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12/07/2008

A rádio pode ser o novo média; só ainda não percebeu...

Radio can be New Media. It just hasn't realized it yet.

DARDIS, Ken, Good News for Radio: It Could Be New Media, Audiographics, 11/07/08 [http://www.audiographics.com/agd/071108-1.htm]

12/07/2008 10:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

28/06/2008

Uma nova forma de comunicação pode substituir uma antiga?

«É muito raro que uma nova forma de comunicação ou de expressão suplante completamente as antigas. Fala-se menos desde que a escrita foi inventada? É evidente que não. (...) A escrita não fez desaparecer a palavra, ela tornou mais complexo e reorganIzou o sIstema de comunicação e da memória social.(...) a tendência histórica de peso é no sentido do crescimento sImultâneo dos instrumentos de telecomunicações e dos transportes» Levy, 2000: 232-234 

28/06/2008 19:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

21/06/2008

O elemento chave do rádio é o som? Para uma nova definição

«O elemento-chave do rádio continua sendo o som, só que agora com a agregação de novos signos nos campos textual e imagético gerados pela web. O som passa a ser o elemento definidor, o divisor de águas, o ponto de partida e de chegada da radiofonia. No rádio, o som deve ter sentido por si próprio, sem a necessidade do apoio do texto ou da imagem, como em outras mídias. Como lembra Charaudeau (1997), no rádio somente o conteúdo sonoro faz sentido (p. 120), mas podemos dizer que, com a internet, o texto e a imagem agora também fazem parte da webradio.

Outro elemento definidor do rádio é a sincronia da transmissão com a vida do ouvinte. Se não for assim, não é radiofonia. Como afirma Charaudeau (2006),

o rádio é, por excelência, a mídia da transmissão direta e do tempo presente (p. 107). O áudio on demand não pode ser caracterizado como rádio, mas como um dos elementos constitutivos da radiofonia.

Assim, a partir da definição de Meditsch (2001) e com base na presença de elementos textuais e imagéticos na radiofonia, podemos conceituar o novo rádio como: Meio de comunicação que transmite informação sonora, invisível, em tempo real. A informação sonora poderá vir acompanhada de textos e imagens, mas estes não serão necessários para a compreensão da transmissão.

Assim, ficam excluídos desta definição os

podcasts, os iPods, os reprodutores de música digital, as emissoras pessoais e qualquer outra forma de transmissão oral que não seja feita no tempo real da vida do ouvinte» (Prata, 2008:71)

Não concordo com a definição: a exclusão que faz dos elementos visuais não tem sentido na medida em que será cada vez mais dificil separar, excluir, numa logica de integração e convergencia

21/06/2008 16:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

O conceito de radiomorfose em Prata (transição e hibridismo)

«Podemos tomar por empréstimo o vocábulo mediamorfose, cunhado por Roger Fidler (1997) e criar um novo termo, especialmente para este momento vivido pelo rádio: radiomorfose. Fidler criou, em 1991, o termo mediamorphosis, durante um período de estudos na Universidade de Columbia, em Nova York. Com esta terminologia, Fidler (1997) descreve o processo de mudança que em se encontram os meios de comunicação em todas as suas áreas, direções e departamentos. O autor defende a complementaridade dos meios, isto é, a co-evolução, de modo que os novos meios não supõem necessariamente o desaparecimento dos existentes previamente, mas uma reconfiguração dos usos, das linguagens e os necessários ajustes sobre o público-alvo. Fidler (1997) afirma que, como numa metamorfose, há a adaptação dos velhos meios às novas mudanças tecnológicas. Assim, ao invés de morrer, pelo princípio de sobrevivência, o meio antigo procura se adaptar e continuar evoluindo em seus domínios. (5.2)

A teoria de Fidler (1997) é claramente aplicável ao rádio e às reflexões propostas por esta tese. Assim, poderíamos afirmar que o rádio dos anos 50, através do processo de radiomorfose, superou o impacto tecnológico do advento da TV e buscou uma nova linguagem. O veículo não morreu, apenas se transformou. Hoje, neste princípio do século XXI, a radiomorfose continua e o veículo não vai morrer com o impacto das novas tecnologias digitais e da web, mas busca uma readaptação e encontra seu caminho numa nova linguagem, especialmente desenvolvida para os novos suportes.

Podemos afirmar que o rádio na web repete as fórmulas e os conceitos hertzianos, velhos conhecidos do ouvinte, pois é pela repetição que o público se reconhece. Mas, ao mesmo tempo, insere novos formatos, enquanto reconfigura elementos antigos, numa mistura que transforma o veículo numa grande constelação de signos sonoros, textuais e imagéticos.» (Prata 2008: 75-76)

21/06/2008 15:59 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

O elemento chave do rádio é o som? Para uma nova definição

«O elemento-chave do rádio continua sendo o som, só que agora com a agregação de novos signos nos campos textual e imagético gerados pela web. O som passa a ser o elemento definidor, o divisor de águas, o ponto de partida e de chegada da radiofonia. No rádio, o som deve ter sentido por si próprio, sem a necessidade do apoio do texto ou da imagem, como em outras mídias. Como lembra Charaudeau (1997), no rádio somente o conteúdo sonoro faz sentido (p. 120), mas podemos dizer que, com a internet, o texto e a imagem agora também fazem parte da webradio.

Outro elemento definidor do rádio é a sincronia da transmissão com a vida do ouvinte. Se não for assim, não é radiofonia. Como afirma Charaudeau (2006),

o rádio é, por excelência, a mídia da transmissão direta e do tempo presente (p. 107). O áudio on demand não pode ser caracterizado como rádio, mas como um dos elementos constitutivos da radiofonia.

Assim, a partir da definição de Meditsch (2001) e com base na presença de elementos textuais e imagéticos na radiofonia, podemos conceituar o novo rádio como: Meio de comunicação que transmite informação sonora, invisível, em tempo real. A informação sonora poderá vir acompanhada de textos e imagens, mas estes não serão necessários para a compreensão da transmissão.

Assim, ficam excluídos desta definição os

 

podcasts, os iPods, os reprodutores de música digital, as emissoras pessoais e qualquer outra forma de transmissão oral que não seja feita no tempo real da vida do ouvinte» (Prata, 2008:71)

Não concordo com a definição: a exclusão que faz dos elementos visuais não tem sentido na medida em que será cada vez mais dificil separar, excluir, numa logica de integração e convergencia

 

21/06/2008 15:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Rádio é (apenas) ouvir?

Há quem defenda que rádio é ouvir. Não temos essa visão tão simplista do meio, na medida em que rádio não é apenas ouvir; é certamente ouvir qualquer coisa (música, vozes, sons ambiente, efeitos sonoros, etc.) mas ouvir com determinadas características, e – é aqui que está a diferença de posicionamento – são essas características que fazem o meio rádio. Prata (2008: 48-49) por exemplo releva que «a ligação humana com o rádio hertziano se dá através do sentido da audição. Isto é, para escutar rádio é necessário apenas o sentido biológico de ouvir, nada mais do que isso». Rádio é muito mais: é – ainda que diminuto – o poder de ligar e desligar, de escolher entre a oferta disponível, de procurar os conteúdos que mais interessam, é valorizar uns em detrimento de outros. Rádio é numa relação com um conteúdo sonoro… que se ouve.

21/06/2008 15:16 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

07/06/2008

A importância de ser ou não ser rádio

Quem é que, além dos que possam investigar estas matérias, se preocupa se sites como Last.fm são rádio? A própria rádio.

É obvio que, por muitas referências que façam à tradição e herança hertziana, estes sites que disponibilizam (via streaming ou downloading) música não são rádio. Têm música e têm som. Mas ter música e ter som não faz rádio. O próprio conceito de «personalized radio» é anti-rádio, na medida em que rádio não pode ser personalizada.

A industria radiofónica, confusa com os novos tempos, tenta perceber se é ou se não é para se posicionar; provavelmente para aderir se for. Até que lhe digam que a questão é inutil, porque a resposta é evidente, a incerteza continuará.

Esta dicotomia acentuar-se-á, como veremos adiante, na forma de convergir com a internet: criando consumo activo ou mantendo-se baseados na ideia de consumo passivo (idiossincrático à rádio convencional)

07/06/2008 16:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Quanto tempo durará a transição?

«The next decade or more will be a transitional time, as radio, like newspapers and television networks, forswears allegiance [renegar/recusar fidelidade] to any one means of distribution and declares itself platform-agnostic» [ou seja o autor defende que a rádio, no caso, deve aderir a uma plataforma - a Internet? - em vez de se posicionar como agnostica em relação às que existem]

fonte: FISHER, Mark, Weakening Signals Washington Post, 1/06/08

07/06/2008 11:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

27/05/2008

sobre o futuro da rádio

Primeira nota: rádio é conteúdo, é o conteúdo que define a rádio (não é a tecnologia). Rádio é, portanto, um conteúdo sonoro programado de certa forma e transmitido num único fluxo (emissão síncrona ou linear).

Enquanto existir esse fluxo (de voz ou musica) transmitido linearmente estaremos a falar de rádio (não há, portanto, rádio personalizada, o Last.Fm não é rádio, o cotonete não é rádio); isto não significa que um operador clássico de rádio convencional não possa, além do seu ’core business’ que é o tal fluxo linear, ter outras ferramentas, assíncronas, que tanto podem resultar da emissão linear (hertziana ou streaming) como de novos conteúdos: podcasts, arquivos ou mesmo de ’smart radio’ (last.fm ou cotonete).

A partir do momento em que não haja um fluxo sonoro contínuo e único já não será correcto chamarmos rádio. Da mesma forma que ninguém diz que está a ver televisão quando vê videos no Youtube, tambem não fará sentido chamar rádio a conteudos de personalização ou assíncronos. Chamar-se-á o quê? Ninguém está em condições de responder.

Se a tendência de personalização se confirmar, é claro que as emissões de consumo passivo (a rádio convencional) serão cada vez mais minoritárias. Continuará a haver ouvintes interessados (por várias razões) mas se as receitas publicitárias são cada vez menores, a partir de um certo momento deixarão de ser rentáveis (suficientes). Não haverá uma massa crítica ao nivel da quantidade de ouvintes e das receitas suficientes para viabilizar o negócio.

A industria da rádio terá, portanto, de encontrar alternativas. Ao nível dos conteudos, proporcionados pela digitalização.

Existirá rádio enquanto o fluxo existir; deixará de existir rádio quando o fluxo de programação sonora for desactivado.

27/05/2008 11:52 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

23/05/2008

Sobre a definição de rádio (redifinir ou reinventar)

se não se define rádio através da caixa nem do meio de transmissão, resta o conteúdo. Sim, rádio é contéudo. [o que se assiste nesta altura é a uma profissão de fé nos conteudos como decisivos para o 'triunfo' da rádio; rádio é humanidade não é tecnologia, disse o presidente da GCap Richard Eyre; a questão é se, confundidos pelo passado - televisão, etc - não estarão a ver mal a internet, encarando-a apenas como tecnologia; o futuro não será decidido por sistemas de distribuição mas pelo conteudo e pela criatividade, ouve-se) 

Mas não é possivel entender esse conteudo como musica, voz ou efeitos (e silencio) nem apenas como audio (caso contrário, um animador num carrossel seria rádio). Rádio pressupõe tambem uma forma de programar esses conteudos audio (o tal fluxo continuo pré-programado e não manipulável)

Neste contexto, redifinir é, com este ou outro nome (provavelmente mantendo este durante muito tempo), é construir a partir do existente. é acrescentar, é evoluir a partir do existe, mas mantendo uma espinha dorsal, que - com o tempo - se irá perdendo. É continuar a chamar rádio a uma coisa bm diferente, faltando saber se a ideia central se mantém;

Reinventar é mudar, é romper, é falar de um novo meio - esse sim, a exigir um novo nome.

23/05/2008 16:48 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

07/05/2008

03/05/2008

A «crise» de definição da rádio

«estamos assistiendo a la configuración de un nuevo concepto de radio» (3)

«encrucijada tecnológica» (3)

«Es ’una radio que lee y se ve’, como han señalado repetidas veces otros autores. Aparecen otros servicios y sonidos que no son radio en el sentido tradicional del término» (4)»

«Internet no puede ser considerado como uma competencia directa de la radio tradicional ni de la radio digital en DAB. Internet es un nuevo soporte que facilita la integración digital de la radio y la oferta de nuevos servicios. Cuando se habla actualmente de radio en internet, por tanto, hay que entender que se trata de una nueva forma de comunicación y no exclusivamente de un nuevo soporte» (9)

«La radio deja de definirse por su suporte técnico, o por la tecnología que lo sustenta, e impone un concepto basado en sus contenidos y funciones: la radio no se define de ahora en más por lá técnica sino por las ofertas» (9) [DESDE QUE SUGIRAM CANAIS ALTERNATIVOS PARA DIFUNDIR NÃO HERTZIANAMENTE O MESMO CONTEUDO CONVENCIONAL, COMO A TV CABO - EUA - QUE O CONCEITO FICOU EM CRISE; É DUVIDOSO QUE «LAS OFERTAS» DEFINAM UM MEIO. OFERTAS SONORAS?]

«El modelo de programación de la radio actual está caduco desde antes del inicio del debate digital. Lo que ocurre es que, a pesar de ello y a corto plazo, sigue siendo rentable para las empresas. Pero no a medio plazo» (11)

Martinéz-Costa, 2004

03/05/2008 19:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

29/04/2008

Rádio - o fim das definições

A proposito destes textos, uma reflexão:

- a tecnologia digital veio mudar o conceito de rádio tal como a conhecemos; já se experimentaram as mais variadas definições e restam os elementos decisivos (que já nada têm a ver com a tecnologia): o som, a emissão única, a escuta passiva (que não se pode manipular). Isto é rádio. E a definição final

O que este texto nos diz é que chegámos ao momento da 'morte de definição'.

Substituída porquê? Ninguém se atraverá a uma nova definição (seja porque é uma incognita o que vai acontecer seja para não cair no erro de tantos).

29/04/2008 18:33 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

26/04/2008

Mais uma definição de rádio

« (...) we can define radio as being a programme or series of programmes intended to be received without images and broadcast live rather than accessed on demand» (Berry, 2006: 285)

26/04/2008 13:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

O fim da rádio?

«It is conceivable that some of the iconic deficiencies of radio [blindness, medium as 'secondary'] will be offset by the new digital technology. Internet radio can offer still pictures, video clips - even printed text to remedy the evanescence of the medium's spoken words. But the question then arises as to whether this would be 'enhanced radio' radio with added pictures; or 'reduced radio' - radio which has been relegated to the status of a soundtrack. Given the primacy of our faculty of sight the latter possibility may seem more likely. Would this mean the end of radio as we know it?» (Crisell a, 2006: 6)

26/04/2008 11:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

A 'extraordinária resilência' da rádio

(Preservar a sua identidade - manter-se como rádio, e apenas adaptar-se; evoluir até deixar de ser rádio - o dilema que vive a rádio nesta altura)

«The reader will quickly be struck by two things. The first is how how extraordinarily resilient radio is, notwithstanding its frequent designation as the 'Cinderella' medium. In the context of convergent tendencies in the mass media, some of the essays attribute its resilience to an ability to preserve its distinctiveness, others to the ease with which it can incorporate new features such as interactivity and visual text» (Crisell, 2006: vii-viii)

26/04/2008 11:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

11/04/2008

Mais de metade dos consumidores de rádio online vêem videos

Over Half Of Monthly Online Radio Listeners Watched Online Video In Past Month (edison media research)

Watched Online Video in past month 53%

Did not watch Online Video in past month 47%

(slide 20)

http://arbitron.com/downloads/digital_radio_study_2008.pdf

FORNEÇA VIDEO DA MESMA FORMA QUE CONTEÚDOS AUDIO

«Broadband has fueled remarkable growth of online video in addition to online audio. Digital consumers can easily fill their video fix on YouTube and thousands of other sites. It is important to provide compelling video options in addition to audio to hold your audience longer.» (slide 57)

11/04/2008 11:47 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

09/04/2008

«Pandora is in effect online radio»

diz Jerry del Colliano [eu não concordo...]
09/04/2008 12:06 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

05/04/2008

«A rádio torna-se video»

«Call it the YouTube effect if you will, but video is quickly becoming the core element of many radio station Web sites. Video also is at the heart of making your station’s Web site a revenue generator, some experts say.
“Video for a radio station’s Web site not only is a way to increase unique visitor page views but also as a revenue driver,” said Thom Callahan, general manager of the Radio Division of the Associated Press Broadcast News Center, whose company provides video content to member radio stations.
“Many of our members have been able to sell ads against video of all kinds, from local video that they shoot to news and entertainment that we provide.”
AP provides video services to radio stations as an ad-supported service, and many other suppliers of video content are doing the same, Callahan said, so the initial cost to offer video services is negligible.
(...)Video is becoming a core element of our Web sites. Growing bandwidth speeds and better codecs are making video a big part of any site,” said Halyburton.
(...) If your radio station is just beginning to dabble in video, be sure not to dominate your Web site with it, Callahan said. “It should be an enhancement and another reason to visit the Web site and ultimately listen to the radio station. Look at your online presence as just another channel to program,” Callahan [ Thom Callahan, AP] said. [PORQUÊ?]

fonte: Video Seen as Critical to Radio Industry’s Web Revenue RADIO WORLD by Randy J. Stine, April 4, 2008

 

 

05/04/2008 12:15 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

22/03/2008

Sobre o projecto "Future Radio" (Alemanha)

«SWR has selected The Technology Partnership (TTP) to join the Future Radio project which will trial innovative new visual interactive radio services in Germany. The Future Radio project will start its first trial in Stuttgart this summer. SWR and TTP will present the aims of the Future Radio project to broadcasters and operators at CeBIT in Hannover, 4th-9th March 2008. Under the Future Radio project SWR and TTP will work to define an open service delivery specification that enables new visual, interactive and download services on any digital radio receiver. These services will enable mobile phone users to listen to digital radio and to view, navigate and store visual content, such as images, slides, weather information, music tracks and podcasts which are broadcast in association with radio stations. (...) SWR has the vision and innovation to drive delivery to Germanys critical younger audience and this will also lead to new revenue opportunities for commercial broadcasters. A key vehicle for this will be our nanoDABTM Bluetooth and DAB hands-free mobile phone accessory.Bernhard Hermann, SWR Director of Radio Programmes commented: A radical rethink of digital radio services is required to captivate the younger audience and penetrate mass market appeal in the future. The Future Radio project aims to do this by giving 500 young trialists the ability to give feedback on what content is engaging to them and how it should be delivered. Where as traditional radio is normally a one-way medium with occasional feedback our trial aims to actively encourage users take part in creating exciting services. 

The team believes visual, interactive and rich multimedia services will stimulate the evolving listening habits of young consumers and will help position digital radio on mobiles as a viable broadcast medium offering new areas for public service broadcasters and their wealth of public value content as well as revenue opportunities for commercial radio stations and network operators, who can offer their commercial services. These will include mass advertising through downloadable special offers and coupons, as well as a range of value-added content services requiring user interaction, for example competitions, music charts, shopping, voting and user generated content.”»

fonte:SWR and TTP to Revolutionise Digital Radio in Germany Euroinvestor, 04/03/2008

22/03/2008 12:27 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

15/03/2008

A definição de 'novo meio'

In the first edition, we also rejected definitions of new media based solely on particular technical features, channels or content. Instead, deliberately incorporating both technological and social, political and economic factors, we defined them as 'information and communication technologies and their associated social contexts» (Lievrouw e Livingstone, 2006: 2)
15/03/2008 18:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

A velha questão da substituição dos velhos pelos novos

«New media have not replaced older media, any more than broadcasting replaced print in the mid-twentieth century. Rather, people's information and communication environments have become ever more individualized and commodified, integrating print, audio, still and moving images, broadcasting, telecommunications, computing, and other modes and channels of communication and information sharing» (Lievrouw e Livingstone, 2006: 1) 

HIBRIDIZAÇÂO«(...)Recombination, the 'continuous hybridization of both existing technologies and innovations in interconnected technical and institutional networks' (...) Recombination has two main forms - convergence and divergence - both of which are readily observable in the development of new media technologies, message forms, social practices and cultural/economic institutions. (idem, 4-5)

«However, unlike mass media, which by the late twentieth century had stabilized into a few major channels or forms (due to spectrum scarcity and the establishment of technical and formal standards), the forms and genres of new media continue to branch, recombine and proliferate. Marshall McLuhan (1964) observed that older media often become the content of newer media. Today, this has become an ongoing process of 'remediation' in which older media are appropriated, refashioned or absorbed by the new, therefore simultaneously shaping the new and reshaping the familiar (Bolter and Grusin, 1999)» (idem, 5) 

15/03/2008 18:17 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

14/03/2008

08/03/2008

«O novo media vai tomar o lugar do velho media?» (resposta)

A resposta a esta pergunta só se fará dentro de muitos anos, quando houver elementos estatisticos que suplantem a abordagem empírica e subjectiva.

Até agora os estudos feitos são muito recentes, mas mostram (como sugere Ferguson, 2007: 105) que à medida que a internet vai ganhando espaço na vida de cada um de nós, vai diminuindo o consumo de meios classicos; Os mesmo autor mostra como os primeiros estudos , feitos no final da decada de 90 e inciio de 2000, eram pouco 'prejudiciais' para os meios classicos

Nesta fase há ainda muita especulação e sobretudo elementos erroneos, não testados pelo passar do tempo

«Regarding online versus traditional media use, Lin (2001) suggested that media substitution is more likely to occur when one medium is perceived as offering certain benefits over existing media. This notion is especially evident in the inherent characteristics of MP3 devices. Owners can listen when they want, where they want, and to the content they want. In his study of iPods and radio, Berry (2006) concluded that this technology might not signal the demise of "the radio star" but that a "retuning" may be in order for broadcasters (p. 158). At the very least, new technologies are challenging radio (Albarran et aI., 2006)» (Ferguson, 2007: 117-118)

08/03/2008 13:36 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Um iPod é rádio?

«Radio is not defined by the device itself or the radio waves it uses, but by how it functions as a ubiquitous companion that entertains and informs people outside their homes. Television may still rule the in-home audience, but radio has portable appeal, plus the listener pays no direct cost for the content of radio broadcasts. More important, radio resonates in the hearts of many as a personal medium, a friend.» (FERGUSON; Douglas A, Editor's Remarks, Journal of Radio Studies, Novembro, 2007, pag 91)
08/03/2008 12:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

O tempo de confusão entre conceitos

«(...) Internet television is unlikely to kill off traditional television in 2008 largely because Internet television, certainly in its current manifestation, is not traditional television. iTs another medium whose quality, content formats and audience differs largely from traditional television audiences» Delloite, Media Prediction 2008 (pag 8)

 

08/03/2008 10:29 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

07/03/2008

«A Internet será a nova rádio»

Diz o guru do marketing norte-americano Seth Godin: «I think the Internet is the new radio». Eu também acho, só que não será rádio...
07/03/2008 12:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

01/03/2008

Por quanto tempo se chamará rádio

«(...) chamaremos de rádios às instituições produtoras de conteúdo sonoro ou às distribuidoras deste conteúdo, como até agora? O debate acadêmico tende a ser rico, mas dificilmente a pura razão consegue controlar o uso das palavras pelo público mais amplo. Superado o tempo do hardware, o termo rádio ainda será disputado por muito tempo e por muitas instituições concorrentes como uma palavra mágica, tendo em vista a história e o imaginário que incorpora. Isso já acontece desde o surgimento da internet, quando vários tipos de sites se anunciaram como rádios, apesar de compartilharem com ele pouquíssimas características. Só o uso social e a habituação cultural dirão a quem pertencerá a designação no futuro, se ela vai ainda persistir ou se cairá em desuso. (EM; inedito, 2008, ?)
01/03/2008 20:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Uma definição de rádio funcionalista?

São estas as características imutáveis em quase cem anos de rádio – aquelas que permaneceram estruturais e que dão identidade à rádio, tal como conhecemos ainda hoje:

- um conteúdo sonoro (música mas sobretudo palavra)

- um produto predeterminado (programado e/ou formatado)- para o ouvinte escutar uma vez sem qualquer tipo intervenção (ou gosta ou desliga, ainda que o possa fazer apenas inconscientemente);

As restantes características alteraram-se durante os anos, mas nem por isso deixou de ser rádio: - se é distribuída por onda curta, onda média, frequência modulada, cabo ou satélite;- se é recebida num aparelho simples ou composto (convergente);

Em resumo, depois de limpas as “gorduras” (as características que não são identificadoras), rádio pressupõe uma única e irrepetível emissão (para todos) sonora (de voz e provavelmente música) em contínuo (portanto não manipulável). Noutra formulação, um rígido “agenda setting” sonoro definido claramente por um “gatekeeper”. (Mas qualquer que seja a formulação, é claro que não é uma única característica que define o meio, antes a conjugação destes elementos)

A questão é se esta definição não é 'demasiado' funcionalista; sim, porque é claramente funcionalista o modo de operação da rádio até ao aparecimento das novas ferramentas da internet (o consumidor passivo, a quem é dado o direito de ouvir ou de não ouvir, nada mais); aliás, é - genericamente - funcionalista a industria da comunicação social dependente do mercado.

[1] Ser um elemento sonoro é provavelmente a característica mais presente em cem anos de estudos sobre a rádio, de Arnheim (1936) a Klippert (2005)

01/03/2008 17:50 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Sobre o hibridismo (e a confusão); a rádio vai mesmo ser multimedia

«Outro uso corrente, que ajuda a aumentar a confusão, é a criação de sites de emissoras tradicionais de rádio, onde além da programação ao vivo e de arquivos sonoros gravados, são disponibilizados textos, fotos, vídeos, etc., o que leva alguns a imaginar que o rádio virou ou vai virar multimídia. Ora, se quando as emissoras de rádio, antigamente, publicavam revistas para divulgação de suas programações, ninguém chamava aquilo de rádio, e sim de revistas do rádio, porque agora não se chama isto de sites do rádio e se confunde tudo?»

Eduardo Meditsch O ensino do radiojornalismo em tempos de internet, 2001,pag 4

01/03/2008 16:50 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

23/02/2008

«Uma pálida referência a uma mídia que se perdeu no tempo»

«O rádio, via internet ou satélite, virá tomar seu lugar, integrado a outras mídias, seguindo a tendência de convergência. Logo, as novas emissoras usarão o nome rádio apenas como uma pálida referência a uma mídia que se perdeu no tempo. (Kischinhevsky, 2007: 126)
23/02/2008 19:57 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

16/02/2008

Necessidades no consumo de meios (aplica-se à rádio na net?)

Há novas funções?

«Hay necesidades a) cognitivas, de búsqueda de información, conocimientos y explicaciones de los hechos que suceden: la curiosidad por conocer el devenir de la ciudad, el país o el mundo en que vivimos, la historia, la tecnología, etc., (...); b) afectivas, donde el consumo de mensajes obedece a un deseo de vivir vicariamente emociones y sentimientos, así como el placer estético que producen las obras artísticas presentes en los medios; c) de integración personal, para conseguir mayor confianza en sí mismo y status personal; d) de integración social en cuanto el hecho de compartir los mensajes es un factor que facilita las relaciones sociales; y e) de entretenimiento y distracción que liberan tensiones creadas en el trabajo o en las relaciones sociales y familiares» (Noriega, 82) 

16/02/2008 18:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

A definição de comunicação de massas

«Lo que llamamos comunicación social o de masas implica la mediación (no es directa), la unilateralidad (los papeles de emisor y receptor no son lntercambiales)y el carácter público y, relativamente, indiscriminado de los mensajes. De ahí el sentimiento de masificación o inmersión en el anonimato que tiene esta comunicación, y que es más patente cuando, correlativamente, parece que disminuyen o quedan marginados los espacios de relación/comunicación más próximos.» (Noriega, 1997:23) 
16/02/2008 18:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Problemas de conceito criados pela Internet

A internet baralha o conceito de rádio, não apenas porque cria um novo meio, um novo conceito relativamente aquilo que é a rádio, mas porque ao mesmo tempo potencia o velho conceito de rádio: a rádio atraves da net pode permitir - e, de certa forma, até potencia, a escuta passiva, caracteristica importante da rádio hertziana; a rádio na net pode ser wireless e isso permite uma escuta em acumulação; acontece é que, a partir do conceito de audio, a rádio cria uma nova categoria, essa já nada tem a ver com a anterior.
16/02/2008 18:22 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Quem dá o novo nome?

«Certainly, the development or propagation of a new technology, in the sense of a new machine does not evaluate to the emergence of a new medium. Something like 'Internet radio' may be a new medium, or it may be a new technology trying not to be a new medium, or it may be telephone technoJogy acting like a new medium so that it can act like an old medium or some other' permutation. » (Black, 2001: 398)

«The corporate prerogative of bringing media into existence by naming them can be played out in may forms and for many reasons. In the specific case of 'Internet Radio', motivation  for exercising the prerogative comes at least in large part from the fact that Internet makes it possible for non-corporate, non-wealthy people to provide audio content» (Black, 403)

«'Internet radio ' is still palpably in the naming stage» (405)

16/02/2008 18:18 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

A internet ao usar o nome rádio restringe as suas possibilidades

«Similarly, at least at a general level, the use of the term 'radio' to describe streaming Internet audio has a significance beyond the merely semantic, in that it narrows down the available possibilites and, once accepted, makes the domination of Internet audio provision by the radio industry seem logical and even inevitable. Under some circunstances Internet audio streams do indeed have a lot in common with traditional radio. But they have a lot less in common under other circumstances; » (Black, 2001: 398)
16/02/2008 18:02 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

O que é que vem primeiro, o nome ou o meio?

But why? Why should an audio signal ddivcrcd through the Internet be called 'radio' in the first place? Is it self-evident that making money from the delivery of such signals has anything to do with radio? Do listeners to Internet audio streams count as radio listeners? Or is 'Internet radio' a different medium from 'radio' - and, if so, why has it borrowed the name? Which comes first, the name or the medium? Indeed, whose idea was it to call it that?» (Black, 2001: 397) 

16/02/2008 17:52 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

14/02/2008

«A rádio é o único meio que não muda de forma com o digital»(?)

ATENÇÃO A ESTA IDEIA: the experience of AM/FM listening can be delivered perfectly and unchanged via the Internet.??? 

«New distribution channels expand radio's ability to meet consumer demand for our content where they want it, and when they want it," Haley said. "Radio is uniquely positioned to do this because radio is the only medium that does not change its form when you move from channel to channel. Print and video are different experiences when they move from digital -- radio is not. The Rolling Stones still sound like the Rolling Stones, no matter the channel."» (CEO of the Radio Advertising Bureau, Jeff Haley)

fonte: 'Audio Content Is Expanding Everywhere You Look', Radio Ink, 13/02/08

A afirmação já provocou polémica: para Mark Ramsey, «This is not just wrong, but shockingly so. Jeff, any time you move from one medium to another you change the message. This is Marshall McLuhan 101. The issue is not whether the Rolling Stones sound like the Rolling Stones across media (although it’s interesting that you picked a band best known for its output in the 60’s and 70’s), the issue is what it means to be “radio” when you exist across media and where each medium has different potentialities that extend well beyond audio alone.» Para Kurt Hansen, «What Jeff was saying was that the experience of AM/FM listening can be delivered perfectly and unchanged via the Internet. And that is absolutely correct. For sitting on your sofa listening to the local Smooth Jazz station, it doesn’t matter if the radio in the room is an FM radio or a PC playing the station’s stream. The listening experience is identical. Close your eyes, and you can’t tell the difference. This is not true for print. If one wants to curl up the sofa with one’s sweetie, drink coffee together, and read the Sunday New York Times, flipping through some sections quickly, savoring others, etc., you can’t replicate that experience using NYT.com.  Similarly, watching TV is a much different experience online. You’re not going to be watching an HD picture in surround sound on your 54” plasma TV — at least not in 2008.»

 

14/02/2008 11:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

09/02/2008

Redefinir ou reinventar a rádio?

«I like what RAIN publisher Kurt Hanson wrote the other day when he said the answer to radio's problems is simple -- redefine "radio".

Kurt credits consultant Walter Sabo with pointing out that stand-alone FM radio stations were not allowed to join the NAB as recently as the 70's because they weren't considered "radio".

See, we don't just make stupid assumptions today. We've got a lot of experience in that department.

Kurt's point is worth thinking about: "In 2008, if you define 'radio' as AM, FM, satellite and streaming (both AM/FM stations and Internet-only radio properties like LAUNCHcast and Pandora and a panapoly of others), then, once again, radio is healthier and more vibrant than it has ever been".

I'd add mobile content and podcasting to the mix and call it all "radio", too.

Yes, throw satellite in there, as wel. Mel's a radio guy. Ask any XM or Sirius subscriber what they are listening to in the car and they'll say -- radio.

Call it all radio.»

fonte: Jerry del Colliano, Redefine Radio -- Don't Reinvent It 4/02/08 Inside Music Media

09/02/2008 13:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

02/02/2008

A rádio resiste ao novo meio?

«the decline of the older medium may not occur immediately; under competitive pressure the traditional medium can squeeze more out of its arsenal – even actually increasing revenues for a period of time. Landes (1969: 260) noted three basic reasons for this: (1) creative technological response; (2) cutting costs and prices; and (3) widening markets and opportunities due to the increased demand brought about by the new technology’s efforts.» Lehman, 2004: 716

«What are the older medium’s possible reactions? First, attack – the best defence is a good offence. As a vehicle of communication, the threatened medium can propagandize against the newer competitor: the new medium’s content reliability and technical dependability might be questioned (Naughton, 2000). Also, fearmongering is not an uncommon ploy, where the print and electronic media play up the internet’s dark side: paedophilia, pornography, sales fraud, etc, that are actually but a very small part of the internet universe (see R¨ossler, 2001, for counter-evidence). Second, the older medium can try to cut off the new medium’s content sources. In the 1930s the newspaper industry tried to block news agencies from feeding news to the young radio medium (Emery and Emery, 1988).» (717

02/02/2008 21:50 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Quanto tempo o novo meio levará a impor-se?

«However, the time-lag between invention and mass media application (Marvin, 1988) may be relatively long (e.g. ‘wireless’ took about 25 years to become ‘radio’;» Lehman, 2004: 712.

«‘Wireless radio’ started off as a minor role-player, mainlyfor land–sea communication. Only after some 20 years did its real mass nature emerge.» Lehman, 2004: 713.

«What are the reasons for the fast growth of a new medium? Culture (that is, openness to novelty), cost–benefit utility (‘bang for the buck’), userfriendliness (‘human–machine interface’), and a nation’s technological infrastructure (human and physical), are all critical factors. Also, the level of inter-medium interactivity (Mahler and Rogers, 1999), for if the medium can be utilized usefully only in conjunction with someone else’s appliance (say, a videophone), that will retard diffusion as each consumer waits for others to buy it first – until a critical mass is attained (Marwell and Oliver, 1993). However, the most important factor is social need and readiness. Without the proper communications and social conditions, new media can wait for decades to realise their potential. (715)

«How will older media adapt to the maturing internet? Most of the older media will survive in somewhat changed form in the internet age – with a few caveats. First, it is not contradictory to predict that most of the older media will continue to exist, albeit within the internet’s underlying metamedium infrastructure. While content and functions will remain recognizable, their modes of transmission/distribution will change drastically. Ultimately, newspapers will become exclusively electronic (Ries and Ries, 2000), delivered through the internet to new media appliances (PDA, ebook, tablet computers)» (724)

«Will any of the older media disappear completely (stage 5c)? To use a digital metaphor: yes, but mainly through morphing into something else. We have hinted already that the ‘newspaper’ will not exist in a few decades – in its present format. However, if it gravitates onto the web and does not disintegrate under the centrifugal force of do-it-yourself news and text/ photo weblogging, it might well survive but in quite a different form. Just as the typewriter became the computer keyboard, so too might older media ‘appliances’ become obsolete but continue to live through their functions.» 725

02/02/2008 21:39 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

A teoria do 'media construcionismo' (novos e velhos meios)

«(...) ‘media constructionism’ – constant interaction between new and older media is a key factor in the successful or unsuccessful evolution and specific direction of the new medium.» (Lehman-Wilzig et al, 2004: 709)
02/02/2008 21:28 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Pessimismo sempre que se fala num novo meio?

«Work that emerged early after the introduction of a new medium was often governed by the myths of a general cultural pessimism.»

Boehnke et al (2002: 193)

02/02/2008 19:20 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

26/01/2008

«Um programa de rádio também não precisa de se fazer visivel»

«E, no entanto, nada lhe falta! Pois a essência do rádio consiste justamente em oferecer a totalidade somente por meio sonoro. Não no sentido exterior, de incompletude, segundo a visão naturalista, mas fornecendo a essência de um evento, uma ideia, uma representação. Todo o essencial está lá – e neste sentido um bom programa de rádio é completo. (…) As estátuas não precisam ser pintadas na cor da pele, e um programa de rádio também não precisa se fazer visível». Rudolf Arnheim (1936), Estética Radiofónica, Barcelona, Gutavo Gili, 1980
26/01/2008 16:46 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

25/01/2008

Last.fm é rádio?

«(...)The Motley Fool investors publication says Last.fm could mean the end of radio.

Kurt Hanson, who I respect more on these issues, says wait one minute -- Last.fm isn't even radio.

It's an interesting prospect either way. To bring you up to date the four major record labels have cut a deal with Last.fm to get a penny or so for every time a young consumer goes to Last.fm and requests a song. Hanson points out, "Going to a website and saying “I would like to hear ‘You Know I’m No Good’ by Amy Winehouse right now and then being played that song is not “radio” by any stretch of the definition that I’ve ever heard."
The Motley Fool is enamored at the prospect of free online streaming of music from the major labels and a host of indies.

One problem.
Young people have voted again and again in this race that they want to own their music not rent it or listen through a glorified subscription or ad-supported service.
(...) 6. Radio (whether Last.fm or terrestrial) cannot compete with an iPod for playing favorite music. An iPod is a storage device that plays back music. Radio entertains -- or should. Subscription services or ad driven services like Last.fm will be more popular with record labels than with young consumers.

The Motley Fool says:

“Last.fm, bought by CBS… is providing on-demand delivery of its growing digital library for free...Naturally, this is also bad news for other companies selling digital tracks, like Apple, or music subscription services like Napster and RealNetworks".

I disagree. Terrestrial radio doesn't have to worry about what Last.fm is doing. It needs to worry about what radio isn't doing.(...)»

fonte: «lost.fm», Jerry Del Colliano, 25/01/08

KURT HANSEN: «This is not radio! Going to a website and saying “I would like to hear ‘You Know I’m No Good’ by Amy Winehouse right now” and then being played that song is not “radio” by any stretch of the definition that I’ve ever heard. Reasonable people can differ as to what is “radio.” The NAB and the RAB, for example, apparently don’t consider XM or Sirius to be “radio.” Some traditional broadcasters think it’s not “radio” if it doesn’t have disk jockeys (although then you have to reject Jack FM stations and 50 years of automated FM stations). Others might say it’s not “radio” unless it’s a one-to-many transmission, which would exclude personalizable Internet radio brands (even though most consumers wouldn’t). But in every case above, there’s some element of a continuous stream of music that’s selected by someone (or, in the case of a smart recommendation engine, something) else. Influenced by the consumer? Sure. A precise sequence of songs specifically selected by the consumer? I think not. That’s not radio — that’s an “on-demand music service.” Just like Rhapsody, except without a 25-songs-per-month limit (and with more advertising). And it has far less value to both the average adult consumer and to record labels» 24/01/08

25/01/2008 18:53 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

16/01/2008

Som, video e texto - a rádio do futuro

«(...) Delivery systems change. Content adapts.

Just because radio companies paid billions to consolidate radio stations does not mean that future generations will want to listen to content on radios.

There will be no more radio.

No more TV.

No more newspaper.

Just audio, video and text -- adapted for the delivery systems that consumers crave.

Stand back and see it happening before our eyes even now»

fonte: Jerry Del Colliano, «Radio vs Laptops», 16/1/08

16/01/2008 15:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

12/01/2008

15/12/2007

Cada meio novo integra o precedente

«McLuhan entendia que todo meio novo trata, num primeiro momento, de integrar os meios precedentes e se referir a eles. O termo hibridização foi cunhado na década de 60 para caracterizar as mudanças provocadas pela grande penetrabilidade da televisão. Trinta anos depois, permanece atual e oferece uma oportunidade especialmente favorável à observação dos componentes e propriedades estruturais da dinâmica do processo em Curso.» (Bianco in Meditsch 2005: 160)
15/12/2007 19:37 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

17/11/2007

Uma pergunta recorrente: o Pandora é rádio?

«But is it 'radio' in the classic sense of the word? Likewise there were other 'music only' streaming services represented and they, like Pandora have found a particular place in the radio world that is separate and distinct to what we know as conventional radio... but obviously very closely related. Again, in a multi-channel environment where decent on-air talent is at a premium, we can expect more and more of these kind of services to flourish.»
Nik Goodman,
http://nikgoodman.blogspot.com/2007/11/barcelona-and-shake-foundations-from.html
17/11/2007 11:21 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

14/11/2007

O momento em que se (re)define a rádio

«"When you get personalized radio wherever you are, that's when we're able to redefine radio," Westergren says», a propósito da cehgada dos canais de streaming, como Pandora ou LastFM, aos telemóveis.

fonte: «Now you can rock 'n' go with personalized Internet radio», USA Today, Jefferson Graham

14/11/2007 13:58 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

10/11/2007

O podcast não é rádio?

« (...)mantém-se como uma sistema de comunicação dirigido a uma audiência determinada, garantindo-lhe uma programação variada, relativa à actualidade do quotidiano, independentemente do sistema de distribuição que esteja a ser utilizado. Há contudo, novos desafios para a rádio e a sua definição, pela forma como o podcast se está a traduzir numa nova prática de escuta activa, obrigando a rádio a integrar na sua oferta, conteúdos neste formato e assumindo o podcasting como um elemento que, não sendo efectivamente rádio, evolui no sentido da sua autonomização» (PC, tese, 85/86)
10/11/2007 16:07 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

«Video pode trazer de volta a estrela da rádio»

«(...) But how smart would it be for a radio station to get extra exposure for its top personalities by providing a TV outlet a live video feed of its programs for the digital subchannels?
"You're definitely onto something," said John Gallagher, who's in charge of Citadel Broadcasting's WLS-AM 890 and WZZN-FM 94.7.
"I've had discussions with some of the TV stations around town about doing that because they are looking for content for those slots. They don't really have anything to fill it, and if they were to create something to fill it themselves, they wouldn't be able to recoup their costs [because of low viewership]. ... But put some quality programming on your side channels and maybe people will come looking for it. Television hasn't figured that out quite yet, and we're trying to tweak that."
(...) It's a given that more and more stations are going to start putting video of their programs on the Internet in addition to their audio. "We've talked about that, especially streaming the video," said Rod Zimmerman, who oversees Chicago's seven CBS radio stations. "There's a certain amount of expense that we just haven't gone to, but it's certainly something you're going to see in the not-too-distant future."
(...) "In the near future, every radio station will have the ability to become a TV station," CBS Radio chief Dan Mason said in an interview with Jack Myers' Media Business Report. "There's no reason we can't have our own Webcast shows with talent [like Don Imus' old MSNBC simulcast]. Radios will soon be developed with TV screens. The terrestrial radio medium will evolve and occupy more share of the digital space." (...) "It's kind of expensive, but it would be worth it on our end from a marketing and promotional aspect," he said, adding there was incentive for TV stations to develop their multichannel capabilities. "It's a lot less expensive than doing nothing."»

fonte: «Video may bring back the radio star», Chicago Tribune, November 7, 2007

10/11/2007 10:45 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

01/11/2007

«Não é apenas rádio mas muito mais do que isso»

«¿podemos hablar con precisión de radio en Internet? Una respuesta más inmediata sería afirmativa: sólo cabe teclear, por ejemplo, las direcciones de cualquiera de las cadenas radiofónicas españolas[1] y comprobar cómo efectivamente están presentes en la red. Pero si observamos con atención las páginas que nos ofrecen, probablemente cambiemos de opinión: estamos en Internet, sí, pero ¿esto es radio? Los datos y las imágenes que acompañan a los sonidos nos obligan a dudar. No, no es radio en sentido tradicional, es más que radio, es sonido contextualizado con imagen e información escrita, además de la emisión estricta de la programación convencional que oferta cada una de las cadenas radiofónicas en Onda Media o Frecuencia Modulada. Por eso, en Internet descubrimos dos tipos de prestaciones sonoras: la radio en sentido estricto, tal y como la conocemos, con una emisión continuada y una programación estructurada sujeta a una temporalidad y, por otro lado, una serie de informaciones escritas sobre diversos contenidos, apoyadas por imágenes y enriquecidas con material sonoro. Esto es fácil de comprobar en la práctica. Cualquier dirección que tecleemos puede ofrecer sonido y colgar de su página lo que hasta ahora concebimos como productos radiofónicos de la misma manera que ofrece imagen y de la misma forma que la acompaña de información escrita. (...) Concluimos entonces que el producto que ofrece la red no sólo es radio sino mucho más que eso y, por esta razón, no podemos reducir la concepción sonora radiofónica a las transmisiones de aquellas direcciones de Internet que estrictamente se denominan emisoras de radio. El sonido informativo se extiende por toda la red y no es dominio exclusivo de las cadenas radiofónicas, sean del tipo que sean. (...) debido a la juventud de esta nueva plataforma se ha extrapolado a Internet la clasificación convencional de medios de comunicación. Sin duda, para todos nosotros hablar del periódico, de la radio o de la televisión en Internet resulta no sólo más fácil sino más cómodo. Pero no podemos olvidar que nos situamos ante una realidad diferente. Internet cambia esta concepción tradicional puesto que en su seno se produce una convergencia mediática que impide referirnos estrictamente a los medios de comunicación tradicionales como canales independientes (...)»

fonte: RODERO ANTÓN, La radio en Internet», Tercero Congreso de Periodismo Digital, 2002



[1] Cadena Ser: www.cadenaser.com

  Cadena COPE: www.cope.es

  Radio Nacional de España: www.rne.es

  Onda Cero Radio: www.ondacero.es 
01/11/2007 18:35 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Fusão da rádio convencional com a internet?

«A sus alumnos de periodismo radiofónico, el profesor Cebrián les aconseja ir a las calles, al lugar de los hechos, cerrar los ojos y escuchar. De ahí obtendrán la riqueza sonora, que es elemento primordial para hacer radio. Y es esa misma realidad social que el periodista debe ser capaz de captar, no tratando de competir con el periodismo ciudadano, sino acoplándose a esta nueva tendencia. Es que la ciberradio se está expandiendo con nuevas aportaciones y experimentaciones. Además de ser una fusión de la radio tradicional en Internet con todas sus variantes, ha incorporado innovaciones como la interactividad, el cambio de la sincronía y otras mutaciones en los procesos comunicativos que la definen como una dimensión diferente. Además de los desarrollos propios o internos de la ciberradio que siguen su línea de innovaciones, no podemos olvidarnos de las transformaciones de la televisión, que como todos los medios ha evolucionado aceleradamente. A penas surge una innovación cuando de inmediato se ramifica en otras variantes que a su vez multiplican el proceso. Los tres sistemas clásicos de difusión: satelital, de cable y terrestre se han enriquecido con la introducción de la tecnología digital y se han ampliado con las plataformas de Internet y la telefonía móvil.

fonte: Mariano Cebrián: “Es imposible predecir el futuro de los medios”, 19/09/07
http://guiadelaradio.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1133&Itemid=62

01/11/2007 15:03 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Pôr em causa o conceito radiofónico (Cebrian Herreros)

«¿Qué abarca el concepto de radio, dónde empieza y dónde termina? ¿Cuáles son, por ejemplo, las fronteras con las ofertas musicales en los diversos medios y soportes? Recuerdo etapas anteriores en las que sólo se reconocía como radio la emitida por ondas hertzianas. De hecho, apenas se ha hablado, al contrario que en la televisión, de radio por
cable a pesar de su existencia desde hace varias décadas en algunos países europeos y en particular en España explotada con la marca Hilo Musical. Es una ampliación del concepto radiodifusión sonora ya que en este caso es distribución sonora. Tampoco se ha insistido, tal vez ante los problemas planteados, en la radio por satélite. Y ahora llega la dimensión de la radio por Internet.(...)
La radio abre una vía nueva de expansión y, en consecuencia, reclama también la ampliación del concepto de radio para integrar en él los cambios producidos. Es un nuevo concepto de radio: se ve, se escucha, se interviene por escrito y oralmente, se participa, se chatea. La ciberradio está delimitada por un conjunto de elementos que es preciso resaltar aunque sea de manera escueta. Lo importante ahora no es insistir en los instrumentos técnicos requeridos para esta ciberradio sino en los elementos que modifican su concepción tradicional y en la dimensión comunicativa y expresiva. (...) ¿Un chat sonoro es un programa radiofónico con participación telefónica o en estudio de la audiencia?»


fonte: Cebrian Herreros, Radio en Internet
http://www.nebrija.com/eventos/dca/ciberperiodismo/Ponen_Cebrian_12-03-03.pdf
01/11/2007 14:43 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Durante quanto tempo a rádio será analógica?

«It remains true that over the air broadcasting will be the principle distribution path for most public radio programs today and for the foreseeable future. But even in over the air radio broadcasting, the last enclave of the old analogue world, change is rapidly occurring. As of today, more than 600 public radio stations are moving to digital operations. By the end of 2007, we anticipate 350 stations to be on the air with digital signals, and of those more than 100 will be multicasting, serving their communities and listeners with not one, but two or more streams of public radio programming.

fonte: STATEMENT OF DANA DAVIS REHM SENIOR VICE PRESIDENT – STRATEGY & PARTNERSHIPS NATIONAL PUBLIC RADIO SENATE COMMERCE COMMITTEE October 24, 2007
http://commerce.senate.gov/public/_files/NPRSenateCommerceStatement.pdf

01/11/2007 14:04 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Fundador do Pandora diz que é um 'internet radio service'

Diz Tim Westergren, fundador do Pandora: «Pandora is an Internet radio service that listeners enjoy on their personal computers, through home entertainment products and on mobile phones».
Curioso como o serviço que mais simboliza o corte com a rádio clássica se assume como um serviço de rádio...

fonte: «Testimony of Tim Westergren» U. S. Senate Committee on Commerce, Science and Transportation Hearing on ’The Future of Radio’, 24/10/07

Perguntei depois a Mark Ramsey se concorda com a ideia; ele respondeu que sim, que aceita que o Pandora seja um internet radio service.

Neste texto, sobre a relação da industria publicitária com a expressão web3.0 encontrei uma explicação: «“Web 2.0 is a goal that we haven’t even come close to reaching yet,” says Richard Townsend, digital media strategist for Circus Street Communications in London. “For marketers to start to think about Web 3.0 would be misleading.”». Ou seja, a industria não quer evoluir para novos conceitos, que não sabe o que são, preferindo manter-se ligada a um anterior, que tem rendibilidade

 

01/11/2007 12:55 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

20/10/2007

«a novidade está na forma de uso ou na natureza do registro?»

«Tome-se como exemplo um tipo de site que é bastante procurado pelos internautas, pois anunciando-se como altamente interativo possibilita aos usuários a criação de sua própria emissora de rádio. O funcionamento é simples: ao criar uma lista de músicas preferidas, o internauta – podendo estabelecer uma ordem para essas músicas ou ouvi-las randomicamente – dá um nome para esse conjunto de arquivos que se passava a chamar Rádio tal..... Assim, o usuário pode ouvi-lo sempre que quiser ao trabalhar em seu computador pessoal e estiver conectado à rede. Tendo condições para tal, o internauta pode até descarregá-lo em um disco de memória e ouvi-lo, no carro ou em qualquer outro lugar, em um aparelho que rode mp3. É uma possibilidade interessante, mas o que se faz atualmente com bits, os caminhos analógicos já proporcionavam.

Difícil imaginar quem, quando adolescente, não teve um walk-man e passeava pela cidade ouvindo fitas-cassete compradas ou gravadas. Pois essa seleção de músicas em K-7, que remetia os adolescentes aos seus sonhos e angústias comuns à idade, não eram também, à sua maneira, uma Rádio tal ? Enfim, a novidade está na forma de uso ou na natureza do registro? Entre o bit,da era eletrônica., e a fita magnética, certamente, houve avanço na qualidade de áudio do registro e nas possibilidades técnicas de seu uso. Mas, garantidamente, não houve distinção e avanço na forma de uso social de um e do outro

fonte: SALOMÃO, Mozahir, «O suporte sonoro e as novas mediações», 2006, pág 4

20/10/2007 17:10 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

«A Rádio em Crise de Identidade?»

«A pergunta torna-se inevitável para quem assiste ao processo de crescente adaptação da rádio ao espaço aberto pela internet: a partir do momento em que o texto e a imagem se imiscuem noseu universo, terminando com a exclusividade da expressão sonora que historicamente a caracteriza, e em que ocorre toda uma série de outras mudanças significativas, haverá motivos para encarar esta transformação como o fim da rádio e o nascimento de algo ainda inominável, mas que configura um eventual novo meio?

Esta dúvida está na base de um debate pertinente, em que vários autores têm vindo a participar, balizado por dois pólos opostos, ainda que não necessariamente irredutíveis: de um lado, estão aqueles que se recusam a aceitar como sendo rádio um meio que desvirtuou algumas das suas características constituintes; do outro, encontramos os entusiastas da mudança em curso, que aceitam com naturalidade a alteração daquele que durante anos a fio constituiu o paradigma radiofónico e encaram as novas morfologias como consequência directa da sua adaptação às novas necessidades, ditadas não só pela crescente influência social da internet, mas também por um público progressivamente adaptado a mediações mais interactivas, impulsionadas pelo online.» (Tese de Mestrado de Pedro Portela, pág 52)

 

20/10/2007 16:12 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

15/10/2007

«Cada estação de rádio transforma-se numa estação de tv»

«Basic terrestrial radio might be the last of the truly “free” media available, requiring no costly equipment, content subscriptions or on-demand fees. But local ad revenues have been eroding and the industry is fighting to respond to satellite radio, Internet radio and downloads, MP3, a music industry in chaos, new radio HD technology, and competition from multiple new sources. Therefore terrestrial radio is struggling to define its core mission and place in the information/entertainment landscape. What to do?

Dan Mason, president of CBS Radio division has said: “For years we tried to figure out how to make the product compatible for the audience, but the issue was the platform, not the content. In the near future, every radio station will have the ability to become a TV station. We will see webcast and webisodes. There’s no reason we can’t have our own webcast shows with talent. Radios will evolve and occupy more share of the digital space.”» 

(fonte: «Every radio station can become a TV station» IBL News 9/10/07 

15/10/2007 19:39 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Rádio digital chega à Austrália com imagem

«FUTURE mobile phones are likely to include digital radios that use their screens to show images and text broadcast by radio stations.Industry group Commercial Radio Australia is planning a commercial trial of the service next year after teaming with technology and broadcast software companies to develop the system.

Digital radio is to launch in Australia in 2009 and instead of broadcasting music only, radio stations will be able to broadcast data such as images, artist and track data, news headlines, weather and competitions.

"Australian radio broadcasters are committed to getting digital radio and its exciting multimedia features into mobile phones," CRA chief Joan Warner said.

"When digital radio is launched we will be able to demonstrate some of the exciting possibilities that digital radio is capable of bringing to handsets."» (fonte: «Digital radio coming to mobiles», Schulze, Australian it 15/10/07)
15/10/2007 19:25 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

13/10/2007

A identidade da rádio do futuro define-se pelo discurso

«Meditsch defende que a identidade do rádio na era eletrônica se dá pela especificidade de seu discurso, não importando se a difusão da mensagem é feita pela forma tradicional (AM, FM) ou por outros suportes de transmisão como o satélite, a Internet» (Baumworcel, in MEDITSCH, org, 2005: 340) 
13/10/2007 17:13 Autor: osegundochoque. Enlace permanente. Tema: 3.4.3.1 ainda é rádio? No hay comentarios. Comentar.

Criar a palavra após o conceito

«(...) é necessário ainda criar a palavra após o conceito» (Gaston Bachelard, in MEDITSCH, org, 2005: 130)
13/10/2007 17:05 Autor: