Sobre a relevância do consumo activo (e o relativismo) (concl)

Existirá, neste contexto, a tentação quer para sobrevalorizar a importância do consumo activo quer para subvalorizar esse mesmo consumo.

Uns dirão que tentados a controlar os conteúdos ou, apenas, pressionados pela adesão dos operadores (que incentivarão a esse 'activismo') cada vez mais gente quererá ter papel activo, se não produzindo, pelo menos seleccionando ou, no mínimo, interagindo*. Ainda assim, é correcto dizer que serão nos próximos anos uma minoria?

Outros dirão que há uma moda e que os indices de participação não aumentarão consideravelmente; o publico maioritário limitar-se-á a ouvir, à comodidade, à opção mais barata; que o consumo activo é um capricho;

Em que ficamos? Haverá cada vez mais gente a usar essas ferramentas.

Uma coisa parece certa: devemos colocar em dois planos a analise - a rádio hertziana convencional e a utilização da net;

* Fará sentido equacionar três níveis de consumo activo:

- mínimo, que corresponde apenas à interactividade (responder a um passatempo, pedir uma musica, emitir um comentário, sugerir a um amigo); é um passivo-activo

- médio, que corresponde à 'customização' ou personalização (escolher, recusar, intervir no produto); criar uma playlist ou uma selecção de podcasts/tags não significa o passo seguinte, da produção; ele limita-se a organizar, à sua maneira, os conteudos disponibilizados; é um activo-passivo, porque não cria, mas não aceita tudo o que lhe dão;

- máximo, que corresponde à produção (além de consumidor, também cria conteúdos, aproveitando ou não materiais disponibilizados pelos operadores, conteúdos que faz girar por diversas plataformas e que podem ser aproveitados pelos operadores e por outros consumidores - podcasts, por exemplo, mashups, etc); é um activo 

26/04/2008 17:58

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Autor: dan3

No se puede pronosticar minorías con el índice de crecimiento de las redes sociales
También hay parte de razón en quienes hablan de moda ya que la penetración es superficial y los cambios no duran muchos meses.
Tus grados, tu escala, más que de consumo, hablan de interacción: baja, media y alta. La interacción baja está siendo la más numerosa. La media no es muy abundante, pero crecerá con los años. La participación activa y creativa será poca en número, pero más que suficiente para crear mercados al poder seleccionar entre autores/as de cualquier cultura o punto de la Red.
Queráis pronóstico, ahí lo tienes.
Un abrazo

Fecha: 29/04/2008 12:23.


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