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Se muestran los artículos pertenecientes al tema 3.9 A indústria e as programações. 15/07/2006Uma rádio «free form» com dificuldades nos EUA«The firings of two KPIG disc jockeys last week may seem like a small thing, but it was front page news in the Santa Cruz Sentinel Saturday---and rightly so. KPIG-FM (107.5) is one of the nation's last bastions of freeform radio, where music is chosen with some panache and integrity. It was one of the first roots rock music stations in the country and, despite corporate ownership, has maintained some quality in playing serendipitous rock, bluegrass, blues and country. (...)» fonte: Mercury News, «KPIG RADIO CUTS STAFF: THE CORPORATE SWINE GNAW AWAY AT QUALITY AGAIN», Saturday, July 08, 2006, Brad Kava, 11:20 AM Mais sobre a KPIG e o free form: http://radio.about.com/b/a/257701.htm?nl=1 15/07/2006 16:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 17/06/2006Lei agrava penas por «indecência» verbalÉ um problema típico dos EUA, e da rádio em particular - Howard Stern que o diga... o governo acaba de aprovar uma lei que agrava dez vezes as penas por indecência verbal... «President Bush yesterday signed into law legislation that raises fines on over-the-air radio and TV broadcasters that violate US decency standards by airing extensive profanity or sexual content. fonte: «Indecency Just Got 10 Times More Expensive», Radio Ink, 17/6/06 17/06/2006 10:46 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 12/06/2006Fazer dos repetidores (FM) rádios autónomas...Corre nos EUA uma petição para transformar os repetidores de FM (que se destinam a «gerar» emissão em locais de fraca ou nula cobertura) em rádios de FM, com emissão própria. A entidade patronal norte-americana, a NAB,- receosa da perda de quota com o aparecimento de novos players no mercado - já disse que não aceita: «NAB Opposes Original Content On FM Translators RadioInk, 12/6/06, http://www.radioink.com/headlineentry.asp?hid=133912&pt=inkheadlines 12/06/2006 17:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 30/04/2006Um exemplo da rádio sem criatividadeEXiste um livro, publicado nos EUA, que regista dezenas de milhares de canções por tópicos - os mais inconcebíveis. Depois, os animadores das rádios (que não têm playlist...) programam as suas sequências temáticas com esses temas. É do meu ponto de vista um exemplo da rádio previsível, formatada em excesso, em que o animador já nem pensa... Sobre o livro: http://www.greenbookofsongs.com/ Uma curiosidade: Corey Deitz apresenta os temas para assinalar o nascimento do novo filho de Tom Cruise e Katie Holmes (como se fosse preciso música para assinalar isso...): This week: Tom Cruise and Katie Holmes Have Baby Girl
30/04/2006 09:01 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 28/04/2006O regulador britânico intervém na programaçãoÉ, penso, um caso único na Europa (e, muito mais, nos EUA): o regulador audiovisual britânico, OFCOM, intervém quando determinada rádio muda o tipo de programação que «contratuliza» com esse regulador (o formato). Este caso, recente, é ilucidativo (até dos próprios receios das rádios) – não podiam passar música irlandesa porque não tinha essa uatorização: « Ofcom has issued a ‘yellow card’ to CN Radio’s Touch FM in Coventry for a format breach. The regulator said Touch FM's general music policy was acceptable but specialist Irish music output was being broadcast in an inaccessible timeslot of 12am to 5am on Mondays.Ofcom deemed this to be "contrary to the spirit of the format" and has asked the station to remedy the problem, which Touch FM has agreed to do. The 'yellow card' is a way of identifying and rectifying format problems without having to sanction the station with financial penalties or by shortening the licence length. Jon Hewson, chief executive, CN Radio, said: "We believe that we are programming Touch FM Coventry very well within its format requirements and that the yellow card is somewhat harsh." He feared that Ofcom's move would set a worrying precedent for the radio industry following its policy of 'light touch' regulation. "The station's format document does not state any timing requirements for the specialist show. I think that it's a very worrying signal if the regulator starts talking about the spirit of a format and introduces a significant grey area in this way." Fonte: « Ofcom asks Touch FM to revise specialist policy», Mediaweek, Amanda Lennon, Publication Date 2006-04-25 12:15 PM 28/04/2006 15:55 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. Em defesa da emissão localO presidente da reguladora norte-americana FCC: « “Satellite radio is an important service, it’s very popular, and it’s grown very rapidly, but I think its fundamentally different from what local, free over-the-air broadcasters can provide, and we need to recognize that. What local broadcasters are able to do is provide unique insights and a unique service, particularly during times of crisis. We don’t want everything to just become a nationalized service. We still want that to have those local broadcasters disseminating local news and entertainment to consumers»Fonte: «FCC Chief: Satellite Radio ‘Fundamentally Different’ From Broadcasting», Radio Ink, 26/4/06 28/04/2006 15:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 24/04/2006Peculiaridades da rádio nos EUADepois da saída de HStern para a Siriuas, a CBS/Infinity ainda não recuperou: primeiro criou um novo formato, chamado «free FM» e a seguir contratou alguns nomes de peso, entre eles David Lee Roth (Van Halen...). Agora Lee Roth abandonou e a CBS foi em busca de novos nomes para animar as manhãs das suas afiliadas «free fm» - acaba de contratar um dupla humorística e polémica conhecida como Opie & Anthony (actualmente a trabalhar já na XM). Veja-se esta informação da Radio Ink: «John Mainelli in the New York Post reports that O&A will do a three-hour, FCC-friendly simulcast on CBS and XM (6-9 AM) and then two uncensored hours just for XM». O que é que isto siginfica? que as tres horas hertzianas são controladas ao nível da linguagem; as duas horas só na XM são «à abrir...» porque o regulador FCC não controla as emissões via satélite (daí a passagem de Stern...)
24/04/2006 12:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 04/03/2006Os nichos e a rádio04/03/2006 02:43 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 02/03/2006Por estas e por outras é que a rádio não sai da cepa torta...Mais uma rádio, exactamente (?) igual a muitas outras que existem em Portugal: «Apesar de ter o mesmo nome da emissora do Algarve, a Kiss FM Lisboa é autónoma, uma garantia dada ao Diário Económico por Jorge Correia, responsável por este novo projecto. “Tem algumas semelhanças com a rádio do Algarve, mas não é um retransmissor”. (fonte Diário Economico, Kiss FM em Lisboa com conceito internacional, Ana Filipa Amaro, 2/3/06) 02/03/2006 11:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 17/02/2006sobre o payola...17/02/2006 07:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. 13/02/2006As rádios não têm programação infantilAté que ponto a ausência de programação destinada aos mais jovens (a partir dos seis anos?) contribui para que as gerações mais nova percam o hábito de ouvir rádio? É verdade é que a faixa 15/17 ouve mais rádio do que média, mas apenas rádio musical. E se há predisposição dos 15/17 para ouvir rádio, por que não pensar em programações infantis ou juvenis, para uma faixa etária mais nova? A rádio de serviço público não estaria obrigada a incluir alguma programação infantil na sua grelha? Apenas algumas rádios locais mantém - e bem - alguma programação infantil ou juvenil nas suas grelhas (e isso já é um mérito das sempre muito criticadas rádios locais) 13/02/2006 09:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações Hay 2 comentarios. 03/02/2006A rádio perde o privilégio da divulgação da música"Enquanto a indústria discográfica faz o balanço de um ano em que as vendas voltaram a baixar, alguns sinais apontam para uma democratização da música, graças à Internet, que começa a alterar o equilíbrio de forças no seio da indústria musical. Explorando designadamente os fóruns e os blogues musicais, as companhias independentes de discos fazem grandes progressos, à custa dos quatro conglomerados mundiais de música, cujo modelo comercial, que consiste em promover os «hits» graças à difusão radiofónica, parece cada vez mais ultrapassado". Jeff Leeds, no New York Times, traduzido pelo Courrier Internacional, "Net beneficia editoras independentes", nº 43, pág. 43 Mais: "(...) a música deixou de poder ser encarada unicamente como um negócio em que só as editoras, distribuidoras e retalhistas servem de intermediário entre o artista e o consumidor. Na idade da informação, em que os ficheiros ocupam uma ninharia de espaço e fluem facilmente num oceano de música, a música passou a ser integrada num universo mais vasto, regido muitas vezes por pressupostos contraditórios. Para uma banda que pretenda rentabilizar as suas digressões, pode fazer todo o sentido oferecer a sua música gravada". (Miguel Francisco Cadete, "Crise, Qual Crise?", Expresso, 28 de Janeiro 06, pág. 22) 03/02/2006 04:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.9 A indústria e as programações No hay comentarios. Comentar. |
Transistor kills the radio star?Um blogue de suporte a uma investigação sobre a rádio do futuro - ou o que quer que ela se venha a chamar...
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