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Se muestran los artículos pertenecientes al tema 1.0 Introdução. 10/05/2008(intro) Estudos feitos onlineMuitos dos estudos citados neste trabalho são realizados online, pelo que a amostra fica enviezada 10/05/2008 17:14 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A tendência para a música ser grátis (e a rádio...)(intro - os desafios que se colocam à rádio musical) Notícias como esta («Universal to allow free music downloads») podem querer significar duas coisas - que se trata de uma experiencia (e, por exemplo, uma moda) ou que a música tendencialmente será grátis. E legal. A rádio musical é a mais atingida por esta situação: que lugará estará reservado para a rádio musical quando todos estivermos em rede (ligados) e encontrarmos toda a música de que gostamos (incluindo a nova, que não conhecemos...) na rede (com uma infinidade de recursos, como listas personalizadas, e «transportáveis/embedded»)? 10/05/2008 09:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 09/05/2008Não haverá reposição de novos ouvintes (questão)09/05/2008 12:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 03/05/2008Objectivos - ajudar a perceber o papel da net na rádioUm objectivo indirecto deste trabalho é ajudar a perceber qual é afinal - se é que é possivel chegar desde já a certezas - o papel que a Internet está a desempenhar junto da rádio. É apenas um suporte, um novo suporte, como defende por exemplo Martinéz-Costa, que se limita a facilitar «la integração digital de la rádio y la oferta de nuevos servicios» (2004:9) ou afinal «una nueva forma de comunicación», como também defende a mesma autora? 26/04/2008Os riscos de estudar o que está em mudança«The Lind and Medoff research provides an important snapshot in the development of Cyber radio in the late 199Os, although the data, while highly relevant at the time of the study, have been rendered somewhat dated with the passage of time, an inescapable risk associated with studying rapidly evolving media technology -(Evans, Smethers, 2001: 8] 26/04/2008 16:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. até que ponto o multitasking online é diferente do convencional?A partir do momento em que será cada vez mais raro - pressupõe-se - assistirmos a uma escuta absolutamente passiva, como a que se verifica ainda hoje pela transmissão convencional, substituida por graus/níveis diferentes (e graduais) de intervenção por parte do utilizador (compelido a tal pelo novo sistema radiofónico - participe, vote, escolha, comente, etc), até que ponto nomeadamente quando se fala em rádio de palavra será possivel o multitasking? ou seja, até que ponto o consumo audio não será de tal maneira absorvente (primário) que não nos permitirá fazer outras coisas em simultâneo, com tudo o que isso possa significar para o consumo do meio (melhor consumo, mais dedicado, mas menor consumo, em termos quantitativos - uma coisa compensará a outra?) 26/04/2008 15:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. As limitaçõs técnicas não podem condicionar os julgamentos(eis um exemplo de como se podem chegar a conclusões erradas partindo de permissas erradas, porque limitadas ao tempo em que vivemos; é fundamental não deixar que, por exemplo, as limitações/caracteristicas tecnicas enviesem as reflexões, seja tambem por falta - excesso? - de ambição; o autor subscreveria isto, hoje?) «What do we mean by 'radio'? One could argue that the attribute which has made radio so enduring is its portability, but the exigencies of the new technology are such that the only way one can access online material is to use a computer connected to the internet via a telephone, digital or corporate line. This presents some key problems in the reception of radio or audio content. Home computers are linked to the Internet via a nodem using conventional copper telephone wires, which by their nature can carry only a limited amount of data at any one time. Therefore if one assumes that listening is secondary to the user's purpose in being online, she or he is already using much of the available bandwidth to download webpages, images or e-mails. And as the latter are downloaded the audio connection may pause, stutter or stop completely» (Berry, 2006: 284) 26/04/2008 13:55 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 24/04/2008O fim dos ouvintes; utilizadores...Bonneville’s new media director James Webb says radio needs to stop thinking of its cume as “listeners” and consider them to be “users.” He says “Listeners are engaged only when the radio is on. Radio users connect with you in other ways.” Your competition - and your aspirations and opportunities - have just opened wide. How does that change what you do, when you see your "listeners" as "users"? Sobre o assunto: A cronica de James Webb The End of “Listeners”: «Listeners are engaged only when the radio is on. Radio users connect with you in other ways, strengthening your brand and encouraging loyalty with each touch. They access your content whenever they want, however they want. 24/04/2008 19:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 19/04/2008Consumidor (ou utilizador) em vez de ouvinteOuvinte é aquele que ouve (!); a partir do momento em que - mesmo num espaço que tradicionalmente estava dedicado ou partia da rádio - ele não apenas ouve mas faz outras coisas (vê, lê), fará sentido chamar-lhe ouvinte? Mais, a partir do momento em que ele até pode estar na página de uma rádio sem ouvir (a emissão), que sentido fará chamar ouvinte? Propõe-se, em alternativa, duas novas designações (que, como se verá, não são sinónimas), além de ouvinte (quando estivermos a falar da emissão audio conhecida hoje como rádio): - utilizador (todo aquele que utiliza a internet) - consumidor (aquele que procura conteúdos quer sejam audio, video, texto, etc, sobretudo associado ao consumo activo de audio)
19/04/2008 21:01 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Os telemóveis são mais democráticos do que a Internet«Although a 2000 study by Eurescom [Rich Ling, The Mobile Connection (San Francisco: Elsevier, 2004): 16-17].showed some educational and income-based differences in access to and use of the mobile telephone, on the whole, Ling and other observers conclude that the “digital divide” issues associated with the personal computer and the Internet do not appear to apply to the world of mobile telephony. A mobile phone requires the user to dial a number to put a call through—no extraordinary feat for most people. Beyond that basic function,multimedia messages, Internet chat, and other advanced functionalities seem to befuddle rich and poor, educated and uneducated alike.» (Lasica, 2007: 6) 19/04/2008 18:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Objectivos (comportamento dos jovens)Este não é um estudo sobre os efeitos dos media - ou da rádio, em concreto - nos jovens; é um estudo sobre os efeitos da relação dos jovens com os novos media (por outras palavras, como é que eles, ligado à internet, estão a ’tratar’ a rádio); não se estudam programações radiofónicas, mas tenta-se antecipar o que é um conjunto de novos comportamentos poderão fazer a essas programações Os jovens e a rádio sempre mantiveram uma relação muito forte; essa relação parece estar a perder-se (de acordo com varios indicadores, nomeadamente quantitativos). Numa linha de usos e gratificações, tentar-se-á perceber porque é que ou já não ouvem ou começam a deixar de ouvir (e com que implicações ao nivel do consumo de outros meios, sobretudo de informação musical), da mesma forma que tentar-se-á perceber quais são os substitutos da rádio, o que é que estão a usar de novo, nomeadamente, para se relacionarem com a música (e que impacto ao nível daquilo que são novos meios e sobretudo de um novo consumo activo) Limitações na pesquisa«Research on the effects of the Internet and other technologies is limited by the relative infancy of the technologies themselves» (Tarpley, 2001: 555) 19/04/2008 17:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «As novas tecnologias são apenas ferramentas»«New techologies, like old ones, are simply tools. The extend to which they improve or hinder the cognitive, behavioral , social and physical aspects of children's lives is ultimately a factor of the way in which they are used» (Tarpley, 2001: 555) 19/04/2008 17:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Os computadores agravam as desigualdades«(...) computers maintain and exaggerate gender, racial and social class inequalities (Sutton, 1991), In this sense, the Internet may play a role in widening rather than narrowing the social distance between traditional "haves" and "havenots" (Tarpley, 2001: 554) 19/04/2008 17:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. (Questões) Sobre a interactividadeSe, como parece pacífico, a rádio foi dos meios clássicos aquele que melhor se adaptou (o que mais se aproximou) à 'utopia' da interactividade, o que mais usou os ouvintes (mais beneficios tirou), estará agora em vantagem numa nova utilização? [até que ponto as novas tecnologias e a internet em particular não igualizam tudo e põe tudo em plano de igualdade, fazendo esquecer 'privilegios' anteriores?] Terá condições para ser mais interactiva do que outros meios? Porque é que não usou mais, antes? Fundamentalmente porque - além dos receios de perda de controlo - a tecnologia não permitiu esse desenvolvimento; e portanto não seria tanto uma questão de vontade, de querer. Por um lado nem os ouvintes, mesmo desejando mais (desde pelo menos Brecht), conseguiriam imaginar como é que poderiam consegui-lo; Por outro, a tecnologia não fomentava, potenciava ou permitia esse desenvolvimento 19/04/2008 16:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 12/04/2008O impacto da Internet nos jovens«Research in this area, however, is still in its infancy, and so little can be said with great certainty» (PAIK, 2001: 19) 12/04/2008 18:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Entender a rádio de várias formas ou clarificar do que estamos a falar?«According to the respondents in the study, AM/FM radio listening comprised only 62 percent of the hours they spent listening to the radio in the week prior to being surveyed. The total share of listening to AM and FM radio increases to 70 percent when listening to AM/FM streaming is included. Online streaming represents 16 percent of all reported time spent with radio, split evenly between AM/FM streaming and Internet-only radio. Satellite radio and the music channels offered through cable and satellite TV systems each account for an 11 percent piece of the pie. Among this sample of online consumers, listening to podcasts represent only 1 percent of total time spent with radio.Hanson added, "What this study highlights is that while Arbitron data may show that AM/FM listening is declining slightly each year, the bigger picture is this: Listening to radio in all of its forms is almost certainly growing significantly."» fonte FMQB, Online Consumers Flock To New Forms Of Radio, 11/04/08 [A questão aparentemente metodológica e apenas académica (escolástica?) sobre o que é a rádio - e a necessidade de nos entendermos sobre o que é ou não rádio apresenta-se decisiva na medida em que o que se decidir que é rádio determinará o entendimento sobre tudo o resto] 12/04/2008 15:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Utilizadores digitais gastam o mesmo tempo com a rádio?«AM/FM Radio Remains Important With The Rise of New Digital Platforms (slide 62): (...) Many may overestimate the impact of digital platforms on AM/FM listening. Digital platform users spend as much time (not less) with over-the-air radio compared with the average.» 12/04/2008 10:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 05/04/2008O que será a web 3.0O consumo mediático nos próximos anos, como se vê pelos anteriores, vai depender muito de como evoluir a internet; será mais social do que agora, permitindo mais comunicação e partilha; será mais inteligente, reconhecendo conteúdos? será sobretudo híbrida? As respostas condicionarão a forma como o consumo mediático - baseado na net - evoluirá. 05/04/2008 12:43 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. O futuro é imprevível - e o presente demonstra-oQuando o iPod surgiu e rapidamente se transformou num gigantesco sucesso, quem imaginaria que poderia ter este desenvolvimento? Ou seja, a tecnologia digital demonstra uma capacidade de permanente renovação e de surpresa. Se por um lado devemos ter cautelas quanto às previsões e às consequências que tecnologias futuras possam ter, por outro também não podemos perder de vista que - como hipotese - qualquer previsão corre o risco de ser conservadora e limitada quanto aos verdadeiros impactos que poderão surgir. O iPod prova-o. 05/04/2008 10:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A experiência AM/FM pode passar sem alterações para a net?Há quem defenda que a experiência de ouvir AM/FM pode ser distribuída perfeitamente e sem alterações através da net (ou, por outras palavras, que ouvir hertzianamente ou atraves da net é igual); 05/04/2008 10:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Para justificar a ausência de trabalho quantitativo de campoMuito se discute sobre o impacto da internet (como novo meio) nos meios clássicos - acabam? alteram? não modificam na essência? Neste trabalho procuramos avaliar esse impacto no caso concreto da rádio, não tanto pelo lado teórico ou pela arquietectura das especulações, mas percebendo como é que determinados utilizadores - os jovens - se relacionam com o novo e com o velho meio (a rádio musical). Poder-se-ia ter optado por realizado um determinado trabalho de campo estatístico, ainda que qualitativo, com essa amostra de utilizadores, mas essa hipotese apresentou desde o início duas limitações: - ocuparia espaço e tempo que impediriam certamente outras análises; - mais importante, a realidade portuguesa, tanto quanto o demonstram os dados disponíveis, não é (ainda?) reveladora das novas tendências, por conservadora. O impacto do novo meio ainda é residual, o comportamento - à luz dos dados disponiveis - é o mesmo há 20 anos (como se verá em capitulo proprio) Por outro lado esses dados, esse trabalho de campo tem sido feito quer pela universidade (Gustavo Cardoso) quer pela industria, sobretudo pelo lado do marketing, e se nenhum dos trabalhos é directamente vocacionado para os impactos na rádio, todos ou quase todos falam nesse aspecto e na relação dos jovens com a música e por exemplo com os leitores digitais de áudio (mp3). No caso dos trabalhos liderados por Gustavo Cardoso, no âmbito do CIES/ISCTE, apresentam a amostras que seriam imbatíveis num trabalho isolado. 05/04/2008 10:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 29/03/2008(Questões a responder) A rádio conseguirá reinventar-se (a partir da ideia de rádio) ou evoluirá para outra coisa?«Could smaller, softer voices nonetheless make themselves heard in a media landscape dominated by large companies? Could the next revolution take place on the radio itself as it did when the industry last grew anxious about its survival, back in the 1950s? Technology night seem to be radio's enemy, but radio fought back with its own innovations. [HD]» (Fisher, 2007: 307) 29/03/2008 11:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. O que se passou com a rádio aconteceu como movimento social«Will the public turn against corporate radio? Can a popular rebelion restore creativity and fun, pushing radio back to its local roots? Or will we simply adjust to the loss? What's happened in radio in the past decade also happened to bookstores, drugstores, supermarkets, and hardware stores. The mom-and-pop stores that once lined downtown streets have given way to Borders, Walgreens, Wal-Mart, and Home Depot. American consumers have voted with our feet and our dollars: as much as we may grumble about mega-companies or wax nostalgic for the lost community of the old ways, we cast our votes for the big boys.» (Fisher, 2007: 294-295) OU SEJA, O PROBLEMA, COM CARACTERISTICAS PROPRIAS À REALIDADE DA RÁDIO, NÃO É ESPECÍFICO DA RÁDIO a grande questão que se deve pôr é outra: perante isto, que saída para a rádio? o que resta, o que pode fazer a rádio perante determinada constatação negativa? «Rather than rebelling in protest, many Americans find music elsewhere: Internet radio, satellite radio, downloading, fIle sharing» (295) 29/03/2008 10:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Cuidados (na relativização) dos estudos que suportam o trabalho«As for listeners, it depends on who's asking. When the National Association of Broadcasters commissioned a survey, it found general satisfaction with radio; about two-thirds of those polled liked what they heard on the air. But when the Future of Music Coalition, a Washington lobby fighting against further deregulation on broadcasting, asked similar questions, it found radio listening on the decline, especially among younger people.» (Fisher, 2007: 294) 29/03/2008 10:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 22/03/2008A nova tecnologia ameaça o presente (Platão)Platão avisara que a leitura seria o declinio da tradição oral e da memória (e tinha razão...) 22/03/2008 21:11 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «each generation is a new people»"Among democratic nations each generation is a new people." -- Alexis de Tocqueville (todas as gerações são diferentes) 22/03/2008 19:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A tecnologia no mundo«For most American children, satellites, cable tv, cell phones, and the internet are a given. For most children elsewhere, those devices remain dreams - but dreams they expect will soon become a shared reality. Even if the kids in some European town or remote Asian village don't yet have cable, the internet, and cell phones, they can assume they probably will by the time they reach adulthood.» (VISAO NORTEAMERICANA) (Howe, 2000: 297) 22/03/2008 14:46 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Há uma geração iPod global?«Abroad, the leading edge of a new Millennial generation, in most countries, probably has not yet reached its teens. (...) So even if the Millennial child era is arriving later in many countries, it has recently gained real force. (...) The only significant exception appears to be in the Islamic world, where World War II did not create similar generations, and whose cultural defenses are stronger. (...) In summary, global Millennials seem to be most concentrated in societies that share a fairly similar generational constellation: East Asia, China, all of Europe, Russia, and the more prosperous nations of Latin America. Their birth-year boundaries vary. American and Canadian teens are at the leading edge. In Britain and Australia, the Post-X generation seem s to be two or three years younger) and in the non-Englishspeaking developed world, several years younger still. (...) But today's global "tweeners" (born in the late '80s) and younger kids (born in the '90s) share tighter links - from their postCold War location in history to their more protective parental nurturing style to their elevated status in the national media» (Howe, 2000: 293-294) 22/03/2008 14:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A internet intervém em todos os níveis do sistema mediático (é diferente)Nunca antes , como acontece com a internet, se dá uma intervenção tão radical no sistema de comunicações; mudando não apenas emissão, mensagem mas tambem recepção. «This attention to the forces and the subjects shaping media technologies is one of the striking features of the convergence paradigm. While the advent of new media and the digitalization process provide the conditions for widespread change within the media system, these same conditions are being actively shaped by the various actors populating the contemporary media environment: that is to say, by multimedia conglomerates (on the supply side), by public institutions (on the governance side) and by users themselves (on the consumption side). A medium, therefore, can not be defined unless one starts from its accompanying 'protocols' and "practices", which shape it on the cultural, economic and social level (Scaglioni, Sfardini, 2007).» (Mascheroni, 2008: 14) «Other social technologies have radically changed societies in recent history such as the automobile, telephone, radio and television. However, unlike the internet, these technologies remained fairly static in many ways. For example, cars are still used primarily for transportation, telephones for voice or text exchanges, radios and televisions to receive (and not send) programs. Similarly, remember Henry Ford's quip, "[the car] can be any color, so long as it's black"? Though all cars are no longer black (...) fonte: A Portrait of Early Internet Adopters: Why People First Went Online --and Why They Stayed by Amy Tracy Wells, Research Fellow, Pew Internet & American Life Project February 20, 2008
22/03/2008 11:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A necessidade de estudar o momento de transição«We are currently witnessing a phase of change, characterised by broad margin for negotiation and unpredictability. (...)The ubiqUitous nature of digital and networked media (from the multimedia Internet to personal media and lCTs) define an ever more articulated and complex scene wherein subjects move and make their choices (Ito, 2007: (...)TRaditional forms of distributing television, movies or music (e.g. broadcasting or physical supports) exist alongside new circulation practices (e.g. p2p online networks). One-to-one communication modalities (e.g. fixed or mobile phone) sit alongside many-to-many forms (e.g. Instant Messaging, blogs, social networking sites). Contents produced by institutional and commercial subjects exist alongside user-generated content of ever more multi-medial nature (not only text, but also pictures and videos). Niche contents, to be shared with a closed social circle, are to be found alongside mainstream contents. And so on. The increasing complexity of this contemporary mediascape makes it utterly urgent to re-think media change more broadly beyond the usual utopias and dystopias» (Mascheroni et al, 2008: 13-14) 22/03/2008 11:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 15/03/2008Mais da necessidade de relativizar«Marvin wrote that: 'New technologies is a historically relative term. We are not the first generation to wonder at the rapid and extraordinary shifts in the dimensions of the world and human relationships it Intains as a result of new forms of communiItion' (1988: 3)» McMillan, 2006: 206 15/03/2008 17:40 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A rádio também foi pensada como uma rede?«As Susan Douglas says: 'The ether was an exciting new frontier in which men and boys could congregate, compete, test their mettle, and be privy to a range of new information. Social order and social control were defied' (Douglas, 1987: 214). After the first world war a new 'wireless mania' appeared. This time it concerned wireless telephony, soon to become radio broadcasting. This new device was also to create a new community feeling. The author of an article headed 'The Social Destiny of Radio' wrote: 'How fine is the texture of the web that radio is even now spinning! It is achieving the task of making us feel together, think together, live together' (Douglas, 1987: 306).» (Flichy, 2006: 192) Douglas, Susan (1987) Inventing American Broadcasting (1899-1922). Baltimore: John Hopkins Univesity Press 15/03/2008 17:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Estudar o fenómeno enquanto ele decorre«While the uses and effects of many major communication technologies (such as the pen, telegraph, telephone, photocopier, memo), have been studied retrospectively, if at all, the recent rapid growth of the Internet affords communication researchers a unique opportunity to describe, assess, predict and evaluate short-term changes as well as long-term developments. If the current speculation and research seem to indicate diverse, contradictory and simultaneous consequences, at several levels of analysis, this may be because that is fundamentally the nature of social change. » (Rice, 2006: 108) 15/03/2008 16:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A utilidade deste trabalho (objectivos)Este momento é de transição, entre o que era - e que ainda se vê, cada vez menos puramente - e o que virá a ser; é o momento da coexistência, da crise de identidade, das desconfianças, dos entusiasmos e das depressões, das previsões impossiveis e dos funerais que nunca se realizarão; é um momento que não vai durar muito e que é um privilégio viver; por ser de transição torna-se mais necessario conhecer os caminhos que se poderão trilhar no futuro; é isso que o trabalho pretende 15/03/2008 14:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Pressuposto inicial: acreditar na netAinda que esse não seja o objecto do trabalho (reflectir qualititativamente sobre a internet, mas sim analisar e perspectivar o seu impacto no consumo daquilo que hoje é a rádio musical) é verdade que todo este trabalho será construído com base num conjunto de pressupostos, a montante, um deles é que a Internet - ainda que não se ignore as suas utilizações perversas (e que há visões muito diferentes)- tem uma capacidade de afirmação positiva na humanidade; que a internet vai melhorar a participação e a cidadania e a capacidade de informação/comunicação 15/03/2008 13:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 08/03/2008Notas metodologicas para a introdução1) Não é um estudo sobre o que leva os jovens a preferir este ou aquele meio, por esta ou aquela razão; é antes uma analise (uma extrapolação) de tendências a partir das atitudes/comportamentos tomadas face aos meios de comunicação 2) o campo de pesquisa é o presente e o futuro imediato, a partir desse comportamento (que é mensurável a partir de pesquisa industrial e académica, própria ou externa) 08/03/2008 18:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «O novo media vai tomar o lugar do velho media?»(Uma das questões essenciais a analisar) 08/03/2008 13:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Algum cuidado com as conclusões dos estudos consultados«The Arbitron Company, in conjunction with Edison Media Research (Arbitron Study, 1999), conducted a large telephone survey of more than 1000 Arbitron diary keepers. Among the stated goals of this "spot load" study was to probe listener perceptions toward radio advertising. Because Arbitron has a vested interest in the overall success of radio as an advertising medium, the wording of many questions and the presentation of many findings have an obvious positive spin. Among the relevant findings were that the vast majority of respondents believe that listening to commercials is a "fair price to pay for free programming on the radio." On the other hand, a less publicized finding was that one third of the total sample would be willing to pay $5 per month for commercial-free programming. This study also concedes that young people (ages 12 to 24) are more likely to switch stations due to commercial avoidance. The Arbitron study (1999) does provide some important insights, but there is a clear agenda permeating the entire project. The obvious intent was to place radio in as good a light as possible and not dwell on chronic problems. AIthough switching due to commercials was recognized, there was no attempt to actually quantify its magnitude except by using imprecise phrases such as "rarely" and "sometimes."» (McDowell and Dick, 2003: 52) 08/03/2008 11:24 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «Transistor kills the radio star»?Se o transistor, inventado em 1947, salvou a rádio do primeiro choque televisivo (tornando-a portátil, autonoma e fazendo deslocar o eixo de escuta de casa para o carro, passando a ser um consumo secundário), os (milhões de circuitos transistorados que fazem os) computadores - e a internet - ameaçam acabar com a rádio tal como a conhecemos...; transistor kill the radio star? 08/03/2008 10:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 01/03/2008O futuro passa pela INternetOBJECTIVOS Este trabalho parte do pressuposto de que o futuro daquilo que hoje se chamada rádio e daquilo que a rádio poderá vir a ser no futuro passa pela Internet; que a digitalização que hoje é um consenso não passa por qualquer modelo 'intermédio' mas directamente pela Internet; tanta certeza é alicerçada não apenas nas qualidades e méritos que a Internet já demonstrou como meio de recepção, mais do que de emissão, mas tambem pela falta de um modelo 'intermedio' válido e com força (DAB, Satelite, HD, etc),. como se desenvolverá em alinea propria Outra questão: O que é rádio (tal como a conhecemos)? quem responde? Industria, publico, publicidade? é Comunicação? 01/03/2008 19:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Delimitação de campos e de objectivos (a infoexclusão)Este trabalho visa aqueles para quem a rádio é um importante acessório no carro e não aqueles a quem Bruce Girard se dirige no seu texto 'La Radio no está amenazada por internet' (2000); embora se pudesse argumentar que a tendencia é para o acesso à Internet crescer, para se disseminar, a verdade é que demorará até que seja um veiculo valido e alternativo, por exemplo à rádio: «En América Latina, por ejemplo, mientras la mayoría de la producción radial se genera local o nacionalmente, solo el 30% de la programación de la televisión proviene de la región, y el 62% se produce en los Estados Unidos. El Quechua, lengua hablada por 10 millones de personas en Bolivia, Ecuador y Perú, está del todo ausente en las pantallas de televisión de esas regiones. Solo en Perú un numero estimado en 180 radioemisoras ofrecen regularmente programación en este idioma. La Radio tiene una infraestructura desarrollada que debe ser la envidia de cualquier operador de telecomunicaciones en un país en vías de desarrollo. En Sri Lanka, una persona por cada 500 tiene acceso a la Red de Redes, pero virtualmente todos tienen acceso a la radio. Bolivia tenía menos de cinco líneas telefónicas por cada 100 habitantes en 1996, pero más de 57 receptores de radio por cada 100 habitantes.» fonte: «Bruce Girard, 'La Radio no está amenazada por internet' (2000); 01/03/2008 19:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A ideia de mediamorfosis em Roger Fidler«Roger Fidler abriu uma janela interessante para visualizarmos este impacto, partindo de um termo que pode ser muito bem aplicado ao rádio em sua nova fase digital. O autor (1998:21) define como “Mediamorfosis: a transformação dos meios de comunicação, como resultado da interação entre as necessidades percebidas, as pressões políticas e de competência, e das inovações sociais e tecnológicas.” (...) Fidler (1998:37) cita Paul Saffo, diretor do Instituto para o Futuro para explicar que a média de tempo necessária para que se introduzam novas idéias em uma cultura é de três décadas. Saffo afirma que é comum confundirmos a surpresa com a velocidade passando a considerarmos que hoje avançamos mais rápido com a tecnologia do que antes. Desta forma, não foram as tecnologias que aceleram o ritmo do mundo, ou que as ações aconteçam mais rápido do que no passado. A realidade é que aparecem mais tecnologias ao mesmo tempo causando o que ele chama de “um grande impacto cruzado” e inesperado de tecnologias dando a nós a impressão que estamos vivendo um mundo de aceleração. (...) É típico que haja grande publicidade em torno das descobertas e de novos inventos gerando uma grande ansiedade na população. Porém quando a primeira onda de entusiasmo cede lugar a decepção e aos contratempos, geralmente, vemos com ceticismo as fase futuras do desenvolvimento. Fidler (1998:41) denomina de “Tecnomiopia” o fenômeno que nos leva a superestimar o impacto a curto prazo de uma tecnologia. E quando o mundo não responde a nossas expectativas inflacionadas, damos uma virada e passamos a menosprezar as conseqüências de longo prazo. Utilizando um padrão de desenvolvimento que leva a tecnologia do laboratório para o mercado podemos identificar três fases típicas dentro dos trinta anos indicadas por Saffo: a primeira década onde temos muito entusiasmo, muita confusão e pouca penetração; a segunda com muito movimento, a introdução e a expansão do produto na sociedade; e a terceira década onde temos uma tecnologia Standard com grande penetração social (FIDLER,1998:38). (...) A mediamorfosis de Fidler contém cinco princípios que caracterizam a transição dos veículos de comunicação de massa para o ambiente digital multimídia, o que ele denomina convergência. O primeiro é a coevolução e/ou a coexistência: todas as formas de meios de comunicação coexistem e co-evoluem dentro de um sistema complexo de adaptação e expansão. Ao surgir e desenvolver-se cada nova forma de comunicação, influencia o desenvolvimento dos demais meios. Podemos destacar como segundo item a metamorfose onde os novos meios não aparecem espontaneamente e independentes. Eles emergem gradualmente da transformação de meios mais antigos, porém com o surgimento de novos meios os anteriores tendem a se adaptar continuando seu processo de evolução ao invés de serem extintos. A história da comunicação humana apóia esse argumento quando notamos que o surgimento da fotografia não extinguiu a pintura, que o cinema não inviabilizou a foto e que a tv não exterminou o rádio. Esta situação também pode ser explicada pelo terceiro princípio que a sobrevivência, onde os meios de comunicação são compelidos a se adaptarem e evoluírem para se manterem “vivo” como qualquer empresa atuando no mercado capitalista. A quarta característica do processo descrito por Fidler é a oportunidade que esta baseada no fato que sempre há uma razão social, política ou econômica que motive o desenvolvimento de novas tecnologias nos meios. É importante destacar que estas adaptações não ocorrem somente em função da tecnologia. A última denominada de adaptação postergada caracteriza-se pelo fato das novas tecnologias sempre demoram mais que o esperado para se converterem em êxitos comerciais. Assim tendem a necessitar de pelo menos uma geração (20 a 30 anos) para a difusão de seus conceitos e a adoção generalizada. Do ponto de vista histórico, o autor destaca três processos de mediamorfosis, sendo o primeiro no surgimento da linguagem oral e o desenvolvimento das pinturas rupestres. A segunda marcada pelo aparecimento da linguagem escrita, o desenvolvimento das formas de documentação, o desenvolvimento do papel e do correio, passando pela impressão de livros chegando na Revolução Industrial. O terceiro momento está caracterizado pela linguagem digital, contendo os avanços da eletricidade e dos meios de comunicação como os jornais, o rádio, o cinema, e a tv. Somamos a este contexto os satélites, as fibras óticas, os rádios e tv digitais e a Internet (FIDLER 1998:99).» (original, Rádio na Internet: desafios e possibilidades Autor: Álvaro Bufarah Junior, 2006) FIDLER, R (1998). Mediamorfosis - comprender los nuevos medios. Buenos Aires: Granica ver: lei de amara 01/03/2008 14:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 23/02/2008A internet é o novo espaço público«O que é afinal hoje em dia o espaço público? Outrora era a igreja, local de difusão dos sermões e de propagação das notícias; outrora foi a escola, local de doutrinação, da moral republicana ao mesmo tempo que centro de difusão dos conhecimentos; hoje, é a televisão que se tornou o local central de difusão dos discursos públicos. Debray estima, meu ver de uma forma demasiado esquemática, que a televisão não se limita a fazer para si um local no espaço público, mas que se substiui pura e simplesmente aos antigos corpos institucionais. A rádio e a televisão substituem a escola; já não se lêem mais as obras literárias, os cIássicos, os grandes textos; ouvimos os jornais.» (Leclerc, 2000: 23) 23/02/2008 13:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «Quem governa a rede?»«A Web, sistema de comunicações quase instantâneo à escala planetária, põe um complexo conjunto de problemas mas também questões inéditas e apaixonantes. Algumas são imediaamente políticas: quem «governa» a rede? Há possibilidade dos estados ou grupos controlarem, «censurarem» uma circulação tão gigantesca? Outras questões são mais sociológicas: qual a natureza do que circula assim, à velocidade da luz, entre os indivíduos, os grupos, as nações? Em que consistem na realidade essas mensagens?» (Leclerc, 2000: 7) 23/02/2008 13:42 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «A inovação técnica como salvação» (da humanidade)?EVITAR «Ciertamente, muchas de esas obras e informes son sólo mitologías parciales, si consideramos a las utopías como universos ficticios completos y autosuficientes, pero reelaboran y modernizan viejos mitos (la innovación técnica como salvación, el progreso lineal de la historia) y crean nuevas metáforas cargadas de presupuestos no los, de visiones implícitas de la realidad.» (Bustamante, 2005: 33) CUIDADO: «(...) el pensamiento mitológico sobre la Sociedad de la Información siguió proliferando geométricmente en los años ochenta Naishbit, pregonaba por todo el mundo sus "megatendencias" (Naisbit, 1984), y A. Smith proclamaba su "goodbye Gutenberg", al tiempo que prometía una "nueva Alejandría", "unn sistema electrónio con el que puede compartirse, compararse Y aumentarse la totalidad de la sabiduría o, cuando menos, del conocimiento" (Smith, 1980).» (34) «Nicholas Negroponte, el segundo gran utopista contemporáneo citado, cofundador y columnista de Wired, la revista emblemática de la utopía encarnada en Internet, y Director del Media Lab del MIT, sostiene también que el mundo digital trae consigo una 'era de optimismo". Una era que "no podemos negar o interrumpir", porque posee cualidades muy poderosas que la harán triunfar: " es descentralizadora, globalizadora, armonizajora y permisiva". Además, los monopolios y los imperios mediáticos nada tienen que hacer, puesto que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que se están disolviendo en una serie de empresas locales", de la misma forma que en el conjunto del "negocio del bit" el reino será de las pequeñas empresas. En ese camino hacia una "estructura socIal global, totalmente nueva" las fuerzas dominantes no son sociales, raciales o económicas "sino generacionales". En consecuencia, hace falta menos regulación y menos legislación anti-concentración para garantizar la pluralidad (Negroponte, 1995).» (Bustamante, 35-36) «(...)las circunstancias ideológicas y políticas permiten a ese pensamiento la arrogancia de presentarse no sólo como el fin de las ideologías, sino como el auténtico fin de la historia, "reducida a la sucesión de simples acontecimientos de una economía de mercado y de una democracia al fin generalizadas" (Sfez/Levassseur, 1995). La disolución tecnológica y el estrellato del mercado y el negocio (la "nueva economia') hacen más difíciles aun por no decir imposibles la verificación o la negación experimental de sus prevIsIones, teñidas cada vez más de la audacia y de la inminencia del corto plazo (una década para su inicio según Gates y Negroponte). » (Bustamante, 38) 23/02/2008 12:31 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Cautelas com os discursos tecnologicos (e a info-exclusão)«Les discours d'accompagnement des technologies sont, semble-t-il, condamnés à l'amnésie. Chaque nouvelle génération d'artefacts de communication engendre son propre discours enchanteur et fait table rase des expériences et des leçons laissées par les générations techniques antérieures. (...) Pour contrer cette logique propice à l'instauration d' «un monde d'îlots de prospérité dans un océan de misère», le chef ce l'État français avait, lui aussi, proposé à ses partenaires une «Charte mondiale de la Colmunication»· (Mattelart, 2005: 22) «Abandonnée à ses propres outils, la révolution de l'information va accroitre le fossé entre les pays riches et les pays pauvres, entre les riches et les pauvres dans chaque pays. Si l'on ne fait rien, il, ne faut pas exclure, l' histoire nous l'enseigne, des réactions violentes contre cette révolution.» (avis de Michael Dertouzos, directeur du laboratoIre des sciences de l'ordinateur au Massachusetts lnstitute of Technology (M.I. T.)) (Mattelart, 2005: 24) 23/02/2008 12:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 16/02/2008O que são os meios e para que servem?«La relevancia pública de los medios viene determinada por su influencia o sus efectos sobre la opinión pública. En el fondo, toda pregunta sobre qué son los medios (identidad) nos lleva a interrogamos para qué sirven (funciones) y cómo o en qué inciden en los individuos y en las sociedades (efectos). De ahí que las reflexiones que tratan de establecer qué son los medios (teorías de la comunicación de masas) enlazan y se fecundan con las que indagan en sus fectos o su influencia social (investigaciones de efectos) para, en los casos más ambiciosos, ofrecer una perspectiva global de lo que ya se conoce como cultura de masas» (Noriega, 1997: 15) 16/02/2008 18:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 09/02/2008Tendências para o futuro? O incerto.«What are three trends to watch for in 2008 in radio? fonte: For radio, expect year of unknowns, Media Life Magazine, Jan 11, 2008 09/02/2008 17:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. À rádio sucederá o mesmo que ao telégrafo e à máquina de escrever? (hipoteses)Provavelmente sim, se continuar a ser um velho negócio centralizado num mundo cada vez mais descentralizado 09/02/2008 13:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 05/02/2008Perante uma nova tecnologia: Sobrestimar no imediato; subestimar à distância (lei de Amara)It echoes a quote by Joseph Licklider that says: "A modern maxim says: People tend to overestimate what can be done in one year and to underestimate what can be done in five or ten years," which occurs in a footnote on p. 17 of Joseph Licklider, "Libraries of the Future," MIT Press, 1965 ( Amara, Roy "The Futures Field", Institute for the Future, Menlo Park, 1980.? 05/02/2008 17:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A internet e as desigualdades«(...) não só tem lugar uma especialização da informação em função dos públicos como, por outro lado, a selecção opera-se pelo dinheiro e pelo nível cultural. Existe um risco real de se desenvolver uma concepção menos democrática da informação baseada numa especialização por nível de conhecimento e capacidade aquisitiva» (Wolton, 2000:87) 05/02/2008 15:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Cautelas sobre o futuro«Nos nossos dias, ao abordar o sucesso das novas tecnoJogias de comunicação, há que ser rigoroso e salientar que se trata de uma mistura de realidades e de fantasia e que o entusiasmo ingénuo que as envolve será daqui a 10 anos bastante mais matizado, quando o acumular de uma experiência de utilização tiver relativizado os discursos espaventosos de hoje» (Wolton, 2000: 76) «(...) hoje em dia, vive-se o fascínio pela net e sonha-se que este sistema possa abrir um novo capítulo na história da comunicação, inaugundo uma era em que tudo será rápido, interactivo e individualizado» (110) «O que hoje se diz sobre a sociedade da informação foi já fortemente proclamado aquando da chegada do telefone há um século, da rádio no início do seculo xx, do computador nos anos 50 e da televisão por cabo há trinta anos. Mas quem se recorda disso? Um contemporâneo dirá ingenuamente que o que não chegou ser possivel com a televisão por cabo sê-Io-á com a Web. Mas quem lhe lembrará que a sua bela certeza de hoje se parece com a ilusória certeza de ontem e que muito em breve aquilo que para ele é inultrapassável- os prodígios do ecrã - será inevitavelmente ultrapassado? E que um outro, igualmente crédulo, com base em tecnologias ainda mais sofisticadas, predirá com a mesma ênfase que a revolução de depois-de-amanhã é anda mais promissora do que a de amanhã. E assim sucessivamente.» (Wolton, 2000: 133-134) 05/02/2008 15:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 02/02/2008Nota metodológica (objectivos)«What researchers in their efforts to scrutinise the modalities of adolescent media use and its effects have often failed to ask is why adolescents use the media, and why media can be assumed to have an effect. The starting point of most research was the fact that they certainly do, but not so much the reasons for it.» (Boehnke, 2002: 1) (não é objectivo saber porquê que usam, embora se deva ter isto em conta: «The picture changed somewhat with the emergence of the so-called ‘‘uses-and-gratifications’’ paradigm, Rosengren (e.g., 1981; cf. Swanson, 1979) probably being one of the founders of this approach. It shifted the focus of media studies from the angle of what the media did to or with the adolescent to what benefits adolescents gain from media use.» idem) 02/02/2008 19:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 19/01/2008Necessidade de relativizar os próprios conhecimentos«En un mundo en construcción como el que nos ha tocado vivir, no debemos darle a estas referencias más que un valor relativo de situación. Pero tampoco podemos despojarlos de todo valor. Incluso para la postmodernidad son fragmentos, restos supervivientes en las culturas fluidas y pluriformes que compartimos.» (Daniel Marti, "comunicología iberoaméricana: tradiciones y postmodernidad") 19/01/2008 12:01 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Tentar explicar o que se passa (Objectivos)Este trabalho tem como objectivo ajudar a tentar conhecer e - já agora - explicar o que se passa com os novos hábitos (com a atitude) dos ouvintes mais novos relativamente ao que hoje ainda conhecemos por rádio: desde o seu desinteresse, constatado em diversos estudos, até aos seus comportamentos. Passa-se alguma coisa de diferente. «Analfabetos, a pesar de tanta tecnologia, seriamos si desconocemos los modos de conocer y explicar la comunicación» (Daniel Marti). É, pois, um contributo para tentar compreender o que se passa; teremos todos a ganhar - utilizadores e industria - se percebermos o que se passa, porquê e como. 19/01/2008 11:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 10/11/2007A importância de separar rádio musical e rádio de palavra«Defendemos que não será este o sector dos media e das indústrias da cultura que melhor representará um exemplo de globalização mediática, pelas características eminentemente locais que o discurso da rádio mantém. Apesar de existirem grupos de rádio que operam em diferentes países e que têm grande peso e influência no sector, da mesma forma que grupos transnacionais multimédia detêm participações na rádio, não é este o sector que apresenta maior potencial de internacionalização. Paradoxalmente, foi esta a primeira actividade mediática a expandir a sua comunicação além fronteiras e a acrescentar, através de Onda Curta e da Internet, uma presença verdadeiramente global. Ao contrário, parece-nos que a indústria da música tem um carácter global, decorrente da natureza universal da sua linguagem, apropriada mesmo quando as letras das canções são incompreensíveis face à barreira da língua» (Paula Cordeiro, tese, 82) 10/11/2007 15:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A rádio como negócio é incompatível com a democracia?«A organização da rádio como um negócio não afasta contudo, o seu papel de democratização da informação, comunicação e cultura. A estrutura deste negócio defende interesses particulares e depende da audiência, vista como uma mercadoria que influencia os media e os afasta de uma postura de responsabilidade social. Por outro lado, a convergência das tecnologias de comunicação e informação atribui um novo poder à comunicação radiofónica, que multiplica a sua oferta e canais de distribuição. Contudo, a produção e o consumo de massas coexiste com um modelo que emerge, apoiado pelas modernas técnicas e dispositivos de distribuição da comunicação. Estes, vão gradualmente operacionalizando os self media, a individualização e personalização da comunicação e redefinindo as condições do negócio da rádio e da sua estrutura de comunicação.» (Paula Cordeiro, tese, pág 79) 10/11/2007 15:01 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. Objectivos: analisar a rádio sob que prismaEmbora escasseie a produção cientifica de analise teórica sobre a rádio, nomeadamente a rádio contemporânea, a verdade é que a rádio tem capacidade para gerar perspectivas diversas, em função dos objectivos que se venham a adoptar a partir da relação - global - do meio com a sociedade. A perspectiva estética (da valorização artística), onde a linguagem ocupa papel de destaque (e que poderemos incluir nas tecnicas e processos de construção da mensagem), é uma delas; outra - completamente diferente - é a da criação de audiências para viabilização de uma indústria ou mercado (provavelmente numa perspectiva crítica), que incluiríamos na linha que estuda o consumo (e recepção) da rádio. Outra perspectiva possível de análise é a dos sistemas de difusão. A partir do momento em que o objecto deste trabalho é sistematizar aquelas que se apresentam como as tendências que marcarão a rádio do futuro, a partir dos usos que (sobretudo) novas gerações lhes estão a dar (ou não), há uma perspectiva que parece imediata: perspectivar uma rádio de futuro só faz sentido se se perceber o que era a rádio do passado (esta, que ainda hoje ouvimos); há, pois, a necessidade de lhe dar fundamentação teórica (não ignorando a abordagem sócio-política, na medida em que se a rádio não tem hoje uma vertente acentuadamente política, teve-a no passado; e essa vertente influenciou a leitura que a história e a teoria dela fizeram). A produção de uma mercadoria cultural, chamada rádio (ou grelha de programas) não é determinante, na medida em que não haverá atenção a conteúdos em concreto, nem preocupações de análise cultural. Neste contexto, não é importante a preocupação com a rádio que produz cultura; claro que estaão mal os ouvintes que não encontrem quem lhe diga algo (Brecht) mas o conteúdo não determinará por si só, como hoje; é preciso juntar formas - tecnológicas - de permitir ao ouvinte controlar (o que significa organizar, personalizar e seleccionar) os conteúdos, para que o ouvinte deixe de ser um mero receptor e passe a ser alguem que controla. Outra perspectiva importante, tanto quando se pode sistematizar hoje: se a evolução é tecnológica, se a nova rádio é condicionada por contributos e agressões tecnológicas, numa tecnologia que se chama informática, então esses fundamentos também devem ser convocados. Tudo isto significa ignorar a globalidade do fenómeno comunicacional e do meio técnico de difusão chamado rádio? de maneira nenhuma. Ele é uma realidade, só que (mais uma vezs em função dos objectivos) não temos de o convocar neste contexto. A perspectiva mais importante, em termos de futuro, será a da acção dos ouvintes (e das suas formas de participação) 10/11/2007 12:14 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 01/11/2007Apenas se pode falar em tendencias quando se fala do futuro«(...) Además de que los consumidores multimedia aprecian en demasía las manifestaciones en video. “Estos cambios no los pudimos pronosticar, y hubo profetas que aseguraron la desaparición del papel, pero el papel sigue vigente. Es decir, como expertos, sólo se pueden hablar de tendencias no el futuro de los medios”. fonte: Mariano Cebrián: “Es imposible predecir el futuro de los medios”, 19/09/07 http://guiadelaradio.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1133&Itemid=62 01/11/2007 15:00 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 27/10/2007Os novos meios são meios de massas?El Sentido de Comunidad en los Nuevos Medios, por Jaime Alonso Número 42 Razon y Palabra:«Una manera de comprender los nuevos medios –quizá introductoria– es aquella que los contempla desde una perspectiva comparativa con los medios de masas. En este sentido, una aportación que consideramos de mucha relevancia es la que indica que 'Los nuevos medios de comunicación determinan una audiencia segmentada y diferenciada que, aunque masiva en cuanto a su número, ya no es de masas en cuanto a la simultaneidad y uniformidad del mensaje que recibe. Los nuevos medios de comunicación ya no son medios de comunicación de masas en el sentido tradicional de envío de un número ilimitado de mensajes a una audiencia de masas homogénea. Debido a la multiplicidad de mensajes y fuentes, la propia audiencia se ha vuelto más selectiva. La audiencia seleccionada tiende a elegir sus menajes, por lo que profundiza su segmentación y mejora la relación individual entre emisor y receptor' (Sabbah: 219, apud Castells, 2000: 412; CASTELLS, M.: La era de la información. Vol. 1. La sociedad red. Alianza Editorial, Madrid, 2000 (2ª edición) 27/10/2007 14:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 13/10/2007Sobre as novas tecnologiasSe se pensar - hoje - numa ideia (tecnologia?) como o Pandora.com, poder-se-á pensar que, mais do que o software em concreto, essa ideia poderá ser a rádio do futuro - a dos conteúdos personalizados. É óbvio que a tecnologia (o software) não só não vai desaparecer como até evoluirá. Mas - a esta distância - que relevância terá no futuro? será apenas um dos muitos programas disponíveis para descarregarv e usar (ou seja, terá uma utilização minoritária) ou irá marcar o futuro daquilo que hoje ainda se chama rádio (o pós-rádio)? As previsões sobre o peso e influencia da tecnologia num futuro tão incerto como o futuro são sempre incertas 13/10/2007 12:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 06/10/2007Cuidado com as previsões sobre tecnologia«Na rádio informativa, a etapa da individualização só serâ alcançada com a viabilização a nível comercial das tecnologias interativas atualmente em desenvolvimento, que poderão permitir que o ouvinte escolha não apenas os programas, mas até as notícias que lhe interessa ouvir. Uma etapa intermediária de fragmentação, mais avançada do que a atual, será possibilitada nos próximos anos, com a tecnologia da rádio digital (digital audio broadcasting), que permitirá a existência de um maior número de emissoras no espectro de rãdiofrequência» (Meditsch, 1999: 85) 06/10/2007 13:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 22/09/2007A importância de estudar os jovens«(...) these young people 'are tomorrow's shapers of society' (Miller,2001). An understanding of how new technology is influencing the various domains of these young people's lives provides a window on what internet use may be like for future generations» (McMILLAN e MORRISON, 2006: 74) 22/09/2007 18:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 01/09/2007Um futuro incerto na rádio«Estamos asistiendo a uno de los cambios tecnológicos más sustanciales en materia de telecomunicaciones y radiodifusión en casi un siglo, la digitalización, pero de momento, y especialmente en el ámbito radiofónico, existe bastante confusión, muchos lugares comunes y una radio digital cuyo futuro sigue todavía bastante desdibujado. En buena parte, ello es lógico puesto que se necesitan unos 10-15 años, o incluso más (Paila, 2005:29) para conseguir que una nueva tecnología alcance un punto en el que pasa de ser utilizada tan sólo por los innovadores y los primeros usuarios (early adopters ) hasta que resulta imparable, lo cual podría suponer su presencia en el 20% del mercado masivo (Corneliussen, 2004:3).» fonte: BONET, Montse, «La radio digital, estándares tecnológicos y plataformas de distribución», Portal de la Comunicación In-Com-UAB, Introducción 01/09/2007 19:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. A rádio em tempo de transição«Unlike ten years ago, the idea of the future of radio is now less obvious and clear. The media we know as radio is currently moving through a period of rapid technological transition and it seems that although the future of radio is still digital, there will be multiple simultaneous platforms of digital audio delivery» (Ala-Fossi, 2005:2) 01/09/2007 10:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 28/08/2007A Internet continua a baralhar todas as previsões«E-mail did not replace or destroy telephony (although it did undermine letter-writing) but became the way in which human life, both personal and professional, was universally transformed by the Internet. It extended communications, increased access and ultimately led to a vast social, political and economic transformation. None of this was predicted in the development of the Internet – as it was initially believed that the Internet would be a global business and information tool rather than a public mass communication system. SMS or text messaging was equally a consumer push led by teenagers wanting to save money. Now it’s a standard extension of communications, again increasing access and the speed of person to person and one to many communications» (Shaw, 2005: 6) 28/08/2007 17:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. «O futuro é um lugar de incerteza (...)»«The future is a place of uncertainty for research and media analysts. Yet there are tools which allow us to study what is currently shaping the future. We can see the technology landscape emerging and begin to perceive, by our understanding of political economics, media sociology, international communications and information communications technology, the trends and tendencies which lie behind how we as human beings, as consumers and citizens, use and employ new means of communications to extend our social reality and help create media markets and businesses.» (Shaw, 2005: 3) 28/08/2007 17:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 27/08/2007A cauda longa (Anderson) aplicada à rádio?Interrogações sobre o futuro; dúvidas; hipóteses ( a causa longa aplicada às audiencias da rádio convencional, ao numero de estações convencionais vs internet; à publicidade que é dirigida à rádio convencional???): «Queiramos ou não, os hits vieram para ficar. O mesmo se aplica às lojas de retalho com espaço de prateleira limitado, às cadeias de televisão, ao mínimo denominador comum e a tudo o resto. Apesar de todo o crescimento do comércio electrónico, as compras online ainda perfazem menos de dez por cento do retalho norte-americano, tendo apenas excedido ligeiramente as compras por catálogo. Nem mesmo os grandes impulsionadores das vendas online esperam exceder 25 por cento dos gastos dos consumidores nas próximas décadas. Não se trata apenas da conveniência da gratificação imediata e das vantagens palpáveis da economia tradicional. Somos também uma espécie gregária, por vezes gostamos de fazer coisas com os outros. (...) Os hits podem não dominar a sociedade e o comércio da mesma forma que no século passado, nas ainda têm um impacto incomparável. E o impacto reside na capacidade dos hits servirem corno uma fonte de cultura comum em torno da qual se podem formar mercados-alvo mais segmentados. Os agregadores de sucesso da Cauda Longa têm necessidade de ambos: hits e nichos. Precisam de abarcar toda a gama de variedades, desde a mais apelativa até à menos popular, de modo a conseguirem fazer associações capazes de indicar um caminho ao longo da Cauda Longa que faça sentido para todos» (ANderson, 2007: 156) «Actualmente, tanto a realidade em torno dos canais de TV como a natueza efémera da televisão são resultado do estrangulamento da distribuição na área da emissão por cabo. A TV continua a viver na era do espaço de prateleira limitado, ao passo que a lição da Cauda Longa é a de que mais é sempre melhor. O crescimento da capacidade do cabo ao longo das últimas décadas perde fulgor perante o crescimento, durante o mesmo período, na área da criação em vídeo e perante a dimensão de potenciais microaudiêndas para tudo e mais alguma coisa. O TiVo poderá ter ajudado, pelo menos, a eliminar da equação a tirania do tempo, mas ainda estamos longe do modelo do iTunes, em que somos capazes de fazer o download de tudo quanto já foi produzido,a qualquer momento» (Anderson, 2007: 209) 27/08/2007 12:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 14/08/2007O novo modelo representa o fim de um paradigmaA rádio convencional, sobretudo musical, é estruturada de forma a que - por muito que se ouçam declarações de intenções dos realizadores - o ouvinte seja um consumidor passivo. Existiam formas de convocar a participação dos ouvintes (até como forma de procurar saber de que é que eles gostam...) mas sempre minoritárias (ainda que, em mercados competetivos, haja rádios que testam previamente as suas escolhas). No fundo, a rádio convencional estrutura-se assente em dois conceitos das teorias da comunicação, muito antes das teorias da comunicação se dedicarem a estudar estes fenómenos: há um gatekeeper (o director de programas, o autor da playlist, o autor do programa) que define, de acordo com critérios variados, um agenda setting: esta passa, esta não passa; esta presta, esta não presta; esta enquadra-se no espírito da rádio ou do programa, esta não se enquadra. A rádio, ouviu-se muitas vezes a acusação, por causa deste agenda-setting, é ela própria um «problema de representação do real» (SANTOS, 2001: 114) A digitalização, ao oferecer um conjunto de ferramentas de interactividade, acaba com esta ideia de produto previamente concebido por um e dirigida a muitos. Os ouvintes afinal têm poder, e não é apenas o poder de ajudarem a escolher as músicas que passam na rádio; é o poder de escolherem efectivamente o que estão a ouvir - LastfM ou PAndora, por exemplo. 14/08/2007 16:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 1.0 Introdução No hay comentarios. Comentar. 07/07/2007 |