos dez milhões, valor que representa quase o dobro do total de 2004 (5,7 milhões, segundo o relatório anual da British Phonographic Industry)." Tudo sobre as redes peer to peerJá foge um pouco ao âmbito deste trabalho, mas este estudo (divulgado pelo Obercom) parece ser muito completo: "As tecnologias Peer-to-Peer são definidas como uma estrutura de comunicação em que os indivíduos interagem directamente uns com os outros, sem a necessidade de ligação a um servidor central, segundo o relatório Digital Broadband Content: Music, da Organização de Cooperação e do Desenvolvimento Económico (OCDE)." Aqui. 11/07/2005Mais da música digital (i)legalUma dos últimos textos desta página é sobre a força que os espaços de música legal, em detrimento da música ilegal. Junto mais um contributo: O último suplemento Computadores do Público desenvolve uma recente sentença do Supremo Tribunal de Justiça dos EUA contra o site Grokster, por encorajar as pessoas a fazerem descarregamentos ilegais de filmes e de música, violando direitos de autor. Um excerto: “A decisão do Supremo Tribunal dos EUA no caso da rede Grokster - considerando que a sua actividade viola a legislação vigente em matéria de direitos de autor - poderá abrir novos precedentes na responsabilização das redes "peer-to-peer" sobre os conteúdos partilhados entre os utilizadores.Depois da condenação e encerramento forçado do Napster - que ditou a completa reformulação deste serviço de música "on-line", pioneiro e o maior até então -, a decisão do Supremo Tribunal dos EUA, comunicada na passada semana, é a primeira sentença judicial de relevo que atribui responsabilidade às redes "peer-to-peer" (P2P) sobre os conteúdos que os utilizadores partilham. A posição de Supremo Tribunal foi registada no caso MGM contra Grokster mas o seu impacto poderá afectar outros serviços, temendo-se até que venha a prejudicar as vendas de dispositivos, como os leitores de média. Ao contrário do Napster - cujos conteúdos eram geridos centralmente -, o Grokster e o Morpheus apenas estabelecem a ligação entre os internautas, que detêm os ficheiros de música e vídeo nos seus próprios computadores. Esta diferença havia, até agora, mantido estes serviços relativamente salvaguardados de processos judiciais, já que a indústria discográfica se via limitada a dirigir os processos contra os utilizadores. Ora os utilizadores são mais difíceis de encontrar e os processos contra eles têm menor impacto global, servindo de pouco mais do que de campanha de "moralização". A presente decisão do Supremo Tribunal norte-americano é, porém, esmagadora, tendo-se registado um voto unânime a favor da condenação do Grokster. Os nove juízes determinaram que os serviços de P2P encorajam as pessoas a fazerem o "download" ilegal de filmes e de músicas, violando direitos de autor. "Consideramos que quem distribui um dispositivo com o objectivo de promover a sua utilização para violação de direito de autor, seja demonstrado por expressões claras ou outros meios que permitam essa infracção, é responsável pelos actos resultantes dessa infracção", escreveu o juiz David Souter no veredicto do tribunal. Os juízes do Supremo Tribunal dos EUA reverteram, assim, decisões anteriores tomadas em tribunais inferiores, que tinham considerado não serem as redes P2P responsáveis pelas acções ilegais dos seus utilizadores. A decisão agora adoptada considera que o Grokster não fez qualquer esforço para impedir a troca ilegal de conteúdos e que se autopromove como uma alternativa ao Napster (já anteriormente condenado), para além de garantir as suas receitas através da venda de publicidade, potenciada pelo elevado nível de utilização da sua rede. Esta tomada de posição foi contestada por muitos responsáveis de empresas que operam na Internet, como Jim Pickrell, presidente da Brand X Internet, empresa com sede em Santa Monica, na Califórnia (EUA). Segundo Pickrell, em declarações à agência AP, decisões judiciais como a da passada semana trarão graves prejuízos à sua pequena empresa e a serviços de partilha como o da Grokster Inc e o da StreamCast Networks Inc.", pois vêm "desencorajar empreendedores de tomarem iniciativas e de criarem produtos que concorram directamente com os grandes conglomerados das telecomunicações" e as indústrias cinematográfica e discográfica, de certo modo simbolizadas por Hollywood. “ Por que é que isto é importante, nomeadamente para os objectivos centrais deste estudo? Quanto mais as redes ilegais fraquejarem, mais a música legal ganha força. Quanto mais música legal houver mais se desenvolve o mercado da música digital, mais baratos serão os descarregamentos, mais e melhor oferta haverá. E quando a música digital for realmente uma alternativa irá rivalizar com a rádio! (com perda para a rádio, acho) 08/07/2005A música (digital) será mais barata e acessívelJá aqui tinha falado no número de Julho da revista Mega Ideia, mas não sobre o mais importante: um dossier sobre música digital. Algumas ideias soltas: - Ao contrário do que se especulava há uns anos (com a gravação de cassetes e depois de CD), agora é a indústria da música que está a tranalhar com os fabricantes de computadores para ouvir música; - O negócio digital vai banalizar um novo hábito: cada um fará os seus próprios álbuns e/ou compilações; - A lógica da música ilegal (assente nas redes de partilha ilegal de ficheiros)está a passar de hábito: os custos/preços actuais são baixos, a qualidade alta; - Faz falta um padrão (standart) para a leitura de ficheiros digitais de música (a Apple tem o seu, AAC, o MP3 é mais popular, mas o WMA também tem os seus seguidores); Uma nota pessoal: sem CD, deixará de haver discotecas! Isto é, banalizando-se (cinco anos?) a compra de música na internet, as editoras deixarão de editar CD como até agora. A música ficará mais barata (há menos custos), mas se eu tivesse uma loja de venda de discos pensava duas vezes. Ou então serão locais onde posso ir comprar meia dúzia de músicas, levando o meu LDM (será que acabei de sugerir um bom negócio????), e beber uma cerveja... 21/06/2005A música digital nos EUA não é só o iTunes"If you're finally getting into digital tunes with a portable player and songs downloaded from an online music store, your path seems clear, right? You'll go buy one of Apple Computer's popular iPods and then hit its market-leading iTunes Music Store - correct? Think again. At least, several pretenders to Apple's digital-music throne want you to reconsider." Um texto muito interessante (via Obercom), aqui. O mistério KazaaAustralian Industry Points to True Kazaa Owner (fonte) June 1, 2005 Just who controls Kazaa-owner Sharman Networks? The company is a shadowy one, with off-shore ownership and secretive practices the norm. That has prompted the Australian recording industry to heavily monitor the company, including intense surveillance of the residence of Sharman CEO Nikki Hemming. The surveillance has been conducted by Music Industry Piracy Investigations (MIPI), the enforcement arm of the Australian Recording Industry Association (ARIA). Now, MIPI representative Michael Speck has pegged Hemming herself as the true controller of the various Sharman properties, with Altnet CEO Kevin Bermeister believed to control the actual Kazaa application. That information came out as part of an ongoing legal battle between Australian major labels and the massive P2P application, with deliberations resuming June 8th. The surveillance has not been limited to just Hemming, with other locations also falling under the MIPI eye. That is part of a continued effort to clearly define the enemy, and determine just what level of control Sharman has over the FastTrack file-sharing network. While Hemming and others have continuously maintained that they have no control over the network, major labels have asserted otherwise. Now, Hemming may have to take the stand, with the CEO potentially shedding light on a mysterious and complicated ownership structure. 14/06/2005Uma outra forma de negócioOs downloads fazem-se sobretudo pela compra de música em armazéns virtuais, como o iTunes (a empresa da Apple tem o seu milhão e meio de músicas prontas a serem compradas), mas ainda prevalece uma forma alternativa de negócio, aquilo que é vulgarmente designado por peer to peer (e que não tem tradução em português). Neste serviço, quem vende as músicas apenas estabelece a ligação entre dois pontos (peers), um que tem a música e outro que a quer receber. Obviamente que é por aqui que a piratice prevalece, com empresas como a Kazaa ou a LimeWire a serem alvo de processos judiciais. A Napster já era. Ora acaba de ser lançado um serviço, por um antigo fundador da Napster, que pretende viabilizar o peer to peer mas de uma forma legal (chamam-lhe "end-to-end solution"). Chama-se Snocap e permite ter disponíveis catálogos com milhões de músicas, assim as editoras os digitalizem (sendo que, de acordo com esta notícia da Reuters, três das quatro "majors" da indústria muscal já aderiram (a Universal, a Sony BMG e a EMI; falta apenas a Warner. Algumas independentes, como a TVT ou a Rykodisc, também). Mais oferecerem-se para introduzir moralidade no sistema, com um sistema, baseado em impressão digital, que bloqueia as músicas piratas. Mas não são um serviço comercial, apenas um serviço de licenciamento legal. O CD vai acabarA revista Visão volta a um dos seus temas preferidos, pelo menos nos últimos tempos: o negócio da música, os downloads e - anunciam - o fim dos CD. Algumas ideias do texto de Pedro Dias de Almeida, "A Industria Titanic?" (págs 137-148): - A Transformadores, uma agência e promotora de espectáculos, vai criar na internet um sítio com a capacidade do iTunes, em que vai colocar catálogos de editoras independentes de todo o mundo; - Alexandre Cortez, da editora: "Com o tempo, as edições digitais vão aumentar cada vez mais. O futuro da indústria está no negócio dos downloads"; - David Ferreira, da EMI: "Durante muitos anos, o futuro vai passar pela coexistência entre os suportes físicos e as vendas de música on line, estas ganhando sempre um papel cada vez maior. O problema é que estas só crescerão significativamente quando acabar a impunidade dos downloads ilegais, o que torna indispensável uma acção determinada das autoridades"; - Valdjiu, dos Blasted Mechanism, fala numa "média de 200 mil downloads semanais dos [seus] temas"; - o CD, na opinão de Inês Pereira, produtora do grupo The Temple: "Com o tempo, o CD tende a tornar-se uma peça de colecção, como são hoje os discos de vinil"; - "O próprio conceito de álbum, ou disco, pode desaparecer, quando o principal veículo de distribuição for o espaço digital, etéreo e sem fronteiras. Nada obrigará os artistas a fazerem 12 canções de uma vez ou a ocuparem os cerca de 80 minutos de um CD"; 06/06/2005Hábitos de consumo de música digital"Uma das principais conclusões do inquérito aplicado aos utilizadores de Internet é que 69% dos europeus inquiridos usam os seus computadores como meio para consumir música digital, sendo que 34% o faz frequentemente, sendo evidente o predomínio dos utilizadores mais jovens. No que respeita às práticas de consumo de música digital adoptadas pelos inquiridos, a principal referência enquanto fonte de conteúdos não é a Internet, mas sim os CD's propriedade dos próprios inquiridos, sendo que as lojas on-line ainda não têm ainda relevância significativa enquanto fonte de conteúdos musicais. Apenas 29% dos inquiridos obtêem música digital em lojas on-line e apenas 9% o faz frequentemente. (...) entre as opções, comprar uma música por 50 cêntimos que apenas possa fazer uma cópia ou comprar uma música por um euro que possa fazer com ela o que quiser, 63% dos inquiridos preferem a segunda opção. (obercom) O estudo aqui. A música. Qual música? Ah, a música...Em complemento ao texto que dava conta do facto histórico de, pela primeira vez, um toque de telemóvel ter chegado ao primeiro lugar do top de músicas mais vendidas na Grã-Bretanha (aqui), deixo ficar um endereço onde arquivei a referida música. Para a posteridade! 31/05/2005Mais um serviço de downloads30/05/2005Um toque de telemóvel lidera lista de musicas mais vendidas!"Mobile tune makes history (...) This milestone may make little sense to anyone who has never downloaded a ring tone, but with children as young as 10 years old personalizing the sound of their cellphones, it is a sign that digital music in all forms has become a major entertainment medium for the under-30 set." 23/05/2005Uma forma de combater a pirataria?No Reino Unido, como forma de combater a pirataria, a comunidade dos negócios da música está alcançar acordo sobre a “iPod tax”, uma cobrança de direito de autor que será adicionada ao preço de cada leitor de música digital, revertendo as receitas para os autores das obras. (dica Obercom). Ou também aqui. 15/05/2005O mercado da música digital no JapãoSegundo um relatório divulgado pelo Nomura Research Institute, as receitas das vendas de musica por download, no Japão, deverão aumentar de 76,5 m de dólares, em 2004, para 841,1m de dólares, em 2008 (via Obercom). "An increasing number of companies are entering the potentially lucrative market for online music download services, tipped by some to expand more than 10-fold in five years. According to Nomura Research Institute, improved telecommunications infrastructure will help online music sales in Japan surge to 88 billion yen in fiscal 2009 from 8 billion yen in fiscal 2004." A notícia aqui. 13/05/2005Vendas de discos continuam a cair (França)As vendas de discos em França (Les Ventes de Disques 2005 - 1° trimestre): o Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP) publicou o primeiro relatório de 2005, referente aos valores de vendas no mercado discográfico francês. Segundo aquele relatório, verificou-se em 2004 uma diminuição do mercado em 14,3%, valor semelhante ao registado em 2003. Em dois anos, o mercado discográfico francês perdeu 27% em valor, o que representa 350 milhões de euros (Obercom) 12/05/2005Acções da Warner Music caemcom as preocupações provocadas pela musica online. A notícia da Reuters aqui. 11/05/2005O negócio alarga-se...Agora é a Yahoo que lança um serviço concorrente do iTunes e similares. A Yahoo promete, para já numa versão experimental, e por $4.99/mês se a assinatura for anual, um catálogo com mais de um milhão de canções. A Apple, obviamente reage: melhorando o serviço e alargando o iTunes a outros países. 02/05/2005Sobre as redes (piratas) «peer to peer»Mais de metade dos internautas espanhois usa as redes P2P para troca de ficheiros, diz este estudo. Mas como provavelmente quase todos esses ficheiros são ilegais, e a indústria discográfica está preocupada, apareceu uma solução que garante acabar os peer to peer. Aqui. Por isso não admira que o consumidor se sinta frustrado com as restrições - reacções curiosas... (Aqui é possível traçar um perfil do "pirata digital".) Certo é que, com ou sem piratas, há expectativas gordas para o crescimento do mercado de música digital: "mais 134 por cento este ano, atingindo os €780 milhões" (informação via Obercom). 26/04/20052004: o ano da "revolução" digital na músicaTexto fundamental do obrigatório Obercom: "O ano de 2004 ficará na história da música, como o ano da "revolução" digital. Ao nível do consumo de música digital verificaram-se mais de 200 milhões de downloads autorizados nos Estados Unidos e na Europa. Por outro lado, registaram-se 870 milhões de downloads não autorizados. Segundo a IFPI, embora os números da pirataria sejam alarmantes, houve uma quebra de cerca de 30 milhões de dowloads não autorizados em relação a 2003, enquanto que o número de downloads autorizados decuplicou no mesmo período." Tudo aqui. Com esta actualização: "As vendas de música digital cresceram exponencialmente em 2004 com o número de serviços de música on-line a aumentar cada vez mais. Actualmente existem cerca de 230 serviços disponíveis, dos quais 150 na Europa. Os catálogos de oferta musical on-line também aumentaram, com os maiores catálogos a contar mais de um milhão de temas musicais, segundo os dados da International Federation of Phonographic Industry (IFPI) publicados no estudo The recording industry World Sales 2005 (estudo pago)". 19/04/2005"Top britânico de singles passou a incluir downloads""Pela primeira vez , o «top» britânico de «singles» passou a incluir os ficheiros de música adquiridos na Internet ao lado dos CD vendidos nas lojas (...). O top de «downloads», elaborado pela Official UK Charts Company, começaram a ser feitos em Setembro do ano passado, contabilizando os «downloads» legais de mais de 20 «sites», incluindo o «iTunes» e o «Napster» (...). «É um dia histórico para a indústria da música britânica», disse ontem o presidente da Associação da Indústria Fonográfica Britânica (BPI), Peter Jamieson (...)" (in Público de hoje) O mercado dos "singles"Quando eu era pequeno, um “single” era um disco mais pequeno, geralmente com apenas duas músicas (uma de cada lado do vinil). Antes do “LP” sair, as editoras lançavam um tema para tocar nas rádios, que também era comercializado. Com a chegada dos CD, os “singles” perderam (algum) sentido. Mas a música “on line” está a recuperá-los, ainda que com outro sentido: há cada vez mais grupos/músicos a lançar apenas um ou dois temas, em vez de se preocuparem em gravar dez ou 12 músicas para um “disco grande”. Com as vendas e “downloads”, é possível comprar as músicas que se quer, sem ter que “levar” com o disco todo – a quantos de nós não aconteceu ter de comprar um disco só por causa “daquela” música e ficar desiludido com as restantes (o inverso também – mas nesse caso, será sempre possível comprar todas as músicas que existirem). Os tempos estão a mudar...Reconheço que esta realidade é nova para mim e que, portanto, estou à descoberta. Mas nem por isso deixo de partilhar com os eventuais interessados esta realidade espantosa: Bruce Sringsteen tem um disco novo que sai a 26 deste mês. Mas vários temas já estão na internet. Alguns, como o tema-título, podem ser comprados no i-tunes. Mas outros estão complemente acessíveis. Aqui, por exemplo*. No caso de BS o disco fará sentido (coleccionadores, fãs, uma longa carreira), mas na lógica do (novo) mercado dos singles, as coisas estão realmente a mudar - não será muito difícil registar esses temas no computador! * Dos três temas, Devils and Dust tem uma gravação por cima (de 30 em 30 segundos) a dizer "AOL music; first listen"; os outros estão livres... 18/04/2005Comprar música na internet"(...) segundo um estudo da Ipsos-Insight, os serviços de subscrição de música digital tem uma forte competição por parte das redes Peer-to-Peer e dos serviços pay-per-download. Dos 743 internautas norte-americanos que fazem downloads inquiridos pela Ipsos-Insight, 24% afirma que prefere comprar músicas individualmente e apenas 5% prefere serviços de subscrição" (via Obercom). Aqui uma notícia sobre. E aqui o "press release" oficial Pagar para ouvir músicaHá quem defenda que a música continuará a desempenhar o seu papel na rádio porque não se paga, independentemente do "segundo choque" tecnológico. Não concordo. Ou, pelo menos, desconfio: se os jovens britânicos gastam €220m (£150m) em toques de telemóveis e downloads de músicas via telemóvel, por que é não gastarão também em downloads para os seus ipods? («Young people in the UK will spend €220m (£150m) on ring-tones, ring-back tunes and downloading full songs directly onto their mobile phones, according to new research conducted by UK marketing consultancy Mobile Youth. With CD single sales still in decline, the consultancy argues that the ring-tone is set to become the number one marketing tool for record companies and artists to launch the CD album. As a result, the analysts believe that in future the playback of music on mobile phones will have a significant influence on how music is developed and marketed. The UK teenager spends on average €38 (£26) a year on music for their mobile phone, the group has also found.», UK youngsters increasing spend on mobile music DM News Europe, 06/04/2005 (Origem) "A Indústria Fonográfica Britânica publica relatório do primeiro trimestre de 2005 (BPI release 2005’s first quarterly review): o principal destaque do relatório vai para a entrada dos downloads na tabela de vendas de singles, o que, perante os primeiros resultados, parece representar uma nova “idade de ouro” para o mercado de singles, segundo os especialistas da indústria fonográfica britânica (BPI). No primeiro trimestre, as vendas de música digital registaram 300 mil downloads por semana, o que veio revolucionar as vendas, que há um ano atrás não atingiam os 20 mil downloads por semana." (Obercom) Tudo aqui. |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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