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05/08/2008

A rádio à procura da personalização (a pagar)

THE RACKETLETS YOU PICK THE TRACKS…FOR A PRICE: New Zealand Internet radio service The Racket has finally launched, at last revealing how it would deliver its boast of “truly personalized Internet radio.” It turns out this means users can create their own radio stations, but not in the same way as Pandora of Last.fm. For around $15 a month ($20 NZ), users select up to 500 tracks out of The Racket’s music library to create their own radio station, which then can be streamed by other users. Though The Racket allows the selection of specific tracks when creating a station, will users really pay a monthly fee when very similar services are available for free elsewhere? Listening to user-created stations is free, but includes no personalization. The web-based player — which requires a quick installation of Microsoft’s Silverlight program — features only a pause/play button and volume toggle. Considering listeners have some level of control of the stream, the absence of a song-skip feature is strange. No cover art is displayed either. There aren’t too many stations up and running just yet, but interestingly a few of them have been created by artists to promote their music. For example, industrial rock group Shihad has created a station featuring only their music, specifically promoting their most recent album. The Racket is a decent service that has plenty of room for improvement, and it will be interesting to see in what direction the site grows. — MS

fonte: MALONEY, Paul, «RAIN 8/4: RAIN Site of the Day; Social.fm/Mercorca closes», RAIN, 04/08/08

05/08/2008 10:55 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

29/07/2008

TRansistor kills the radio star?

Se o transistor, inventado em 1947, salvou a rádio do primeiro choque televisivo (tornando-a portátil, autonoma e fazendo deslocar o eixo de escuta de casa para o carro, passando a ser um consumo secundário), os (milhões de circuitos transistorados que fazem os) computadores - e a internet - ameaçam acabar com a rádio tal como a conhecemos...;

transistor kill the radio star? 

29/07/2008 12:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

28/07/2008

(são infinitas as) hipoteses abertas pela tecnologia

A rádio deixará de ser um fluxo contínuo de programas, mas uma oferta de determinados programas (produtos) a partir de um menu? Por exemplo, um jogo de futebol. Há alternativa ao modelo de comercialização baseado em «spots»? A publicidade visual poderá substituir a publicidade áudio (mais intrusiva)?

O relato pela rádio pode convergir com a transmissão televisiva? Para os que não podem/querem ver a imagem (televisão, telemovel), o relato pode convergir com alguns momentos-chave, e ver (no telemovel, no computador) as principais repetições - sugeridas/conduzidas pelo proprio relato? 

28/07/2008 17:36 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Mais estações será (ao contrário do que sucedeu) mais oferta?

«More radio stations do not necessarily bring about more choice for listeners and sometimes the only way to distinguish between one station and another is the station ident (the jingle that identifies the station with its name and frequency). The majority of stations in Britain follow a very similar format dominated by music" (Fleming, 2002: 6).

28/07/2008 16:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

«(...) un lenguaje nuevo y que marca un sendero nuevo ???

"Hay una sociedad nueva que emplea un lenguaje nuevo y que marca un sendero nuevo para la radio" (Angel Faus apud Moreno Moreno, Martinéz-Costa, 2001: 204).

28/07/2008 15:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Como será ouvir rádio daqui a 10 anos (ou 20)?

«How will people listen to the radio in 2015? That’s the question that a group of academics put to more than 40 media ‘experts’ in Canada, Denmark, Finland, Ireland and the UK.»

- a resposta à pergunta dos especialistas do DRACE diz-nos que «by 2015 most Europeans would have digital terrestrial radio» e que «FM radio will continue to play a significant role in both Europe and Canada», e isto porque « This is attributed to the strengths of linear radio, including mobility, ease of access and localism, as well as powerful journalistic and artistic content». Não penso que assim vá ser. Para mim será mais «an increase in personalized and on-demand radio, with more listener sovereignty, personalization options and the gradual disappearance of schedules. Radio will be available when and where listeners want it»

28/07/2008 15:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

as estações alternativas na net?

- (…)o sucesso comercial do rádio que levou seu controle a grandes conglomerados de mídia em todos os países, num efeito direto da desregulação que conduziu, como em muitas áreas da economia, a uma

concentração crescente. Embora seja localmente orientado, cada vez mais seu conteúdo é

homogeneizado. Por isso, estações de rádio alternativas, centradas na transmissão de

programas do interesse de grupos específicos, encontram na internet uma maneira fácil de

transmitir além do limite do espectro licenciado. (Não é mais possível pensar o rádio como antes, Mágda Cunha, 30/09/06, pag 7)

28/07/2008 13:00 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

O adversário não é a imagem

 

O adversário da rádio não é a imagem, não são os videoclips, não é a televisão. Haverá sempre situações em que é preciso acumular tarefas e só  o meio de sentido único o poderá fazer.

O grande adversário da rádio são os novos sistemas que permitem acumular com mobilidade. O telemóvel.

28/07/2008 12:00 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

24/07/2008

A participação do público encerra riscos

Los oyentes quieren escuchar con frecuencia las canciones que les gustan. Si ponemos las preferidas demasiado poco los oyentes no las oirán con tanta frecuencia como para suponer que las vamos a emitir de nuevo. Esto no anima a una escucha prolongada y frecuente. Por otro lado, si se ponen las canciones con excesiva frecuencia, quizá les parezcan repetitivas y les haga desconectar muy rápidamente, acortándose así los espacios de escucha” (Norberg, 1998: 82)

Como se faz uma play list

February 4, 2006

“Every week GWR speaks by telephone to hundreds of people, aged om 20 to 34, about their musical tastes. Each respondent is asked to identify their current musical preferences from a shortlist of musical ‘clusters’, and then asked for their opinions on a list of current songs. The learning from this ongoing research helps in the construction of our group playlists” (informação oficial do grupo GWR [em Maio de 2005 o GWR fundiu-se com a Capital Radio e deram origem ao grupo GCap Media], apud Fleming, 2002: 16/17).

“The playlist determines what will be played, and how often it will be played. (…) In any event the selection of music is not down to personal taste but is a professional judgement that takes into account a variety of factors including the station’s target audience, how appropriate a particular track is to certain times of the day, and often whether or not it has ’scored’ well in audience research” (Fleming, 2002, 54)

24/07/2008 19:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Qual será o papel da música na rádio do futuro?

arch 4, 2006

« (…) pese a la facilidad que tiene, el eje de la mísica no puede ser el único motor que empuje los contenidos de este tipo de radio [digital]. Los oyentes tendrán otros medios para acceder al non stop music. Los operadores deberán buscar temas atractivos, producidos por sí mismos, externamente o sacados de los bancos digitales de los grandes grupos multimedia, para loder armar formatos que cuenten cosas, que informen, que interesen, que entretengan o que simplemente, provoquen ensoñación».
J. Marti Marti in Martinéz-Costa, 2001: 193

HÁ quem ache que não:«Considero que la musical continuará siendo la especialización más extendida a través de los diferentes soportes de producción y distribución ante los que converge la radio» (por quatro razões: históricas/peso da música ao longo de um século; a música é uma lin guagem universal; a rádio musical está muito desenvolvida na Europa e sobretudo nos Estados Unidos; menores custos económicos)
Elsa Moreno Moreno, Martinéz-Costa, 2001: 202

http://osegundochoque.blogsome.com/2006/03/04/a-musica-vai-perder-importancia/

24/07/2008 16:59 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Há futuro para projectos minoritários?

Transformando-se num agente de homogeneização cultural, assiste-te à diminuição de estações de verdadeiro serviço público (mesmo que seja esse o seu estatuto político ou administrativo, como acontece com o canal 1 da portuguesa RDP) ou ao fim de experiências não comerciais (ver capítulo 2.6 Rádios sem formato). É o triunfo da globalização dos formatos, sobretudo musicais.
Hendy cita um caso paradigmático: “New York’s WNEW-FM, often described as America’s ‘first free-form progressive rock station’ - and a mirror for the city’s cultural, musical and sexual vitality - captured only 1.4 per cent of the city’s available audience in 1999, a situation which helped propel its owners into abandoning thirty-two years of history and reformatting it as a laddish all-talk station” (Hendy, 2000: 236).
Em Portugal dois exemplos são conhecidos: o fim das rádios XFM e Voxx (ambas com emissão simultânea em Lisboa e Porto), por falta de viabilidade financeira e cujas frequências foram alienadas para estações… comerciais - desenvolvimento em 2.6.

24/07/2008 16:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

entre o poder e o querer participar

... vai uma grande distância, certamente.

Mas neste contexto não nos interessa tanto a questão quantitativa de medir a participação, mas antes uma analise da possibilidade de participação. Só essa possibilidade é disruptiva face ao passado. Alguns participarão, a maior parte não. Mas haverá cada vez mais gente que não só pode como quer participar;  não se esqueça nem o fenomeno da cauda longa nem a possibilidade de a espiral do silêncio tambem se aplicar - estes consumidores podem ser uma minoria, mas contam e podem fazer a diferença.

24/07/2008 15:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

23/07/2008

Se Meditsch estiver certo, a rádio tem futuro

«O auge da era das comunicações eletrônicas foi marcado pelo desenvolvimento do rádio, o que vai torná-lo o primeiro veículo de comunicação eletrônica (FIDLER, 1997:145). Reafirmando a posição de Meditsch, o rádio foi o primeiro artefato eletrônico a penetrar no espaço doméstico (MEDITSCH, 1999:35), pertencendo à mesma era eletrônica da informação da TV e do computador, sendo o rádio apenas a manifestação mais precoce (MEDITSCH, 1999:15).» Rádio na Internet: desafios e possibilidades,Autor: Álvaro Bufarah Junior, 2006

«o rádio, como tenho insistido, contra a idéia dominante no senso comum, é um veículo da era eletrônica, sua era não está no passado, sua era é a de todos os meios eletrônicos, ele apenas foi o que surgiu antes (MEDITSCH, 1999).» (meditsch, 2001, pag 2)

23/07/2008 11:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

22/07/2008

A Internet continuará a ser olhada com desconfiança?

«The Internet, of course, is seen in a rear-view mirror par excellence. Its critics are prone to see it as a television screen; its devotees, including me, are inclined to see it as an improved kind of book. But the truth of the matter, yet to be fully determined, is that the Internet is and will be a combination and transformation of both books and other media such as telephone as well, and thus is something much more, much different from any prior media. The rear-view mirror cannot tell us what that is, but it can remind us not to get too mesmerized by reflections of the immediate past. The driver who looks only into the rear-view mirror, or even too often, and accords consequently short shrift to the road ahead and its new possibilities can quickly end up on the side of the road, or worse.» Levinson 16

22/07/2008 18:31 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

16/07/2008

Se a rádio tiver bons conteúdos, não é melhor do que um despertador?

«Well, we're now seeing evidence in our newest Tech Poll that the old bedside clock radio may rapidly become an endangered species.  When we asked our more than 27,000 cell phone owners what they do with these devices - other than talk - the third most-used feature was the built-in alarm.  In fact, more than half (55%) say they use the alarm feature, and that spells trouble for radio.  It means that a sizable percentage of consumers aren't waking up to Ryan Seacrest or Elvis Duran because they're being roused by their cell phones.

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It all spells trouble for a medium that was once ubiquitous, but is now being challenged by new devices and gadgets.  As we've also seen in our Tech Poll (and countless other studies), the iPod has usurped the Walkman.  And they're now finding their way into cars.  Of the growing percentage of radio listeners who now own one of these portable mp3 players, more than half say they can plug them into their cars and trucks.  And that percentage will grow every year as the automobile companies step up, and update their electronics»

fonte: FRED JACOBS; « It's Alarming» Jacobsblog, 15/07/08 [

 

16/07/2008 17:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

12/07/2008

Se ouvem mais no carro e vai deixar de se ouvir tanto no carro...

« no «All ABout Teens», medidos os níveis de consumo diário de media, a televisão aparece com 72%, a Internet no computador com 65% e a rádio com apenas 29%; Nesse mesmo estudo, uma pergunta curiosa, porque rara: em que períodos/situações do dia-a-dia é que a rádio faz companhia: nas viagens de carro é a resposta que aparece destacada com 67%; depois segue-se «quando estou a arrumar o meu quarto/casa», com 41% e depois três situações com 27%: «quando estou no computador», «quando estou a estudar» e «nas viagens dos transportes públicos». A ponderação qualitativa das várias respostas parece indiciar algum desinteresse, na medida em que o carro está dependente da vontade de outros (os pais, possivelmente) e a escuta poderá ser «forçada». No entanto, a afirmação não pode ser inequívoca na medida em que não fica claro se ouvem por opção ou se trata de uma imposição.» (4.0, pag 62)

A partir deste caso (real ou fictício, poderá muito bem ser verdade), mais uma reflexão: o consumo de leitores de audio digital nomeadamente no carro não só diminui o consumo de rádio mas tem outra consequência indirecta: afasta os mais novos do conhecimento/familiarização da própria rádio.

 

But All Is Not Well: Radio Is Less Dominant Among Young Consumers (pag 12)

 

 

12/07/2008 13:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

10/07/2008

Contra a nostalgia obsoleta...

Doug Hall: «In the past few years alone the number of alternativas to faithful old radio has exploded. Today magical, invisible audio can meet your ears via the Internet, over your cell phone, via Satellite, through your mp3 player, and so on. For much of its history radio has owned the only route to your ears. That kind of responsibility is a freedom and a curse. A freedom because it allows the creation of audio wonders great and small. A curse because the absence of competition from alternate technologies has a way of promoting a fat and happy settling, a bloated behemoth of an industry which knows how to do what it has always done, but not what it needs to do next. The status quo perpetuates nothing so much as more status quo.USADO In the years to come radio will experience the most profound challenges to its status quo ever. We are entering a time where smart thinking, novel ideas, and profound innovacion will spell the difference between relevance for future generations and quaint nostalgic obsolescence.» (Ramsey, 2005: 1) 

10/07/2008 15:24 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

28/06/2008

A rádio tem óptimas condições para se adaptar à nova realidade?

VEREMOS SE SE CUMPRE

«Los medios de comunicación que han dado el salto a Internet se diferencian sustancialmente en tres rasgos netamente distintos respecto a los media tradicionales: la visualización de las propuestas - nuevas formas -, la personalización de los contenidos - nuevos consumos- y la hipermultiplicación de mensajes - nuevos y diversificados contenidos y servicios añadidos (BURNEIT y MARSHALL, 2003). La radio es uno de los medios de comunicación que mejor resume esta transformación de los media tradicionales en su incorporación al ciberespacio, dado que altera los tres grandes pilares que han definido a esta factoría de producción de sonido: forma, contenidos y consumo (PRIESTMAN, 2002 VAN SELM, JANKOWSKI Y KLEIJN, 2004)» (Toral e Murelaga, 2007: 56)

28/06/2008 12:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

A digitalização não traz mais variedade de conteúdos?

«Contamos con un mayor numero de emisoras que difunden sus programas a través de distintas tecnologías, sin embargo, con muy pocas alternativas» (Peñafiel, 2007: 29) 

28/06/2008 11:39 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Um novo perfil para os profissionais?

«La aparición de nuevos soportes y nuevos productos en la radio y levisión, unidos a la aparición de un nuevo modelo de consumo basado en la demanda, la interactividad y la convergencia multimedia, condicionan igualmente los perfiles de los profesionales de estos medios, perfiles cuya característica básica es la polivalencia y la policompetencia» (Peñafiel, 2007: 14) 

28/06/2008 10:43 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

21/06/2008

Tudo será uma coisa só?

«Mas não é tarefa fácil entender como o rádio, e até mesmo a TV, se configuram atualmente e qual seu papel no futuro diante do avanço das novas tecnologias. Hoje temos, além das formas tradicionais de rádio e TV, novos modelos advindos das tecnologias digitais. A realidade que se avizinha é a convergência das mídias, isto é, rádio, televisão, jornal, revista, livro, telefonia e tudo o mais que se entende por processo de comunicação convivendo num mesmo suporte, a internet. Um dos mais intrigantes objetos de pesquisa é se haverá uma linguagem específica para cada um destes processos comunicativos, ou se, no futuro, tudo isso será uma coisa só. Certamente que se trata de um campo profícuo para investigações tanto na área da linguagem, como da comunicação» (Prata, 2008, 54)

21/06/2008 15:31 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

18/06/2008

Prever o futuro (e o carro)

«As technology moves at lightning speed, it is increasingly difficult for radio companies (and all businesses) to track and respond to it - much less get ahead of it.  When you consider that iPods, Google, YouTube, and MySpace have only been around a few short years, it can be mind-boggling to even think about what we’ll all being doing in 2010. But that’s precisely what we’re paid to do.  Because as radio has learned - the hard way - continuing the same repetitive motions leads to stagnation, and ultimately being usurped by new media, and perceptions that we’ve become passé
JACOBLOG, When Waterfalls Go Up - Part 1 18/06/08

18/06/2008 19:34 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

07/06/2008

A importância da publicidade (e a opção pelo pagamento)

«Simon Waldman, Guardian director of digital publishing, says: “Over the last year there has been a wave of spectacular growth in online advertising. Charging for content is less of a critical success factor than two or three years ago. This really is an advertising market now.”» (BLACKHURST, 2006: 55 

07/06/2008 18:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

O desafio digital da rádio pública

«The most battlefield for a public broadcasting is the new media platforms that offer interactivicty and a more targeted supply of programmes. Although the commercial sector has tried, and continues to trym to limit public broadcasting to the provision of a free programme offering via open, analogue networks, both national and EU politics allow public broadcasting to operate on new platforms as well, provived that the new services fit with the public remit and do not distort competition» (Bardoel e d’Haenens, 2008: 342) 

07/06/2008 17:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

A rádio daqui a 50 anos - nanotecnologias e chips bio-inteligentes

«Thanks to nanotechnology, you will be your own radio receiver. Researchers are already experimenting towards this end. Last year, wired.com reported: 'A scientist has unveiled a working radio built from carbon nanotubes that are only a few atoms across, or almost 1,000 times smaller than today's radio technology. The nanotech device is a demodulator, a simple circuit that decodes radio waves and turns them into audio signals. By hooking the decoder up to two metal wires, University of California at Irvine professor Peter Burke transmitted music via AM radio waves from an iPod to speakers across the room.' According to a recent article at dailymail.co.uk, "Children will learn by downloading information directly into their brains within 30 years, the head of Britain's top private schools organization predicted..." Someday, you will have the option to purchase a "bio-telligent" implant which will quietly exist in your body until you decide to trigger it. When you do, this "nano-radio" will connect with your auditory system and be ready to receive content impulses which will be translated into sound that will play inside your head in the same way headphones create sound for us now. (...) We won't have digital files, hard drives, CDs, memory sticks, or any of the storage media we use today. Instead, all music, speech, and video that has ever been cataloged will be universally available at-once and from anywhere (...) Your nano-radio will learn what you like, an idea pioneered by the Music Genome Project and Pandora. Someday your children, or their children will acquire the ultimate control over their audio entertainment. Marshal McLuhan was a Canadian scholar and philosopher who famously said, "The medium is the message." Our technology will one day make it possible to amend that statement by adding "The medium is the message…and you are now the medium."» (fonte: DEITZ, Corey, «What Radio Might be Like 50 Years From Now», About.com, 2/06/08)

07/06/2008 09:44 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

03/06/2008

O utilizador é o meio (?)

«Once content impulses are requested and used by a person’s nano-radio, the impulse will leave behind a "memory" of being accessed which the nano-radio will be able to interpret and use for offering further suggestions of audio, should the a listener wish a continuous genre of music. Your nano-radio will learn what you like, an idea pioneered by the Music Genome Project and Pandora. There will be no record companies. There will be no need to download music files from the Internet. There will be no royalty issues. Artists will sell their content directly to users. Requests for music or audio with active copyrights will be noted by the system and artists will be compensated automatically based on a percentage formula that draws from a fund created and maintained by the users of nano-radio receivers. Someday your children, or their children will acquire the ultimate control over their audio entertainment. fonte: «What Radio Might be Like 50 Years From Now», By Corey Deitz, About.com, 2/06/08

 DEITZ, Corey, «What Radio Might be Like 50 Years From Now», About.com, 02/06/08 [http://radio.about.com/od/opinionpieces/a/aa060208a.htm]

03/06/2008 19:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

23/05/2008

As audiências nunca mais serão as mesmas

Com a internet e a fragmentação da oferta, o conceito de audiência, de grandes massas, nunca mais será o mesmo. A oferta está dispersa, o utilizador já não tem 50 opções (nem 500) mas 50 mil. Irá gostar mais de uns do que de outros, mas nunca com a fidelização anterior; estaremos perante um conceito de fragmentação de audiências, que obrigará a novos modelos de negócio (oferecer muitos canais, e não um) e mais atenção da publicidade - que terá de encontrar nichos dirigidos (vai ter muito mais trabalho de procura e análise)

23/05/2008 16:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

10/05/2008

Se quase quatro em cada dez (EUA) têm um iPod/mp3, a rádio...

pode beneficiar? Pelo menos ao nivel dos podcasts...

(conclusão):

« New iPod models Continue To Fuel Growth of Portable MP3 Players: The introduction of the iPhone and new iPod models continue to propel growth. Nearly four in ten Americans now own an iPod or other portable MP3 player. Continued growth and ubiquity means media companies need to have a podcast and iPod/MP3 player strategy.»

«Infinite Dial 2008», Arbitron e Edison Media Research, Abril 2008 [http://arbitron.com/downloads/digital_radio_study_2008.pdf]

10/05/2008 17:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Reduzir o tempo dos programas será solução?

«When public radio has to consider making its programs shorter because young listeners won’t listen, we officially have a documented attention span problem. (...) Break the programming down into smaller chunks. That is, one hour of music is fine if you’re in the mood to listen for an hour. You’ll rarely find a young person doing that. In the past radio worked well with block programming -- variable length shows at different times. Growing up I remember "the adults" listening to WOR, New York that had, say, a 15-minute newscast, then a 45-minute program with the legendary Jean Sheppard. There was a different standard for program length. You just had to stay tuned. Maybe it’s a 45-minute show. Maybe a 55-minute program on health. The all-night show tended to be one long block figuring that the station was providing company for night owls. Back to the future. Even a top 40 station can break into a five song countdown anywhere on its clock -- say, featuring the five newest releases in the genre.»

 The Attention Span Problem  Inside Music media, 6/05/08 

10/05/2008 12:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

03/05/2008

A necessidade de um 'editor' (e o consumo activo)

A necessidade de um editor (de um gatekeeper) poderá ser anulada pela informática na rádio musical - é possivel estabelecer prioridades, grelhas, pré-requisitos que, uma vez cumpridos, irão determinar por exemplo o que é que cada um pode definir para uma antena. Imagine-se uma emissão (hertziana ou streaming, embora no primeiro caso seja mais dificil de conceber) em que a música que passa é a mais votada pelos utilizadores.

Da mesma forma, se falamos em personalização (playlists) o editor - alguém que tem a última palavra sobre o que vai ser transmitido - é desnecessário. E se a ideia é personalização de conteúdos, mesmo para a rádio de palavra, este editor não faz sentido.

Onde o editor tem de aparecer é numa emissão de palavra, mesmo que com contributos dos utilizadores, porque é preciso hierarquizar, definir, escolher - não entra qualquer coisa...

  

03/05/2008 09:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

26/04/2008

Aplicação a outras gerações

Uma das vantagens deste estudo com a geração iPod é que eles, não conhecendo a rádio (ou não tendo estabelecido uma relação duradoura com ela) não se sentem ligados a ela, não estranham as mudanças, as diferenças, a propria 'descaracterização'.

Mas como entender o mesmo relativamente a gerações pós-35 anos, aquelas que cresceram a ouvir rádio?

«(...) there was limited interest in becoming an active user of the interactive tools made available. Another possibly - yet to be verified - thought is that using a web radio site as a place from which music can be downloaded transforms the image of the site to that of a database with a specific content and, hence, strips the site of its identity as a radio station. Listeners of web radio may expect web radio to provide traditional radio programming along with the availability of a number of multimedia tools. This aspect is suggested by Lind, Medoff and Rarick (2001) in their study; they reported that listeners appreciated traditional radio functions as well as the new capabilities pro. provided by the Internet.» (van Selm, 2006: 273) 

26/04/2008 13:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

As raparigas usam mais a tecnologia; uma oportunidade?

«Girls continue to be heavier users of electronic communications than boys. According to the Pew study, 44% of teen girls send text messages daily, compared with 28% of boys. And girls were twice as likely as boys to send messages daily through social networking sites (31% compared with 16%). “The role of technology in teen girls’ lives cannot be underestimated,” said eMarketer senior analyst Debra Aho Williamson. “Because they use an array of communications devices on a daily basis, marketers must think about extending their messaging to a variety of platforms to effectively reach them.”»

«US Teens Compose Constantly Online», eMarketeer, APRIL 25, 2008

26/04/2008 10:23 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

19/04/2008

Aproveitar a notoriedade da rádio para levar do analógico para o digital

O estudo Radio Next perguntou aos inquiridos qual a mais-valia da rádio AM/FM relativamente a outros concorrentes audio.

40 por cento responderam a facilidade/conveniência da distribuição, sendo que entre os 18-34 a afirmação ainda é mais clara (46%); em segundo lugar aparece os beneficios oferecidos pelos conteúdos exclusivos (30%), menos valorizados pelos 18-34, depois os beneficios dos conteudos não-exclusivos (20%) e em ultimo lugar o argumento da relação com a localização (13%) (slide 17).

Leitura a fazer: «For the moment at least, terrestrial radio continues to be valued by most Americans. This value hinges not so much on content but on a distribution advantage that may soon disappear. This points terrestrial radio in two strategic directions: 1. Aggressively develop and secure unique content. 2. Use its current distribution advantage to drive audience and advertisers to new platforms.» (slide 29)

19/04/2008 19:38 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

12/04/2008

Gostos rapidamente obsoletos?

«A construção de programas de música leva a duas consequências: criação de redes sociais que trocam ficheiros com músicas, especializando o grupo com estéticas e gostos próprios e de grupo de fãs que se pode fechar; abandono da escuta da rádio, por ser um sistema orientado do programador para o ouvinte; actualização permanente, possível num período da vida (final do secundário e durante os primeiros anos de universidade), mas de menor intensidade no período seguinte (profissão, família), o que torna o gosto estético adquirido rapidamente obsoleto.» (Rogério Santos, UM PROJECTO DE PÓS-DOUTORAMENTO – QUE ME LEMBREI DE ESBOÇAR HOJE MAS NÃO VOU FAZER (2), 9/04/08) (ou seja, até que ponto estes comportamentos, identificados como sendo típicos da geração iPod, são meramente geracionais, conjunturais, ou perdurarão, estruturalmente?)

12/04/2008 16:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

29/03/2008

Uma pergunta (ainda) sem resposta

«Does online crowd-sourcing really produce dramatically different playlists from the traditional market research that radio stations engage in and that listeners love to whine about? »

(ou seja, até que ponto as playlists criadas em serviços de streaming são - feitas as contas - muito diferentes do mainstream? se sim, isso mudará alguma coisa na programação (isto é, poderão servir para ajudar a industria)? se não, o que concluir?

29/03/2008 17:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

A situação em que se encontra a rádio (cercada por todos os lados)

«It's at times like these when my thoughts go to the scene of a General smiling in a foxhole with a subordinate who asks, "Sir, we're totally surrounded by the enemy. Yet, you have this big smile on your face. Why?" The General replies quickly, "Because now I can attack in any direction!"
Radio industry executives are finding themselves cowering in foxholes these days. They're embattled on multiple fronts, yet carry no strong plan of attack for any direction. While there's plenty of buzz and a few attempts to move where the crowd is going, there are no outstanding success stories to report. Radio industry trades carry very little news about internet initiatives, either locally or on a national/regional scale.

Radio Industry Has Little Time to React Audiographics Ken Dardis, 3/03/08

(fecha - o segundo choque?)

29/03/2008 12:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

«A rádio não é o que era, mas nunca o foi realmente»

«Radio survived TV's rise albeit in a whole new incarnation, because it served a convenient role in our daily lives and because it helped us believe in the American myths of mobility, individuality, and can-do savvy. Radio isn't what it used to be, but it never really was. Despite its troubles, radio is as much about the future as it is about the past. That future lies where. Todd Storz, Hunter Hancock, Hal Jackson, Cousin Brucie, Jean Shepherd, Bob Fass, Tom Donahue, Lee Abrams, and so many others found their inspiration - in the voices of those who open their souls into a microphone, and in the imaginations of those who feel compelled to listen.» (Fisher, 2007: 310) 

«In a nation of lonely people, when we hear music that moves us, or a political argument that sways us, or simply another human voice that tells us a story, we find company.» (313)

29/03/2008 11:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

24/03/2008

15/03/2008

A rádio é o meio mais interactivo de entre os clássicos

Como lembra McMillan, a rádio tem capacidade de ser interactiva: «In addition to parasocial interaction with content creators, other forms of user-to-documents interactivity have also emerged in traditional media. In particular, some forms (...). Telephone calls to radio stations allow audience participation in the creation of content. The call-in show has a substantial history subset of radio programming (Crittende 1971). (...) Some media, such as newspapers, seem to have limited capacity for parasocial interaction or interaction through participation. (...)Researchers have also identified strong parallels between the development of the radio and development of the Internet in terms of cultural history (Douglas, 1987; Lappin, 1995) and market evolution (McMillan, 1998a; Smulyan, 1994). The interactive potential and early interactive uses of radio are noted in much of this work» (McMillan, 2006 214-215)
15/03/2008 18:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Uma breve definição da geração

«A generation of new confidence, upbeat and ful of self-esteem; The most education-minded generation in history; A generation paving the way to a more open, tolerant society; A generation leading a new wave of volunteerism;» (4) 

15/03/2008 14:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Uma cultura de mediocridade em vez de uma cultura de abundância?

CARR, Nicolas, The Big Switch - Rewiring the World, from Edison to Google, Norton

«Carr apresenta precisamente o reverso da visão exposta nos últimos anos por livros como A Longa Cauda  (The Long Tail), de Chris Anderson, editor da Wired. Essa visão celebrava a revolução trazida pela Internet e a liberdade de criação permitida pelos conteúdos gerados pelos utilizadores, que todos os dias povoam sites como o YouTube ou o Flickr e a blogosfera. "Podemos acabar por perceber que a cultura da abundância produzida pela World Wide Computer é realmente apenas uma cultura de mediocridade" ,  escreve Carr, "com muitas milhas de extensão, mas apenas uma fracção de uma polegada de profundidade." (...) «Cada história torna-se um produto independente dentro do mercado. Vive ou morre pelos seus próprios méritos económicos". Ou seja, conclui fatalisticamente Carr, passa a depender inteiramente da publicidade: "Os artigos mais bem sucedidos economicamente são aqueles que não só chamam muitos leitores, como também lidam com assuntos que atraem anúncios caros." (SEQUEIRA, Inês, A grande mudança na Web pode não ser para melhor, Digital/Publico, 1/03/08, pág 7)  

15/03/2008 13:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

08/03/2008

(CONC) As tecnologias não se anulam umas às outras

A rádio acaba?

Os desafios que se colocam:

«Not all old technologies are discarded, but rather their existence and function in society have been reinvented.  Thus, radio did not cause the extinction of newspapers as predicted in the early years of radio. Television did not obliterate radio as surmised, nor has e-mail made the United States Postal Service obsolete.  The utility of radio, television, newspapers, and the Internet has been altered as consumers or audience members seek out the latest and most technologically superior products, therefore, forcing the producers of content and structure in an outdated medium to scramble to find a utilitarian justification for that medium» (Free, 2005).

08/03/2008 14:39 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

(CONC)O contexto (tecnológico) do segundo choque

A rádio vai acabar?

«From its inception, radio has been challenged by a number of innovative technologies, each drawing listeners and forcing radio to update its programming in order to remain a competitive media option. The radio industry has been successful in adaptin to various forces throughout its history in order to remain successful (Albarran, 2002). Arguably, television was the first competitor in the mid-twentieth century and responded with new music formats to replace programs shifting to TV. The 1960s brought the debut of the stereo FM, forcing AM radio to embrace more talk-oriented and niche programming. As eight-tracks, cassettes and compac t discs began to diffuse, they offered alternatives in the automobile  to radio. With the introduction of Internet or streaming radio, satellite radio, and MP3s and other digital file formats  with the multi-source compatibility of these new technologies, radio is currently experiencing yet another challenge-one that shifts the way in which radio is talked about and how it is used» (Albarran et al, 2007: 92)

08/03/2008 12:24 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Abrir portas para futuros estudos

«This study opens the door for future research. One area that is ripe for more investigation is the relationship of program formats to station switching. Are audiences that prefer a certain type of music or announcing style more tolerant of commercial interruptions?» (McDowell and Dick, 20003: 61)
08/03/2008 11:40 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

06/03/2008

Previsão para 2008: a rádio pode proliferar como nunca!!!!

«“Additionally, as the process of digitization takes hold in the developed world. Both radio and television could proliferate as never before. With more choice and generally better quality (of video and audio), advertisers may find that the sheer scale of traditional media is hard to beat.” (slide 9)Deloitte, TMT Trends 2008. (segundo a newsletter da MCRadios, «Esta previsão assenta na crescente penetração do online em banda larga, redes de cabo  e outras plataformas digitais, o que permite ouvir rádio e ver televisão em alta qualidade, aumentando, deste modo, o número potencial de ouvintes e telespectadores.»); eu não acredito

06/03/2008 19:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

01/03/2008

Optimistas: aproveitar o potencial actual

Eric Rhodes, Radio Ink's publisher: «Radio is a powerful medium which reaches 95% of the American population for several hours every week. Virtually every car in America is a radio on wheels and as traffic increases there is more time spent with radio. Because of its reach radio has a huge opportunity to combine its reach and strength with internet driven digital media technologies, which will give it an opportunity to offer its advertisers new digital opportunities in addition to radio advertising.  It's the direction all media is taking but many "old" media like newspapers and broadcast television are loosing significant shares due to the internet. Radio listening has not declined at the same rate and remains strong. » Corey Deitz, The Radio Borg Assimilates New Technologies: "Resistance is Futile"24/02/08, Radio.about

01/03/2008 09:32 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

29/02/2008

A net, a preferida - UMA OPORTUNIDADE que se abre

(passar 15 horas a ver televisão não abre oportunidade para mais nada; passar 15 horas na internet abre oportunidade para acumulação, para multitasking, para o audio)

A recent study by Harris Interactive, Rochester, N.Y. (www .harrisinteractive.com), and Teen Research Unlimited (TRU), Northbrook, Ill. (www.teenresearch .com), shows, in an average week, people between the ages of 13 and 24 spend 16.7 hours online (excluding e-mail), 13.6 hours watching television, 12.0 hours listening to the radio, 7.7 hours talking on the phone, and 6.0 hours reading books and magazines for personal enjoyment.

Another study, commissioned by the Carnegie Corp. of New York, New York, N.Y. (www.carnegie.org), shows 44 percent of young people visit a Web news portal every day, while only 19 percent read a newspaper daily. Twelve percent says they never read a newspaper.

fonte:Marketing to the future: reaching teens and young adults requires a radically different approach.By Kruger, Jennifer Barr, September 1 2005

29/02/2008 16:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

23/02/2008

Diversificação da sociedade comprometida com o fim da rádio?

«Em que nível a diversificação da sociedade estará comprometida com a extinção de um rádio convencional, AM/FM. Um meio em que os segmentos mais humildes da população puderam se reconhecer e no qual, como jamais havia ocorrido em outras mídias, puderam ver projetados seus sonhos, angústias, esperanças, diferenças e semelhanças. Em suma, suas vidas. »

(Kischinhevsky, 2007: 16)

23/02/2008 17:36 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Tudo isto será o que a Internet vier a ser (3.0)

Fala-se numa web 3.0 (semântica?), que corresponderá à terceira década de existência, e será mais inteligente do ponto de vista dos computadores na relação com os conteudos (capazes de interpretar o significado de cada página?)

23/02/2008 16:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Qual deverá ser o papel do Estado (regulando?)

«Otro futurólogo estadounidense, John MacHale, de la Universidad de Nueva York, anunciará la reducción, "posiblemente" a un canal único de todos los tipos de información, con algunos perjuicios y muchas consecuencias positivas para la comunicación social. Su análisis optimista sobre el desarrollo de las tecnologías de los ordenadores, las telecomunicaciones y la radiotelevisión le conduce a señalar sin largo ciertos riesgos, como la fragmentación de las actitudes y del consenso, y a reclanar una mayor vigilancia y papel del Estado (MacHale, 1976).» (32)

« James Martin tiene por ejemplo el mérito de haberse referido, en esa historia anecdótica de las metáforas a que aludíamos antes, a las "nuevas autopistas": "ahora necesitamos autopistas electrónicas". Pero en el desarrollo le esa nueva "ciudad virtual" es fundamental la acción del Estado, ya que si no "gran te de los nuevos servicios sólo serían posibles en zonas de alta densidad de población, o en los Estados con mayores ingresos, lo que podría ser socialmente perjudicial y destructivo" (Martin. 1978). (Bustamante, 2005: 32-33)

«Por tanto, para lograr se futuro, la intervención del Gobierno "no es necesaria", ni siquiera en los países en vías de desarrollo (Gates. 1995). (Bustamante, 36)

«El nucleo central del discurso es ya explícito: frente a las crisis de todo tipo, las promesas de solución están centrada en el todo información. Pero el determinismo tecnológico aparece dominado por una lógica superior, el determinismo económico, que convierte a estas tecnoutopías en "mercadoutopías". El Estado, signo de tiempos neoliberales extremos, pasa a un segundo plano, con labores esencialmente de liberalización (remover obstáculos al libre mercado) y de concienciación (promoción le la demanda), pero resulta demonizado en todos los demás frentes.» (Bustamante, 37) 

 

23/02/2008 12:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

16/02/2008

A nova rádio e a cultura mosaico

«Fue Abraham Moles quien hace tiempo acuñó la expresión cultura mosaico para referirse a los contenidos de los medios de masas: una página muestra un anuncio de comida para perros y, sin advertirse contradicción alguna, en la siguiente hay un informe sobre el hambre en el mundo; o en un lugar se ponderan las excelencias de un coche de alta cilindrada y al lado se informa del derroche de combustible y se hace una prospectiva pesimista sobre las reservas de petróleo. Es decir, en los medios no aparecen los mensajes estructurados o vertebrados mediante relaciones racionales, una jerarquización o un sentido totalizador, simplemente se superponen unos a otros sin siquiera apreciar las contradicciones. La cultura mosaico, es «una forma atomizada del bagaje de conocimientos presente en el ser humano y que representa el aspecto extremo de una cultura de la época de las comunIcaciones de masas  (...) es fruto de un espolvoreo de conocimientos superficiales, de fragmentos de ideas recibidos al azar, y sólo a través de un proceso de "ensayos" y de "errores" llegamos a conocer el mundo en que vivimos. Descubrimos al mismo tiempo la base y los resultados, según las vicisitudes de nuestra propia historia» (Moles, 1975, 205).

16/02/2008 18:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

«A rádio está a portar-se muito bem» (só perdeu 5%...)

«We are in the middle of an exciting expansion of radio's horizon and capability with the digital revolution.  And, despite all the naysayers, radio's doing quite well. With all the new choices available to consumers, radio has lost less than 5% of its total listening.  Radio components  within new devices are expanding our reach.  Did you know that one of the most popular and well received accessories for iPods is the FM tuner?  Did you notice that Microsoft included a radio tuner in its Zune device?  Technology companies have embraced radio; it is high time for radio to embrace the technological tidal wave, rather than swimming against it.   Regardless of the delivery system, radio will always have the unique advantage of being the local content provider.  We've got the facility and the talent; all we lack is the vision to move aggressively into custom, tailored content for these new delivery systems.» ( Peter Smyth, CEO Greater Media, Sending Bold Signals at RAB2008, Fev 08)

 SMYTH, Peter, «Sending Bold Signals at RAB2008» Greater Media,, Fev 08 [http://www.greater-media.com/corner/feb_08.html]

16/02/2008 13:14 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

09/02/2008

Daqui a dez anos (previsões)

«If you want to negotiate with me that it's going to take 12 years instead of 10, okay, 12 years instead of 10. And if you're going to say to me, "My parents will never get there," and I'll say, you're right, maybe your parents will never get there, but then your kids will get there in four years, whatever the case may be.» Steve Balmer
09/02/2008 16:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Uma sociedade cada vez mais egoista?

«notre societé est en train d'inventer un nouveau type d'agregat social mettant en jeu une étrange combinaison d'egoisme et de grégarité (...)» Vivre en troupeau en se pensant libres ,Dany-Robert Dufour, Le Monde Diplomatique Janeiro 2008, pág 20

 

09/02/2008 14:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

05/02/2008

A necessidade de entender de forma diferente as audiências e os públicos

«Uma vez que a oposição entre as duas escalas do público, individual e colectiva, não é significativa, visto cada um de nós circular permanentemente entre uma e outra escala, coloca-se o problema da reflexão qualitativa sobre a recepção. Tanto mais que as novas tecnologias favorecerão o fraccionamento da oferta, incluindo a dos meios de comunicação generalistas, e que a evolução do comportamento dos públicos implicará igualmente uma reflexão mais qualitativa. A simples contagem será cada vez menos importante. O público, cada vez mais crítico e exigente nas suas escolhas, não hesitará em adoptar comportamentos por vezes contraditórios, obrigando a uma nova reflexão que o tenha por objecto.» (Wolton, 2000: 116) 
05/02/2008 16:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

02/02/2008

O futuro da rádio: as pessoas passam cada vez mais tempo no computador

«Radio will continue to gravitate towards the internet, because that is where people will be spending more of their work and leisure time.» Lehman, 2004: 724
02/02/2008 21:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

30/01/2008

Há futuro se a rádio se tornar noutra coisa (um fornecedor de conteúdos)

«Play to the available audience because the next generation is busy on their cell phones and iPods. Don't try to aim for the generation you need so badly -- the one you let get away by doing nothing to fill their needs for the past ten years. The result: Gen Y has no strong attachment to radio and isn't likely to get one.

But...
Can radio be saved by becoming a content provider for the Internet and for consumption on mobile phones and devices?
You bet.
And that's why I am so optimistic about the future of radio-produced content away from the terrestrial signal. But radio people hardly know about the preferences of this elusive generation. I get emails every time I write about them from angry broadcasters who think Gen Y is the enemy. No, you are the enemy -- you've proven to be your own worst enemy.
They are not. They are your future business because terrestrial radio will never again be a growth business.»

fonte: Jerry del colliano, The Inconvenient Truth About Radio 14/01/08

30/01/2008 19:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

05/01/2008

Uma previsão: a internet vai fazer viver a rádio

«A terceira vida da rádio foi antecipada pela chegada de uma nova tecnologia: a Internet. A Internet tal como a Rádio foi algo de um discurso similar sobre as suas capacidades libertadoras da criatividade e da comunicação humana. E em grande medida foi capaz de viver, até hoje ao nível das expectativas criadas pelo seu discurso. Embora tecnologicamente diferentes no seu âmago, as duas tecnologias de massa mais similares nas suas características de proximidade e criação de laços sociais são de facto a Internet e a Rádio. Daí que a resposta às diferentes variantes sobre “O fim da rádio” só possam ter como resposta que a “Internet não matou a rádio mas deu-lhe uma terceira vida”. Uma vida diferente das anteriores, é claro. Mas uma nova vida sem dúvida. Uma vida alicerçada no facto de a rádio ser o media que mais facilmente se adapta à Web 2.0.»

fonte: CARDOSO, Gustavo, «A terceira vida da rádio», Editorial Obercom, s/d (2007?)

05/01/2008 18:50 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

03/12/2007

(conc) «A rádio como um media de futuro»

É a opinião de Gustavo Cardoso (Obercom):

«(...) A rádio é considerada por muitos autores como um meio de futuro e também eu creio que o que assistimos é à sua vitalidade e não ao seu desaparecimento, daí que concorde com Enrico Menduni sobre a rádio como um media de futuro. (...) a “Internet não matou a rádio mas deu-lhe uma terceira vida”. Uma vida diferente das anteriores, é claro. Mas uma nova vida sem dúvida. Uma vida alicerçada no facto de a rádio ser o media que mais facilmente se adapta à Web 2.0.»

fonte: CARDOSO, Gustavo, «A Terceira Vida da Rádio», editorial Obercom,

03/12/2007 18:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

20/11/2007

17/11/2007

O lado perverso da web social (2.0)?

«Com o surgimento da Web 2.0, que se caracteriza por uma nova geraçao de «sites» participativos, como o MySpace ou o YouTube - que apostam em conteúdo gerado pelo utilizador, a tam no conteúdo gerado pelo utilizador, a entrada em redes sociais e a partilha interactiva -, os utópicos informáticos profetizaram uma maior democratização do mundo: mais informação, mais opiniões, mais de tudo e, quase sempre, sem filtros nem acesso pago.
O empresário de Silicon Valley, Andrew Keen, salienta, porém, na obra provocatória «The cult of the amateur» [editora Currency, não traduzido em português] que a Web 2.0 também tem um lado obscuro. Afirma que «a revolução da Web 2.0 favorece a observação superficial do mundo, em detrimento da verdadeira análise e a opinião imediatista em vez do julgamento ponderado». (...) Ao monopolizarem abusivamente a nossa atenção, os blogues e outros 'wiki' desmantelam as indústrias da edição, da música e da informação, que geram os conteúdos que estas produções digitais pretendem 'integrar'. A nossa cultura está em vias de canibalizar a sua juventude, de destruir as próprias fontes do conteúdo que os jovens tanto procuram», escreve.
Michiko Kakutani, The New York Times, Nova lorque (original:
http://www.nytimes.com/2007/06/29/books/29book.html?_r=2&oref=slogin&ref=arts&pagewanted=all&oref=slogin)
17/11/2007 11:41 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

10/11/2007

A rádio deve esperar para ver?

«Consider how the industry is currently moving towards deprecation of subscription music services, or tossing out DRM-protected music downloads. Even satellite radio’s future hangs in the balance, as lawsuits, increased music royalty rates and possible rejection of a proposed merger all loom on its horizon.

One thing satellite radio has done right in this analysis is to make itself a relatively simple consumer proposition — in fact, it attempts to model the familiar operation of local radio as much as possible. In this respect satellite radio differentiates itself quite well from Internet radio, but its service availability and robustness still lag a bit behind local radio, and of course its cost is significantly higher. So on balance, even satellite radio has an uncertain future in this analysis.

Next up is wide deployment of wireless broadband (WiMax, etc.), which brings substantial portability and otherwise increased availability (i.e., higher Convenience) to Internet radio. It is unlikely that wireless Internet radio will ever match local radio’s user friendliness, however, particularly in terms of one-button, instant access.

Yet wireless Internet radio’s proliferation of portable, narrow music formats may actually hurt satellite radio more than it does local radio. Is the enemy of my enemy my friend?

Ultimately, the fragmentation and complexity of the new media marketplace could become local radio’s strongest unintentional allies. Being old school isn’t necessarily bad here. This is not to say that radio should not explore and embrace change where it makes sense, but while doing so it should always remember the fundamental values of simplicity and stability that put it where it is today»

fonte: «Will Radio’s Inertia Be Its Savior?», Radio World, by Skip Pizzi, 11.07.2007

10/11/2007 11:30 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

01/11/2007

Eventuais conteúdos pagos significarão mais exigência e qualidade?

«Internet se convierte así en una plataforma ideal para la oferta de contenidos personalizados o contenidos a la carta que podrían ser incluso abonados en lo que se alzaría como una nueva modalidad de pago por visión, en este caso, pago por audición. Entonces es evidente que si este nuevo tipo de usuario en la red puede exigir un determinado contenido o, es más, tiene que pagar por el producto, será más exigente en cuanto a su calidad. Se impone así una renovación en el lenguaje radiofónico a la búsqueda de una mayor expresividad y, sobre todo, de una mayor explotación radiofónica de las posibilidades sonoras que ofrece Internet.»

fonte: RODERO ANTÓN, Ema, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002, pag 3

01/11/2007 18:56 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

20/10/2007

Será necessária uma nova linguagem audiovisual ou um novo estatuto para a audição?

«As múltiplas perspectivas para o futuro do suporte áudio revestem de incertezas as reflexões a respeito de como o som se constituirá enquanto ferramenta e meio, enquanto emissão preponderante no que poderá vir a ser o rádio e articulado com letterings (texto), imagens fixas e imagens em movimento em possíveis novas configurações para o que habitou-se a chamar, até então, de linguagem áudio-visual»

«A defesa de um novo estatuto para a audição nada tem de saudosismo ou nostalgia. Ao contrário, quer antes problematizar as os limites e possibilidades da presença do som em novas mídias, podendo assim escapar a antigos vícios e mitos que passaram a envolver a produção de sentido pelo som. Um novo estatuto para o ouvir diz respeito à revalorização da força sígnica do som. Trata-se da recuperação do sonoro enquanto elemento constituinte ativo da significação dentro do processo enunciativo. Um novo estatuto para a audição significaria, assim, a recuperação da emissora sonora enquanto efetivo momento de vivimento de experiência estética. De ativação, pelos sentido da escuta, de memórias, imaginários e representações. Estimular o receptor a ser, sempre, um co-autor na construção do sentido na enunciação, na privilegiada condição de sujeito ativador desses protocolos»

fonte: SALOMÃO, Mozahir, «O suporte sonoro e as novas mediações», 2006,

«Todos estes novos elementos [linguagem que apresenta textos aninações e video, a existencia de informações complementares e simultâneas à emissão em directo, etc], em conjunto, contribuem para a construção de uma nova estrutura discursiva para a mensagem radiofónica, que assim pode potenciar a busca de novos conteúdos e o desenvolvimento de novas linguagens. Este facto estabelece as bases para a construção de uma nova estrutura discursiva para a mensagem radiofónica, que assim pode potenciar a busca de novos conteúdos e o desenvolvimento de novas linguagens. Este facto estabelece as bases para a conversão do ouvinte em utilizador multimédia, que se serve da interactividade para configurar a estação em função dos seus interesses específicos e impulsiona a oferta de canais dedicados que fragmentam a audiência e criam novos paradigmas de consumo radiofónico. (...) Com estas características, a rádio na internet passa a ser um meio em que a multimedialidade, hipertextualidade e interactividade são factores determinantes na sua linguagem específica. Para além disso, a co-autoria do receptor no processo de enunciação transforma-o numa espécie sofisticada de ouvinte, num “realizador de hipertexto” (Guàrdia, 2001), com responsabilidades acrescidas na condução dos mecanismos comunicacionais» (Tese de Mestrado de Pedro Portela, pag 57)

20/10/2007 16:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Seres “tecnologicamente hipercomunicados, mas socialmente isolados”?

Mário Kaplún fala em seres “tecnologicamente hipercomunicados, mas socialmente isolados” (Kaplún, 1998). Com a extinção da prática social e de cidadania, a estes seres para quem as possibilidades de interacção são maiores que nunca, nada restará para comunicar senão pobres relatos das suas pseudoexperiências virtuais (Kaplún, 1998). (tese de mestrado de Pedro Portela), pag 23

20/10/2007 14:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

13/10/2007

A era electrónica não traz a democratização?

«A ilusão de que a era eletrônica traga necessariamente consigo a democratização do acesso, da produção e da distribuição do conhecimento é um engano corrente que a observação do percurso do rádio informativo ajuda a elucidar» (MEDITSCH, 1999:278).
13/10/2007 12:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

06/10/2007

«As técnicas não determinam nada»?

«"As técnicas não determinam nada. Resultam de longas cadeias entrecruzadas de interpretações e precisam, elas próprias, de ser interpretadas, conduzidas para novos caminhos pela subjetividade actuante dos grupos ou dos indivíduos que delas se apropriam. Mas, ao definirem em parte o ambiente ou os condicionamentos materiais das sociedades, ao contribuírem para estruturar as actividades cognitivas dos colectivos que as utilizam, elas condicionam o devir do grande hipertexto. (...) A situação técnica inclina, pesa, pode mesmo interditar. Mas não dita." (Lévy, 1990:236-7) 
06/10/2007 13:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

Uma ideia mais larga de rádio de palavra

«A definição aqui proposta de rádio informativa acompanha esta ideia de um alargamento e de uma transformação ocorridos no campo jornalístico. (...)A rádio informativa fala de coisas que anteriormente não eram notícia (a hora certa, por exemplo), e revoluciona a ideia da reportagem com as transmissões ao vivo. Aprofunda e contrapõe ideias e opiniões com facilidade e orienta as massas urbanas como o cão de um cego. (...) Por isso, requer uma nova conceptualização que dê conta da sua amplitude e especifidade». (Meditsch,1999: 21) 
06/10/2007 13:19 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

01/09/2007

Começar a digitalização com uma mentalidade analógica

Parece que se empezó la digitalización con una mentalidad analógica, esto es, el desarrollo de un estándar para cada medio (excepto en el caso japonés) cuando cada vez parece más claro que el futuro apunta hacia una concepción de estándares multimedia adaptados a una recepción multiplataforma. Por ser éste un período de transición, los cambios suelen quedar reflejados en la proliferación de estándares hasta el punto de que algunos declinan justo cuando empezaban a despuntar. Además, a diferencia de la televisión, la ausencia de una fecha fija para el apagón analógico (switch off ) obliga a una coexistencia entre ambos paradigmas, el analógico y el digital, lo que a menudo provoca más confusión y podría llegar a convertir a la radio en la principal competidora de sí misma.»

fonte: BONET, Montse, «La radio digital, estándares tecnológicos y plataformas de distribución», Portal de la Comunicación In-Com-UAB, A modo de conclusión

01/09/2007 19:09 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

28/08/2007

«Como será a 'rádio' daqui a 10 anos?»

Responde Helen Shaw:

«The future of radio, as we describe it, will be multi-platform with live and recorded audio content being delivered through analogue AM/FM to digital terrestrial to satellite radio and Internet based protocols. Over the next ten years as radio moves further into a digital domain, technology is transforming how we receive radio, what we receive and how we interact with it. This paper looks at the dynamics shaping radio’s future and how the bottom up pressure of consumer/citizen demands – through the development of a personalised media market, like podcasting – is proving more successful than the top down approach of technologies like DAB which have been driven by European policy elités rather than market demand.» (Shaw, 2005: 2)

28/08/2007 17:05 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

27/08/2007

«No corredor do infinito, tudo é possível»

«Nos mundos do entretenimento e da informação, já ultrapassámos as restrições de capacidade dos canais e do espaço de prateleira, bem como as suas exígências de uniformização. Em breve superaremos também os condicionalismos de capacidade da produção em massa. A explosão da variedade que observámos na nossa cultura, graças às eficiências digitais, irá estender-se a todo e qualquer aspecto da nossa vida. No dia de amanhã, a questão que irá colocar-se não terá a ver com as virtudes ou defeitos de um maior leque de escolhas mas sim com aquilo que realmente queremos. No corredor do infinito, tudo é possível» (Anderson, 2007: 242) 
27/08/2007 13:11 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

07/08/2007

«A rádio está para a próxima geração como a máquina de escrever para todos nós»

«There's a reason Steve Jobs didn't put a radio in the iPhone. Radio is to the next generation -- what a typewriter is to all of us today. Or a console Philco radio. It's so yesterday. And for those of you who think -- no problem -- we'll someday offer up our terrestrial streams for mobile use, check with the next generation first. The entire concept of 24-hour radio is over with the next generation, too.

Look, baby boomers and Generation Xers will still listen, but if you were raised on the Internet, live every minute with your cell phone (hint, hint) and conduct your relationships online, you have little need for 24 hour broadcasting. (...) Radio is not in their lives the way it was in ours. If it was, Steve Jobs would have made iPhone or at least iPod radio capable.

(...) How can I say this delicately? Not only is iPhone a competitive threat to radio. It is the killer app. We've reached the tipping point. No doubt this first iPhone will be seen as primitive in years to come, but today it represents a form of new age consolidation in its own right -- consolidating an iPod music player, with a mini-computer, the Internet, photos, calendars and even a telephone. I love radio. Loved it then and really respect a lot of people who are toiling away in it now while their bosses are showing the world their ignorance. But I don't like when the honchos who run radio bury their heads in the sand. Clear Channel determining that the iPhone is not a competitive threat is ill-informed, misleading and dangerous to an industry that so desperately needs to find its future.

There is a future for radio people, but it's not on terrestrial radio. It's in the content business with the delivery system that the marketplace chooses. That delivery system is not likely to be a radio. And you can see how ridiculous an HD radio looks right now as well. (...)»

fonte: JERRY DEL COLLIANO, Inside Music Media, «Clear Channel: iPhone "Not a Competitive Threat" », 03/07/07

COLLIANO, Jerry del, «Clear Channel: iPhone "Not a Competitive Threat" », Inside Music Media, 03/07/07 [http://insidemusicmedia.blogspot.com/2007/07/clear-channel-iphone-not-competitive.html]

07/08/2007 15:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

05/06/2007

Como será a rádio em 2015 na Europa?

Conclusões de um estudo envolvendo 40 especialistas do Canadá, Dinamarca, Finlândia, Irlanda e Grã-Bretanha:

- most Europeans would have digital terrestrial radio. The DRACE report says DAB will be a strong option in the UK and Denmark, but supplemented with Digital Radio Mondiale (DRM) and DMB; DAB is “an expensive and uneconomic system.”; Nevertheless, by 2015, Finns are likely to be using the DVB-H technology developed by Nokia, while Canadians will have IBOC, DAB and satellite radio 

-  TV-style digital switchover for radio is very unlikely. They also predict that given existing market penetration, FM radio will continue to play a significant role in both Europe and Canada.

- most respondents predict there will be distinct national solutions. Differences in national regulation and frequency administration will fragment the digital radio landscape.

- there will be an increase in personalized and on-demand radio, with more listener sovereignty, personalization options and the gradual disappearance of schedules. Radio will be available when and where listeners want it.

- traditional broadcast radio will continue to play an important role in people’s lives. This is attributed to the strengths of linear radio, including mobility, ease of access and localism, as well as powerful journalistic and artistic content.

(excertos deste texto: «DRC07: radio in 2015», Multimedia meets radio, Mike Mullane on 04 June 2007)

 

05/06/2007 18:58 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

17/03/2007

Previsões (em 2006) para o futuro

«The next step will be content designed and delivered to mobile phones, hand-held personal devices (PDAs), games consoles or connected media players, potentially using the – newer – smaller and higher quality MP4 or AAC format (the format used in iPod offering improved quality over MP3). The current ‘next generation’ or ‘3G’ mobile phones do offer the capacity to access the web with speeds capable of sustaining audio streaming, and downloadable applications already exist to run Podcasting clients on ‘smartphones’. This could be a step forward, bypassing the computer altogether andcapturing content on the playback device. (...)  It is likely that with the increased choice, digital content (whether via DAB, satellite, webcasting or Podcasting) that is ‘in tune’ with audiences, using formats and styles other than mainstream music, will develop. Linked to this, a role for speech-led content may develop (Berry, 2004).» (Berry, 157-158)
17/03/2007 03:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

24/02/2007

«Uma tecnologia tão recente pode servir uma comunidade?»

«(...) Generation Y is arguably the first generation to use technology to facilitate communication, to spawn creativity and to air political views on a grand scale. But this raises the question: if the gatekeeping role has been acquired by an entire generation, could an even newer technology be embraced by the whole community?(...)»

fonte: «The Impact of Digitalization», KPMG, 2007 (8-11)

24/02/2007 23:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

30/09/2006

Perspectivas sobre o futuro da rádio

«O rádio, de acordo com Meditsch (2001:229), vai continuar existindo na era da internet e até depois dela. Será aperfeiçoado pelas tecnologias atuais e futuras, sem deixar de ser o que é. Segundo ele, a necessidade do serviço de informações em tempo real, recebido em qualquer lugar, sem que as pessoas precisem paralisar suas atividades, não será superada tão cedo.McLuhan (1964:335) também se preocupa com esta caracterização voltada à radiofonia. Quando ouço rádio, parece que vivo dentro dele. Eu me abandono mais facilmente ao ouvir rádio do que ao ler um livro. Como ele mesmo aponta, o poder que tem o rádio de envolver as pessoas em profundidade se manifesta no uso que os adolescentes fazem do aparelho durante seus trabalhos de casa, bem como as pessoas que levam consigo seus transístores, que lhes propiciam um mundo particular próprio em meio às multidões.O rádio, segundo McLuhan (1964:337), afeta as pessoas como que pessoalmente, oferecendo um mundo de comunicação não expressa entre o escritor-locutor e o ouvinte. Este é o aspecto mais imediato do rádio, uma experiência particular» Não é mais possível pensar o rádio como antes, Mágda Cunha, 30/09/06, pag 2
30/09/2006 10:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

14/07/2006

O novo iPod fala?

«The new iPod will tell you what it is about to play, removing the need for users to look at the screen while selecting music, and making the device safer and easier to use while driving, cycling or in badly-lit locations.

Crucially, the talking machines could give the iPod a badly-needed new competitive edge in the hotly-contested digital music player market.

The iconic machines were last week reported to have lost some of their sheen, with consumers following a series of technical problems and controversy surrounding the working conditions of those who make them. To make matters worse, software giant Microsoft is said to be working on its own iPod-bashing digital music player. »

fonte: «Apple pips its rivals with the iPod that talks» Scotsman, Richard Gray, 9/7/06

14/07/2006 16:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

02/03/2006

O futuro da rádio está nos operadores públicos?

Excertos de um artigo do IHTribune, de 26/2/06:

« is the public broadcasters, like the British Broadcasting Corp., Radio France Internationale, Deutsche Welle or National Public Radio in the United States, that are flourishing by embracing new technology and strategies, while commercial radio operators are losing out to iPods, MP3 players and digital and satellite alternatives.

In Britain, the BBC has increased its market share to 55.1 percent, according to surveys, taking its lead over commercial radio to its widest point in three years. The same trends are taking hold in the Netherlands and in Germany.

(...) the public broadcaster Radio France Internationale revamped its news Web site, which includes podcasts and streaming. Podcasting allows listeners to subscribe to radio shows, with their music players downloading the latest episodes from the computer (...).

"Public broadcasters can have an advantage, as they can experiment and gain experience with new technology without the same financial constraints as commercial broadcasters," said Colin Donald, editor of Live Net Music, which tracks and lists the times when independent rock bands perform live through online radio.

(fonte: Seeking new wavelengths for radio, IHT, Doreen Carvajal , SUNDAY, FEBRUARY 26, 2006)

02/03/2006 04:49 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

25/02/2006

A rádio é infinitamente adaptável ?

"A rádio é eternamente adaptável. Apesar dos desafios postos pelos outros medias, a rádio continua a ser popular por causa da sua capacidade de se adaptar às mudanças. Os deterministas tecnológicos podem apregoar que essas mudanças se devem aos avanços tecnológicos como a transmissão estéreo, o transístor e o uso do FM e as frequências digitais para melhorar a qualidade do som. Mas uma análise mais pormenorizada desses desenvolvimentos mostra que muitos já existiam antes de serem usados. O que provocou a sua utilização foi aquilo que Brian Winston chama de  ’supervening social necessities’ (1995: 68) que funciona como um acelerador dos desenvolvimentos dos media e da outra tecnologia". (Fleming,  2002: 25)

(tradução desta entrada)

25/02/2006 03:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

03/12/2005

Notícias e música, conteúdos de futuro

"There are two kinds of content which seem ideal. The first is news, since as we noted from our investigations (...) news in any medium appears to be primarily verbal, and so the very latest events can be conveyed to the listener without requiring him to take his eyes from what is his primary activity). Second, we can infer (...) that music is highly suitable for a medium which receives fluctuating attention, for since it does not 'refer to' things in the way that words do it does not force, though it may encourage, the exercise of the listener's imagination".

CRISELL, Andrew, Understanding Radio, Routledge, Londres, 2005, segunda Edição, pág.229

03/12/2005 11:54 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.

A rádio do futuro já nasceu (e até tem música...)

A rádio do futuro está aqui. Não vai ser construída, pensada ou idealizada daqui a uns anos em função de pressupostos (tecnológicos) novos, mas já nasceu. Talvez ainda não nos tenhamos apercebido, mas penso que a fórmula existe e pode ser ouvida. Hoje.

A rádio do futuro não vai ter lugar para a música, dizem, porque os telemóveis, os leitores digitais de áudio e os ficheiros no computador (partilhados ou comprados) vão substituir aquilo que hoje conhecemos por… rádio.

Tenho uma perspectiva diferente: a música a metro, sem identidade, alinhada por uma máquina numa lógica de repetição cíclica de sucessos, talvez não tenha futuro, porque os sucessos estarão primeiro na Internet do que na rádio. Mas há vida para além disso.

A música que for entendida como conceito criativo, como elemento de uma estrutura (de um programa) em que intervêm outros factores, como a voz, os sentidos, a emoção;  a música que for sinal de descoberta, de surpresa nas infinitas associações, de encantamento. Com essa música, então, a rádio terá tanto para dizer como para sentir.

Todas as semanas, na Internet ou aos sábados na Rádio Universitária de Coimbra, Francisco Amaral mostra uma Íntima Fracção do que será a rádio do futuro – a que mistura música com ideias, palavras com sensações. Então, copio-a para o meu computador (ou leitor digital de áudio), e levo-a para a ouvir. Em qualquer futuro. Sempre.

03/12/2005 01:51 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 8.0 Conclusões? No hay comentarios. Comentar.




Transistor kills the radio star?

Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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