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Se muestran los artículos pertenecientes al tema Teorias. 22/07/2008A rádio tem um problema de representação do real?A rádio, ouviu-se muitas vezes a acusação, por causa deste agenda-setting, é ela própria um «problema de representação do real» (Santos, 2001: 114) 22/07/2008 17:42 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. Passivos ou nãoPara Cordeiro (2007: 57), foi Lazarsfeld quem ajudou a contrariar «a ideia de passividade dos consumidores e omnipotência da comunicação». 22/07/2008 16:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A rádio não quis os ouvintesHá décadas têm os ouvintes essa possibilidade, mas a interactividade fica ainda absolutamente restringida pelo próprio conceito de programação que constituiu a história do rádio. Ou seja, a participação é permitida e controlada. Mantém os receptores em sua condição. E submetidos a regras de linguagem. De temas e tempo», escreve Salomão Mohazir (Zuculoto, 2005: 55) 22/07/2008 12:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. O que Lazarsfeld estudou«Paul LAZARSFELD, que estudou os feitos da rádio na década de 40 nos Estados Unidos, sublinhou que seus efeitos reais e potenciais deveriam ser estudados em duas direções: “Primeiro, deve analisar-se quem escuta o que e porque. Depois, mas só depois, terá sentido estudar-se as modificações provocadas peja rádio nas pessoas que o escutam”. Observou também que as condições dessa escuta eram determinantes (cit. in Wolf, 1985:32). A forma como a informação da rádio participa da construção social da realidade passa pela resposta a estas questões» (Meditsch, 1999: 219). WOLF, Mauro Teorias da Comunicação. Lisboa, Presença, 1987 22/07/2008 11:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 21/07/2008Mcluhan«How and why, for example, does seeing a movie on television differ from seeing it in a motion Picture theater, how is reading the news different from hearing it on radio, and how is that in turn different from watching it on TV? In raising and attempting to answer such questions, McLuhan in the 1950s, 60s, and 70s developed an intricate taxonomy of media and their effects, one which reached back to the origin of our species for comparisons » (Levinson, 1999: 1-2) Tom Wolfe asked in 1965, “What if he is right?” Might McLuhan be “the most Important thinker since Newton, Darwin, Freud, Einstein, and Pavlov?” Although Wolfe surprisingly included Pavlov on that list, he was asking the right question. And the perspective of Digital McLuhan is that the answer is yes» (2)
Whatever the heat or coolness of radio and recordings, they could never warrant the level of involvement of telephone, for the plain reason that they are deaf to the voices of their listeners (unless, of course, someone calls a radio station on the phone – in which case, the addition of the phone makes radio interactive). And radio poses another problem for hot/ cool analysis. How is it that radio, a sound-only medium, can be hot, while television with its audiovisual presentation can be cool? (10) «the Web has made of McLuhan’s proposition that the Xerox was turning ever author into a publisher. (…) The initial formulation of course had more than a dash of hyperbole. (…) The question for gatekeeping in the digital age will be: with the Web removing the technological and economic recsons for the pre-sorting of information, will the public still100k to gatekeepers to provide an imprimatur of what is best to read, see, and hear, or will audiences seek out and ratify a more direct relationship wih creators? (11-12) «The Internet, of course, is seen in a rear-view mirror par excellence. Its critics are prone to see it as a television screen; its devotees, including me, are inclined to see it as an improved kind of book. But the truth of the matter, yet to be fully determined, is that the Internet is and will be a combination and transformation of both books and other media such as telephone as well, and thus is something much more, much different from any prior media. The rear-view mirror cannot tell us what that is, but it can remind us not to get too mesmerized by reflections of the immediate past. The driver who looks only into the rear-view mirror, or even too often, and accords consequently short shrift to the road ahead and its new possibilities can quickly end up on the side of the road, or worse.» 21/07/2008 18:24 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 18/07/2008QUEM OFERECE E QUEM PROCURA (wolton):QUEM OFERECE E QUEM PROCURA: «A televisão e, de forma genérica, a rádio e a imprensa remetem, como se viu, para uma lógica de oferta; os novos meios de comunicação social, para uma lógica de procura. Na realidade, as duas lógicas são complementares, algo que será mais evidente quando a actual relação de forças, um pouco ridícula, entre os antigos e os novos meios de comunicação social tiver perdido parte do seu vigor. Uma coisa é certa: não podemos falar de "progresso" ao descrever a transição entre as duas formas de comunicação; ambas são úteis e, com excepçao dos domínios para os quais cada uma está mais apta, rapidamente chegaremos à conclusão que a escolha entre elas depende da natureza dos serviços e das preferências dos indivíduos, sem que se instale qualquer hierarquia rígida nestas escolhas. Preferir o computador à televisão não dá prova de mais apurada "inteligência" ou de maior 'abertura de espírito". Ao invés, preferir a leitura do jornal ou ver televisão não constitui tão-pouco qualquer evidência de menor adaptação ou menor curiosidade por comparação com aquele que passa horas em frente do terminal de computador. Não há nenhuma hierarquia ao nível individual entre estas duas formas de comunicação, que, na realidade, dependem de suportes, de conteúdos e de preferências de uns e de outros, o que não quer dizer, obviamente, que sejam equivalentes do ponte ae vista da teoria da comunicação.» (2000, 74) «O debate entre antigos e novos meios de comunicação social não está bem colocado. Apenas deslocando o seu centro de gravidade será possível escapar a essa autêntica guerra religiosa, nos termos da qual qualquer crítica dirigida às novas tecnologias e ao discurso fetichista que as acompanha implica que se seja conservador e adversário do progresso. (...) Há que sair do falso debate antigos vs. modernos; entre novos e velhos meios de comunicação social; entre progresso e conservadorismo... (...)» (2000: 109) 18/07/2008 16:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A definição de comunicação de massas«Lo que llamamos comunicación social o de masas implica la mediación (no es directa), la unilateralidad (los papeles de emisor y receptor no son lntercambiales)y el carácter público y, relativamente, indiscriminado de los mensajes. De ahí el sentimiento de masificación o inmersión en el anonimato que tiene esta comunicación, y que es más patente cuando, correlativamente, parece que disminuyen o quedan marginados los espacios de relación/comunicación más próximos.» (Noriega, 1997:23) 18/07/2008 15:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A rádio não é apenas ouvirHá quem defenda que rádio é ouvir. Não temos essa visão tão simplista do meio, na medida em que rádio não é apenas ouvir; é certamente ouvir qualquer coisa (música, vozes, sons ambiente, efeitos sonoros, etc.) mas ouvir com determinadas características, e – é aqui que está a diferença de posicionamento – são essas características que fazem o meio rádio. Prata (2008: 48-49) por exemplo releva que «a ligação humana com o rádio hertziano se dá através do sentido da audição. Isto é, para escutar rádio é necessário apenas o sentido biológico de ouvir, nada mais do que isso». Rádio é muito mais: é – ainda que diminuto – o poder de ligar e desligar, de escolher entre a oferta disponível, de procurar os conteúdos que mais interessam, é valorizar uns em detrimento de outros. Rádio é numa relação com um conteúdo sonoro… que se ouve. 18/07/2008 13:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A rádio depois de Adorno deixou o ouvinte mais passivoO que se pretende demonstrar é que a rádio, basicamente desde o seu aparecimento profissional, é a mesma; que, nos seus aspectos essenciais, permaneceu inalterada durante – basicamente – um século. E que a única mudança verdadeiramente estrutural foi a consolidação do consumo secundário, que tornou o ouvinte ainda mais passivo. 18/07/2008 11:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 17/07/2008McLuhan, profeta da escuta secundáriaAliás, se há questão recorrente entre os que reflectiram historicamente sobre a essência da transmissão radiofónica é a das suas (alegadas) capacidades visuais.
Arnheim lembra, em 1936, que desde o princípio «torna-se uma grande tentação para o ouvinte ‘completar’ com sua própria imaginação o que está ‘faltando’ tão claramente na transmissão radiofónica» (Meditsch: 2005: 62), mas o mesmo autor lembra no seu «Elogio de la ceguera»[1] que:
«E, no entanto, nada lhe falta! Pois a essência do rádio consiste justamente em oferecer a totalidade somente por meio sonoro. Não no sentido exterior, de incompletude, segundo a visão naturalista, mas fornecendo a essência de um evento, uma ideia, uma representação. Todo o essencial está lá – e neste sentido um bom programa de rádio é completo. (…) As estátuas não precisam ser pintadas na cor da pele, e um programa de rádio também não precisa se fazer visível».
Trinta anos depois, Marshall McLuhan fala na «linguagem do escuro» (Meditsch, 2005: 148) para reforçar a ideia de que a rádio «possui um manto de invisibilidade, com qualquer outro meio» (idem, 147). O autor canadiano considera mesmo que:
«Se sentamos e conversamos no escuro, as palavras de repente adquirem novos significados e texturas diferentes. Tornam-se mais ricas até do que a Arquitetura, que, segundo Le Corbusier, é melhor sentida à noite. Todas as qualidades gestuais que a página impressa elimina na linguagem retornam à linguagem no escuro – e no rádio» (idem, 148).
Mais tarde é Crisell que descreve a rádio como um «blind medium» (Crisell, 1994: 3), dizendo mesmo que é essa característica – interpretada como a possibilidade da rádio funcionar como meio secundário – que «(…) strikes everyone, broadcasters and listeners alike, as significant about radio (…)» (ibidem).
Finalmente Meditsch, que não considera «a imaginação visual do ouvinte como um componente permanente e necessário na linguagem do rádio»[2]. O mesmo autor pensa que «o rádio pode evocar imagens visuais no ouvinte, mas não só visuais. Nossa memória não é um arquivo de slides, guarda também olfatos, sabores, sensações táteis e melodias. Guarda principalmente nossa compreensão e nossas emoções a respeito dos fatos da vida. A linguagem do rádio evoca facilmente tudo isso»[3]. Meditsch seguirá a ideia de Cebrián Herreros (1994: 19): «La radio constituye un universo de referencias y evocaciones de imagenes, paisajes, sonoridades, sugerencias. La radio se hace imaginación con la voz, paisaje con la música, sonoridad con los efectos y sugerencia con el silencio». Nélia Del Bianco diz que a rádio produz «imagens auditivas» (Meditsch, 2005: 154). [1] in Estética Radiofónica, Barcelona, Gutavo Gili, 1980 [2] Meditsch, Eduardo, «Sete meias-verdades e um lamentável engano”, 2005 [3] Ibidem 17/07/2008 17:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. O poder do ouvinteDir-se-á que quer na rádio musical, com os discos pedidos pelos ouvintes, quer na rádio de palavra, com os espaços de “phone-in”[1], foi dado poder aos ouvintes. Mas esse é um poder mitigado, na medida em que apenas pode ser exercido nas horas e, muitas vezes, nos termos decididos pelo planeador – com ou sem filtros, gravado ou directo, sujeito a tema prévio ou não. Além do mais, esses são conteúdos absolutamente minoritários no contexto da rádio global. Até a ideia de que são os ouvintes que fazem (que têm o poder para fazer) os sucessos musicais é posta em causa se constatarmos que primeiro é decidido o “airplay”[2] desses temas e que a construção de um “hit” dependerá muito da insistência com que essa música será ouvida (ou seja, que a popularidade não é o que parece à primeira vista). [1] Não se convencionou uma expressão em Portugal, mas pelo pioneirismo da aposta, são muitas vezes conhecidos como fóruns (em relação ao da TSF) [2] O número de passagens, a que horas Em resumo, depois de limpas as «gorduras» (as características que não são identificadoras), rádio pressupõe uma única e irrepetível emissão (para todos) sonora (de voz e/ou música) em contínuo (portanto não manipulável)[1]. Noutra formulação, um rígido «agenda setting» sonoro definido claramente por um ou mais «gatekeepers». Uma definição claramente funcionalista? Sim, porque a rádio – mantendo o ouvinte passivo – tem sido, como a generalidade da comunicação social, funcionalista. Mas qualquer que seja a formulação, o que nos parece ser claro é que não há uma única característica que defina o meio, antes a conjugação destes três elementos. [1] Uma definição não muito distante desta que se encontrou na Economist: «(...) from broadcasting, which means sending a radio signal to an entire population in a particular geographic area at a particular time», Heard on the Street, 20/04/06 (http://www.economist.com/surveys/displaystory.cfm?story_id=6794210) Mesmo os que aparentemente consideraram a importância do receptor, como Lazarsfeld, mais não fizeram do que, a partir dos estudos de hábitos e escolhas, reforçar o poder do emissor (o «gatekeeper»), que – com essa informação – passou a controlar melhor os efeitos pretendidos (de alguma forma, o «agenda setting»). Daí que Lang (1979: 86) fale em «great ingenuity», quando se refere aos objectivos de Lazarsfeld no seu «Radio Research Project». 17/07/2008 11:23 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 16/07/2008Produto em vez de programasnão é possível dizer que na rádio especializada o animador/editor não tem qualquer margem de improviso para o realizar. Pode ter. Mas é certo que quer a rádio generalista quer a temática têm as grelhas de programação previamente definidas, a horas certas e rígidas (pela necessidade de criar habituação e atingir determinado público que se calcula estar a ouvir naquela altura[1]). [1] Talvez por isso, Faus Belau considera, em 1973, que não faz mais sentido falar em programas mas em produtos (“produto sonoro radiofónico”) 16/07/2008 19:46 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. O público quer que o mercado quer ou o mercado quer o que...A indústria está convencida de que os públicos preferem uma programação mais especializada (em alguns casos, mesmo, monotemática – só música de um determinado estilo e de uma certa época), porque tiveram oportunidade de o demonstrar, escolhendo entre várias alternativas. Para isto muito contribuirá aquilo que Marti Martí designa por “la aparición de la juventud como clase social emergente” (Martinéz-Costa e Moreno Moreno, 2004: 33) e também o aparecimento de novos géneros musicais, como o «rock and roll»; no entanto não será irrelevante lembrar que “con frecuencia el mercado quiere lo que la emisora le adelanta”, diz Cebrián Herreros (2001: 175). (...) A partir do momento em que, em cada país, mas sobretudo a partir dos Estados Unidos, a leitura das audiências se começa a fazer de uma forma sistematizada[1], percebe-se que há diferentes públicos e não “uma família” que se senta na sala à volta de um rádio. Os estudos de opinião também vão mostrar que esses públicos têm diferentes gostos e possibilidades de escuta (por horas e locais, por exemplo), sendo relevante a banalização do auto-rádio Meneses 2007b, pag2 (pag3)O aparecimento da segmentação, devidamente assumido como tal (e da rádio moderna), está registado na Grã Bretanha, num documento da BBC, de 1969: “A experiência, quer neste país quer no estrangeiro, sugere que muitos ouvintes esperam agora uma rádio baseada num princípio diferente – o da especialização, oferecendo programas de um determinado tipo em corrente contínua, à procura de interesses concretos” (Crisell, 1994:32).
[1] As medições começaram na década de 40 numa perspectiva nacional, sobretudo por iniciativa da Nielsen (embora já existissem outras empresas, como a C. E. Hooper Inc.). Só com a chegada da Arbitron, na década de 50, com as medições para a rádio local é que o actual sistema vingou (fonte: RadioRatings McLeod; consultado a 18/12/05) 16/07/2008 19:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. Os OCS não gostam do contacto com o seus clientesAfter a week of emails, she still doesn't know about the fate of one of her favorite shows. And Sirius doesn't know what she listens to or why she listens and keeps buying new subs. 16/07/2008 17:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 15/07/2008dependência entre as indústrias culturais«Veículo das indústrias culturais, a rádio é hoje meio e instrumento, sem que, na generalidade dos casos, se consigam definir as tradicionais funções de formação, informação e entretenimento que caracterizam a comunicação radiofónica. Como nos restantes sectores da comunicação social, estabeleceu-se uma relação mútua de dependência entre as indústrias culturais, destacando-se a ligação entre a música e a rádio» (Paula Cordeiro, tese de doutoramento, pág. 51) 15/07/2008 19:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. a rádio tem efeitos mágicos???«O rádio, segundo McLuhan (1964:337), afeta as pessoas como que pessoalmente, oferecendo um mundo de comunicação não expressa entre o escritor-locutor e o ouvinte. Este é o aspecto mais imediato do rádio, uma experiência particular. As profundidades subliminares do rádio estão carregadas daqueles ecos ressoantes das trombetas tribais e dos tambores antigos. Isto é inerente à própria natureza deste meio, com seu poder de transformar a psique e a sociedade numa única câmara de eco. O autor cita o pensamento de Platão, para quem o tamanho certo de uma cidade era indicado pelo número de pessoas ao alcance da voz de um orador. Segundo ele, até o livro impresso, para não falar do rádio, torna irrelevantes, para efeitos práticos, as pressuposições políticas de Platão. Mas o rádio, dada a sua facilidade de relações íntimas e descentralizadoras, tanto ao nível pessoal como ao de pequenas comunidades, poderia facilmente realizar o sonho político de Platão numa escala mundial. Além da radiofonia, a evolução tecnológica do rádio, associada aos diferentes contextos, deve ser considerada. O que viria a ser o rádio, no início do século XX, é apenas uma experiência de transmissão de sinais à distância. Trata-se muito mais de uma resposta da tecnologia e dos estudos científicos da época do que o meio em si.O mundo passa por significativas mudanças, em grande velocidade, especialmente sob o aspecto tecnológico. É o período da revolução Científico-Tecnológica. As pessoas migram para diferentes países, deixam o campo e passam a residir nas cidades. A necessidade é por uma tecnologia capaz de proporcionar-lhes comunicação. Esta resposta de transmissão à distância evidencia também o primeiro conflito mundial, do qual resultou como fracasso, a dificuldade de comunicação. Invenções básicas e necessidade de uso chegam ao momento em que a sociedade encontra uma utilização para o rádio, que se transforma em meio de massa. Este pode ser considerado um período com grandes repercussões. O rádio responde como meio de massa a uma busca da sociedade, ansiosa por informação, entretenimento e também uma ambição dos governos em chegar às populações com maior facilidade. As propostas dos autores da época, a exemplo de Brecht(1984), demonstram os efeitos que o rádio é capaz de suscitar. Causa fascínio também pela possibilidade de transmissão da música e da voz humana. Não é mais uma voz que vem de dentro, da consciência, no pensamento da filosofia, conforme registram alguns autores, mas uma voz que vem de fora e acompanha o ouvinte por todas as partes» Cunha, 2006: 2-3
15/07/2008 18:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 14/07/2008O FM educacional«(...) the number of licensed radio stations has continued to creep up. It grew to 13,977 as of Dec. 31, 2007; that compares to 13,837 stations at the end of the year before. Breaking it down, there are 4,776 AMs, 6,309 FMs and 2,892 educational FMs, which the FCC lists separately. (...) there are 22 more AMs in the United States than one year ago, 43 more FMs and 75 more FM educationals. More interestingly, how do these latest figures compare to 10 years ago? The numbers tell a 10-year story: no growth in AM signals, but boom times for FM educationals, translators and boosters. Total stations in 1997 would have been described as “above 12,000.” As of December of that year, according to FCC statistics we compared, there were 4,762 AMs — virtually no net change in AM station count from today (and down from 4,804 at the end of 2002; AMs were just shy of 5,000 in 1990). There were about 5,540 FMs 10 years ago, so that category is up about 14% in the decade since; and there were only about 1,900 FM educationals, a number that grew 50% in the subsequent decade.» fonte: «Number of Licensed Radio Stations Grows Radioworldnewsbites 21,03,08 14/07/2008 13:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 12/07/2008Tentativas para fugir à rádio consolidadaLos 80 supusieron un cambio importante, sobre todo para la radiodifusión europea. Hacía ya años que algunos movimientos sociales, principalmente en países como Italia, habían reivindicado la radio como medio de expresión libre al servicio de la comunicación y el debate social. Para ellos, los grandes medios públicos eran incapaces de reflejar en sus programaciones las nuevas demandas y además eran poco permeables a la participación activa de grupos, la mayoría de los cuales se movían al margen del sistema político imperante. La mayoría de gobiernos nacionales se enfrentaron directamente con estas reivindicaciones y persiguieron las experiencias de emisión en FM llevadas a cabo a pesar del férreo sistema de control. Pese a todas las prohibiciones, la liberalización del espectro fue inevitable y la denominada desregulación dio paso a la radio privada, comercial o comunitaria". (Marti Marti apud Martinéz-Costa e Moreno Moreno, 2004: 26) 12/07/2008 19:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. Uma maneira perfeita de definir a rádioRadio has listeners - lots of them. Lots of relationships between consumers and advertisers mediated by a radio station» RAMSEY, Mark, «When your radio station's website doesn't matter», Hear2.0, 08/07/08 [http://www.hear2.com/2008/07/when-your-radio.html] 12/07/2008 17:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 10/07/2008A participação«In addition to providing absolute anonymity for the audience, traditional broadcasting has another striking feature: It does not encourage audience participation. Since the listeners have no means of staying in direct contact with the providers, editorial content was created without their contribution» (Nyre e Ala-Fossi, 2008: 42) 10/07/2008 16:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 01/07/2008O receptor anestesiadoA propósito de um capitulo do livro de Kischinhevsky (2007: 67- ), a que chama de «A lenda do ouvinte passivo» (reconhecendo que está numa posição subalterna), algumas ideias: - defende-se neste trabalho que a rádio remete o ouvinte a uma extrema passividade. Isso por vezes interessa, para potenciar a acumulação, mas a rádio não foi capaz de tecnica e conceptualmente perceber - nem que seja pelo exemplo do controlo remoto na TV - que o ouvinte tambem quer agir, controlo. - controlo não é procurar alternativa no caso de não gostar (quantas opções tem? a variedade é real) nem muito menos desligar - que é tornar.se não-ouvinte; - mas não se defende aqui uma visão conspirativa da recepção passiva (motivada por interesses mais ou menos obscuros das industrias e dos governos, sobretudo dos Estados Unidos, como acontece sobretudo com Armand Mattelart ou Herbert Schiller, além de varios autores latino-americanos a expressão de Kischinhevsky, «a mesma lente de lavagem cerebral ideológica» [70], inspirados certamente em Adorno). A recepção passiva resulta principalmente da plena adequação da rádio ao seu novo papel de escuta secundária (em acumulação - correr, conduzir, estudar),. transformando-se num modelo de sucesso. Não vamos ao ponto de defender que o ouvinte é«um ser submisso, passivo, que consome qualquer tipo de emissão sem se dar conta dos engodos que lhe são impingidos» (71), mas é verdade que o ouvinte - por falta de alternativa - acomodou-se. Passivo sim, submisso não. como demonstra o interesse despertado pela internet e a quebra nas audiencias da rádio ao longo dos ultimos anos. Estamos, pois, mais proximos daquilo que defende Ciro MArcondes Filho (o receptor mantem-se refem da ideologia veiculada pelos meios de comunicação) (71) - por outras palavras recusa-se aqui a ideia de dominação por parte dos grandes interesses ou dos ouvintes anestisiados/hipnotizados: «teorias que fizeram muito sucesso especialmente nos anos 70, quando falar em comunicação era falar em dominação; basta substituir os horrorosos extraterrestres por gordos capitalistas e, voilá, estará caracterizada a sociedade subjugada pelo "imperialismo cultural" norte-americano. Nesses estudos, engendrados a partir das idéias da Escola de Frankfurt e renovados pelo conceito de idelogia desenvolvido por Althusser, o receptor era um ser anestesiado por mensagens sub-reptícias, narcóticas, de conformismo, conservadorismo, autoderrotismo, romantismo, providencialismo, em suma, estímulos à sujeição diante da ordem estabelecida» (2007: 68), tambem porque, como diz o autor, «a indústria da comunicação e do entretenimento está longe de ser um bloco monolítico como podem nos fazer pensar alguns dados quantitativos» (70) TEORIAS 01/07/2008 09:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 28/06/2008Fará sentido pensar nas características clássicas quando...?«A rádio tem efeitos essencialmente diversos dos da televisão. Por estranho que pareça, o principal apelo da rádio é visual, e não sonoro. Quanto mais a mensagem sonora da rádio nos envolve, mais nos emocionamos e mais especulamos e projectamos imagens do que pode corresponder a esse fluxo sonoro de informação. Desta forma, a rádio, por si só, constitui-se num meio que apela à mobilização e à acção. A rádio apela a fazer, a agir, a ir ver como é. É por isto que a rádio tem sido frequentemente o medium utilizado por políticos e militares na mobilização das massas. Na televisão, tudo está dito e tudo está visto. Na rádio, a cada frase, a cada acorde, existe um mundo inteiro para descobrir» (ILharco, 43) VER McLUHAN 28/06/2008 13:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. McLuhan e a tecnologia«O qué a tecnologia? o que é a tecnologia de informação e comumcaçao? Melvin Kranzberg (1917-1995), um dos grandes historiadores da tecnologia, propôs corno primeira lei para entendermos a tecnologia constatarmos que ela não é boa nem má e que também não é neutra. O que é então? A própria história do homem, como no fundo McLuhan sugere? Talvez um modo de existir, como Martin Heidegger (1889-1976) aponta? » (ILharco, 2004: 11) «Em Portugal, como em todo o mundo desenvolvido, as pessoas continuam a espantar-se com a destruição que, de tempos a tempos, as forças da natureza trazem ao dia-a-dia. Não podia deixar de assim ser, pois o modo tecnológico de ser, como sugeriu McLuhan {Understanding Media, 1994: 18], não é uma opção, mas uma imposIção: «Os efeitos da tecnologia não ocorrem nos níveis da opinião ou os conceitos, mas alteram o equilíbrio de significado e os padrões da percepção de uma forma firme e sem resistência». (Ilharco, 23-24) 28/06/2008 13:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. OyG: a multidão activa... (e Brecht)«Agora, de repente, aparecem sob a forma de aglomeração, e os nossos olhos vêem onde quer que seja multidões. Onde quer que seja? Não, não; precisamente nos melhores lugares, criação relativamente refinada da cultura humana, antes reservados a grupos menores, em definitivo, a minorias. A multidão, de repente, tornou-se visível, instalou-se nos primeiros lugares da plateia da sociedade. Dantes, se existia passava despercebida, ocupava o fundo do cenário social; agora passou para a boca de cena, é ela a personagem principal. Já não há protagonistas: só há coro» (OyG, 2007: 41) «A velha democracia vivia temperada por uma dose abundante de liberalismo e de entusiasmo pela lei. Ao obedecer a estes princípios, o indivíduo obrigava-se a manter em si mesmo uma disciplina difícil. Sob o amparo do princípio liberal e da norma jurídica, as minorias podiam actuar e viver. Democracia e lei, convivência legal, eram sinónimos. Hoje assistimos ao triunfo duma hiperdemocracia em que a massa actua directamente sem lei, por meio de pressões materiais, impondo as suas aspirações e os seus gostos. » (44) «já em 1920 Ortega acreditava que, apesar de a Europa ainda mandar no Mundo, penas restava desse mando a perduração inercial. - Em todos os países as massas de toda a ordem se dispõem a assaltar o poder e tornar-se donas do estdo. - Em todos os tempos houve massas, mas o seu papel normal foi o de seguir as sugestões superiores» (OyG, 257; nota de rodapé) 28/06/2008 13:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A herança de McLuhan (o retrovisor...)«Es imposible aproximarse a la evolución de las TIC y su implantación en todos los ámbitos de la realidad actual, con la vista puesta en el retrovisor. Es por eso que Manuel Castells y otros investigadores (1998), han construido una nueva base argumentativa que denominan Informacionalismo. El Informacionalismo sustituye al Post-industrialismo como matriz dominante de las sociedades del siglo XXI (CASTELLS, 1998, 2002). Este modelo tecnológico argumenta el papel central de la tecnología en todos los ámbitos de la realidad, a la vez que ofrece la base teórica necesaria para comprender el desarrollo de un nuevo modelo de estructura social denominada Sociedad Red. Se trata de un modelo que no crea información y conocimiento en si mismo. El aspecto más novedoso de la teoría informacionalista es el papel central que se otorga a las tecnologías en la manipulación de la información y del conocimiento (Lévy, 1996, 1998). El informacionalismo es, por tanto, un paradigma tecnológico basado en el aumento de la capacidad humana para procesar la información en torno a las revoluciones gemelas de la microelectrónica y la ingeniería genética (CASTELLS, 1998: 125)» (Toral e Murelaga, 2007: 53-54) 28/06/2008 12:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 21/06/2008Brecht e McLuhanO que têm em comum estas duas frases «O rádio seria o mais fabuloso meio de comunicação imaginável na vida pública, um fantástico sistema de canalização. Isto é, seria se não somente fosse capaz de emitir, como também de receber; portanto, se conseguisse não apenas se fazer escutar pelo ouvinte, mas também pôr-se em comunicação com ele. A radiodifusão deveria, conseqüentemente, afastar-se dos que a abastecem e constituir os radioouvintes em abastecedores» (Bertolt Brecht, Teoria do rádio (1927-1932)) «Um meio quente é aquele que estende ou prolonga um único sentido em “alta definição”. A alta definição é o modo de ser plenamente saturado (...) E a fala é um meio frio e de baixa definição, porque nos dá muito pouco, exigindo do da parte do ouvinte um processo de preenchimento. Os meios quentes [como a rádio], por seu lado, não deixam tanta coisa a ser preenchida ou completada pelo público. Como tal, os meios quentes requerem uma baixa participação, ao passo que os meios frios exigem uma elevada participação com completamento por parte do público.» (MM, [1964] 2008: 35). separadas por 30 anos estas duas frases relatam duas ideias diferentes (mesmo antagónicas) de rádio, a primeira antes de rádio se afirmar como é hoje e a segunda relatando no que ela se transformou; Brecht queria uma rádio aberta ao público, McLuhan retrata-a como fechada. de alguma forma, o primeiro inaugurou uma ideia de rádio que nunca se concretizou, uma especie de utopia, o segundo fechou-a, sentenciou-a. Até a digitalização aparecer Brecht era utópico, McLuhan o visionário. A digitalização veio mostrar que Brecht tinha mais razão do que o conformismo de McLuhan. Pelo meio, outros pensaram a rádio, ajudando-a a tornar-se naquilo que M descreveu; nenhum, curiosamente, se inspirou em Brecht... 21/06/2008 17:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 07/06/2008Lembrar Adorno, a propósito do ouvinte/consumidor de mp3«The mp3 fetishizes and makes use of the imperfections of healthy hearing while presuming a so-called normal listening situation. The ideal listener implied by the mp3’s psychoacoustic coding is Theodor Adorno’s nightmare: the ‘distracted’ consumer of mass culture (2002[1938], 1993[1945]). In a media-saturated environment, portability and ease of acquisition trumps monomaniacal attention» (Sterne, 2006: 836) 07/06/2008 17:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A rádio e a função de gatekeeperPor exemplo na relação (clássica) com a indústria musical: «Haverá muitos casos de interesse dos dois lados [rádios e industria], mas atendendo à quantidade de edições semanais e ao pouco espaço disponível nas listas, são frequentes casos em que as rádios não estão interessadas em incluir determinada música, apesar dos esforços da editora junto dos gatekeepers, como lhes chamam S. Barnard (Hendy, 2004:99) ou Baskerville (Neves, 1999:73)» (Meneses, 2007:7) 07/06/2008 10:36 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 30/05/2008Brecht, o autor mais citadoBrecht é provavelmente o autor mais citado da história da rádio, porque junta - fundamentalmente - duas qualidades; o seu pioneirismo histórico e uma perspectiva disruptiva face à rádio do momento, que foi alias a rádio durante muitas décadas. Isso fê-lo manter actual sem que nada do que disse alguma vez tivesse acontecido (!). finalmente, faz sentido cita-lo, porque aquilo que disse há 80 anos está a acontecer. Brecht sem ser um académico (?) foi sobretudo um visionário que desenhou um projecto de interactividade para a rádio que basicamente se mostrou impossivel durante 80 anos (de rádio) (ou 50 desde que escreveu). O tempo na rádio pode ser medido antes e depois de Brecht. Com uma particularidade: depois de brecht não é depois de brecht ter escrito sobre a interactividade em rádio, é depois de ter acontecido o que Brecht escreveu... Isto significa que tudo o que Brecht disse é hoje actual ou, mesmo, válido? Claro que não: «A utopia de Brecht, de que todo o receptor de rádio deveria ser um potencial emissor, depara-se, desde logo, com um limite: saber quem vai ouvir tamanha cacofonia. Concordo em parte, no que respeita à análise técnica de Brecht, pois aquilo que o autor também refere, não respeita ao público apenas enquanto emissor, mas essencialmente enquanto produtor de comunicação, o qual estaria sujeito à mediação profissional. Ou seja, colocar nas mãos do ouvinte a possibilidade de produzir conteúdos para a rádio representa uma abertura que o meio só aparentemente tem tido. Ainda que estes sejam depois submetidos à apreciação e selecção dos gatekeepers na rádio, na actualidade, o potencial multimédia e as plataformas de difusão digitais permitem gerir a cacofonia a que o Vitor se refere, e deixar nas mãos do ouvinte-utilizador, a escolha da cacofonia que pretende escutar… 30/05/2008 19:31 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 12/04/2008As razões que levam os jovens a ouvir (gratificações)«Such a heavy use of radio among adolescents exists even in present times, and it has been explained by many as providing teenagers with acceptable social cues; as gIvIng them something of interest to discuss with their friends (Brown, Eicher, & Petrie, 1986); as an important source for socialization (Adoni, 1979; Mendelsohn, 1964); and even as a way of rebellion against parental norms and a search for identification with peers rather than with adults (Golinko, 1984). Regardless of the explanations, it appears that television did not significantly affect (and has not affected) the time children and adolescents spent with radio. (...)I. Christenson and DeBenedittis (1986) asked first through fifth graders why they liked to listen to radio. More than 83% gave a response that referred to the musical content of the medium, and only 25% referred to seeking information. In their study, no significant gender or age difference in gratification was found. (...)Program choices are often not determined by any program or listener attribute but, rather, by the time (and location) of listening. [The study speculates that some of these programs are not the child's choice but that of their parents. In fact, these were programs heard in the car while driving]. (...)Wells and Hakanen (1991) found a gender difference in gratification. They found that female teenagers made greater use of music for mood management (mood enhancing or tranquilizing) than their male counterparts. For males, the most highly rated function ( radio was to get excited. This is very similar to the findings of Larson, Kubey, and Colletti (1989), who found that males listen to music that excites them, while females prefer ballads and love songs.» (PAIK, 2001: 12-13) 12/04/2008 18:14 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 29/03/2008Sobre as consequências do trabalho de Lazarsfeld«From the dawn of commercial broadcasting, advertisers needed to know just what they were buying when they ponied up for a few seconds of airtime. The science of polling was in its infancy as radio became a mass medium, and pioneers such as George Gallup and Paul Lazarsfeld soon realized that the methods they developed for public opinion research had powerful potential as a marketing tool - and a opinion research» (Fisher, 2007: 192) 29/03/2008 10:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 08/03/2008A teoria dos usos e gratificações na rádio (até às novas tecnlogias)««From a business perspective, Alexander (1997) maintained that the primary goal of radio programming is to maximize the size of an audience targeted by advertisers and the only way to accomplish this goal is to satisfy the needs and wants of that audience. "Uses and gratifications" has long been a popular approach to understanding audience motivations for tuning to radio and television programming. The underlying presumption is that audiences are not passive nonjudgmental receivers of media but are, rather, active seekers of program content that will satisfy specific needs. From practical considerations, such as wanting information about traffic congestion, to more abstract psychological desires, such as relief from emotional stress, listening patterns are determined by each person's expectations of how well different media or programs will gratify their needs (Rubin & Perse, 1994)» (McDowell and Dick, 2003: 48)» «Researchers can approach these phenomena from a number of theoretical foundations, but the uses and gratifications (U &G) approach which a<;sumes an active audience ;s best applied here. Wi . With choice comes fragmentation in consumer activity and the uses and gratifications approach posits that a consumer vated to use a certain technology based on an anticipated set of need(s) or gratification obtained.» (Albarran, 2007: 93) Katz and Foulkes (1962) clarified the concept that the media is used as an escape. Katz, Blumler, and Gurevitch (1974) argue the media is utilized by individuals to gratfy specific needs; hel Ips provide an understanding of individual user motives regarding media behavior; and identifies functions or consequences that are the result of the motivations and behavior. Katz/Haas and Gurevitch (1973) found that individs use media to connect or disconnect with themselves and others via instrumental, or integrative relations. (Albarran, 2007: 93) In terms of U&G studies specific to radio, Mendelsohn (1964) identified several motives of radio listening: companionship, filling a void created by daily routine,altering mood, relieving boredom, providing news and information, allowing active participation in events, and overcoming social isolation. Killing time was the only lisng motivation identified in a survey of college students conducted by lichenstein and Rosenfeld (1983 ). Albarran, 93-94 «Paramount to uses and gratifications is the idea that peopIe are active in their selection of media and content to satisfy certain needs, and that media use comprises but one form of activity among a multiplicity of options through individuals may fulfill those needs (Katz, Blumler, & Gurevitch, 1974). Scholars subsequently argued that media activity should not be considered a singular concept. For example, Blumler (1979) posited that there are varying levels of activity in to types of media, audience motivations, and media uses. Similarly, Levy and Windahl (1985) argued that levels of activity are dependent upon the individual; both regarding the extent of activity and at what time a person exercises that activity. (...)Historically, uses and gratifications has been a fruitful approach in understanding audience uses of traditional media. (...). A few studies have considered the uses and gratifications of radio. In one such study, Towers (1985) examined the use of radio news in relation to other media and listener demographics. He found that people who listened more frequently to the radio did so for entertainment and the immediacy of news, while those who listened less frequently did so to fill time. (...) Ruggiero also argued that researchers need to expand uses and gratifications theory and to adapt the theory o the characteristics of new communication technology. This returns to Katz, Blumler and Gurevitch's (1974) notion that uses and gratifications is associated with the attributes of a particular medium» (Ferguson, 2007: 104-105) «This study seeks to examine the relationship between young adults and radio media by applying the Uses and Gratifications approach 08/03/2008 11:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. Porque se muda de estação? Por causa da publicidadeA crise presente da rádio é tambem a crise de um determinado modelo comercial. «Barnouw (1970) maintained that since radio's inception in the 1920s, the notion of using program content to expose audiences to embedded advertising messages has proven to be a winning business model.» (47); «From a business perspective, Alexander (1997) maintained that the primary goal of radio programming is to maximize the size of an audience targeted by advertisers and the only way to accomplish this goal is to satisfy the needs and wants of that audience. "Uses and gratifications" has long been a popular approach to understanding audience motivations for tuning to radio and television programming. The underlying presumption is that audiences are not passive nonjudgmental receivers of media but are, rather, active seekers of program content that will satisfy specific needs. From practical considerations, such as wanting information about traffic congestion, to more abstract psychological desires, such as relief from emotional stress, listening patterns are determined by each person's expectations of how well different media or programs will gratify their needs (Rubin & Perse, 1994)» (pag 48)
08/03/2008 11:39 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 01/03/2008Rádio, «o primeiro veículo de comunicação electronica»«O auge da era das comunicações eletrônicas foi marcado pelo desenvolvimento do rádio, o que vai torná-lo o primeiro veículo de comunicação eletrônica (FIDLER, 1997:145). Reafirmando a posição de Meditsch, o rádio foi o primeiro artefato eletrônico a penetrar no espaço doméstico (MEDITSCH, 1999:35), pertencendo à mesma era eletrônica da informação da TV e do computador, sendo o rádio apenas a manifestação mais precoce (MEDITSCH, 1999:15).» Rádio na Internet: desafios e possibilidades,Autor: Álvaro Bufarah Junior, 2006 «o rádio, como tenho insistido, contra a idéia dominante no senso comum, é um veículo da era eletrônica, sua era não está no passado, sua era é a de todos os meios eletrônicos, ele apenas foi o que surgiu antes (MEDITSCH, 1999).» (meditsch, 2001, pag 2) 01/03/2008 15:59 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 23/02/2008A visão destorcida de Adorno e Horkheimer«O rádio era petulante: colocava em pé de igualdade, diante de um concerto de música clássica, tanto o operário maltrapilho quanto o bem nutrido capitalista. O paradigma destes estudos foi estabelecido pela chamada Escola de Frankfurt. Dois de seus maiores expoentes, Adorno e Horkheimer, em seu texto mais disseminado, não poupavam de criticas o novo meio, do qual ressaltavam o caráter totalizante de nas operações discursivas: 'o concerto de Toscanini transmitido pelo rádio é, de certa forma, invendável. É de graça que o escutamos, e cada nota da sinfonia é como que acompanhada de um sublime comercial anunciando que a sinfonia não é interrompida por comerciais - 'this concert is brought to you as public service'. A ilusão realiza-se indiretamente através do lucro de todos os fabricantes de automóveis e sabão reunidos, que financiam as estações, e naturalmente através do aumento de vendas da indústria elétrica que produz os aparelhos de recepção. O rádio, esse retardatário progressista da cultura de massas, tira todas as conseqüências que o pseudomercado do cinema por enquanto recusa a este. A estrutura técnica do sistema radíofôníco comercial torna-o imune a desvios liberais como aqueles que os industriais do cinema ainda podem se permitir em seu próprio setor. Ele é um empreendimento privado que já representa o todo soberano, no que se encontra um passo à frente das outras corporações. Chesterfield é apenas o cigarro da nação, mas o rádio é o porta-voz dela» (Adorno e Horkheirner, "A indústria cultural- O esclarecimento como mistificação das massas". In: Dialética do esclarecimento.) (Kischinhevsky, 2007: 18-19 ) 23/02/2008 17:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A lógica de funcionamento da rádio e a teoria do gatekeeperSe é certo que o termo «'gatekeeper' refere-se à pessoa que toma uma ecisão numa sequência de decisões; foi introduzido pelo psicólogo social Kurt Lewin num artigo, publicado em 1947, sobre as decisões domésticas relativas à aquisição de alimentos» (Traquina, 2002: 77), e que estudos posteriores ao de David Manning White (que analisou como «o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, «portões» que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa noúcia ou não», Traquina, 2002: 77) puseram em causa as suas conclusões ("Gieber (1956) refuta as conclusões de White, concluindo que o factor predominante sobre o trabalho jornalístico era o peso da estrutura burocrática da organização e não as avaliações pessoais do jornalista que, segundo Gieber, «raramente» entravam no processo de selecção. Em outro artigo, Gieber (1964) escreve que as notícias só podem ser compreendidas se houver uma compreeno das "forças sociais» que influenciam a sua produção.", Traquina, 79), a verdade é que podemos entender este conceito como menos dependente de alguém em concreto, mas numa perspectiva mais epistemológica: a ideia de que alguém ou 'alguéns' tomam determinadas decisões sobre os conteúdos que chegam aos destinatários, seja com base em critérios, digamos, pessoais, seja em conjugação com um conjunto de normas profissionais ou de pressões do sistema (neste caso, da rádio musical, da indústria discográfica) 23/02/2008 14:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. A lógica de funcionamento da rádio e a teoria do gatekeeperSe é certo que o termo «'gatekeeper' refere-se à pessoa que toma uma ecisão numa sequência de decisões; foi introduzido pelo psicólogo social Kurt Lewin num artigo, publicado em 1947, sobre as decisões domésticas relativas à aquisição de alimentos» (Traquina, 2002: 77), e que estudos posteriores ao de David Manning White (que analisou como «o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, «portões» que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa noúcia ou não», Traquina, 2002: 77) puseram em causa as suas conclusões ("Gieber (1956) refuta as conclusões de White, concluindo que o factor predominante sobre o trabalho jornalístico era o peso da estrutura burocrática da organização e não as avaliações pessoais do jornalista que, segundo Gieber, «raramente» entravam no processo de selecção. Em outro artigo, Gieber (1964) escreve que as notícias só podem ser compreendidas se houver uma compreeno das "forças sociais» que influenciam a sua produção.", Traquina, 79), a verdade é que podemos entender este conceito como menos dependente de alguém em concreto, mas numa perspectiva mais epistemológica: a ideia de que alguém ou 'alguéns' tomam determinadas decisões sobre os conteúdos que chegam aos destinatários, seja com base em critérios, digamos, pessoais, seja em conjugação com um conjunto de normas profissionais ou de pressões do sistema (neste caso, da rádio musical, da indústria discográfica) 23/02/2008 14:00 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 26/01/2008A interactividade sempre foi um mito no consumo passivo
26/01/2008 10:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. 12/04/2006A rádio tem pouca interactividade com os seus ouvintesDesenganem-se os que pensam que a rádio é dos meios mais próximos dos receptores, o que tem mais interactividade. Um estudo britânico, oficial, mostra que não (via Rádio e Jornalismo): «Segundo o ofcom a rádio é o meio de comunicação onde o nível de interacção é mais reduzido, pelo menos na realidade britânica. O estudo: http://www.ofcom.org.uk/advice/media_literacy/medlitpub/medlitpubrss/older/older.pdf 12/04/2006 10:58 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: Teorias No hay comentarios. Comentar. |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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