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30/08/2008

Oferta de programas on demand (o futuro)

«CelleCast announced this week it has added five new programs to its network of on-demand talk radio programming including: Todd Feinburg Show, Nick Federoff on Gardening, Things Green Garden Minute, and science programs Earth and Sky and Clear Voices for Science.

The service already carries well-known hosts like Dr. Laura, Lou Dobbs, Jon Elliot and Dave Graveline.

Cell Phone users can start with CelleCast’s "Free and Easy" plan which requires registration but no fees. For more features, users can also upgrade to the service’s "Power Plan" for $9.95/month.

You can also listen to programming online at www.cellecast.com. CelleCast was launched in November, 2007. (Corey Deitz)

«Are you a talk radio junkie? If you sometimes find yourself away from a radio you can still grab some programming on your cell phone with CelleCast. (...) CelleCast also recently introduced "CelleGrams" which allow listeners to bookmark and send audio clips from their cell phone to someone else who might be interested.»

«How To Listen to a CelleCast

Cellecasting is the easiest way to access and listen to News, Talk and a growing list of new programs. You can listen right here on the web, and you can listen and interact by just calling up a show on your home, mobile or office phone. Just dial and enjoy.


Use CelleCast From Your Phone

  1. Dial CelleCast’s universal access number (360-335-6000) or a phone number for a specific show.
  2. Follow the prompts to listen, with complete control to fast forward, pause, rewind or interact with hosts.Use CelleCast From the Web
  3. Find a program you want to hear under the "BROWSE PROGRAMS" menu
  4. Click "LISTEN NOW" from any screen to hear the program
  5. When logged in, programs can be saved to your playlist for automatic play next time you call

«The premise is simple. Listeners are empowered to listen to their favorite radio programs with any phone, at any time, from anywhere. Using CelleCast is as easy as dialing a phone number. No downloads required, no extra equipment to buy. A phone and the ability to dial is all it takes

Algumas questões que ainda não consegui perceber, porque o site não explica:

- os programas são emitidos em directo? com ouvintes?

- passam primeiro na rádio e depois neste operador? são simulcasting com a rádio?

O programa da dra Laura é emitido «Live links work only between Noon and 3:00pm PST» If there are no stations near you, Dr. Laura can be heard on XM Radio, via your cellphone through Cellecast, or through StreamLink: Ou seja, passa primeiro na rádio e depois é disponibilizado no cellecast, onde tambem pode ser ouvido em directo ou apenas depois, gravado? 

30/08/2008 11:08 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

05/08/2008

Reduzir os tempos será solução?

«When public radio has to consider making its programs shorter because young listeners won’t listen, we officially have a documented attention span problem. (...) Break the programming down into smaller chunks. That is, one hour of music is fine if you’re in the mood to listen for an hour. You’ll rarely find a young person doing that. In the past radio worked well with block programming -- variable length shows at different times. Growing up I remember "the adults" listening to WOR, New York that had, say, a 15-minute newscast, then a 45-minute program with the legendary Jean Sheppard. There was a different standard for program length. You just had to stay tuned. Maybe it’s a 45-minute show. Maybe a 55-minute program on health. The all-night show tended to be one long block figuring that the station was providing company for night owls. Back to the future. Even a top 40 station can break into a five song countdown anywhere on its clock -- say, featuring the five newest releases in the genre.»

 The Attention Span Problem  Inside Music media, 6/05/08 

05/08/2008 19:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

Pagar?

«Simon Waldman, Guardian director of digital publishing, says: “Over the last year there has been a wave of spectacular growth in online advertising. Charging for content is less of a critical success factor than two or three years ago. This really is an advertising market now.”» (BLACKHURST, 2006: 55 

05/08/2008 19:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

Um relato de futebol nunca mais será o mesmo?

A rádio deixará de ser um fluxo contínuo de programas, mas uma oferta de determinados programas (produtos) a partir de um menu? Por exemplo, um jogo de futebol. Há alternativa ao modelo de comercialização baseado em «spots»? A publicidade visual poderá substituir a publicidade áudio (mais intrusiva)?

O relato pela rádio pode convergir com a transmissão televisiva? Para os que não podem/querem ver a imagem (televisão, telemovel), o relato pode convergir com alguns momentos-chave, e ver (no telemovel, no computador) as principais repetições - sugeridas/conduzidas pelo proprio relato? 

05/08/2008 18:43 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

04/08/2008

Há espaço para meios generalistas?

«É imperativo recordar incessantemente a importância de uma oferta de qualidade por parte dos meios de comunicação generalistas. O progresse não se situa em exlusivo do lado da lógica da procura em operação nas novas tecnologias. A lógica da oferta é um verdadeiro desafio, não de natureza técnica mas cultural, por consistir - e reencontramos aqui o desígnio do conceito de grande público - em oferecer ao numero uma gama de produtos de comunicação o mais lata possivel» (wolton, 2000: 178)

há espaço para o um para muitos?

04/08/2008 20:08 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

O espaço para a rádio de comunidade (um exemplo)

It is not quite Oprah Winfrey's book club, but if you happen to live in the small Yorkshire town of Wetherby and you want advice on the latest hot books, the local librarian has a 20-minute slot on Tempo FM, the town's community radio station, telling you what is new on the shelves, and what the week's most borrowed books are. (...) that is the joy of community radio: when your potential audience is so small there has to be something for every pair of ears. "We do all the things local radio used to do," says Preedy. "We give out details of lost pets, we publicise coffee mornings and the police come in once a week and talk about crimes in the area." The annual budget for all this is around £5,000, says Preedy, which for their BBC rivals would barely cover focus groups.  Tempo FM's research is less scientific, he admits. "I get stopped in the street by people and end up pumping them for their opinions." There are no Rajar figures for the station, but Bob says it is on in all the cafes and shops in Wetherby, which justifies the £2 for a 20-second commercial slot that local butchers and bakers pay.» (Radio that listens to its audience, Guardian, 4/08/08)

04/08/2008 18:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

29/07/2008

A rádio de palavra não é tão atingida nem tão beneficiada com a digitali

Defendemos que não será este o sector dos media e das indústrias da cultura que melhor representará um exemplo de globalização mediática, pelas características eminentemente locais que o discurso da rádio mantém. Apesar de existirem grupos de rádio que operam em diferentes países e que têm grande peso e influência no sector, da mesma forma que grupos transnacionais multimédia detêm participações na rádio, não é este o sector que apresenta maior potencial de internacionalização. Paradoxalmente, foi esta a primeira actividade mediática a expandir a sua comunicação além fronteiras e a acrescentar, através de Onda Curta e da Internet, uma presença verdadeiramente global. Ao contrário, parece-nos que a indústria da música tem um carácter global, decorrente da natureza universal da sua linguagem, apropriada mesmo quando as letras das canções são incompreensíveis face à barreira da língua» (Paula Cordeiro, tese, 82)

29/07/2008 17:40 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

25/07/2008

24/07/2008

Sobre a rádio de palavra (vários)

mais ouvida dos EUA

September 19, 2005

(via Obercom)
“(…) Em termos de conteúdos, é de destacar nos últimos anos um aumento das audiências dos programas de tipo informativo, devido ao boom de informação que se seguiu ao 11 de Setembro e ao crescente interesse que este evento proporcionou na actualidade. Também o número de ouvintes de música urbana e hispânica aumentou consideravelmente, passando as suas respectivas quotas de mercado de 8% para 10,1%, e de 6,9% para 9,6%.

Audição de Rádio por Género Musical – 4º Tri. 2000
Género Audição de Rádio (%)
Informação 16,9
Contemporânea 15,3
Êxitos Contemporâneos 11,4
Country 9
Rock 9
Êxitos Antigos 8,1
Urbana 8
Hispânica 6,9
Outras 15,4
(Fonte: Arbitron)

Audição de Rádio por Género Musical – 4º Tri. 2004
Género Audição de Rádio (%)
Informação 18,3
Contemporânea 14,3
Êxitos Contemporâneos 11,2
Urbana 10,1
Hispânica 9,6
Country 8,8
Rock 7,8
Êxitos Antigos 7
Outras 12,9
(Fonte: Arbitron)
(V.A) 16-09-2005

As origens da rádio informativa

September 4, 2005

Com o fim da guerra, “la radio informativa dejó de se un noticiário permanente para pasar a convertirse en un médio de comunicación refelxivo sobre la actualidad, aportando elementos de valoración y estructurando su discurso de forma que conseguiera mantener el interés per se. En esta etapa nacieron los grandes magazines tanto en EE. UU. como en Europa” (Martí i Martí, Josep Maria, Modelos de programación radiofónica, Feed-Back Ediciones, 1990 , pág 22)

Os problemas dos formatos informativos

A rádio de palavra tem alguns problemas.
Por exemplo: “The problem with speech radio is that it is labour intensive and thus expensive to run, which doesn’t attract commercial operators one bit! It is also regarded by many as minority programming. To maximize its audience potential it has to provide an intelligent editorial approach whilst maintaining popularity with chat-based shows!” (Hollingsworth, Mike, How to get into Television , Radio and New Media, Continuum, Londres, 2003, pág. 32)

24/07/2008 19:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

22/07/2008

21/07/2008

A necessidade de um gatekeeper

This persistence of the assumption that gatekeeping is needed may be its most enduring legacy, and one that survives the advent of media like the Internet that make it unnecessary. Levinson, 1999: 125

21/07/2008 17:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

17/07/2008

Desafios para a rádio de palavra

Mas a questão deve ser vista de uma forma global e abrangente: o mesmo utilizador da Internet (e já não o simples ouvinte, esse mero receptor) que se habituou a decidir, escolhendo e controlando, para ouvir música, já não aceitará facilmente ser tão passivo quando consumir rádio de palavra – esta também terá de encontrar formas de mostrar que necessita desses contributos para continuar a ter ouvintes: assistiremos à multiplicação de ferramentas que potenciam a interactividade, tentando adaptar os conteúdos (ou a disponibilização desses conteúdos) à intervenção do utilizador. (3.3.3.1.2)

17/07/2008 13:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

24/06/2008

A participação far-se-á mais por escrito por que por voz

Quanto mais investimento uma rádio fizer em ferramentas de interactividade mais necessidade terá de levar até elas os públicos. Não chega criarem recursos, mecanismos de utilização, se os consumidores não os conhecerem e forem até lá.

Por isso o próprio promotor - a indústria - tem a responsabilidade (a obrigação) de levar o público. E vai fazê-lo. Porventura de forma agressiva, na medida em que a concorrência é e será gigantesca, na disputa pela atenção do público. Se se faz um grande investimento em video, por exemplo, é preciso levar os publicos a rentabilizar esses investimentos.

é que em simultâneo se assiste à vontade, ao desejo, do consumidor de intervir (ainda que dentro da malha disponibilizada pelo editor). O consumidor - genericamente - e alguns consumidores quererão sempre mais, sempre mais longe, experimentar, ser criativo (desde que lhes dêem condições/autorização)

Mas mesmo que ele queira ser passivo, a rádio dir-lhe-á para fazer alguma coisa, quererá que ele seja o menos passivo possivel.

Na base está a vontade da humanidade em comunicar, em participar

(se é verdade que o telemóvel se tornará no meio d comunicação por excelência - abrindo teoricamente mais possibilidade para a participação generalizada via telemovel -  a verdade é que já vimos que o sistema convencional de edição/filtragem não o gosta/permite; com a net generalizada, com mais net por exemplo do que telefones fixos, e barata, a possibilidade  enviar um email será um acto de grande facilidade e espontâneo - ou seja, em muitos casos, os proprios consumidores tambem vão querer participar mais via email do que expor a propria voz)

24/06/2008 16:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

21/06/2008

A lenta adaptação da rádio à digitalização

Nair Prata na sua tese mostra como é lenta e difícil a evolução da rádio convencional para a realidade digital, apresentando ela própria uma lista de possibilidades, que cruzam a lógica passiva com a nova realidade activa (2008: 213)

«Numa webradio prototípica, poderíamos encontrar os antigos gêneros hertzianos reconfigurados para o meio digital, mas também uma nova tessitura genérica e novas formas de interação. A reportagem, um dos mais relevantes gêneros radiofônicos, na web pode vir ancorada com vídeos, fotografias dos participantes e do cenário do evento comunicativo, textos e hipertextos com dados sobre o assunto em questão e infografia colorida e esclarecedora. Por meio de um serviço de busca, o usuário pode encontrar ainda mais informações acerca do tema. Nos programas musicais, são muitas as novidades a serem oferecidas pela webradio. O usuário passa a ter informações completas e detalhadas sobre a canção, seus autores e cantores a um simples clicar do mouse. Pode também ver um clipe da música, se desejar, ou imprimir a letra cifrada para tocar no violão. E, se o violão estiver desafinado, rapidamente o usuário encontra um afinador  o

 

n-line , uma versão digitalizada do velho diapasão. As webradios também oferecem as listas das canções mais tocadas da programação e a opção do pedido de música via rede. Na entrevista, além de ouvir, o público pode também ver os participantes da interação e conferir virtualmente outras discussões sobre o mesmo assunto. Também pode, se desejar, buscar a biografia do entrevistado e seu posicionamento em outras entrevistas. Numa notícia de utilidade pública, o público pode visualizar, por exemplo, a fotografia de uma pessoa desaparecida, acompanhar o depoimento de alguém que pede doação de sangue ou conferir, na tela e na versão impressa, as melhores opções diante de um desvio numa rodovia. No programa policial, sempre líder de audiência nas emissoras onde há esse tipo de transmissão, o usuário pode, ao ouvir o relato de um crime, acessar a opção para visualizar uma simulação da ação dos bandidos. Também é possível digitar o nome do assaltante e saber o que já foi publicado sobre ele. Pelo  chat, o usuário pode interagir com o locutor do horário e ambos podem se ver pela webcam. A programação não é determinada pela emissora, mas sugerida e construída a cada dia com a participação do público. Por sua vez, o ouvinte tem incontáveis opções de canais de áudio, demonstrando a força da segmentação»

 

21/06/2008 17:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

A net faz perder poder à voz (ao jornalista e ao locutor)

ver Nair Prata -112-114

«O endeusamento, o sucesso e a fama dos comunicadores do rádio são pilares importantes na construção da audiência, nem que para isso seja preciso transformá-los em personagens» (114); nunca mais será assim?

21/06/2008 16:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

13/06/2008

«Os jornais não têm futuro? Ou é o jornalismo que não tem futuro?"

«(...) O que me inquieta é saber como sobreviverá o jornalismo". (...) "Acreditei sempre que os jornais impressos sobreviveriam", concretizou o editor sueco, "mas começo a ter dúvidas". "O nosso problema não é saber se vamos conseguir manter-nos tal como somos hoje, porque isso não sucederá", concretizou George Brock. "O que me preocupa é saber se o jornalismo escrito consegue sobreviver como jornalismo que investiga, aprofunda e enquadra".

«"Já não somos os guardiães do templo, os gatekeepers, pois os leitores entraram no círculo do poder", reconheceria Lisbeth Knudsen, director do dinamarquês Berlingske Tidende. "E isso está a acontecer porque é a tecnologia que está a determinar os caminhos da inovação nas nossas empresas, não é o jornalismo que, ao reinventar-se, consegue determinar qual a melhor forma de inovar".
Isto é tão mais importante quanto a forma como os cidadãos "entraram no círculo do poder" apresenta as mais diferentes facetas. Por um lado, ao terem ganho o direito de livremente afixarem na rede aquilo que pensam, intrometeram-se num espaço de comunicação antes reservado aos jornalistas. Por outro lado, ao serem chamados pelos próprios jornalistas a sentarem-se na primeira fila, nomeadamente por via dos comentários às notícias, ajudaram a criar um espaço que começou por ser de debate mas que também se foi transformando em espaço de informação.

«Mas se até aqui não deixa de existir um papel para os jornalistas, que têm sempre de seleccionar e editar, aquilo que temem observadores como Andrew Nachison, do iFOCOS, é que gradualmente se perca entre os cidadãos a noção de que necessitam de jornalistas e de bom jornalismo para aceder à informação de que necessitam. Por um lado, motores de busca como o Google facilitam imenso o acesso às fontes originais, ou reempacotam a informação com base naquilo que os próprios órgãos de informação produzem - roubando, de caminho, cerca de metade do mercado publicitário que migrou da imprensa escrita para a Internet, o que cria dificuldades adicionais às empresas jornalísticas. Mas, por outro lado, o que mais o preocupa são "os novos centros de produção de informação que podem tornar redundantes os jornais e dispensável o jornalismo".
Exemplos? Os sites oficiais das mais diversas instituições que tendem a ser desenhados de forma a colocar em destaque "notícias", mas que também disponibilizam os documentos originais. Alguns blogues mais sofisticados e influentes, como os que nos Estados Unidos virtualmente se profissionalizaram. E, por fim, todos os que produzem informação e opinião de qualidade, como sucede com muitos think-thanks. "Tenho a sensação de que não sabemos como vão as novas gerações ter acesso à informação, se vão continuar a confiar na 'marca de qualidade e independência' que lhes é assegurada por alguns títulos de referência, ou se utilizarão cada vez mais as redes da Web 2.0 e os sites das fontes primárias", precisou Nachison»

fonte: FERNANDES, José Manuel, «Os jornais não têm futuro? Ou é o jornalismo que não tem futuro?», Público,12 /06/08

13/06/2008 14:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

12/06/2008

A rádio mais ágil: canais temporários para emissões alternativas

Num dia como hoje, com dois momentos importantes na emissão (por exemplo da TSF) ao mesmo tempo, e uma vez que apenas um deles é possivel de ser emitido em directo(o debate quinzenal no parlamento), o segundo (a conferência de imprensa da selecção) podia recorrer a canais alternativos de streaming, com anuncio na antena principal de que há duas emissões em directo, uma hertziana outra online

12/06/2008 16:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

07/06/2008

A relação entre rádio musical e rádio de palavra

«A rádio não musical parece abrigada desta turbulência, podendo, até, tirar da Internet grandes benefícios (a Internet é, por isso, e em simultâneo, uma oportunidade e uma ameaça). Abrigada porquê? Ganha quem tiver os conteúdos, é outra máxima que se vai ouvindo. E se a Internet (os computadores, a digitalização) tem a música, não tem a voz, não tem a espontaneidade do directo, não tem sentimentos nem emoções. O problema da rádio não musical será, portanto, outro – se o meio rádio não se tornará obsoleto, a partir do momento em que os mais jovens (os que procuram a música) se desabituam de ouvir. Como disse o presidente da empresa de estudos mediáticos Jacobs Media, Fred Jacobs, “Quando só existíamos nós [a rádio], eles [os jovens] acabariam por nos encontrar. Mas, hoje, há toda uma série de lugares onde podem ir. Se não crescerem connosco, por que é que virão ter connosco?1» (Meneses, João Paulo, Internet: possibilidades e ameaças para a rádio musical, BOCC, 2007, pág 2)

07/06/2008 10:26 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

20/05/2008

«novas dimensões da acessibilidade da informação, em quantidade e em mobilidade»

«O que a Web 2.0 nos traz é a mudança de paradigma de relação com a informação e isso encerra problemas maiores, porque não nos atinge apenas individualmente, atinge-nos individual e colectivamente em todas as dimensões da nossa vida. É óbvio que as novas dimensões da acessibilidade da informação, em quantidade e em mobilidade são uma mudança fundamental para as nossas sociedades e, trata-se, de uma mudança positiva. Essa mudança quer dizer, em teoria, mais liberdade de pensamento, maior reflexividade e maior democraticidade entre os sujeitos comunicantes, isto é: nós. No entanto, importa questionar se essa mudança não está também a mudar as regras do jogo sem que nós nos apercebamos e, como tal, podendo colocar-nos fora dele. Não por nosso erro, mas por desconhecimento de que as regras mudaram algures ao longo de um jogo em curso.Na Era da Comunicação de Massa, a “verdade” (algo sempre subjectivo, como convêm relembrar) costumava estar associada àquilo que era dito pelos jornalistas (também aos professores e autores publicados e encadernados em papel, mas o que esses nos contavam tinha normalmente menos impacto na nossa vida diária). O que diferencia, em última analise, o jornalista do contador de histórias (algo que todos somos, melhor ou pior) é a dimensão ética. Não é a sua capacidade de escolha e selecção, pois essas são, tão só, ferramentas ao serviço da ética.» fonte: CARDOSO, Gustavo, WIKIS, BLOGUES E YOUTUBE. E AGORA?, Maio 2008

20/05/2008 17:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

26/04/2008

Os problemas de congestionamento das redes foram ultrapassados?

«The Internet was proclaimed for many years as the future of radio but while this may be true for music services the same cannot be so confidently said for speech. Overuse means the Internet is getting slower and more crowded: most sites will be able to support themselves through advertising, but as the cost of speech is usually higher it has less chance of succeeding.(...)» (Berry, 2006: 288)

«In short, the digital age could prove to be more 'talkative' than its analogue predecessor was» (Berry 295)

26/04/2008 15:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

A rádio de palavra nunca (?) poderá ser tão interactiva quanto a musical?

A partir do momento em que será cada vez mais raro - pressupõe-se - assistirmos a uma escuta absolutamente passiva, como a que se verifica ainda hoje pela transmissão convencional, substituida por graus/níveis diferentes (e graduais) de intervenção por parte do utilizador (compelido a tal pelo novo sistema radiofónico - participe, vote, escolha, comente, etc), até que ponto nomeadamente quando se fala em rádio de palavra será possivel o multitasking? ou seja, até que ponto o consumo audio não será de tal maneira absorvente (primário) que não nos permitirá fazer outras coisas em simultâneo, com tudo o que isso possa significar para o consumo do meio (melhor consumo, mais dedicado, mas menor consumo, em termos quantitativos - uma coisa compensará a outra?)

26/04/2008 15:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

O futuro da rádio não-musical

«It is not musical diversity but intellectual potential that is the primary reason we must keep faith with radio in this multi-media age» (Crisell a: 2006: 18)

26/04/2008 11:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

19/04/2008

Os cidadãos jornalistas

(a rádio - entendida cada vez mais como plataforma multimedia - tambem poderá/deverá solicitar aos seus utilizadores que lhes enviem fotos e videos para serem alojados online; talvez se torne mais normal, contudo, que os consumidores-produtores escolham sites associados a imagem para esse envio. Poderá a rádio utilizar os seus consumidores/cidadãos para relatos 'radiofónicos'? Com que riscos? Com que adesão? Uma coisa é filmar/gravar (sem aparecer) outra protagonizar)

«É aquilo que pode ser definido por jornalismo do cidadão, em que pessoas sem formação jornalística, por se encontrarem no local do acontecimento como, por exemplo, um acidente, registam imagens ou vídeos que são depois enviados aos meios de comunicação e, a partir daí, transmitidos»
 

19/04/2008 20:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

29/03/2008

«Um iPod pode ter toda a música, mas tem zero de personalidade»

an iPod may have all the music ever made, but it has ZERO personality
29/03/2008 13:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

08/03/2008

A rádio: resta o carro e a informação

«In terms of uses, this research clearly shows the MP3 technology to be the preferred listening format and traditional radio to be only useful in specific situations (primarily in the car) and only preferred as a source of news and information» (ALbarran, 2007: 99).
08/03/2008 13:08 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

01/03/2008

As novas funções do radiojornalismo na era digital

ideias retiradas de um texto de Eduardo Meditsch (ainda inedito):

-No contexto digital, o discurso sonoro do rádio estabelece já não apenas uma interface com a realidade bruta. Constitui também uma das interfaces com que se relaciona com um hipertexto maior, que redefine a realidade humana e ao mesmo tempo em que a expressa. A informação da web e dos demais meios, e uma grande quantidade de saberes locais, podem ser acessados através de sua sinalização no discurso polifônico do rádio, embora este acesso seja condicionado pelo fechamento do discurso em fluxo contínuo, pelo corte epistemológico do gênero, pela especificidade retórica do meio e pela intenção do emissor, para além do interesse do receptor. Cada vez mais, a informação radiofônica tende a se tornar uma forma de navegação dirigida num hipertexto maior. (...) Desta forma, o novo rádio digital, com todas as suas limitações, preserva ainda o papel social do velho rádio no sentido de servir de ferramenta para o enfrentamento das variadas formas de desinformação, que persistem e se ampliam no coração mesmo da nova “sociedade da informação" (...) Quanto a um radiojornalismo pós-mídia, certamente ele é possível. Talvez não tenha este nome e é pouco provável que surja do rádio digital como concebido ainda hoje. A informação sonora do futuro será mais provavelmente um produto da criatividade coletiva que emerge da web.»

22/02/2008

«Eu vejo isto como o futuro da rádio»

«(...) George hosts a weekly one-hour talk program on an Internet-only radio network called Voice America. Since it’s a pretty safe bet that you’ve never heard of Voice America and thus never heard George’s show, you’ll want to know that Radio by George deliberately ventures away from sports topics. On Jan. 28, for instance, the Buckeye icon’s topic of conversation was the national touring production of The Vagina Monologues. (...) While Voice America doesn’t compile ratings breakdowns for individual shows, the company says it has more than 5 million unique listeners. And one industry expert says to spare your scoffs about online radio. “I see it as the future of radio,” said Michael Harrison, editor of the talk radio trade magazine Talkers. “It’s not a sideshow; it’s the next show. We’re seeing it emerge right now. I would say it’s growing at a rate that’s faster than can be predicted or measured.”»

fonte: «LOOK WHO’S TALKING», The Other paper, by ERIK JOHNS / february 21, 2008

 

22/02/2008 17:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

20/02/2008

A rádio de palavra vale 18% nos EUA (mais Spanish e religious)

NEW YORK -- February 19, 2008: The four News/Talk/Information formats -- News, Talk, News/Talk, and Sports -- led the way again in fall 2007, with a 17.9 combined AQH share, according to Arbitron's newest Format Trends Report. That was up from 17.4 in summer '07, which was flat with the spring.

In second place again were the combined AC formats (AC, Hot AC, Modern AC, Rhythmic AC, and Soft AC), with a 15.2 share, a nice bump from 13.9 in the summer and 14 in the spring. The bulk of that listening went to mainstream AC, with an AQH share of 9.0.

Eleven Spanish talk and music formats combined for a 10.9 share, flat with summer and down a tick from spring's 11.0, and in fourth were the Top 40 and Rhythmic formats, combining for a 10.8 in the fall.

The formats in the report, ranked by AQH share:

News/Talk/Information 17.9
AC 15.2
Spanish 10.9
Top 40/Rhythmic 10.8
Urban 9.9
Country 9.0
Rock 7.5
Oldies 5.8
Alternative 3.6
NAC/Smooth Jazz 2.5
Religious 2.5
Adult Hits 2.4
Classical 1.0
Adult Standards 0.9
Remaining formats 0.1

The report is based on 12+ listening, Monday-Sunday, 6 a.m.-midnight. The trends don't include Portable People Meter data from Philadelphia and Houston
20/02/2008 19:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

05/02/2008

O futuro da rádio pública

«É muito importante que os meios de comunicação de massas sejam para aqui chamados, no momento em que a moda das novas tecnologias está no auge, fazendo crer que o lugar mais próprio para a televisão é o museu. Os perigos de uma desestabilização da televisão são tanto mais graves porque a sua legitimidade sempre foi contestada e a reflexão a seu respeito bastante limitada.(...)Afirmar uma ambição forte para a televisão pública no espaço da Europa. » (Wolton, 2000: 117)

«(...) ao contrário do discurso dominante segundo o qual a televisão generalista foi ultrapassada pelas novas tecnologias, é necessário afirmar que os meios de comunicação generalistas, centrados na oferta, têm o futuro pela frente. Quanto mais existirem meios de comunicação segmentados, temáticos, individualizados, mais visível será a diferença e o papel essencial desempenhado pelos meios de comunicação de massas, logo mais susceptíveis serão de ser valorizados» (Wolton, 2000: 120) 

«É imperativo recordar incessantemente a importância de uma oferta de qualidade por parte dos meios de comunicação generalistas.  O progresso não se situa em exclusivo do lado da lógica da procura em operação nas novas tecnologias. A lógica da oferta é um verdadeiro desafio, não de natureza técnica, mas cultural, por consistir - e reencontramos aqui o desígnio do conceito de grandei público - em oferecer ao maior número uma gama de produtos de comunicação o mais lata possível» (wolton, 178) 

« Sobretudo, o telefone e a rádio aproximam os indivíduos a partir do sinal que marca a nossa entrada no mundo: a voz humana. A força do telefone e da rádio provém da capacidade para transcender a dimensão técnica, sublinhando a importância do som e da voz em qualquer troca comunicacional. E se a música é desde há muito tempo a única comunicação realmente universal, ligando continentes apesar da diversidade de línguas, é porque através do casamento de palavras e de ritmos os homens partilham algo que lhes é comum. O telefone e a rádio, os dois meios de comunicação "mais velhos", mostram que o essencial do seu papel é a ajuda modesta, embora indispensável, que dão aos homens na tentativa de melhor se compreenderem. "Compreender-se", em vez de "ver-se". (wolton, 200: 187/188)

05/02/2008 16:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

04/02/2008

28/08/2007

A rádio em directo é insubstituível?

«Through the Internet (particularly podcasting) or digital platforms (like satellite) listeners can now experience content outside the original time schedule and geography. But the nature of communications as experienced through radio is also about the joys of live interaction, conversation and companionship. Podcasting can create a near live experience but it’s not yet live. The live experience, which remains a key reason why people listen for news and companionship, continues to drive new radio offerings in both analogue and digital » (Shaw, 2005: 8)
28/08/2007 17:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

01/09/2006

Diminui o numero de ouvintes de notícias na rádio (EUA)

«The number of people who say they “listened to radio news yesterday” fell from 47% in 1994 to 36% this year. That’s one of the statistics about media consumption in a report from the Pew Research Center for the People and the Press.  “The percentage getting news from any source is significantly lower than it was in the mid-1990s, before Internet news became popular,” the report continued. “Roughly eight-in-ten (81%) say they got news yesterday either from TV, newspapers, radio or by going online. That represents a slight decline from 2004 (85%), but a more substantial drop since 1994 (90%).” Looking at the radio statistics by age: in the 18-29 demo, 26 percent said they listened to radio news yesterday, while 43% of those 30-49 said so. The percentage was 39% for those 50-64 and only 27% for those 65+. The average time spent “yesterday” with news on radio has been relatively stable, at 16 minutes in 2006 compared to 17 minutes 12 years ago»

fonte: «Radio News Consumption Down; Other Listening Trends Noted in Report», Radioworldnewsbytes, 3/8/06

O estudo: http://people-press.org/reports/display.php3?PageID=1065

 

01/09/2006 09:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

24/04/2006

Aquilo que um iPod nunca poderá fazer - a voz na rádio!

«How about bringing back the disc jockey? Technically, I realize, the DJ never went away. There are still voices on the radio that introduce what you’re about to hear and, if you’re lucky, that tell you what you were listening to a few minutes ago. Sometimes the person speaking is actually there in the studio as you listen to him in your car. But aside from a few creative outlets scattered around the country-Indie 103.1 in Los Angeles, KPIG in Freedom, California-you aren’t going to hear a knowledgeable jock who picks (or at least plays a role in picking) his own music. Someone who knows how to mix old records and new ones, classics and obscurities, songs that obviously fall into a station’s genre and left-field choices that fit in unexpectedly. Someone who has a personality that’s made for the intimacy of radio, a knack for introducing people to records they’ll probably like, and a sense of how to experiment without turning people off. Someone, in short, who treats music the way a good talk show host treats the news of the day.

That’s something you’ll never get from an iPod on shuffle. You can get it from radio, but most music stations don’t bother to provide it anymore. Radio is a medium with unique strengths -why not use them instead of burying them?»

fonte: «Do what an iPod can’t do», RBR, By Jesse Walker (from March’s RBR/TVBR Solutions Magazine), Abril 06, http://www.rbr.com/epaper/pages/april06/06-76_media1.html

 

24/04/2006 12:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

06/04/2006

Para ouvir o trânsito, ouvintes desligam tudo

«A recent study conducted by Edison Media Research found that almost three-quarters of radio traffic listeners pay more attention to commercials read live by the announcer of a traffic or news report than they do to pre-recorded commercials. The Edison Metro Traffic Study also concluded that 78% of those commuters requiring traffic information for suburban roadways gained this traffic information from their regular local traffic stations.

Additionally, the study found that traffic reports demonstrated an ability to pull people away from CD players, MP3 players and Satellite Radio. One in four respondents indicated that they listened to something other than radio in their cars, but then switched back to AM/FM radio specifically to hear traffic reports. Those with exceptionally long commutes (greater than 60 minutes each way) reported an even greater propensity to switch to AM/FM radio for traffic reports, as nearly half of those listeners indicated they listen to CDs or MP3s, but switch to hear traffic.

More than 90% of radio traffic listeners pay close attention to traffic reports. "Clearly, traffic reports are extremely ’sticky’ content for radio listeners," noted Tom Webster, Vice President of Edison Media Research. "Listeners know where to find localized traffic reports, especially in suburban areas, and rely on them to help them navigate their increasingly longer commutes."

The Edison Metro Traffic Study was conducted by random telephone sampling February 9 - 22, 2006 of Adults 25 - 54 evenly distributed throughout the nonmetro counties in 10 of the top 20 DMAs. Respondents were required to have at least a part-time job, work primarily outside of the home, and spend at least 30 minutes commuting one-way to their workplace via a personal vehicle. This study was conducted on behalf of Westwood One by Edison Media Research.»

fonte: Edison Media Research, «Traffic Reports Capture Listeners’ Attention Despite Distractions and Other», SOMERVILLE, N.J., March 30 /PRNewswire/ .

06/04/2006 14:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

02/04/2006

O sentido circular (histórico) da rádio (do futuro)

«La simple radio-tocadiscos estará al alcance de todo el mundo como hasta ahora, pero parece claro que los formatos que tendrán más posibilidades de triunfar serán aquellos que ofrecerán algo mas, bajo diferentes fórmulas, pero todas ellas imaginativas y que transformen los roles tradicionales, tanto el hasta ahora reproductor del radiofonisto, como el pasivo del oyente. Todo lo antedicho nos viene a demostrar que de alguna manera la historia de la radio tiene un cierto sentido circular, es decir, siempre acaba volviendo a los orígenes: por mucho que cambien el entorno técnico y productivo, el talento, la creatividad y el trabajo de los profesionales continúa siendo la materia prima con la que se elabora un intangible denominado programación» (Marti in Esteban, 2000: 244) 

02/04/2006 19:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

27/03/2006

Informação local domina rádio dos EUA

«57% do tempo das rádios noticiosas nos Estados Unidos é dedicado a histórias de enfoque local, e 16% a assuntos regionais, o que deixa perceber a vocação da rádio enquanto veículo de um jornalismo de proximidade. Os conteúdos locais são dominados em grande parte pelas informações de meteorologia e trânsito» (obercom)
27/03/2006 15:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

20/03/2006

As novas apostas da BBC

  • The six new public purposes for the BBC are sustaining citizenship and civil society; promoting education and learning; stimulating creativity and cultural excellence, including film; reflecting the UK’s nations, regions and communities; bringing the world to the UK and the UK to the world and acting as a "trusted guide" in building a digital Britain.
  • The BBC should offer services that are entertaining and popular, while not being derivative or merely chasing ratings, or making programmes solely to tried and tested formulae.
  • All BBC content should be at least one of the following things - high quality, challenging, original, innovative and engaging.
  • The BBC should invest in new films and support for Britain’s film culture by helping audiences to understand and have access to a wide range of British and international films.
  • Mainstream programmes should portray and celebrate the diversity of cultures and communities across the UK. »
  • (fonte: «At a glance: BBC White Paper», Tuesday, 14 March 2006, 18:46 GMT) 

    20/03/2006 16:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

    11/03/2006

    Explicações para o sucesso de H Stern

    «"I’ve competed against Stern in New York," Jay Thomas says. "l think Stern is a phenomenon. He definitely knows what today’s listeners want to hear. He gets personal-straight to your sex life. If I was on the radio today, I couldn’t beat him. You can’t battle that."  (McCoy, 1999: 76)

    11/03/2006 18:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

    05/03/2006

    O directo condenado no futuro?

    «La sacralización del directo como argumento absoluto embrutece las programaciones, pero la nueva radio puede verse obligada a abandonar este régimen perecedero para revalorizar su producción y atender como es debido, de manera más personalizada, a una audiencia cada vez más selectiva».

    Gotzon Toral Madariaga in Martinéz-Costa, 2001, 211  

    05/03/2006 19:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

    26/02/2006

    A rádio do futuro não vive sem a voz

    «Lo que diferencia a la radio de los soportes de audio es la capacidad de comunicar. Hoy se habla mucho de tecnología y se habla poco del factor humano. La radio va a sobrevivir a Internet si cuida e invierte en sus recursos humanos. Las empresas tienen que invertir en creatividad, en personas que tengan ideas, que tengan ilusión, que tengan capacidad de moverse y de mover a grupos de oyentes. Por lo tanto, cualquier evolución tecnológica es un complemento, un carril importante de velocidad pero que no supone por sí sola la creatividad y no reemplaza a las personas que hacen la radio y la radio en Internet. La radio se quiere constituir como taller y fábrica de contenidos de audio que el mundo digital demanda, es decir, la radio se está convirtiendo en una empresa proveedora de contenidos. ¿y quién mejor que la radio para explorar el audio en Internet? Hay que tener en cuenta que tras la explosión inicial de Internet, sólo sobrevivirán quienes tengan los contenidos. Y la radio va a ser una de los grandes generadores de contenidos para Internet».

    Javier Pons, in Martinéz-Costa, 2001: 117

    26/02/2006 12:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

    06/01/2006

    Uma previsão arrasadora para a rádio

    ... feita por John C. Dvorak, epsecialista em Novas Tecnologias, na Exame Informática (Janeiro 2006), no artigo "A Hora do Podcast":

    "Quem tem menos de 20 anos é praticamente obrigado a ter um blogue ou fazer parte do blogue de alguém. O fenómeno do podcast tende a ser algo parecido. Nos EUA, a única coisa que vai restar para a rádio tradicional vão ser notícias e informações de trânsito. Suspeito que a mesma coisa acontecerá rapidamente no mundo inteiro".

    Cheguei a este texto via podcastpt.

    06/01/2006 08:26 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.

    02/11/2005

    O futuro é a voz e a informação?

    a propósito deste artigo, Can Radio Save Itself?, que enumera as fraquezas de um e de outro, algumas notas:

    -A rádio dominou até aparecerem os leitores de mp3;

    - A rádio é portátil e portável e não tem imagem; os leitores digitais de música também;

    - A rádio tem muita música, mas publicidade; os LDM podem suportar mil músicas, sem publicidade (que, criativa ou não, nunca é agradável);

    - A rádio é de borla e não dá trabalho; os LDM custam dinheiro, obrigam a transferir as músicas (piratas ou pagando) e exigem alguma organização interna;

    - A rádio não tem o exclusivo da selecção variada e da surpresa; o shuffle dos LDM também permite isso;

    - A rádio não tem melhor qualidade de som do que os LDM e estes não falham num túnel ou quando a emissão fica mais fraca;

    - A rádio não é só música; é voz, é companhia, é informação. E isso os LDM não têm...

    02/11/2005 15:59 Enlace permanente. Tema: 8.1 A rádio de palavra No hay comentarios. Comentar.




    Transistor kills the radio star?

    Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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